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30/05/2013

O grito mudo.


O grito mudo de uma das árvores recém-abatidas na Rua Barata Salgueiro.

29/05/2013

As lajes brancas do renovado miradouro do adamastor

Perfeitas para os "artistas urbanos" beberem "litradas" de Sagres e rabiscarem a Bel.-prazer

Novos "grafs" - perdão, arte urbana - em Santa Catarina


VISITA GUIADA ÀS AVENIDAS NOVAS


Eis o itinerário completo:


Participe e divulgue, OBRIGADO!


A este propósito leia os textos da Profª Raquel Henriques da Silva:

* «DAS AVENIDAS NOVAS À AVENIDA DE BERNA», disponível AQUI;

* «LISBOA RECONSTRUÍDA E AMPLIADA (1758-1903)», disponível AQUI.

Assembleia Municipal de Lisboa extingue EPUL


«A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou hoje a extinção da Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL), com a abstenção do PSD a viabilizar a proposta, levando os trabalhadores da empresa que assistiam à discussão a mostrarem-se indignados.Hoje, quase seis meses depois da aprovação na câmara, a dissolução da EPUL foi aprovada com os votos favoráveis do PS e dos deputados independentes eleitos nas listas socialistas, as abstenções do PSD, CDS-PP e PPM e votos contra do PCP, BE, PEV e MPT.» No Jornal Público/LUSA (29.5.2013). Mais informação em http://www.publico.pt/local/noticia/assembleia-municipal-de-lisboa-extingue-epul-1595785.

Queixa a Provedor de Justiça s/obras nos edifícios Av.Duque Loulé (81-83) e Pç.João do Rio gaveto c/Av. Almirante Reis



Exmo. Senhor Provedor de Justiça
Juiz-Conselheiro Alfredo José de Sousa


Serve o presente para alertarmos Vossa Excelência e os Serviços que tutela para o facto de, aparentemente, continuarem a subsistir discrepâncias entre o que a CML (ou os Serviços de Urbanismo, por despacho do Sr. Vereador) aprova e o que resulta na prática dessa aprovação, sendo que nos casos em apreço cremos estar perante dois projectos de alterações/ampliação/demolição de interiores que ameaçam traduzir-se na prática pela demolição integral dos edifícios, inclusive das fachadas principais, contrariando aquilo que, segundo é nosso conhecimento, foi aprovado oficialmente e até hoje não alterado.

Falamos das obras de demolição que foram iniciadas nos edifícios sitos na Avenida Duque de Loulé, nº 81-83 (Processo nº 1250/EDI/20120), e na Praça João do Rio, gaveto com a Av. Almirante Reis, nº 233 (Alvará de obras de alteração com demolição, nº 27/OD/2013).

Atente-se que, quer num caso quer noutro, é nossa convicção não estarmos perante duas alterações a ocorrer durante a execução das obras, mas antes destas começarem! Com efeito, a ausência de escoras para protecção das fachadas principais de ambos os edifícios faz-nos temer o pior e acreditar que ambas as situações se traduzirão na prática pelo incumprimento dos respectivos alvarás de demolição, em ambos os casos determinando (bem) a manutenção das fachadas principais dadas as características de boa inserção das mesmas nas respectivas frentes urbanas.

Solicitamos, por isso, a Vossa Excelência, Senhor Provedor, que diligencie junto desses Serviços no sentido de se apurar se de facto as obras que decorrem em ambos os edifícios são, ou não, as que correspondem aos projectos oficialmente aprovados e aos respectivos alvarás, i.e. se as fachadas principais de ambos os edifícios são ou não para manter.

Juntamos documentação sobre os mesmos.

Colocando-nos à inteira disposição de V. Exa, apresentamos os melhores cumprimentos


Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Marques da Silva, Júlio Amorim, Miguel Atanásio Carvalho, Virgílio Marques, Alexandre Marques da Cruz, Alexandra Maia Mendonça, Jorge Pinto, José Filipe Toga Soares, João Mineiro e Carlos Matos

28/05/2013

Hummm....bem-vindos ao séc. XXI


Provedor alerta para acumulação "excessiva" de Cabos

O provedor de Justiça pediu hoje à Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) e à câmara de Lisboa para fiscalizarem a acumulação "excessiva" de cabos nas fachadas dos edifícios da cidade, alertando para questões de estética e problemas de segurança. 

Um comunicado publicado na página na internet da Provedoria de Justiça refere que Alfredo de Sousa advertiu a ANACOM e a Câmara Municipal de Lisboa "sobre a necessidade de pôr termo à crescente acumulação de cabos de telecomunicações, alguns deles já obsoletos". O texto explica que "esta iniciativa surge na sequência de uma queixa de uma proprietária de um prédio, do princípio do século XX, que tinha reabilitado o edifício por sua conta", mas que depois "foi impedida de remover os cabos cuja instalação não tinha consentido"."À medida que novas instalações são executadas, ninguém remove as precedentes, com grave prejuízo da estética urbana e com risco para a segurança de pessoas e bens", lê-se no texto.No entender do provedor de Justiça, deve ser suprido o vazio normativo que existe relativamente à conservação de cablagem anterior à introdução da fibra ótica nas fachadas dos edifícios.Por outro lado, Alfredo de Sousa sugere à câmara de Lisboa que promova medidas no sentido de eliminar das fachadas todas os equipamentos de telecomunicações que lesem a estética urbana.

por Lusa, texto publicado por Sofia Fonseca

Afinal já se 'desbastaram' as árvores junto ao coreto do Jardim da Praça José Fontana?!!!







Exmo. Senhor Vereador
Dr. José Sá Fernandes


Em Março de 2012 (http://cidadanialx.blogspot.pt/2012/03/jardim-pc-jose-fontanapara-que-arvores.html), chamámos a atenção de V.Exa. para uma evidência: a CML errou ao colocar jacaranás junto ao coreto do Jardim Henrique Lopes de Mendonça (Praça José Fontana).

Em causa estava a visibilidade do coreto, a qual uma vez obstruída pelos jacarandás obrigaria a podas sistemáticas, o que pode provocar danos irreversíveis nestas árvores e/ou crescimento errático. Solicitámos que fossem transplantadas, mas a resposta dos serviços que V. Exa. tutela foi: «Informamos que não se afigura adequado proceder ao transplante das referidas espécies arbóreas. Com efeito, a plantação das árvores em causa (jacarandás) foi realizada em 2010 no âmbito da obra de requalificação do Jardim e consistiu apenas na substituição de árvores que já existiam naquelas caldeiras. A espécie atual, embora de crescimento rápido, forma copas transparentes facilmente controláveis por podas. Deste modo, estas árvores não representam qualquer risco para a imagem do coreto, o qual mantém a sua visibilidade».

Passado um ano, verifica-se a situação caricata que as fotos em anexo documentam:

Junto ao coreto mas do lado da esplanada do quiosque entretanto concessionado, os jacarandás foram podados (rolados?!). Do outro lado do coreto (foto: coreto 001), sem esplanada, os jacarandás desenvolvem-se naturalmente. Independentemente da oportunidade, então, como agora, do eventual transplante e substituição dos jacarandás (a bem do coreto e a bem dos jacarandás), parece-nos que a esplanada não pode ter maior capacidade de persuasão do que o coreto.

Com os melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Virgílio Marques, José Filipe Toga Soares e Fernando Jorge

Vai ser possível cultivar hortas ou trabalhar num quarto do antigo Hospital do Desterro


«Edifício actualmente desactivado vai acolher um espaço cultural, gerido pela empresa promotora da LX Factory, em Alcântara» Por Marisa Soares em Jornal Público (27.5.2013) Disponível em http://www.publico.pt/local/noticia/vai-dar-para-cultivar-uma-horta-ou-trabalhar-numa-cela-do-antigo-hospital-do-desterro-1595623.

Prédio de oito andares em Lisboa destruído por incêndio

In Expresso 28/5/2013
Por Mariana Cabral

«Um incêndio que destruiu esta madrugada um prédio de oito andares na Avenida António Augusto Aguiar, em Lisboa, já foi extinto pelos bombeiros, às 6h19, de acordo com o comandante do regimento de Sapadores de Bombeiros de Lisboa, Joaquim Leitão, em declarações aos jornalistas no local.

O fogo deflagrou pelas 3h da manhã e desde então 51 bombeiros, apoiados por 15 veículos de socorro, estiveram no prédio desabitado a tentar extingui-lo.

Para já, o trânsito na Avenida António Augusto Aguiar está interrompido, de acordo com o que fonte dos bombeiros disse ao Expresso, mas deve ser retomado ainda esta manhã.

O comandante disse que os bombeiros trabalharam para "garantir a segurança dos prédios contíguos, para que não houvesse propagação das chamas" e que cerca de uma dezena de pessoas foram retiradas de um dos prédios ao lado, por precaução, mas que, entretanto, já regressaram às suas casas.

Questionado sobre se há perigo de colapso do edifício, Joaquim Leitão afirmou que "neste momento, o prédio está estável". O comandante disse também que as causas do incêndio ainda não são claras, estando a ser investigadas»

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A cobertura tinha ardido (espontaneamente) há 8 anos e para ali ficou com cobertura provisória à espera de obras, que começaram há pouco tempo. Voltou a pegar fogo espontaneamente, desta vez consumindo a totalidade do interior do edifício. À segunda foi de vez. Estão assim criadas condições para uma reabilitação urbana a 100%. Ficará a fachada principal, se entretanto não cair, também, espontaneamente, claro. À segunda foi de vez.

27/05/2013

POSTAL DA BAIXA: Rua de Santa Justa

Será que este vai ser um dos 30 hotéis novos na Baixa?!

Janelas abertas à destruição


Rua Almirante Barroso

Foto: VM

CÂMARA QUER INAUGURAR REQUALIFICAÇÃO DO CAMPO GRANDE A 30 DE JUNHO


In O Corvo (27/5/2013)
Texto e fotografia: Fernanda Ribeiro

«Muitas obras que pareciam estar estagnadas ganharam recentemente um novo impulso, com a movimentação de máquinas e homens, como sucede com a requalificação da ala Norte do jardim do Campo Grande, que a Câmara Municipal de Lisboa espera poder inaugurar dia 30 de Junho.

Essa é a data que se lê carimbada no cartaz da obra, que está a cargo da empresa Luis Frazão – a mesma a quem foi adjudicada pela câmara a segunda fase da requalificação da Ribeira das Naus.

Contactada pelo Corvo, a empresa escusou-se a confirmar a conclusão da obra nessa data , remetendo todas as questões relativas à empreitada para a autarquia, mas esta confirmou o prazo anunciado. “Esperamos ter a obra pronta a 30 de Junho”, disse ao Corvo João Camolas, assessor do vereador Sá Fernandes, responsável pelo espaço público e ambiente urbano.

Só nessa altura reabrirá também a passagem aérea para peões existente junto à Universidade Lusófona, ligando um e outro lado do Campo Grande. Esta passagem foi interdita no ano passado, quando, em Agosto, as obras de requalificação se iniciaram com a vedação da ala norte do jardim.

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SOS Azulejo: Proteger a azulejaria portuguesa


In Sol Online (27/5/2013)
Por Sónia Balasteiro

«Foi em Fevereiro de 2008 que o Museu de Polícia Judiciária (MPJ) lançou a campanha SOS Azulejo, com o firme objectivo de combater a delapidação daquela que é considerada uma das maiores artes lusas: a azulejaria.

No final de Março do corrente ano, chegou o reconhecimento internacional, com o prémio Europa Nostra 2013, na categoria de Educação, Formação e Sensibilização, atribuído pela rede com o mesmo nome (que inclui a UNESCO, o Conselho da Europa e a União Europeia), para os melhores projectos de salvaguarda do património cultural europeu. Dentro de portas, o sucesso da campanha é visível em números. Mas voltemos ao início da história.

A SOS Azulejo começou a desenhar-se na mente da directora do MPJ, Leonor Sá, na viragem do milénio. Assistia-se então «à delapidação vertiginosa deste património arquitectónico português, que é também da humanidade», como sublinha a coordenadora do projecto, devido ao vandalismo gratuito e aos «furtos de painéis por redes criminosas altamente profissionais que os vendiam no estrangeiro» ou de pequenos ‘larápios’ que «se desfaziam da mercadoria no mercado nacional, em feiras de artesanato ou respondendo a encomendas de particulares»....»

Em Demolição!

Já havia sido aqui referenciado o imóvel que remata o gaveto da Praça João do Rio com a Avenida Almirante Reis e nesse artigo de Outubro de 2007 (ver) sumariamente descreve-se as várias "sevícias" que se estavam a  planear impôr a este imóvel do incontornável Arq. Cassiano Branco.
Pois bem, os dados estão lançados e já começou a demolição deste imóvel. Sem entrar na discussão, aberta a quem quiser discuti-lo, sobre a qualidade do edifício agora a desaparecer ou se é representativo da obra deste grande arquiteto, o que me assalta neste momento é: o que vai ser posto alí?
Para quem conhece esta praça sabe que é um agradável conjunto de imóveis com um parque no centro, porventura uma morada prestigiante e com um preço elevado por metro quadrado. Mas o que salta ao olho interessado por arquitetura é o conjunto coeso de arquitetura modernista, Estado-Novo. Se num ponto de implantação como um dos topos da praça for construido um daqueles edifícios tão ao gosto contemporâneo do Lisboeta, perde-se a coesão deste espaço.
Quem saiba o que está planeado para este espaço - fala-se agora em apartamentos de repouso para idosos - e conheça o projeto de arquitetura, queira esclarecer-nos. Quem sabe o bom gosto e bom senso imperou aqui, mas a julgar ao que tem sido feito por essa cidade fora (exemplo), as perspetivas são muito más.

O que vem substituir este edifício de Cassiano Branco?

Fotografias dos Palácios Almada-Carvalhais e Alvito






Nota: Embora construções de épocas diferentes, ambas as casas comunicavam entre si, constituindo, para efeitos de registo, um único imóvel. A "Diga Lisboa" é, ou foi, uma empresa participada do Grupo Espírito Santo. Tratava-se de uma empresa italiana com interesses em Lisboa. Um deles era a reconversão do prédio do largo do Chiado, onde está a barbearia "Campos". Não tendo ido para a frente como "Diga Lisboa", parece que irá como "Coporgeste", a julgar pela placa que se vê na fachada.

Esta informação já foi enviada por mim ao Igespar. Até agora sem resposta de constituição de processo de acompanhamento, ou, mesmo, de boa recepção.


Melhores cumprimentos,

Miguel de Sepúlveda Velloso

26/05/2013

O AMOR PELAS ÁRVORES MANIFESTA-SE NA CIDADE DE LISBOA.



COMO VAMOS ENSINAR OS NOSSOS FILHOS A RESPEITAR A NATUREZA?

Podas radicais em árvores saudáveis que não representam o mínimo perigo para pessoas e bens, nem implicam com a proximidade a habitações, antes proporcionavam uma sombra amiga a quem as procurava.

Este fenómeno aconteceu, pasme-se, precisamente no logradouro de um dos pilares da cultura portuguesa, a Biblioteca Nacional ... !


Pinto Soares

25/05/2013

PUBLI-Cidade: «Peixe em Lisboa»

Os dispositivos publicitários não podem ocultar elementos decorativos dos edifícios, conforme disposto no Artigo 13º da Deliberação n.º  146/AM/95. Mas foi assim no evento Peixe em Lisboa, em imóvel classificado Monumento Nacional. E para o ano muito provavelmente vão repetir. Custava assim tanto fazer umas telas verticais entre os dois vãos? Ou até colocar esta mesma tela acima dos vãos? Mas em Portugal é assim que se faz.

24/05/2013

Semana Académica vai manter-se em Monsanto, apesar das críticas


In Público (24/5/2013)
Por JOÃO PEDRO PINCHA

«Destruição de árvores no Alto da Ajuda motiva protestos. Estudantes querem manter Semana Académica naquele espaço.

"Proteja a floresta, Monsanto depende de si", lê-se numa placa da Câmara Municipal de Lisboa colocado à entrada do Parque Florestal, junto ao Pólo Universitário da Ajuda. Ao lado, uma outra placa destaca aquele local - uma clareira com cerca de dez hectares - como um ponto de interesse, onde se podem avistar coelhos, perdizes e fuinhas-dos-juncos.

Ontem de manhã, porém, o que se via naquele terreno, que foi o palco da Semana Académica de Lisboa (SAL), entre 13 e 18 de Maio, eram os despojos da festa. Papéis, garrafas, latas, maços de tabaco, seringas, preservativos, copos de plástico, cadernos, isqueiros, bocados de madeira, cápsulas de café, confetti e até um cão de loiça eram os adereços do cenário visível.

"Já não está como estava ontem [terça-feira], mas no dia seguinte [ao do fim da SAL] devia ter sido tudo limpo", diz Artur Lourenço, da Associação de Amigos e Utilizadores de Monsanto. "Este ano não vamos ver perdizes", garante. Este espaço costuma ser um local privilegiado para a nidificação desta espécie, mas a presença do evento estudantil naquela zona terá prejudicado os ninhos das aves.

Além do lixo acumulado, eram ainda visíveis na manhã de ontem diversas árvores com ramos danificados ou arrancados, bem como outras completamente secas. Ao longo de uma vala praticamente que atravessa o terreno de ponta a ponta, "havia árvores, mas todas elas praticamente desapareceram", explica Artur Lourenço, acusando a Associação Académica de Lisboa (AAL) - responsável pela organização da SAL - de ter faltado à palavra. "A AAL tinha dito que ia proteger essas árvores e protegeu mal."

Segundo o presidente da AAL, Marcelo Fonseca, "havia cinco árvores nesse local que estavam muito, muito secas e foram retiradas", pelo que considera que as denúncias de "atentado ambiental" que foram feitas pela Plataforma por Monsanto têm apenas como objectivo "denegrir a imagem da AAL".

A Plataforma, juntamente com o grupo municipal do Partido Ecologista Os Verdes, havia manifestado, no início de Maio, a sua oposição à escolha daquela zona do Parque Florestal de Monsanto para a realização da festa académica. Então, alegou que o evento poria em causa o trabalho ali desenvolvido por "milhares de voluntários".


Mais 4 anos de SAL na Ajuda

Segundo Miguel Teles, da Associação Plantar Uma Árvore, responsável por parte da reflorestação da zona, as máquinas da empresa contratada pela AAL para a desmatação "destruíram tudo sem a presença dos técnicos e da polícia florestal".

Para Artur Lourenço, "este evento não é sustentável: não se pode querer sustentabilidade com 20 mil pessoas ao mesmo tempo no mesmo sítio", justifica. Aponta a compactação do terreno, susceptível de causar inundações nos bairros situados mais abaixo, como uma das consequências da realização da SAL.

Marcelo Fonseca garante que a AAL "vai proceder ao revolvimento de terra", de modo a evitar essa compactação, e tratará de "replantar 25 árvores com dois metros de altura, condignas para aquele espaço".

Nos últimos anos, a SAL tem mudado várias vezes de local, mas Marcelo Fonseca acredita que este espaço no Alto da Ajuda "tem as condições necessárias" para acolher o evento e espera celebrar um protocolo com a câmara, para que a festa se mantenha ali por mais quatro anos. O PÚBLICO pediu esclarecimentos ao vereador dos Espaços Verdes, mas José Sá Fernandes não respondeu.»

23/05/2013

TRAVESSA DAS MÓNICAS: A INÉRCIA DA CML













Senhor Presidente da CML, Dr. António Costa: Haverá pior exemplo em matéria de atentado à mobilidade e segurança pedonal em toda a Lisboa? Se sim, envie fotos que nós publicamos.

Ainda sobre o projeto de espaço público para o Cais do Sodré e Corpo Santo


Vão substituir os atuais bancos por outros de um novo estilo? Qual é a vantagem se os atuais são ótimos? Não se percebe a mania de desprezar as pré-existências que dão personalidade à zona. Acho bem fazerem parcerias com as fábricas de Paredes mas usem estes novos bancos para as novas zonas da cidade. Notícia no link em baixo:

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=653156&tm=8&layout=123&visual=61

Bernardo Ferreira de Carvalho

Apresentação


Chegado por e-mail:

«Muito boa tarde.

Sei que mostraram os vossos descontentamento com os Quiosques da Ola e da Nestle.

Já agora agradecia o vosso comentario para o nosso ultimo modelo Quiosque Movel tipo laranja ou não. Tem só 2300 mm e a parte de cima sobe hidraulicamente.`Quanto a nós é bonito, é pequeno, é engrassado e é muito pratico, pois pode-se mover muito facilmente todos os dias.

Junto envio algumas fotos e videos. http://youtu.be/EZbqLCtRBC0 http://youtu.be/6ednq9aWgMs http://youtu.be/EZbqLCtRBC0 http://youtu.be/nnFrssDef8M

O nosso obrigado

Fernando Santos»

22/05/2013

Ex-presidente e dois administradores da Gebalis julgados por peculato

«Arguidos são acusados de lesar a empresa que gere os bairros municipais de Lisboa em 200 mil euros. Julgamento começa na quinta-feira. De acordo com o Ministério Público (MP), Francisco Ribeiro, Carla Machado e Mário Peças terão alegadamente feito despesas de cerca de 200 mil euros utilizando os cartões de crédito atribuídos pela empresa para adquirir objectos de usufruto pessoal – como bens de luxo, DVD, CD e livros –, refeições, prendas e viagens.» Em Público (22 de Maio): http://www.publico.pt/local/noticia/expresidente-e-dois-administradores-da-gebalis-julgados-por-peculato-1595074

Pós-Semana académica em Monsanto.Fotografias tiradas a 21-5,quatro dias depois do final do festival.





















E o que era de esperar aconteceu. Apesar de todas as promessas de que a área intervencionada pelos voluntários, com plantação de muitas árvores e outros benefícios iria ser protegida tal não aconteceu. Não só a área não foi protegida,como é bem visível como praticamente todas as árvores plantadas por voluntários, a convite da CML, foram espezinhadas, partidas ou pura e simplesmente arrancadas. Havia uma carreira de árvores de cada lado da vala,praticamente todas desapareceram. As que sobraram estão praticamente mortas. Duvido que alguma sobreviva. Todo o trabalho voluntário foi destruído. Para além disto toda anidificação da Perdiz vermelha foi dizimada.Que dizer dos responsáveis do parque e da direcção de espaços verdes ? Espero que tenham a honradez de se demitir, senão espero que o Sr. Presidente ou o Sr. Vereador os demitam.