25/10/2014

"O arquiteto que ia mudar o Parque Mayer...."

Venice, déc. 80. foto: J. Mclean

A última polémica de Frank Gehry, que hoje recebe o Prémio Príncipe das Astúrias, é a casa da Fundação Louis Vuitton
Pedro Santana Lopes recorda que sempre que Frank Gehry chegava ao Parque Mayer, em Lisboa, era como entrar no País das Maravilhas de Alice. "Nunca me hei de esquecer. Sempre que ele andava por lá, era como estar no Wonderland", lembra ao DN o atual provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Em 2003, o então presidente da Câmara Municipal de Lisboa escolheu o arquiteto norte-americano para o projeto de requalificação do Parque Mayer, que acabou por não se concretizar.
Hoje, Frank Gehry, atualmente com 85 anos, recebe o Prémio Príncipe das Astúrias das Artes, na mesma semana em que foi inaugurado o polémico edifício da Fundação Louis Vuitton, da sua autoria, além de ter aberto ao público a primeira retrospetiva da sua obra na Europa, no Centro Pompidou, em Paris.
Frank Gehry junta-se a uma lista de premiados como Norman Foster, Michael Haneke, Bob Dylan, Pedro Almodóvar, Woody Allen ou Oscar Niemeyer. Os portugueses Joaquim Veríssimo Serrão (ciências sociais), António Damásio ( investigação científica e técnica) Mário Soares e a Universidade de Coimbra (ambos no âmbito da cooperação internacional) também já foram distinguidos pela Fundação Príncipe das Astúrias.
Ontem, numa conferência de imprensa em Oviedo, voltou a ser polémico por outras razões: mostrou o dedo do meio aos jornalistas depois de lhe perguntarem como respondia aos que o acusam de praticar arquitetura-espetáculo. Sempre de dedo levantando, Frank Gehry foi respondendo a outras perguntas até que acabou por pedir desculpa.

in DN, 2014-10-25 por por João Moço
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Lisboa ficou agradecida por Frank Gehry ter voado para outras paragens....e Frank Gehry ficou eternamente agradecido pelos 2,5 milhões de euros que os contribuintes de Lisboa pagaram por uma maquete para o caixote do lixo.
Uma pequena questão: Os responsáveis por este esbanjamento de dinheiro não foram responsabilisados porquê ? "Wonderland"....ou falta de vergonha ?

23/10/2014

Porque não foi já classificado o Palacete Praça Dq. Saldanha, 28-30/Av. República,1?


Exmo. Senhor Director-Geral do Património Cultural
Dr. Nuno Vassalo e Silva,
Exma. Senhora Vereadora
Catarina Vaz Pinto,


Cc. SEC, PCML, AML, Media

Confrange-nos constatar que continue sem protecção alguma o palacete da Praça Duque de Saldanha, n.os 28-30, construído no ano de 1906 como habitação unifamiliar e, como se comprova no local e pelas fotos em anexo (Fonte: Urbanismo Lisboa, in Facebook), um preciosíssimo e raro exemplo da arquitetura eclética de transição ainda existente em Lisboa.

Com efeito, está por fundamentar pelos serviços da Direcção-Geral do Património Cultural (ex-DRCLVT), desde 30.5.2011, a proposta de reabertura do processo de classificação do imóvel, processo (http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/71684) que havia caducado em 23.10.2009 e que tinha sido aberto em 26. 11. 1990 (!).

Não entendemos como se mantém esta situação, sem qualquer evolução positiva ou perspectiva disso, encontrando-me o imóvel ao abandono, ao sabor das intempéries e do vandalismo, ainda que estando à venda.

Nem entendemos como não é a CML a tomar em mãos este assunto, procedendo à sua classificação como Imóvel de Interesse Municipal, uma vez que a DGPC não parece querer reabrir o processo de classificação de Interesse Público, que tinha aberto em 1990.

Solicitamos, portanto, a V. Exas, Sr. Director-Geral e Sra. Vereadora da Cultura, para que dêem um sinal claro de que o assunto não está esquecido e que, tão breve quanto possível, se reaprecie, fundamente e finalize a classificação deste Palacete.

Melhores cumprimentos


Bernardo Ferreira de Carvalho, José Filipe Soares, Cristiana Rodrigues, Rui Martins, Júlio Amorim, Virgílio Marques, Luís Marques da Silva, Miguel de Sepúlveda Velloso, Irene Santos, Nuno Castro Paiva, Jorge Santos Silva, Beatriz Empis e Alexandre Marques da Cruz

21/10/2014

Aqueduto das Águas Livres - fotografias

Algumas fotografias que ilustram o estado do Aqueduto, no Bairro da Calçada dos Mestres.



Relativamente ao percurso de acesso até à entrada do Aqueduto, este é o aspecto no cruzamento entre a Calçada dos Mestres e a Calçada da Quintinha, em campolide:


20/10/2014

Passeios de Lisboa: R. Tenente Raúl Cascais


Aqueduto das Águas Livres


Gostaria de levantar um tema que me é bastante querido: o aqueduto das águas livres e a sua envolvente urbana e paisagística.

Os arcos principais do aqueduto localizam-se em Campolide, iniciando-se o processo de visita na calçada da quintinha. Campolide é um bairro tradicional da cidade de Lisboa, não tendo a envolvente hype que campo de ourique ou o príncipe real têm, o que leva a uma certa ostracização por parte das entidades que gerem e administram a nossa cidade.

Assim, refiro que:

1)      os arcos do aqueduto, localizados no bairro da calçada dos mestres, estão quase todos grafitados

2)      a envolvente urbana perto do aqueduto é caótica, com carros estacionados em cima de passeios, passadeiras, curvas, etc

3)      as indicações de acesso à entrada são escassas

sugiro que, tendo em conta a importância do monumento e a sua eventual candidatura a património da UNESCO, seja solicitado à CML a elaboração de um plano integrado de recuperação do aqueduto, da área envolvente e do desenvolvimento de soluções paisagísticas (como por exemplo percursos) que  permitam ao visitante (não confundir com turista) fruir plenamente do acto de visitar o aqueduto.

Na verdade, não é nenhuma megalomania o que referia, já que a recuperação não me parece ser muito difícil, o enquadramento poderia ser exponencialmente melhorado através de pilaretes nos passeios que evitem o estacionamento abusivo e pela criação de zonas de estacionamento pago e de circulação especial (caso do bairro da calçada dos mestres). O plano paisagístico requer mais tempo, atenção e investimento, sendo um projecto que pode envolver alterações estruturais à freguesia, pelo que poderia ser adiado para uma fase posterior.

 

«Há ouro na Baixa», sim:


Veja esta excelente reportagem de Sandra Vindeirinho para a RTP: Linha da Frente (VI)

Será que é desta que os seus tiros estão contados?

Ou é mais fogo-de-vista?

Vai esta 4ª Feira a reunião de CML:

«Proposta n.º 601/2014 (Subscrita pelo Sr. Vereador José Sá Fernandes e Manuel Salgado)
Aprovar denunciar o contrato de concessão, a título precário, sobre a parcela de terreno sita no Parque Florestal de Monsanto, celebrado com o Clube Português de Tiro a Chumbo, com a consequente declaração de caducidade da concessão, nos termos da proposta»

Rua da Ribeira Nova: uma montra do que é Lisboa à noite em grande parte do centro histórico

Fachada tardoz do prédio pombalino do largo de São paulo. Na fachada que dá para a praça, a CML e o fundo imobiliário proprietário do imóvel, empenham-se em atrair galerias-bar, lojas alternativas , casas de petiscos várias e todas muito cool. Pretendem dar um ar de glamour, que mais não é do que a estafada receita de pseudo-modernidade em que afundaram a qualidade de vida dos residentes desta zona. Neste lado do mesmo prédio, a realidade é outra com menos brilho e muito mais acção. Aliás a imagem está aí para que se veja. Um prédio em pré-ruína numa zona que está a soldo de todos os bares, discotecas e demais empresas da noite.

Com o devido patrocínio das centrais de cerveja, da conivência da CML, da mais completa e abjecta falta de civismo.

Em cima de caixas de elctricidade, em cima dos carros, nos parapeitos de todas as montras moribundas de um espaço da cidade que é invadido por uma multidão ávida de uma noite sem regras, sem limites onde tudo vale num mar de indiferença pelos moradores e pela cidade que é de todos.

Por que razão temos nós que ver este descalabro da cidade onde vivemos?

As marcas da noite são muitas e variadas. Há umas que não se vêem, os gritos, as rixas, as danças na rua como se todo o espaço fosse uma discoteca ao ar livre. Há outras marcas que outros limparão. haverá sempre outros para corrigir o que os bandos deixam atrás de si. Haverá sempre outros que verão as portas das suas casas vandalizadas e aviltadas. Haverá sempre outros de todas as idades que não descansarão. que não poderão abrir as janelas, que verão a qualidade das suas vidas desaparecer na íntegra. Mas esses outros escolheram viver numa zona que é da noite, dizem alguns. Agora acarretem com as consequências, como se cumprir a lei fosse a obrigação de uns poucos, enquanto a maioria desfila  numa impunidade desafiadora.

Pegada ecológica? Desenvolvimento sustentável?  Respeito pela cidade onde afirmam que é tão bom sair à noite?  Tudo noções estranhas à maioria dos festivaleiros que rebentam com a cidade antiga todas as noites. Este tipo de imagens repete-se em todo o centro histórico. Chegam-nos queixas de Campo de Ourique, do Arco do Cego, da Mouraria, de Alfama, da Graça, de Santa Catarina, de Santos, do Bairro Alto, do Cais do Sodré. Saitrá uma reportagem na SIC sobre o Cais do Sodré. O caos tem tomado conta da noite em Lisboa.  E tem acontecido com o firme beneplácito da CML.

Os habitantes estão a mais na estratégias de terra queimada que as instâncias que gerem a cidade promovem. Já em 2012 numa reportagem do "Público" o executivo prometia medidas para controlar os excessos na noite. Até hoje dia 20/10/2014, nenhuma  medida foi aplicada. os erros multiplicaram-se. Lisboa é hoje uma cidade inimiga dos habitantes do centro histórico. Há quem aplauda esta "alegria".  Os eternos de vistas curtas, para quem o direito à sua "diversão" é maior do que zelar pelo bem comum e respeitar a vida dos outros. Conceitos antiquados, bem sei, mas não menos importantes por isso.


19/10/2014

Hoje às 20:30: Orquestra Barroca do Amazonas em Lisboa na Igreja do Menino Deus






















"De Manaus chega a notável Orquestra Barroca do Amazonas para nos mostrar a música de um mulato, descendente de escravos, que se tornou num dos mais notáveis compositores brasileiros do Século XVIII: José Maurício Nunes Garcia. De permeio soam obras de outros dois autores do período barroco em trânsito pela corte de Lisboa: o italiano David Perez e o espanhol José Palomino. A Igreja do Menino Deus, perto do Castelo de São Jorge, serve que nem uma luva como cenário deste concerto. Este Domingo, dia 19, às 20h30." in Antena 2

Foto: detalhe da tela "Trânsito de S. Francisco" do pintor Francesco Pavona, ca. 1736-1740. Igreja do Menino Deus, capela-mor.

17/10/2014

Casa da Sorte na Rua Garrett fechou


A/C. Exma. Sra. Vereadora Catarina Vaz Pinto, PISAL
Cc: AML, Sr. Vereador Manuel Salgado e Junta de Freguesia de Santa Maria Maior

Exmos. Senhores


Serve o presente para alertar V. Exas. para o encerramento da Casa da Sorte, na Rua Garrett, e da enorme perda patrimonial para a cidade de Lisboa que representará um eventual roubo/mutilação/remoção dos azulejos de Mestre Querubim Lapa.

Trata-se, inclusive, de um espaço integrado na Carta Municipal do Património, pelo que eventuais impactos negativos em resultado de alterações nos interiores terão que ser acautelados pela CML. Chamamos a atenção de V. Exas. para o facto das letras em latão terem sido já arrancadas, no interior e exterior do espaço.

Melhores cumprimentos


Bernardo Ferreira de Carvalho, Fernando Jorge e Júlio Amorim

Igreja do Menino Deus: Orquestra Barroca do Amazonas - Concerto, domingo 19 Out. 20:30


16/10/2014

Passeios de Lisboa: Praça Manuel Cerveira Pereira




Freguesia do Beato, a poucos metros da rua onde vive o Presidente da Junta de Freguesia. O autarca sabe deste problema mas nada fez até hoje. No entanto, colocou pilaretes nos passeios em frente do prédio onde vive! Agradecemos as fotos e a denúncia enviadas por uma munícipe.

Mansardas pombalinas




Prédio pombalino no Corpo Santo. As mansardas já foram. venham os zincos.

Miradouro do Alto de Santa Catarina ou do Adamastor







Não há relva, não há bancos limpos, não há paredes sem graffitis, não há dias sem oferta e comércio de droga, não há tardes sem mares de garrafas vazias por todo o lado, não há silêncio, não há qualidade de vida no espaço urbano. Tudo é muito cool, a começar pela lata com que o dinheiro público é espatifado desta forma.

Hemeroteca de Lisboa reabre "provisoriamente" em 2015 nas Laranjeiras

Este equipamento municipal está encerrado há um ano, não havendo qualquer data prevista para a sua instalação definitiva na Lapa.
Por Inês Boaventura, Público de 16 Outubro 2014



 Durante 40 anos, a Hemeroteca Municipal de Lisboa esteve instalada no Palácio dos Condes de Tomar

De um palácio no Bairro Alto para um edifício residencial nas Laranjeiras: a Hemeroteca Municipal de Lisboa, que fechou as portas em Setembro de 2013 com a promessa de reabrir no ano seguinte no Complexo Desportivo da Lapa, vai passar a funcionar num espaço camarário na Rua Lúcio de Azevedo a partir do início de 2015.
A notícia, que tinha sido avançada pela publicação online O Corvo, foi confirmada esta quarta-feira ao PÚBLICO pela Câmara de Lisboa. Segundo informações remetidas pelo gabinete da vereadora da Cultura, a reabertura da hemeroteca “está prevista para o final do primeiro trimestre de 2015, princípio do segundo” e ocorrerá, “provisoriamente”, nos números 21 A e 21 B da Rua Lúcio de Azevedo, na freguesia de São Domingos de Benfica.
Questionada sobre quais as valências que a hemeroteca terá nesse novo espaço, o município fez saber que nele “serão disponibilizadas as valências nucleares de uma hemeroteca municipal, assegurando desta forma o normal e eficiente funcionamento deste equipamento, atendendo às necessidades manifestadas pelos munícipes e utilizadores”.
E foi o projecto de instalação deste equipamento municipal no Complexo Desportivo da Lapa, cuja propriedade transitou da imobiliária de capitais públicos Estamo para o município, abandonado? A vereadora Catarina Vaz Pinto garante que não, informando que “o projecto de instalação definitiva da Hemeroteca no complexo da Lapa encontra-se em desenvolvimento”. Sem resposta ficou a pergunta sobre quando é que se prevê que essa intenção seja concretizada.  
A ideia de que esse projecto está “em desenvolvimento” não é nova: tanto em Outubro de 2013 como em Fevereiro de 2014 a câmara transmitiu ao PÚBLICO, através do gabinete do vereador do Urbanismo e Reabilitação Urbana, que “a solução” para o Complexo Desportivo da Lapa ainda estava “em estudo”, sendo certo que incluiria uma vertente cultural e outra desportiva. 
A hemeroteca, que em 2011 celebrou o seu octogésimo aniversário, esteve instalada durante quatro décadas no Palácio dos Condes de Tomar, na Rua de São Pedro de Alcântara. Quando o edifício passou para a posse da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, os mais de 20 mil títulos de publicações periódicas portuguesas e estrangeiras que ali estavam reunidos foram armazenados e deixaram de estar acessíveis ao público.   
Nessa altura, a câmara informou que “durante o período de encerramento” iria funcionar, na Biblioteca Camões, no Largo do Calhariz, “o Serviço de Referência Especializado em Publicações Periódicas, criado para garantir todo o apoio informativo e de referência aos utilizadores”. Na prática, explicou então o município, esse serviço serviria “para ajudar a pesquisar, informar e encaminhar os leitores e investigadores especializados” para locais de consulta alternativos à hemeroteca.
Mas, afinal, ao contrário do que tinha sido anunciado, esse serviço acabou por ser prestado presencialmente apenas durante um mês. Depois disso, segundo transmitiu o município já em Março de 2014, ele passou a ser assegurado “à distância, por e-mail ou por telefone”. “Após balanço interno da actividade e desempenho do serviço de referência, constatou-se que afluência de leitores da Hemeroteca à Biblioteca Municipal Camões era pouco significativa”, justificou a autarquia, explicitando que num mês tinha havido 75 pessoas a recorrer a essa possibilidade.


13/10/2014

Palácios de Lisboa: Pedido de esclarecimentos à CML e à DGPC


Exmo. Senhor Vereador
Arquitecto Manuel Salgado,
Exmo. Senhor Director-Geral do Património Cultural
Dr. Nuno Vassallo e Silva


Cc. PCML, AML, SEC e Media

Somos a solicitar aos serviços que V. Exa. dirigem, que nos esclareçam quanto ao que pretendem fazer perante a situação calamitosa (algumas fotos em anexo) em que se encontram os seguintes palácios de Lisboa:

- Palácio da Quinta das Águias (IIP- Decreto n.º 2/96, DR);
- Palácio dos Condes da Ribeira Grande;
- Palácio Marim-Olhão;
- Palácio Alva/ “Bichinho-de-conta”;
- Palácio Pina Manique;
- Palácio Alvito;
- Palácio Almada-Carvalhais (MN-Decreto de 27-12-1919);
- Palácio da Independência/ Condes de Almada (MN-Decreto de 16-06-1910);
- Palácio Verride/ Santa Catarina ;
- Palácio Sinel de Cordes;
- Palácio da Rosa/ Ponte de Lima (MIP-/ZEP, Portaria n.º 740-J/2012);
- Palácio Pombal (IIP)- Decreto n.º 45/93, DR;
- Palácio Távora (Mouraria);
- Palácio Távora-Galveias,
- Palácio de Povolide/Atheneu Comercial de Lisboa.

Trata-se de um acervo monumental de extraordinária importância para a cidade de Lisboa, algum dele com pedidos de informação prévia aprovados e/ou restauros pré-anunciados mas não executados até ao momento (ex. Ribeira Grande, Alva, Sinel de Cordes), outro propriedade da CML mas completamente desprezado (ex. Marim Olhão, Pombal) ou semi-desprezado (ex. Galveias, com falta de conservação de algumas salas e no exterior).

Com os melhores cumprimentos,

Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel de Sepúlveda Velloso, Fernando Jorge, Paulo Guilherme Figueiredo, Miguel Batista, Inês Beleza Barreiros, Rui Martins, Virgílio Marques, Júlio Amorim, António Araújo, Nuno Caiado, Miguel Lopes Oliveira, Maria do Rosário Reiche, Pedro Henrique Aparício, Jorge Pinto, Cristiana Rodrigues, Miguel Atanásio Carvalho e Beatriz Empis