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IDEM

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27/01/2015

Exposição "Varinas de Lisboa - Memórias da Cidade" - Museu de Lisboa





















Exposição "Varinas de Lisboa - Memórias da Cidade" - Inaugura dia 31 de Janeiro às 17h - Museu de Lisboa - Palácio Pimenta‏

Lisboa Capital da Cerveja?

 Cais do Sodré
São Bento

E lá vão mais uns e vêm mais uns hotéis, ou não.


Uma iniciativa do Fórum Cidadania Lx. Em breve. Esteja atento!


26/01/2015

LISBOA LIXO: Ruas de ARROIOS

 Rua Rafael de Andrade

  Rua da Bempostinha

Fotos enviadas por uma munícipe; vários arruamentos da Freguesia de Arroios ao meio dia!

Fica bem versus Fica mal

Este anúncio publicitário, que em tempos terá sido luminoso ao que suponho, já há muito que não cumpre a sua função. A loja não existe no panorama comercial do bairro de Benfica. Em seu lugar, está uma loja chinesa. Independentemente do tipo de loja atual, entendo que o anúncio não fica mesmo nada bem naquele local, tanto mais que ali ao lado temos a igreja de Ben
fica, cuja vista, de longe, fica um pouco ofuscada.Já relatei o assunto à Junta de Freguesia de Benfica, porque sou de opinião que as juntas devem saber de tudo o que se passa na sua área de influência, pese embora não sejam competentes na resolução de determinados assuntos. A Junta ainda não me respondeu, nem sequer com a resposta de que o assunto foi ou será remetido à CML, por ser da sua competência( será que há um departamento de urbanismo comercial?). Pelo menos até que obtenha resposta e seja retirado o anúncio, uma coisa é certa: fica mal!

Lucien Donnat - a homenagem devida - 2 anos sobre a sua morte


Exmo. Senhor
Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Dr. António Costa
Ema. Senhora Vereadora da Cultura
Dra. Catarina Vaz Pinto


CC. SCML, AML, DGPC e Media

Numa altura em que perfazem 2 anos sobre a morte do coreógrafo e decorador Lucien Donnat, cujo trabalho desenvolvido na cidade de Lisboa foi a todos os títulos notável, quer pela sua passagem pelo Teatro Nacional D. Maria II, quer pela decoração de muitos e variados espaços culturais, comerciais e de hotelaria e restauração emblemáticos e ainda hoje de referência, consideramos estar ainda por fazer pela CML a homenagem definitiva que Lisboa lhe deve, e que, a nosso ver, deve passar, desde logo:

1. Pela preservação do "Atelier Lucien Donnat – Decorador”, enquanto espaço museológico, no edifício do Largo Trindade Coelho, nº 19, hoje propriedade da Santa Casa da Misericórdia, edifício para o qual estão previstas obras de alterações, devendo a CML assegurar tal desiderato junto da SCML, pela salvaguarda e conservação do seu acervo, para futura consulta.

2. Pela criação de um “Roteiro Lucien Donnat”, a partir de um inventário exaustivo da sua obra e englobando os locais que ainda contenham a sua marca indelével, do qual façam parte lojas como a Pelaria Pampas (Rua da Conceição, nº 65), o espaço do antigo Cabeleireiro Odete, hoje cafetaria (Rua Garrett), os Hotéis Ritz, Avenida Palace, York House e Hotel da Lapa, a Gare do Rossio, o Convento dos Cardaes e, naturalmente, os Teatro Nacional D. Maria II, o Teatro Nacional de São Carlos e o Teatro Trindade.

3. Pela instituição de um “Prémio Lucien Donnat”, que premeie anualmente aquelas que sejam consideradas por júri independente, como as melhores decorações de interiores e as melhores encenações teatrais e líricas realizadas na cidade de Lisboa.

Com os melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Cristiana Rodrigues, José Filipe Soares, Miguel de Sepúlveda Velloso, Fernando Jorge, Nuno Caiado, Maria do Rosário Reiche, Virgílio Marques, Luís Marques da Silva, António Branco Almeida e Júlio Amorim

De funicular ou de escadas rolantes, chegar ao Castelo vai ser mais fácil


In Público (24.12.2015)
Por Inês Boaventura


«A Câmara de Lisboa quer avançar com a criação de três novos percursos pedonais.

Com um funicular, umas escadas rolantes e um elevador, a Câmara de Lisboa quer oferecer melhores acessibilidades a quem reside na Colina do Castelo, mas também facilitar a vida aos turistas que procuram chegar àquele que é um dos monumentos mais visitados do país. Os estudos para a instalação destes meios mecânicos estão concluídos e o vereador do Urbanismo acredita que as obras poderão arrancar entre o fim deste ano e o início do próximo.

Em causa está a criação de três “percursos pedonais assistidos”, todos eles “com recurso à instalação de meios mecânicos de mobilidade suave assistida”. Na proposta que vai ser discutida na reunião camarária da próxima semana explica-se que estas propostas integram o Plano de Acessibilidade Suave e Assistida à Colina do Castelo, desenvolvido em 2009, e visam “atenuar as barreiras impostas pela topografia do terreno e pelas características do tecido urbano desta área histórica”.

Em declarações ao PÚBLICO, o vereador do Urbanismo manifestou a expectativa de que pelo menos duas destas obras possam ter início ainda este ano, arrancando uma terceira no início de 2016. De acordo com Manuel Salgado, cada uma destas empreitadas deverá levar qualquer coisa como “um ano, um ano e pouco” a estar concluída, estando previsto que a sua gestão seja depois assumida pela Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa.

“Procurámos soluções que tivessem um menor impacto e se adaptassem a cada uma das situações. Em vez de fazermos grandes estruturas que teriam grande visibilidade, optámos por pequenas intervenções, quase cirúrgicas”, explica o arquitecto.

O primeiro dos percursos cujo estudo a maioria pretende agora aprovar visa ligar o Miradouro Sophia de Mello Breyner Andersen (miradouro da Graça) à “Alta Mouraria”, através de um funicular. Locais que, constata-se em documentação de suporte à proposta, “apesar da sua proximidade geográfica permanecem separados por inúmeros obstáculos (...), que constituem factores dissuasores da circulação pedonal e do seu pleno usufruto”.

[...] Manuel Salgado não tem dúvidas da importância destes investimentos, como forma de “garantir melhores acessibilidades aos residentes na colina do Castelo e permitir que facilmente cheguem aos transportes públicos, que estão lá em baixo”, contribuindo assim para que tenham “melhor qualidade de vida”. Também os visitantes, diz, serão beneficiados, na medida em que os novos meios mecânicos irão “facilitar” o acesso ao Castelo de São Jorge e “reduzir a necessidade de os autocarros de turistas chegarem lá acima”.»

...

Tudo Ok. Receio com o funicular para o miradouro da Graça... o que fica à vista?

25/01/2015

E depois da Conferência Sobre os Palácios Históricos de Lisboa?

Palácio Ribeira Grande

Palácio da Quinta das Águias

Palácio Nacional da Ajuda

Palácio do Patriarcado

Um dos salões do Palácio Povolide

Palácio Marim-Olhão

Palácio Pina Manique

Portal nobre do Palácio da Rosa

Chaminés do Palácio Almada

Palácio Alvito (actualmente entaipado depois de obras feitas pelo Novo Banco)

Palácio Almada-Carvalhais, detido em parte pela CGD

Palácio Alva

Boca de garagem. Palácio Mesquitela

Palácio Pombal

Palácio Verride

Palácio Távora

Palácio Sandomil

Palácio Tancos, vendido há pouco pela CML. Aparentemente sem caderno de encargos.

Ontem, realizou-se na Sala do Arquivo da CML, a conferência sobre os Palácios Históricos de Lisboa co-organizada pelo Fórum Cidadania Lx e pelo Instituto de História da Arte da UNL. Sala cheia, DGPC representada ao mais alto nível, vereação da cultura presente, SCML, ICOMOS, projectistas/ateliers, historiadores, respaldo público não faltou. A todos os que cederam o espaço, intervieram e foram, muito se agradece. Lamentamos a ausência da CGD que detém uma parte do palácio Almada-Carvalhais, MN, em ruína.

Agradece-se, ainda que nenhum dos seguintes pontos seja esquecido: a imperiosa necessidade de encontrar parcerias que resgatem este notável património da incúria e do desastre da inoperância e o devolvam com brilho à cidade; a calamitosa incongruência que existe entre as disposições da Lei de Bases do Património e a dura realidade dos factos, o enorme fosso que todos os dias se alarga entre as intermináveis justificações juridico-políticas que tudo tornam lento e vago e a urgência de pôr cobro a décadas de abandono e negligência.

Que nenhum dos pontos anteriores seja de novo coberto pelo véu anódino das conversas de gabinetes, corredores e de indignação de domingo. Tão úteis, quanto superfluas

Pode fazer-se mais e melhor. Todos somos chamados a agir. O contrário não deve ser inevitável. Como se sabe, os palácios também se abatem.

23/01/2015

Estacionamento na Rua de São Nicolau


Chegado por e-mail:

«O novo parque de estacionamento na rua de São Nicolau, com a Polícia Municipal a ignorar, autorizar e a participar, enquanto vêem o jogo no café... Como sempre extremamente eficientes..

Umas palmadinhas nas costas, umas conversas sobre pintura de carros e um: "Bom, vamos andando, vá fica bem..."

É o que a Polícia Municipal faz pelas ruas de Lisboa, perante os carros estacionados nos passeios e ruas pedonais...Sem dúvida que os nossos impostos estão bem aplicados nos ordenados destes senhores tão eficientes.

Joana Nogueira»

Parque das Nações degradado


Chegado por e-mail:

«O Parque das Nações tem-se degradado a olhos vistos.

Há varandas enferrujadas e partidas, há calçada em mau estado, há jardins quase ao abandono.

Pela primeira vez vi grafittis no Pavilhão de Portugal! Já não bastava haver pessoas sem abrigo que vivem sob as suas arcadas (infelizmente), agora temos um momento de "inspiração" a estragar um edifício desta importância.

Além disso, junto ao restaurante Orizon, há meses que o passeio junto ao rio está vedado com grades. O chão cedeu e tem um inclinação perigosa para as pessoas. Em vez arranjar o piso, interdita-se um troço significativo do percurso.

Cumprimentos,

Orlando Nascimento»

"Câmara de Lisboa admite estender restrições aos horários dos bares a mais zonas da cidade"


"A partir de hoje, bares do Cais do Sodré, Santos e Bica têm de fechar às 2.00 nos dias úteis e às 3.00 ao fim de semana. Autarquia admite estender restrição a outras zonas da cidade.
Os bares do Cais do Sodré, Santos e Bica, em Lisboa, passam, a partir de hoje, a poder funcionar só até às 2.00 aos dias úteis e às 3.00 ao fim de semana, enquanto até agora podiam funcionar até às 4.00.
A alteração de horário deve-se à entrada em vigor de um despacho da Câmara que prevê, além desta medida, que as lojas de conveniência localizadas nestas zonas deixem de ter como limite as 2.00 e tenham de encerrar às 22.00 (inicialmente chegou a ser dada a informação de que seria às 24.00) e que os bares não vendam bebidas para fora a partir da 1.00.
"A nossa expetativa é que haja uma maior compatibilização entre a diversão noturna e o descanso das pessoas" que habitam nestes bairros históricos, disse à agência Lusa o vereador da Higiene Urbana da Câmara de Lisboa, Duarte Cordeiro. Em declarações àTSF, o responsável admite mesmo alargar estas restrições de horário a outras zonas da cidade, sem adiantar quais.
Apesar de grande parte dos bares ter de fechar no máximo às 3:00 (às sextas-feiras, sábados e vésperas de feriado), os espaços insonorizados, com segurança privada à porta e com sistema de videovigilância, podem estar abertos até às 4:00, de acordo com o despacho, publicado em boletim municipal em dezembro.
No caso dos estabelecimentos com espaço de dança legalizado, o horário máximo de funcionamento é até às 4.00.
A estes espaços, com exceção dos que não são estabelecimentos de restauração e de bebidas, apenas será "permitido proceder à venda de qualquer tipo de bebidas, independentemente da natureza do material do recipiente, para consumo no exterior do estabelecimento até à 1.00, todos os dias da semana", lê-se no despacho.
Se, mediante ações de fiscalização, for verificado que esta norma não é cumprida, o estabelecimento poderá ser penalizado com a redução temporária do horário de funcionamento, tendo de fechar às 23:00 todos os dias da semana.
Já as discotecas, com permissão para funcionar até às 6.00, não vão ser abrangidas pelas novas restrições horárias.
Para garantir que as medidas serão cumpridas, "no horário de fecho dos estabelecimentos, haverá [elementos da] Polícia Municipal" a fiscalizar estes mesmos espaços, adiantou Duarte Cordeiro.
"O nosso objetivo não é inibir a diversão mas, pelo contrário, procurar que as pessoas o façam dentro dos estabelecimentos e, especialmente, que os estabelecimentos tenham condições para evitar que haja tanto ruído na rua", salientou o autarca, justificando que o barulho de que os moradores se queixam se deve à elevada "aglomeração das pessoas" no exterior."

In DN, 201501-23 por Lusa

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"A nossa expetativa é que haja uma maior compatibilização entre a diversão noturna e o descanso das pessoas"

Hummm....para quem tem que pegar às 8 - 9 horas da manhã....quantas horas é que ficam para descanso ?

Compra de terreno em Alcântara para instalar hospital da CUF concretizou-se


In Público (22.1.2015)
Por Inês Boaventura


«Uma empresa ligada à José de Mello Saúde adquiriu à Câmara de Lisboa, por um euro acima do valor base de licitação, o lote na Av. 24 de Julho.

O terreno em Alcântara que a Câmara de Lisboa levou à praça esta quinta-feira foi arrematado por uma sociedade por quotas que tem entre os seus gerentes Salvador José de Mello, presidente do conselho de administração da José de Mello Saúde. Esta última empresa tem em apreciação no município, desde meados de 2013, um Pedido de Informação Prévia (PIP) para a construção de um hospital no lote agora adquirido.

A LBO Land foi a única concorrente à compra do terreno, que se localiza entre a Avenida 24 de Julho, a Avenida da Índia e a Rua de Cascais e tem uma dimensão superior a 20 mil m2. O valor base de licitação era de 20,350 milhões de euros, tendo aquela sociedade (que além de Salvador José de Mello tem entre os seus gerentes cinco dos oito vogais do conselho de administração da empresa responsável pelos hospitais CUF) oferecido um euro acima desse montante. [...]»

22/01/2015

Unidade de Apoio ao Sem-Abrigo abre no Cais do Sodré, gerida pela Misericórida


In O Corvo (22.1.2015)
Por Samuel Alemão

«Depois de vários anúncios e igual número de adiamentos, abre por fim, nesta quinta-feira (22 de Janeiro), a Unidade de Apoio ao Sem-Abrigo, junto ao Cais do Sodré. Situada em plena zona ribeirinha, no Cais do Gás, no cruzamento da Rua Cintura do Porto de Lisboa com a rua Cais da Ribeira Nova, o novo equipamento permitirá centralizar num edifício todas as valências e serviços disponíveis na cidade de Lisboa para apoio social às pessoas que fazem da rua a sua casa. Ali, cada caso será avaliado e tratado de forma individualizada.

O edifício foi cedido pela Câmara Municipal de Lisboa (CML) e será gerido pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Nele agregar-se-ão serviços e instituições que trabalham com pessoas em situação de emergência social, dando uma resposta centralizada e mais rápida. “Até agora, era preciso bater a várias portas, duplicando-se esforços e abrindo processos vários. Mas esse problema passa a ser resolvido com a abertura da nova Unidade de Atendimento à Pessoa Sem Abrigo e a sua inovadora forma de intervenção”, diz a autarquia em comunicado. [...]»

Fachada de azulejo


Chegado por e-mail:

«Boa tarde,

No nº 116 da Rua da Misericórdia, ao Largo da Trindade, foram removidos os azulejos da fachada. Desconheço se tinham qualquer relevância histórica, mas era uma composição muito original que não é habitual ver em Lisboa (ver anexo 1). A promotora da obra, a Coporgest, pretende o acabamento que é proposto na imagem anexa (2), que retirei do site da empresa.

Sei que o RGEU não permite a remoção de azulejos de fachada, salvo em casos excepcionais.

A quem me posso dirigir para saber mais informações sobre este assunto?

Obrigado,

Nuno Pinho»

Distância Crítica: a 22 de Janeiro de 2015 com Smiljan Radić


Casa Pite, Chile, 2006

A Trienal de Arquitectura de Lisboa lança a segunda edição do ciclo Distância Crítica em co-produção com o CCB. O primeiro convidado é o arquitecto chileno Smiljan Radić, autor do pavilhão da Serpentine Gallery de 2014 e da instalação de abertura da exposição People Meet in Architecture para a 12ª edição de La Biennale di Venezia comissariada por Kazujo Sejima.
Após a apresentação do trabalho que Smiljan Radić tem vindo a desenvolver, segue-se uma conversa informal com o crítico e curador, Joaquim Moreno.

22 de Janeiro, 19h, Grande Auditório do CCB

Parque urbano e 160 habitações projectados para terreno expectante em Carnide


In Público (21.1.2015)
Por Inês Boaventura

«Está em discussão pública um projecto de loteamento apresentado pela Estamo à Câmara de Lisboa. [...]».

Documentação disponível AQUI.

21/01/2015

"Não se preocupa com o lixo? A câmara vai fiscalizar de surpresa"


Fotografia © Diana Quintela / Global Imagens
Serviços realizam de 15 em 15 dias operações com meios reforçados numa só freguesia para mostrar que estão atentos à deposição indevida de resíduos. Estreia foi na Ajuda
"Está sempre cheio de lixo." Era em frente a um pequeno túnel completamente limpo de resíduos na Travessa da Boa Hora à Ajuda, em Lisboa, que, pelas 10.00, o presidente da Junta de Freguesia da Ajuda, José António Videira, destacava com alguma surpresa a diferença entre o cenário habitual e o que ontem foi encontrado no âmbito da primeira ação-relâmpago contra a deposição indevida de resíduos na rua. A intenção é que a operação, que passa pela concentração pontual de meios numa só freguesia e visa mostrar que a Câmara Municipal de Lisboa (CML) está atenta ao problema, venha a decorrer de 15 em 15 dias e abranja, até ao final do ano, toda a capital.
Era um dispositivo que chamava a atenção pela multiplicação de casacos fluorescentes aquele que, cerca das 09.00, se concentrava nas imediações do Mercado da Ajuda e juntava efetivos da Polícia Municipal e do Núcleo de Fiscalização do Departamento de Higiene Urbana da CML. Duas horas antes, já os focos de sacos de lixo deixados na via pública durante a noite e a madrugada tinham sido removidos.

...

Ora bem....já era tempo. O cenário mais provável é que quando se dirigirem a outra freguesia....o lixo volta à rua. Campanhas de sensibilização só funcionam com uma fiscalização posterior rígida. Enquanto não começar a doer no bolso de alguns....não vamos longe.