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27/03/2017

Alguma da reabilitação urbana "made in Lisboa":


E o vira das árvores continua, ora uma empresa ora outra, é o começ do fim das árvores de grande porte junto ao Maria Amália


As tílias da Sampaio e Pina ( avenidas novas) estão a ser violentamente podadas pela empresa parques e jardins . Na semana passada na rua do lado as árvores foram podadas por outra empresa ( sequoia verde) . Duas empresas e dois modos de actuar em tudo diferentes, desta vez não houve aviso prévio, estão a ser cortados ramos enormes sem nenhum cuidado. E a junta, em ambos os casos, não põe os pés no local. Experiências, é o que me parece que andam a fazer com as nossas árvores com muitas dezenas de anos de idade, poucas resistirão. (Via Rosa Casimiro, in Facebook)

26/03/2017

Parlamento aprova 6 de maio como Dia Nacional do Azulejo


Fotografias de Fernando Jorge


In Observador (24.3.2017)

«A Assembleia da República aprovou esta sexta-feira por unanimidade uma resolução do PS para consagrar a data de 6 de maio como Dia Nacional do Azulejo

A Assembleia da República aprovou esta sexta-feira por unanimidade uma resolução do PS para consagrar a data de 6 de maio como Dia Nacional do Azulejo, além de outras iniciativas de socialistas, bloquistas, democratas-cristãos e comunistas. Segundo o texto do PS, a data agora eleita será “um momento para afirmação e reconhecimento desta tradição e património nacional, projetando a sua importância, constituindo-se, igualmente, numa ocasião de evocação da sua proteção e preservação, que deve envolver os agentes públicos e privados”.

Todas as bancadas aprovaram igualmente um projeto de lei do PS e resoluções de BE, CDS-PP e PCP no sentido de proteger o património azulejar, com os socialistas a procederem à 13.ª alteração ao regime jurídico de urbanização e edificação.»

Linha azul do Metro de Lisboa com percursos alternados a partir de segunda-feira


In LUSA/Público (25.3.2017)

«Metropolitano pede aos passageiros que tenham atenção ao destino de cada comboio a partir de dia 27.

O serviço do Metropolitano de Lisboa tem sido alvo de críticas frequentes por parte dos utilizadores. [...]»

23/03/2017

Hoje, todos ao Adicense, às 21h:


Pois quem é de Alfama, ou não o sendo a ama como se o fosse (e a Lisboa tb, já agora), talvez seja boa ideia comparecer esta noite, e em força, na sessão de esclarecimento que a JF Santa Maria Maior organiza no Adicense (Rua da Adiça, https://www.facebook.com/pages/Grupo-Desportivo-Adicense-Alfama/445092785603849), às 21h.

22/03/2017

Quais vilas operárias, qual quê. Qual PDM qual quê. Viva a construção civil, que continua DDT!


A CML e a AML deviam ter vergonha em aprovar a urbanização que vai arrasar com todo o quarteirão da Vila Raul (às Amoreiras). O processo 489/EDI/2017 ainda está em apreciação mas dada a aprovação do PIP374/EDI/2015 e a aprovação da permuta pela AML (ver doc: http://bm-pesquisa.cm-lisboa.pt/…/…/app_bm.download_my_file…) vai tudo abaixo, mesmo o edifício de antanho, mesmo ao lado, e com logradouro vasto (https://www.google.pt/…/data=!3m6!1e1!3m4!1s_AAh5ouKwh5ZEFu…).

19/03/2017

Um Sábado à noite. Uma história aos quadradinhos.


Esta história passa-se nos chamados Ladeirões do Príncipe Real, as rampas que ligam a praça à rua Cecílio de Sousa. Este Sábado à noite, entre as 22h e as 23h:
As rampas cheias de carros, como é habitual à noite, principalmente aos fins de semana.

Eis que chega a Polícia Municipal. É muito raro aparecerem à noite.

Vão bloquear aqueles carros todos? Estão em contravenção, não podem estacionar na rampa.

Não.  Não vão multar todos, não vão bloquear todos os carros mal estacionados. Só este:
A vítima.

 
Algum tempo depois a dona do carro apareceu. Falou com os polícias, foi embora e voltou passados alguns minutos (terá ido levantar dinheiro para pagar a multa?).

 A carrinha da polícia vai-se embora. Tem dificuldade em entrar na rua porque há um carro a estorvar a passagem.

 A vítima tira o carro do sítio em que foi multada e vai-se embora.

 
Passados pouco minutos outro carro estaciona no mesmo local.

Pergunta: porque é que só este carro é que é visado pela Polícia Municipal? Será que por estar na continuidade dos pilaretes metálicos, é que só este é multado? Não estão todos os outros em contravenção? 
Estão. Há sinais de proibição de estacionar nas entradas da rampa. Já temos visto carros, durante o dia, a serem multados por estarem estacionados na rampa, em diversos sítios da rampa.

O que fizeram no Largo do Carmo é inadmissível!


Os técnicos da JF responsáveis pela autorização e fiscalização da poda devem ser exonerados. À empresa que fez a poda deve ser passada coima severa, ser banida das adjudicações na cidade e "descertificada" (se é que o é). Só assim a cidade poderá ser ressarcida por este crime!
Foto: Miguel Jorge

Recuperação das praças do Cais do Sodré e do Corpo Santo


Corpo Santo, os belos candeeiros antigos recuperados

Cais do Sodré, Jardim Roque Gameiro, totalmente recuperado


Pinto Soares

Demolições na Rua de Santa Marta


Depois das demolições na Rua do Salitre e na Rua de São José, começa agora a destruição da Rua de Santa Marta: este prédio era propriedade da CML e esteve durante décadas abandonado. Era um prédio muito bonito, com um grande jardim. Foi tudo abaixo, nem a fachada escapou. E agora? O que vai ser aqui construído?


Ana Alves de Sousa

SOS: Colecção de arte do Novo Banco


Artigo de Pedro Cassiano Neves, in Público (17.3.2017)


«Nascidos numas das mais proeminentes famílias da vida social e económica portuguesa do século XX, os três irmãos José, Ricardo e Manuel do Espirito Santo Silva, tiveram em comum, além da presidência do prestigiado banco com o seu nome de forma sucessiva, a reunião de apreciáveis colecções de artes.

Ricardo Espirito Santo foi, porém, muito mais que um coleccionador e o seu prematuro desaparecimento com 54 anos de idade não impediu que tivesse alcançando enorme notoriedade além-fronteiras e se tornado uma figura incontornável da história da arte em Portugal do Séc. XX. Dotado de uma esmerada educação, apurada sensibilidade e bagagem cultural, que conjugava com uma notória presença física e áurea de sportsman, integrou com naturalidade os círculos da mais elevada sociedade e alta finança europeia e americana, o que, aliado ao seu prestígio de banqueiro lhe permitiu constituir uma das mais ricas e diversificadas colecções da arte portuguesa de sempre e uma outra de arte francesa de relevância internacional.

Mecenas das artes, apoiou entidades públicas e privadas, organizou exposições, incentivou artistas e editou obras imprescindíveis para a nossa historiografia, como os quatro volumes do Dicionário de Pintores e Escultores Portugueses de Fernando de Pamplona, a monumental Obras Primas da Pintura Flamenga dos Séculos XV e XVI em Portugal de Luís Reis Santos ou a magnifica revista A Arte de Ontem e de Hoje, dirigida pelo o seu amigo e pintor Eduardo Malta. O momento culminante, e certamente mais feliz, da vida pública de Ricardo Espirito Santo, aconteceu no dia de 28 de Abril de 1953, quando na presença das mais altas individualidades inaugurou o Museu-Escola da Fundação com o seu nome.

A Fundação Ricardo do Espirito Santo Silva situa-se desde o início num dos recantos de eleição da Lisboa histórica, as Portas do Sol, tendo para o efeito se procedido à aquisição e recuperação, literalmente "salvação", de dois emblemáticos palácios de Lisboa que no seu conjunto nos oferecem uma das mais soberbas frentes solarengas da capital. No Palácio Azurara, que remonta aos finais do século XVI e íntegra na fachada uma torre da cerca moura, foi instalado o Museu de Artes Decorativas Portuguesas, reunindo um vasto acervo de pintura, escultura, mobiliário, ourivesaria, porcelana, faiança, têxteis, encadernações, etc., criteriosamente escolhido pelo instituidor, que nos oferece uma panorâmica do melhor produzido em território português entre os séculos XV e XIX, assim como muitas outras peças provenientes de paragens longínquas mas connosco relacionadas. No contínuo, cerca de um século mais tardio, Palácio do Porteiro-Mor (Sousa e Mello), ficou alojado o "braço funcional" da Fundação, tendo a Escola e as Oficinas de Restauro, mas também de Criação, de algumas das referidas artes, desde então projectado o nome de Portugal nos quatro cantos do mundo.

Desde sempre sob a tutela do Estado, mas apoiada pela família e pelo banco a ela ligado, a recente crise financeira de que este foi uma das principais vitimas, veio pôr em causa a sobrevivência da Fundação, tendo uma forte reacção pública, o empenho dos responsáveis e o precioso apoio da Santa Casa da Misericórdia e da Câmara Municipal de Lisboa evitado aquela que seria uma perda irreparável do nosso património, sendo o espólio artístico classificado e assegurado o funcionamento do Museu, Escola e Oficinas. Mas esta campanha deixou na sombra um outro capítulo de igual emergência patrimonial do qual ninguém fala: o destino da extraordinária Colecção de Arte do Banco Espirito Santo.

Naturalmente vocacionada para as artes, como vimos, a política da segunda geração Espirito Santo, que dirigiu o Banco até 1973, foi prosseguida pelo banco até hoje, tornando-se o incentivo e a aquisição artística uma das suas "imagens de marca".

Trata-se de um requintado e variado conjunto de artes decorativas, que inclui mobiliário, cerâmica e têxteis e tem o seu expoente no relevante núcleo de pintura que abrange a Escola Portuguesa Clássica, como o conjunto de obras de Josefa de Óbidos recentemente exposto no Museu de Arte Antiga, e o do Morgado de Setúbal, e contemporânea, caso das esplêndidas telas de Eduardo Viana e de Vieira da Silva, mas também europeia, com a inclusão, também a titulo de exemplo, do magnifico óleo quinhentista de Quentin Metsys representando dois "Financeiros" ou o já famoso quadro com o desfile de coches no Paço da Ribeira aquando a chegando do Núncio Apostólico, "presença obrigatória" em exposições de temática setecentista, como a do “Triunfo do Barroco” da Europália, a da "Encomenda Prodigiosa" do referido Museu de Lisboa, ou da Embaixada Joanina do Marquês de Fontes ao Papa, actualmente no Museu de Coches.

Mas para além deste acervo "natural", o espólio bancário inclui também três riquíssimas "Colecções Autónomas", merecendo cada uma só por si a feitura de um artigo como este.

Pacientemente reunida durante mais de 30 anos e adquirida pelo Banco Espirito Santo na viragem do século, a impressionante colecção numismática do empresário Carlos Marques da Costa é a "(…) A mais completa e bem conservada até hoje em Portugal.” (Prefácio do respectivo Catálogo). São mais de 13 mil exemplares, notas e cédulas bancarias incluídas, que ilustram a História da Moeda em Portugal, abarcando a pré-nacionalidade com os períodos romano, suevo, visigodo e mudejar; a cunhagem de D. Afonso Henriques até a actualidade por cá e em todo o nosso Imperio; o chamado "Mundo Português", ou seja, a moedas europeias connosco relacionadas, como os "Portugaleseres" do século XVI, que eram réplicas do célebre português, feitas na Holanda e na Alemanha, as dos Grão-Mestres Portugueses da Ordem de Malta e as do "nosso" Conde de Lippe, e ainda mais de um milhar de espécies estrangeiras dos séulos. XVII e XVIII que enquadram a colecção. Um verdadeiro "tesouro", único e irrepetível, que urge preservar!

Alvo da cobiça estrangeira após a morte do seu criador e também ela ameaçada de dispersão, a importantíssima "Biblioteca de Estudos Humanísticos-Pina Martins", passou também a integrar o património do banco. Uma das maiores autoridades mundiais da literatura quinhentista e "número um" no estudo da obra do humanista Fiorentino Pico de Mirandola, o investigador e bibliófilo José V. de Pina Martins, que viveu largos períodos em França e Itália, reuniu um vasto e precioso conjunto de livros quinhentistas de um sem número de autores, incluindo de portugueses, sendo a obra do referido Conde italiano e também a de Thomas More sido tratado de forma exaustiva. Exposta de forma parcial na Gulbenkian em meados de 2015, a biblioteca inclui alguns conjuntos inestimáveis, como os 62 raros livros impressos em Veneza ao longo do século XVI na célebre Ooicina do editor Aldo Manutio.

Também parcialmente exposta no ano passado no edifício do banco do Marquês de Pombal, a eclética Colecção de Fotografia, iniciada em 2004 em simultâneo com o relevante certame anual do BES Photo, foi então alvo de artigo neste jornal (5-4-2016) intitulado: Qual será o futuro das 953 fotografias do Novo Banco, no qual justamente se questionava o destino desta "(…) impressionante colecção a nível internacional", de 280 artistas de 38 nacionalidades, “(…) considerada uma das 80 colecções empresariais mais importantes a nível mundial (…)".

A centenária colecção do Banco Espirito Santo está hoje integrada nos activos do Novo Banco, ou seja, está na posse do Estado, ou, dito por outras palavras, a extraordinária colecção de Arte do Novo Banco é hoje propriedade de todos os portugueses!

Assim sendo, e numa altura em que se prevê para muito em breve a venda do banco e correndo-se o sério risco de ela ir parar a "mãos estranhas", provavelmente estrangeiras, é obrigação do Estado Português conservar a Colecção na sua posse e coloca-la à disposição de todos nós, seja através de uma Exposição Integral, recuperando assim o projecto do "Museu do Banco Espirito Santo" dos antigos donos, seja a partir de uma divisão temática por instituições públicas, como os Museus Nacionais de Arte Antiga, do Chiado e dos Coches; os Museus de Serralves, Arpad Szenes-Vieira Silva e Numismático ou a Biblioteca Nacional, que seriam assim largamente enriquecidos.

Recentemente, num contexto "tirado da fotocópia" do que estamos a abordar, o actual Governo, com os dois ministros da Cultura, decidiu com firmeza e de forma exemplar, que a esplêndida colecção de Joan Miró, que proveniente do Banco Português de Negócios estava na sua posse, assim deveria continuar e passar a ser exposta publicamente. Uma decisão com enorme sentido de Estado, "vistas largas" e potencial retorno financeiro, que provocou uma onda de satisfação e aplauso de uma população que, farta de pagar do seu bolso "buracos financeiros" ao qual é alheia, se sentiu assim de certa forma "compensada".

O que agora se passa é precisamente o mesmo, e esta notável colecção que é de todos nós e que, por várias razões, nos diz ainda mais, deverá continuar a ser de todos nós! Os portugueses de hoje agradecem. E os de amanhã não nos perdoarão se tal não vier a acontecer! Tem a palavra o chefe de Estado, o primeiro-ministro e o ministro da Cultura.»

17/03/2017

Por vezes a tal "linguagem arquitectónica actual" não necessita de ser vaquinha sagrada dos srs. arquitectos....


Como aqui no Haga em Göteborg onde o segundo edifício na foto tem cerca de 30 anos e, os adjacentes, quatro vezes mais. Mas como se tratava de salvaguardar a imagem e o carácter de um quarteirão....a solução não incomodou ninguém. 

Lisboa: providência cautelar trava demolição na Praça das Flores


In Público (17.3.2017)
Por João Pedro Pincha

«A construção de um edifício do arquitecto Souto de Moura está, para já, suspensa. Associações da comissão organizadora do Fórum do Património vão avançar com acção popular contra a câmara.

Foi suspensa a demolição de um edifício na Praça das Flores, em Lisboa, situado no mesmo local para onde está previsto um prédio de linhas contemporâneas desenhado por Eduardo Souto de Moura. O Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa aceitou uma providência cautelar apresentada por três associações de defesa do património, que alegam que a destruição do prédio existente vai traduzir-se na "perda de identidade" daquela zona.

"Foi demonstrado que a decisão do responsável da Câmara Municipal de Lisboa que considerou que aquela situação era excepcional não fazia sentido", explica Vítor Cóias, presidente da comissão organizadora do Fórum do Património. Foram três das cinco associa��ões que compõem a comissão organizadora deste fórum que, na segunda-feira, apresentaram a providência cautelar ao tribunal. "Apesar da possibilidade que existe de o responsável não seguir os pareceres dos seus técnicos, tem de fundamentar devidamente", sustenta Vítor Cóias, argumentando que, neste caso, "a falha está precisamente aí".

Uma fonte da Câmara Municipal de Lisboa garantiu ao PÚBLICO que a autarquia está a "preparar resposta" à providência cautelar, que pode ser contestada no prazo de dez dias úteis. À data da aprovação do projecto, o dono do lote era a empresa de investimentos imobiliários Greenparrot. O PÚBLICO tentou entrar em contacto com esta empresa, mas tal não foi possível até ao momento.

Como o PÚBLICO relatou em Fevereiro de 2016, a apreciação deste projecto foi pouco consensual nos serviços camarários. Eduardo Souto de Moura idealizou um prédio com cinco pisos de fachada em ferro, vidro e alumínio, assumindo "uma linguagem arquitectónica actual", de acordo com a memória descritiva. Os técnicos do Departamento de Projectos Estruturantes consideraram que a proposta não tinha “qualquer relação com a linguagem arquitectónica dos edifícios confinantes” e que o prédio a demolir “possui características arquitectónicas com relevância”. Além disso, "não se consideram reunidas as condições para a valorização arquitectónica e urbanística da área e do conjunto edificado em que se integra", escreveram ainda os técnicos sobre o imóvel de Souto de Moura.

Esse entendimento, no entanto, não vingou quando o processo chegou às mãos do director municipal do Urbanismo e do vereador com o pelouro, Manuel Salgado. Considerando que a arquitectura permite "vários olhares e todos eles válidos" sobre o mesmo projecto, o director municipal do Urbanismo escreveu que o edifício proposto "constitui uma valorização arquitectónica e urbanística da praça".

"Não se percebe para que é que servem os técnicos", desabafa Vítor Cóias, também presidente do Grémio do Património, que já tem o próximo passo delineado: as três associações "vão avançar com uma acção popular contra a câmara para o processo ser revertido". A ideia é que se defina um novo projecto "compatível com a ambiência e estética da Praça das Flores". [...]»

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Mais "um pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade" ... Aguardemos pelos futuros episódios.

15/03/2017

Novamente, "não" a este Museu Judaico, em reportagem da RTP


Foto: Público

Em reportagem do Portugal em Directo,

AQUI

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«Mapa de árvores de Lisboa», ajudem a concretizar esta ideia!


Ajudem a concretizar esta

ideia

São necessários apenas 100 votos para que seja analisada pela CML. São 5 minutos do vosso tempo e é seguir o link, fazer login (com os dados da conta do facebook, por ex.) e votar nesta boa ideia que contribuirá para que todos possamos conhecer e entender melhor as árvores de Lisboa, e até participar na sua gestão sempre que for necessário.

A ideia tem como base um site dedicado ao arvoredo de Lisboa e a disponibilização de informação o mais completa e actualizada possível sobre o mesmo, apoiada num mapa. A partir do mapa seria possível obter informação sobre cada árvore, para além dos parâmetros básicos, como a altura, perímetro, etc, a espécie, um enfoque sobre parâmetros como quantidade de CO2 sequestrado, energia conservada, água interceptada, poluentes removidos do ar, e o total do valor dos benefícios (por ano), cada um destes valores expressos em euros. Transpondo para todo o arvoredo mapeado, seria possível ter uma noção, em termos monetários do valor do arvoredo da cidade (dos serviços ambientais prestados).

(via Plataforma em Defesa das Árvores)