Esteja atento às várias iniciativas em perspectiva:

Esteja atento às várias iniciativas em perspectiva:

18/07/2018

Obras no edifício R. S. João Mata, 17-23 /pedido de esclarecimentos à CML


Exmo. Senhor Vereador
Arq. Manuel Salgado


C.C PCMLe AML

Constatando a obra que decorre no edifício histórico da Rua de São João da Mata, nºs 17 a 23, cujo projecto previa a revê a recuperação do edifício existente e a remodelação das ocupações do respectivo logradouro (Proc.149/EDI/2008), verificamos que poderão existir discrepâncias entre o que terá sido aprovado por despacho de V. Exa. e a obra em curso.

Solicitamos, por isso, e designadamente, esclarecimento quanto:

*à tipologia da porta do estacionamento, i.e., se se recupera o arco ou se ficará em forma quadrada como se apresenta neste momento.
*ao logradouro, se existia lago, estatuária ou fontes antes da obra em curso, ou quais as espécies vegetais que ali existiam.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Miguel de Sepúlveda Velloso, Bernardo Ferreira de Carvalho, Virgílio Marques, Júlio Amorim, António Araújo, Helena Espvall, Luís Mascarenhas Gaivão, Henrique Chaves, Fernando Silva Grade, Rui Martins, Beatriz Empis

Muito bem, muito bem, CML!


~ In Diário de Notícias (18.7.2018), por Carlos Ferro

«Lisboa vai proibir copos de plástico a partir de 2020


Verde, azul e amarelo. São estas as três cores de Lisboa para 2020. Para ser um exemplo, a capital tem de juntar a boa utilização da água, da reciclagem e da energia solar.

Os copos de plástico vão ser banidos de Lisboa até 2020. Este é um dos objetivos traçados pela Câmara Municipal de Lisboa para o ano em que a cidade será a Capital Verde Europeia. E, para o concretizar, a autarquia já contactou os comerciantes e as marcas de bebidas.

Esta é uma das iniciativas de Lisboa para marcar os 12 meses que os responsáveis pela autarquia querem transformar num exemplo para os países do sul da Europa, mostrando como é possível alterar hábitos e transformar a cidade numa urbe sustentável em que os autocarros vão ser movidos a energia solar, os grandes parques vão ter bacias de retenção de água (o que ajuda a controlar as cheias) e os jardins e as ruas serão, respetivamente, regados e lavadas com água reutilizada.»

17/07/2018

Dos livros às alpercatas ... teme-se o pior


Fotos de Artur Lourenço

Remoção de azulejos no antigo Hotel Braganza (R Vítor Cordon) - pedido de esclarecimentos à CML


Exmo. Senhor Vereador
Arq. Manuel Salgado


C.C. PCML, Provedoria de Justiça, AML, DGPC e media

Tendo em conta o disposto no Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação de Lisboa, artigo 13º, ponto 9 e artigo 14º, ponto 2: “É interdita a remoção de azulejos de fachada de qualquer edificação, salvo em casos devidamente justificados, autorizados pela Câmara Municipal em razão da ausência ou diminuto valor patrimonial relevante destes”; o artigo 13º, ponto 10: “Na vistoria de valor histórico patrimonial que precede a demolição total ou parcial dos edifícios da Carta Municipal do Património Edificado e Paisagístico nas situações admitidas no RPDML, deve ser elaborado um Registo para memória futura, do qual conste resenha histórica, levantamento gráfico (plantas, alçados, etc.) e fotográfico relativo ao imóvel, bem como a indicação dos materiais construtivos e decorativos com valor arquitetónico ou histórico que nos termos do n.º 6 do artigo seguinte devem ser preservados.”; e ainda a mais recente alteração do RJUE DL 555/99 de 16 de Dezembro, conferida pela Lei 79/2017 de 19 de agosto, pronuncia-se sobre o indeferimento de licenciamentos no caso de remoção de azulejos de fachadas, artigo 24 nº2 “Quando o pedido de licenciamento tiver por objeto a realização das operações urbanísticas referidas nas alíneas a) a e) e i) do n.º 2 do artigo 4.º, o indeferimento pode ainda ter lugar com fundamento em: A operação urbanística implicar a demolição de fachadas revestidas a azulejos, a remoção de azulejos de fachada, independentemente da sua confrontação com a via pública ou logradouros, salvo em casos devidamente justificados, autorizados pela Câmara Municipal em razão da ausência ou diminuto valor patrimonial relevante destes";

E considerando a recente demolição autorizada pela CML dos azulejos de fachada da Rua Vitor Cordon, ao edifício da ex-Universidade Livre, antigo Hotel Braganza, integralmente removidos, e independentemente das questões da nova côr proposta em maqueta, e o "clássico" aumento de 1 piso no edifício;

Somos a solicitar o melhor esclarecimento de V. Exa. relativamente à legalidade da autorização da CML dos referidos azulejos.


Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel de Sepúlveda Velloso, Júlio Amorim, Miguel Atanásio Carvalho, Henrique Chaves, Rui Pedro Martins, Fernando Silva Grade, Beatriz Empis, Irina Gomes, Helena Espvall, Ana Celeste Glória, António Araújo, João Oliveira Leonardo, Virgílio Marques, Jorge Pinto

Acerca dos inomináveis candeeiros das escadinhas à Capela de Santo Amaro, eis a resposta da CML:


Acerca do projecto de Souto Moura para a Praça das Flores, eis o comunicado do Fórum Património' 17


08/07/2018

"Vai desaparecer uma das últimas moradias modernistas de Lisboa?"....



O alerta foi dado pelo Fórum Cidadania Lisboa, "SOS moradia modernista da rua Castilho nº 217". Uma publicação de abril alertava para a mudança de proprietário e para o risco de que o edifício fosse demolido. A promotora imobiliária reconhece que a demolição esteve na mesa, mas percebeu que seria um erro e vai "preservar o património".

O movimento Cidadania Lisboa lembrava no seu alerta em abril que era uma vivenda do bairro do Liceu Maria Amália, uma das últimas moradias modernistas da cidade, um edifício classificado na Carta Municipal do Património.

Pedia explicações à Câmara Municipal de Lisboa, que não respondeu. Recentemente, deu entrada um Pedido de Informação Prévia (PIP) para a nova construção. Concluía Paulo Ferrero, o fundador do movimento: "E pronto, vamos dizer adeus a esta moradia".

Moradia de Castello Lopes
Paulo Ferrero justifica o lamento por ser tratar do último edifício do bairro do Liceu Maria Amália, construído em 1935, a última morada de José Manuel Castello Lopes, o herdeiro da distribuidora de cinema e que morreu o ano passado. Habitava o primeiro andar.

A moradia é um exemplo da arquitetura do Estado Novo, da autoria do engenheiro Jacinto Robalo, e o que resta do bairro, e dos seus logradouros, situado no Alto do Parque. Casas que foram sendo demolidas à medida que o centro da cidade crescia para os lados mas especialmente em altura. "Nos anos 70 do século passado, mas sobretudo nos anos 80, foi uma razia completa", diz Paulo Ferrero.

No rés-do-chão do edifício de dois andares vivia um inquilino, com quem se terá chegado a acordo e a moradia passou para as mãos da Louvre Properties.

A empresa apresenta-se como "promotora e investidora imobiliária com sede em Lisboa que se foca na aquisição, desenvolvimento e gestão de empreendimentos residenciais e comerciais únicos em Portugal". Visa "promover projetos com características únicas e de elevada qualidade". Já entregou um pedido de informação prévia para a alteração da moradia à Câmara Municipal de Lisboa (CML).

O DN questionou sobre o projeto os responsáveis pelo urbanismo, cujo vereador é o arquiteto Manuel Salgado, mas ainda não obteve resposta.

Empreendimentos de luxo
O representante da promotora disse ao DN que existe um contrato de compra e venda, mas que a concretização do negócio dependerá do que poderão fazer com a moradia. Explica que houve um projeto de demolição do edifício e que foi retificado. "Achámos que não faz sentido demolir um edifício desta natureza num dos locais mais nobres da cidade".

Concluiu: "O que posso dizer é que o projeto está numa fase preliminar e em constante avaliação e que a Louvre Properties se compromete a preservar o património existente, a propriedade não será demolida, vai ser preservada. Poderá poderá ser consultado e nele se verá que um dos compromissos da Louvre Properties é a manutenção do património arquitetónico".

O responsável garantiu também que a preservação não se limitará a deixar a fachada de uma moradia e construir uma fileira de andares.

Carta Patrimonial Municipal
"Se for para manter a moradia, é ótimo, mas não acredito. Espero que não seja para fazer um híbrido como há tantos por Lisboa", critica Paulo Ferrero. Lembra um edifício previsto para a Avenida da República, junto ao Clube dos Empresários, em que o projeto "mais parece um pagode chinês". E lamenta que não sejam cumpridos os requisitos da Carta Municipal do Património, onde a moradia está registada, item 50.55. "São edifícios de interesse público e que só podem ser demolidos se estiverem em adiantado estado de degradação, o que não é o caso.

In DN 2018-07-08 por Céu Neves

05/07/2018

Quarteirão Sul Praça de São Paulo - Proc. 941/EDI/2018 - pedido de consulta


Exmo. Senhor
Vereador Manuel Salgado

CC. PCML, AML, JF Misericórdia


Serve o presente para solicitarmos a consulta ao processo urbanístico nº 941/EDI/2018, referente ao quarteirão pombalino do lado Sul da Praça de São Paulo e ao projecto de alterações do sr. arq. Samuel Torres de Carvalho, que visa a transformação de todo o quarteirão em hotel.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel de Sepúlveda Velloso, Júlio Amorim, Jorge D. Lopes, Henrique Chaves, Rui Martins, Helena Espvall, Eurico de Barros, Luís Mascarenhas Gaivão, Fernando Silva Grade, António Araújo, Jorge Pinto, Filipe Lopes, Bárbara Lopes, Fátima Castanheira, Alexandre Marques da Cruz, Virgílio Marques

03/07/2018

Petição "Vamos salvar o antigo Museu da Rádio e o seu jardim!" - Assine e divulgue, por favor!


Assine e divulgue, por favor:

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT89940

Obrigado.

...

Para: Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa

À atenção do Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
À atenção da Senhora Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa


A Câmara Municipal de Lisboa (CML) insiste em permitir a construção de três edifícios no quintal do palacete do antigo Museu da Rádio da Rua do Quelhas, 21-23, com 3 caves para carros, invocando que nesse quintal já existem construções, que existem, sim, mas que são abarracados e ilegais.

A CML insiste em permitir essa construção mesmo em cima dum leito de ribeira subterrâneo!

A CML não parece importar-se de criar as condições objectivas para que ocorra uma catástrofe, uma derrocada imensa, em resultado de escavações com mais de 9 metros de profundidade numa colina (“Colina do Parlamento”) onde já ocorreram deslizamentos de terras, por demasiadas vezes.

Por despacho do Vereador do Urbanismo, a CML aprovou um projecto de arquitectura (com assinatura do arq. José Mateus), que implica, para lá do já assinalado, a destruição de parte dos azulejos que cobrem o muro setecentista do logradouro, e a edificação de 4 mil m2 por via de prédios com pelo menos 4 pisos, que provocarão o ensombramento das ruelas da Madragoa em volta deste lote.

Madragoa que é candidata à classificação de Património Mundial da Humanidade pela UNESCO!

Os abaixo assinados:

1. Apelam à CML e à AML pela preservação do que ainda existe de genuíno e valoroso nos bairros históricos da Madragoa e da Lapa.
2. Apelam, por isso, à CML para que em vez de novas construções em logradouro, e consequente impermeabilização do solo, com previsíveis graves efeitos a médio e longo-prazo, apenas aprovem a permeabilização do mesmo, por via da plantação de jardim.
3. Apelam, ainda, a que este projecto seja devidamente apreciado e votado em sede de Reunião de CML.

Lisboa, 27 de Junho de 2018.

Obras claustro Sé de Lisboa - novo mail com pedido de esclarecimentos


Exmo. e Reverendíssimo Senhor Cónego Tito Espinheira
Exmo. Senhor Arq. Adalberto Dias


Cc. Secretariado do Patriarcado de Lisboa, Vigararia Geral, DGPC, PCML, AML e media


Somos a agradecer a reunião havida em São Vicente de Fora na 6ª Feira passada com V. Exas. e com as senhoras arqueólogas que participaram nas escavações no claustro.

Apresentamos os nossos cumprimentos ao sr. arq. Adalberto Dias, autor do projecto de musealização e reinterpretação do claustro da Sé de Lisboa.

Compreendemos os argumentos apresentados em relação à abertura de porta na muralha da Sé, na Rua das Cruzes, designadamente quanto às acessibilidades para portadores de deficiência motora, tendo em conta a candidatura aos fundos do Programa Portugal 20/20. Contudo, face ao ofício da CCDR-LVT/DGPC (em anexo), solicitamos que nos informem sobre qual a origem do financiamento extra-20/20, que permitiu o pagamento do projecto e a empreitada já efectuada, uma vez que nos parece haver uma incongruência entre o ofício da DGPC e o cartaz afixado na porta Norte do claustro onde se especifica que o projecto tem o apoio daquele Programa.

Em relação à demolição do cubelo actual, e sua substituição por "cubelo" contemporâneo, e apesar de reconhecermos a exiguidade da escada em caracol existente no interior do cubelo acrescentado ao claustro da Sé por Augusto Fuschini, em 1902, e, portanto, a vontade do autor do projecto em apreço em querer alargar a escada interior, não podemos concordar com a demolição do cubelo, uma vez que escadas exíguas são bastante comuns em monumentos importantes por essa Europa fora.

Reiteramos a nossa indignação pela decoração "vistosa" que se pretende dar ao novo "cubelo", e voltamos a sugerir o seu revestimento com pedra e não com azulejos vidrados, ainda que a intervenção seja mais dispendiosa, mas está em causa a Sé de Lisboa.

Finalmente, pedimos ao sr. arq. Adalberto Dias que nos confirme se, ao contrário do que as plantas e alçados do projecto apresentam (ver imagem em anexo), o novo “cubelo” não será de facto visível desde a Rua Cruzes da Sé, porque a acontecer o contrário seria de facto gravíssimo.

Com os melhores cumprimentos


Miguel de Sepúlveda Velloso, Pedro Cassiano Neves, Paulo Ferrero, Júlio Amorim, Bernardo Ferreira de Carvalho

Palacete dos Marqueses de Pombal / Janelas Verdes - Pedido de confirmação de eventual venda/cedência


Exmo. Senhor Vereador do Património
Arq. Manuel Salgado

CC. PCML, AML, Provedoria de Justiça e media


A propósito das notícias em torno da cedência pela CML de espaço para estacionamento automóvel à artista pop Madonna, no Palacete dos Marqueses de Pombal, Rua das Janelas Verdes, nº 37-39, e propriedade da CML;

Serve o presente para solicitarmos a V. Exa. esclarecimento quanto à situação presente do imóvel referido, i.e.:

* Se se confirma que o Palacete esteja ou tenha estado à venda;
* Se, conforme foi referido nos últimos dias, o mesmo terá sido já vendido ou cedido à futura embaixada de Timor-Leste;
* Se, no caso de se confirmar, se o processo de venda foi anunciado publicamente, foi objecto de hasta pública e aprovado em reunião de CML e de AML;
* Se, em vez de venda, for cedência, qual o prazo da mesma e eventuais contrapartidas para a cidade?

Recordamos que este palacete foi cedido pela CML em 1982 ao Instituto José de Figueiredo para ampliação das instalações deste.

Neste momento, e dadas as características do imóvel, cremos que seria bastante oportuno ceder-se o imóvel ao Museu Nacional de Arte Antiga, para eventual pólo de artes-decorativas.

Com os melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel de Sepúlveda Velloso, Luís Mascarenhas Gaivão, Helena Espvall, Inês Beleza Barreiros, Ana Celeste Glória, Júlio Amorim, Fernando Silva Grade, Beatriz Empisa, Fátima Castanheira

Tribunal suspende projecto de Souto de Moura na Praça das Flores


In Público (3.7.2018)
Por João Pedro Pincha

«Juízes entendem que a demolição necessária ao surgimento do projecto não foi suficientemente justificada e que, naquele local, se deve privilegiar a reabilitação de prédios existentes. [...]»

01/07/2018

Que é feito dos lindos portões do Palácio Palmela?



O Palácio Palmela, actual sede da Procuradoria geral da República, é património classificado, e constitui um dos mais notáveis palácios da designada “Sétima Colina” na envolvente próxima ao Príncipe Real.
Em meados de Junho o portão de acesso ao logradouro do palácio sito na Rua da Escola Politécnica, constituído por um gradeamento de ferro fundido trabalhado e revestido a chapa pelo lado interior, foi substituído.  Esse portão, senão era o original, estava contudo bem integrado e coerente, q.b., com o conjunto do edificado.
Imagens do antigo portão, retiradas do Google Maps


Em sua substituição foi instalado um portão em chapa mais consentâneo com o acesso a uma sucateira ou anónima oficina:

E se ao fim de semana ou fora das horas normais de serviço este esteja aberto nem esse facto o torna invisível…
É um detalhe? Se considerado como tal, não é de somenos importância.
É inquietante que num edifício classificado a prudência esteja ausente e um simples “gesto” seja suficiente para anular a unidade e coerência do conjunto edificado a qual sai seriamente abalada, tal como a credibilidade nas instituições e organismos que existem para protecção e salvaguarda do património.
É nossa convicção que o actual portão seja temporário, enquanto o anterior é recuperado, tal não será certamente do domínio dos milagres.

29/06/2018

Nãaaa, esta coisa não destoa do resto...


(fotos do largo, in Arquivo Municipal de Lisboa, via Júlio Soares)

28/06/2018

Inversión en Lisboa (Rossio) - Saludos y pedido a Rafael Nadal


...

Agradecemos a resposta de Rafa Nadal, e ainda bem que nada tem que ver com esta história. Infelizmente, o anúncio da ligação de Rafa ao fundo Mabel Capital foi veiculada em Portugal por vários órgãos de comunicação (ex. http://www.diarioimobiliario.pt/Actualidade/Tenista-Rafa-Nadal-e-Mabel-Capital-compram-4-predios-no-Rossio), o que nos levou a contactar o tenista espanhol.

Gracias, Rafa, y sigue disfrutando a todos nosotros con tu tenis fab :-)