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26/05/2017

F-I-N-A-L-M-E-N-T-E (desde 2007...)


Vai ser classificado Monumento de Interesse Municipal na próxima reunião de CML:

« Proposta n.º 323/2017 (Subscrita pelos Srs. Vereadores Catarina Vaz Pinto e Manuel Salgado)
Aprovar a classificação do edifício do Dispensário de Alcântara, como Monumento de Interesse Municipal (MIM), nos termos da proposta;»

Obras e eventos aos fins de semana e feriados

Exmo Presidente da CML

c/c AML e JF


Tomando como exemplo o facto que aconteceu no passado sábado em Benfica, na Travessa Morais Sarmento/ Praceta Maestro Ivo Cruz, ou na Alameda D. Afonso Henriques, em que, na primeira, foram realizadas obras ao Sábado, obras que, ao que tudo indica, são da responsabilidade conjunta CML/JF Benfica, provocando extremo ruído aos moradores das imediações; e, na segunda, evento promovido pela CML/JF Areeiro, até altas horas da madrugada, vimos solicitar a V.Exa. para que dê indicações aos serviços da CML no sentido destas situações deixarem de se verificar na cidade, desde logo em obras ou iniciativas cujo promotor seja a própria CML.

Com efeito, por muito importantes ou urgentes que determinada obra, ou evento, seja - quase sempre uma falsa urgência para que se lhe aplique o artº 17º, da Lei do Ruído - entendemos que esses pressupostos não se devem sobrepor ao que se encontra estabelecido na lei referida, em especial o artº 14º («Actividades ruidosas temporárias É proibido o exercício de actividades ruidosas temporárias na proximidade de: a) Edifícios de habitação, aos sábados, domingos e feriados e nos dias úteis entre as 20 e as 8 horas; b) Escolas, durante o respectivo horário de funcionamento; c) Hospitais ou estabelecimentos similares»).

As populações, mais concretamente os cidadãos e fregueses desta cidade têm direito ao repouso e ao sossego, direitos de personalidade com assento na Constituição da República, assim como no Código Civil, sem esquecer, como já se referiu, na lei do ruído,o D.L. nº 9/2007, de 17 de Janeiro, e também têm o direito a resistir - cfr. artº 21º da CRP.

Com os melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Vítor Vieira, Maria do Rosário Reiche, Jorge Lima, Luís Rêgo, Rui Martins, Fernando Jorge, Pedro Henrique Aparício, Fátima Castanheira, Fernando Silva Grade

25/05/2017

Câmara de Lisboa manda rever projecto para um prédio oitocentista de Alcântara


In Público (25.5.2017), por João Pedro Pincha:

«Projecto actual prevê demolição de tudo à excepção da fachada e a construção de apartamentos para turistas. O assunto foi levado à assembleia municipal, onde Helena Roseta pediu que a aprovação fosse adiada.

A Câmara Municipal de Lisboa vai pedir que seja revisto o projecto de arquitectura para um edifício do século XIX na Rua dos Lusíadas, em Alcântara. O actual projecto prevê a demolição integral do prédio, à excepção da fachada, e a construção de 40 apartamentos para fins turísticos. O assunto deveria ser discutido na reunião camarária desta quinta-feira, mas o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, disse ao PÚBLICO que a proposta vai ser retirada e só irá a debate quando existir nova versão do projecto.

Na terça-feira, uma munícipe interveio na sessão da assembleia municipal para pedir à autarquia que chumbasse a demolição do edifício, construído em 1888. “O palacete vai ficar completamente desfigurado”, lamentou Helena Espvall, uma música sueca a viver em Lisboa há quatro anos. “Acho errado sacrificar o património histórico para fazer alojamento turístico, não faz sentido nenhum. Eu vivo em Lisboa porque adoro a arquitectura portuguesa e imploro que façam mais para a salvaguardar. E que votem não a este projecto”.

Depois desta intervenção, Helena Roseta pediu a Manuel Salgado que adiasse a discussão da proposta em câmara, que estava marcada para esta quinta-feira depois de já ter sido adiada uma vez. O vereador nada disse na ocasião, mas esta quarta-feira garantiu ao PÚBLICO que a decisão de mandar o projecto para trás já estava tomada antes de Roseta falar nisso.

Há duas semanas, o Fórum Cidadania Lx enviou uma carta ao vereador a protestar contra a anunciada demolição do prédio, degradado e abandonado há anos. “Trata-se de um edifício histórico da freguesia de Alcântara”, escrevem os subscritores, defendendo que “urge recuperar e não demolir”. A missiva termina com palavras duras para Salgado: “Continuamos sem compreender a indisfarçável indiferença, senão repúdio, de V. Exa. pelo património edificado de transição, séculos XIX-XX, em que Lisboa era riquíssima e que, desde há uma dezena de anos a esta parte, tem vindo a desaparecer de forma assustadora.”

Helena Espvall, a munícipe que falou na assembleia, também não compreende a “negligência e desrespeito” que diz existir por este tipo de património. “A arquitectura deste país é extraordinária, é única, não a vi em mais lugar nenhum”, disse ao PÚBLICO. A morar na Rua dos Lusíadas há pouco mais de um ano, a sueca afirma, a rir-se, que a vista para o edifício e o Tejo é praticamente “a única coisa boa” do apartamento em que está. “Sento-me na sala, vejo-o diariamente. Não o quero ver demolido ou desfigurado.”

O edifício pertence à imobiliária Imolapa, que o PÚBLICO tentou contactar sem sucesso durante a tarde de quarta-feira. Fica mesmo ao lado da sede da Junta de Freguesia de Alcântara, quase debaixo da Ponte 25 de Abril. O presidente da junta, Davide Amado, disse ao PÚBLICO na terça-feira que enviou um e-mail para a câmara há quinze dias e ainda está à espera de informação sobre o assunto.»

Ocupação abusiva da via publica em Lisboa, o poder das Grandes construtoras


Chegado por e-mail: «Boa tarde,

sou residente na Junta de Freguesia da Estrela, onde recentemente a EMEL marcou novos lugares de estacionamento na Calçada Marquês de Abrantes e Rua da Esperança. como consequência os residentes tiveram de pagar a taxa anual para poder estacionar.

Até aqui e sendo esta uma discussão antiga, parece que o objectivo é regular o estacionamento. Outra das benfeitorias da CML é melhorar a circulação pedonal na cidade, tendo nalguns casos, feito os passeios novos com 5 ou 10 metros de largura, aqui nesta mesma zona de Santos.

A questão que aqui venho apresentar tem a ver com uma obra privada, num terreno com duas frentes, para a Calçada Marques de Abrantes e o Largo Vitorino Damásio.

Como é visivel nas fotos, foi totalmente eliminado o passeio para servir de estaleiro a Construtora, num terreno que é imenso e lhe sobra espaço. Para resolver o problema dos peões, foram eliminados 12 lugares de estacionamento aos residentes que para lhe terem acesso, tiveram de pagar.

Não há qualquer movimentação de obra no terreno, ou seja as obras ainda nem começaram. PIOR: Não há qualquer Licença de utilização da via pública, que nem se justifica, como é visível na foto, para o interior do terreno.

Passarão, estes lugares bloqueados a ser estacionamento privativo dos empreiteiros e arquitectos?

Quem autoriza uma situação destas?

É este um bom exemplo da regulação do estacionamento e da cidade amiga dos peões?

Todo este absurdo, está bem documentado nas fotos em anexo. Quem pode corrigir esta situação?

Obrigado,

Carlos Cravo»

24/05/2017

Cal!


Resposta da CML à PGR, acerca da nossa queixa relativa à obra em curso no Palácio dos Marqueses de Rio Maior, vulgo Palácio da Anunciada:


Mas que grandes ANIMAIS!


«Isto é um crime da responsabilidade da Junta de freguesia das Av. Novas. Poda de jacarandás em plena floração», por Rosa Casimiro in ‎Plataforma em Defesa das Árvores (facebook), e fotos de Lavínia Maria Uva

23/05/2017

A estação do Rossio está imunda

Chegado por e-mail:

«ESTAÇÃO DO ROSSIO
Bom dia.
A imundície continua.
Será que a limpeza dos cais de embarque é assim tão difícil? Será preciso concurso público?.
À atenção dos responsáveis.
Cumprimentos
Rogério Marques»

Av. Liberdade, 193 (MIP) - Projecto Demolição Parcial - Pedido de informação sobre parecer DGPC


Exma. Sra. Directora-Geral
Arq. Paula Silva


C.c. GPML, AML, Vereador MS, JFSA e media

Vimos pelo presente solicitar a V. Exa. e aos serviços da DGPC que nos informem sobre se já foi emitido parecer relativamente ao processo nº 1983/EDI/2015, referente ao edifício da Avenida da Liberdade, nº 193, Monumento de Interesse Público (Portaria nº 740-D/2012), e que envolve "demolição parcial"; e qual terá sido o seu teor.

Com os melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Pedro Silva, Júlio Amorim, Alexandra de Carvalho Antunes, Inês Beleza Barreiros, Ricardo Mendes Ferreira, Gonçalo Cornélio da Silva, Beatriz Empis, Fernando Silva Grade, Fernando Jorge, Irene Santos, André Santos, Gustavo da Cunha

Fotos de Luís Pedro Silva, Miguel de Sepúlveda Velloso, Pedro Henrique Aparício

2ª Petição do FCLx em Defesa da Calçada Portuguesa foi a audição na AR esta manhã

No seguimento da entrega feita oportunamente à Assembleia da República da n/petição Pela Defesa da Calçada Portuguesa (http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT76512), informa-se que o Fórum Cidadania Lx foi recebido hoje, pelas 10H30, pela Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude de Desporto, Comissão 12ª - CCJD XIII.

Ficamos a aguardar pelo respectivo Relatório e posterior discussão em plenário.

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In Diário de Notícias/LUSA

e SIC Notícias (http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2017-05-23-Mais-de-sete-mil-assinaram-peticao-Pela-Defesa-da-Calcada-Portuguesa)


«Mais de sete mil pessoas assinaram petição 'Pela Defesa da Calçada Portuguesa'

Quase 7.200 pessoas assinaram uma petição 'Pela Defesa da Calçada Portuguesa', lançada pelo Cidadania LX, movimento que caracteriza a calçada portuguesa como "um elemento tradicional e distintivo da cidade de Lisboa".

'Pela Defesa da Calçada Portuguesa' é o nome da petição que tem como objetivo "defender o património que outras gerações" legaram e "defender a cidade de Lisboa".

O movimento defende que os problemas associados à calçada, desde pedras soltas, piso escorregadio e quedas de pessoas "não são característica do piso em si, mas da sua má colocação ou falta de manutenção", lê-se no texto da petição.

Os autores da petição defendem também "a proteção imediata da calçada artística, seja em zonas históricas ou novas", a manutenção da calçada portuguesa (branca e artística), "sem prejuízo da introdução de materiais que possam melhorar a sua aderência e conforto, sobretudo em zonas íngremes, mas que não impliquem a retirada substancial da calçada do passeio", bem como "a promoção de uma candidatura da calçada portuguesa (não apenas em Lisboa) a património mundial".

Em 2013, o Fórum Cidadania LX lançou a primeira petição 'Pela Manutenção da Calçada Portuguesa', na qual foram reunidas 4.744 assinaturas. »

Boa notícia, mas isto (Palácio dos Condes de Carnide) ainda não estava classificado, como é possível?


«Abertura do procedimento de classificação da Quinta dos Condes de Carnide, incluindo o palácio, as dependências agrícolas, o jardim e a mata, no Largo do Jogo da Bola, 6 a 12, no Largo do Malvar, 2 e 3, e na Rua Maria Brown, 2-A, Lisboa, freguesia de Carnide, concelho e distrito de Lisboa» (https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/107039866/details/2/maximized?serie=II&parte_filter=31&dreId=107039837)

Então agora querem fazer "demolição parcial" neste palacete classificado de Interesse Público?


(fotos de Luís Pedro Silva)

Por favor, alguém tape com cortina verde esta barbaridade no Largo da Memória!


(foto: Inês Beleza Barreiros)

22/05/2017

Salvaguarda de três Choupos-negros existentes na Rua João de Oliveira Miguens.


Exmo. Senhor Vereador Arq. Manuel Salgado


Vimos chamar a atenção de Vexa. para os três Choupos-negros existentes na Rua João de Oliveira Miguens, árvores adultas que pela sua idade e porte fazem parte integrante do património natural da Freguesia de Alcântara e da cidade de Lisboa.

As obras em curso para a construção do parque de estacionamento de superfície das Fontainhas e a requalificação da zona envolvente, nomeadamente o novo desenho dos passeios, podem por em causa a sobrevivência das árvores em apreço, se a sua existência não for considerada por parte dos autores do projeto.

Certos de que Vexa. Estará atento a esta situação, gostaríamos de ter uma confirmação de que a sobrevivência das referidas árvores está assegurada e poder contar com o envolvimento de Vexa. Na sua defesa.

Desde já gratos pela atenção de Vexa.

Com os nossos melhores cumprimentos.


Pela Associação Lisboa Verde

João Pinto Soares

Boas notícias das Galveias, as portas em madeira maciça, em verde (aqui por restaurar), estão de volta, a ser recolocadas neste momento! Obrigado, CML!


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Afinal, parece que fica só a porta do meio e as demais e partes de cima viram aquário... credo! (foto: Rui Martins)

19/05/2017

Destruição de azulejos no nº 37 da Avenida D. Carlos I (a decorrer - URGENTE)


Chegado por e-mail:<

«Na Av D Carlos I número 37 estão a partir os azulejos verde água da fachada do prédio. Já fiz denuncia a polícia municipal por favor ajudem a travar esta barbaridade. Mais uma loja de gelados italianos que achou por bem não cumprir regras. Manecos Vila-Nova.»

Entretanto, no edifício da Rua dos Lusíadas, 15-17, já houve limpeza do matagal do jardim


Entretanto, no edifício da Rua dos Lusíadas, 15-17, motivo do nosso protesto de há dias, já houve limpeza do matagal do jardim... a mini-retro-escavadora continua lá ...mas o projecto ainda não foi aprovado, certo? Só para lembrar... (foto de Helena Espvall)

Olha... afinal o quiosque do Sodré foi abatido e eu ia jurar que ele é aquele que foi posto recentemente em frente ao São Luiz, recuperado e tudo, mas ok