18/07/2019

Atheneu, contam-se armas ...


Bom, bom, ou muito me engano ou vem aí (proc. 1180/EDI/2019, entrado na CML a dia 5 de Julho) o fim do edifício do Atheneu, tal qual o conhecemos, com excepção dos tectos dos salões do piso nobre e escadaria, que é "impensável" tocar-lhes (engraçado, não aparece nem metade dos tectos aqui nesta "memória descritiva e justificativa", a qual, aliás, é muito selectiva...). Entretanto, já há muita propaganda (e dos próprios espoliados à maneira de Tróia, o que ainda é mais engraçado), como convém nestas coisas: https://eco.sapo.pt/2019/07/17/investimento-da-vogue-homes-faz-renascer-o-ateneu-comercial-de-lisboa/?utm_medium=Social&utm_source=Facebook&fbclid=IwAR1XSQZ16ibJ4Jk7DRyXB1iPagOX5KGxnrOiTMX9X0hqXrJIxf0EPBTGqxQ#Echobox=1563381536 e https://www.dn.pt/dinheiro/interior/palacio-povolide-sera-reabilitado-e-mantem-sede-do-ateneu-de-lisboa-11122414.html, por exemplo. Aguardemos...

12/07/2019

"O futuro do Hospital Miguel Bombarda escreve-se direito por linhas tortas"

A urbanização, o estudo prévio-projecto de seis torres e vários arruamentos que o arquitecto Belém Lima concebeu para aqueles 4,4 hectares, e que a CML apadrinhou oficiosamente, diga-se, terá ido para o … l-i-x-o


Ninguém terá ainda percebido na realidade qual a estratégia de médio e longo prazo, o critério também, que levou a que, de repente, não mais do que repente, o senhor Ministro das Infraestruturas e Habitação, primeiro, em conferência de imprensa e sem muito mais desenvolver, e o senhor Primeiro-Ministro e o mesmo ministro, dias depois e em visita ao complexo do antigo Hospital Miguel Bombarda, anunciassem, a pouco tempo do final do mandato, o compromisso do Governo em colocar um conjunto específico de edifícios abandonados (porquê aqueles e só aqueles?), propriedade do Estado, no mercado de arrendamento, a rendas acessíveis.

Mas, independentemente desses detalhes, há que realçar a prenda, subliminar, que este anúncio representa para todos quantos se importam com o futuro do morro de Rilhafoles, que coroa a chamada Colina de Sant’Ana, e, portanto, com a silhueta de Lisboa, e que é esta:

A urbanização, o estudo prévio-projecto de seis torres e vários arruamentos que o arquitecto Belém Lima concebeu para aqueles 4,4 hectares, depois de o Governo vender o antigo hospital à Estamo, em 2009, por 25 milhões, concedendo-lhe a possibilidade de nele promover uma urbanização, e que a CML apadrinhou oficiosamente, diga-se, terá ido para o … l-i-x-o.

Aleluia!

Que alívio para a vila toscana de San Gimignano, a “Manhattan do medievo”, com a qual o arquitecto teimava em comparar as suas futuras torres, algo só compreensível se se tiver em conta a antiga designação do dito: “hospital de alienados”.

E que boa, excelente, notícia é para todos os que lutaram desde a primeira hora contra essa urbanização, por entenderem que estava em causa a História e o Património da cidade, que seriam assim irremediavelmente amputados.

Desde logo o então o ex-director do Museu de Arte Outsider, a quem a voz nunca doeu nem dói. E o punhado de estóicos e vertebrados sábios de História da Arte, que sempre comungaram das mesmas preocupações, ajudando a espalhar a indignação, que se tornou viral. E a incansável, e até há pouco tempo, responsável pelo núcleo do património cultural do Centro Hospitalar de Lisboa Central.

Mas também os que na Direcção-Geral do Património Cultural souberam e puderam, em boa hora (2010), aceitar classificar como Conjunto de Interesse Público o Pavilhão de Segurança (“panóptico”) e o Balneário D. Maria II, e, em 2014, estender essa mesma classificação ao edifício central do antigo convento, à antiga Casa da Congregação da Missão de São Vicente de Paulo.

E, já agora, a Assembleia Municipal de Lisboa e, certamente, a sua Presidente que, organizando em 2014 uma série de debates sobre o futuro da Colina, trouxe a nu os erros, as omissões e tudo o mais que gravitava em torno do “mega-loteamento” que se cozinhava para os antigos Hospitais Civis de Lisboa a Santana: São José, Capuchos, São Lázaro, Santa Marta e, claro, Miguel Bombarda.

Virou-se a página. Que bom.

Importa agora saber o que se segue e, sobretudo, “como” segue e “quando”, já agora. Ou seja, resta saber:

Quem vai pagar a quem (imagina-se que à Estamo), e quanto, pela encomenda já paga (supõe-se) do estudo prévio da urbanização agora enterrada? E a compensação/indemnização à Estamo pelo facto de já não haver essa urbanização, será feita unicamente por via das rendas que serão pagas por quem vier a arrendar os futuros apartamentos? A sério?

E o arrendamento agora anunciado será implementado em que edifícios do antigo hospital psiquiátrico? No corpo central e nas enfermarias em “poste telefónico” e em “U”? E quais serão os apartamentos para renda acessível? O senhor Ministro disse em entrevista à RTP, em 10 de Julho, que haverá sempre lugar a apartamentos a preços de mercado para compensarem os outros. Resta a saber qual a percentagem de cada qual.

E a CML? Vai deixar de lado o seu propósito geral para toda aquela zona, o denominado Projeto Urbano da Colina de Santana, entregue o atelier Inês Lobo, Arquitetos Lda.? Há um novo mega-plano? Qual? Feito por quem? Pressupõe discussão pública, aquela que não houve antes da AML o ter feito, e bem, por sua própria iniciativa? Vai deixar de ser uma “colina da saúde” para ser uma “colina da habitação”?

E o futuro do Bombarda, implicará demolições? Haverá novas construções, onde? Será escrupulosamente respeitada a classificação da DGPC? Será desta a recuperação e dignificação do Balneário D. Maria II, cujo estado de conservação continua uma vergonha apesar das múltiplas promessas feitas pela Estamo desde há 10 anos a esta parte? E no edifício principal? No salão nobre, no gabinete do dr. Miguel Bombarda?

E o Museu de Arte Outsider? Será autónomo do tal futuro Museu da Saúde (o actual é risível)? Ocupará apenas o “panóptico”?

E a antiga cerca do convento, será esburacada (talvez a experiência na Sé vire moda). E o telheiro, a que ninguém liga? E a belíssima antiga cozinha?

E as oliveiras centenárias, que a CML ignorou classificar, e as outras árvores de grande porte? Vão ser abatidas?

Finalmente, os acessos.

Vai voltar a haver eléctrico? Mais carreiras bus? É que a CML nunca aceitou a proposta que vários lhe fizeram no sentido de fazer no Bombarda o Arquivo Municipal de Lisboa (todo!), acabando-se com a situação a todos os títulos deplorável de Campolide e/ou Alto da Eira.

A CML invocou sempre que, além de não caberem (!) no Bombarda os necessários quilómetros de prateleiras do Arquivo, os acessos seriam sempre péssimos.

Seja como for, o futuro do antigo Hospital Miguel Bombarda escrever-se-á direito por linhas tortas, e isso faz toda a diferença.

Fundador do Fórum Cidadania Lx

09/07/2019

Rua do Desterro 21


Chegado por e-mail:

«Boa tarde,
se quiserem dar conhecimento, junto uma foto de mais uma demolição incompreensível e lamentável de um prédio com uma fachada de arquitectura das que gostamos e nos trazem turistas.
Este pessoal é dono da cidade ..
Cumprimentos,
M. Carvalho»

Pedido de proibição de estacionamento automóvel no átrio e passeio do MN Azulejo


Exma. Senhora
Ministra da Cultura
Dra. Graça Fonseca


CC. MN Azulejo e media

À semelhança do repto que lançámos há dias à Câmara Municipal de Lisboa no sentido de criar zonas de estacionamento exclusivas a bicicletas e trotinetas eléctricas junto a todas as dependências da CML, na expectativa de que essa iniciativa se estenda às Juntas de Freguesia e a toda a Administração Pública com instalações em Lisboa (vide https://cidadanialx.blogspot.com/2019/07/criacao-de-bolsas-de-estacionamento.html);

Considerando a situação, a todos os títulos deplorável, constatada diariamente no átrio do Museu Nacional do Azulejo (conforme fotos em anexo);

E considerando que mesmo em frente ao referido Museu existe local apropriado para estacionamento automóvel;

Serve o presente para solicitarmos a V. Excelência que desenvolva os melhores esforços no sentido de passar a ser proibido o estacionamento automóvel de funcionários e operações de cargas e descargas no átrio do Museu Nacional do Azulejo, que é um dos museus mais visitados da cidade, e, em vez disso, se criem bolsas de estacionamento para bicicletas e trotinetas eléctricas para todos aqueles que se queiram deslocar ao museu, sejam residentes em Lisboa ou turistas.

E que esse procedimento se estenda, naturalmente, aos demais museus nacionais sob a égide da DGPC, desde logo ao Palácio Nacional da Ajuda e ao Museu Nacional de Arte Antiga.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bruno Palma, Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Serpa, Maria Teresa Goulão, Júlio Amorim, Filipe Teixeira, Ana Celeste Glória, Pedro Jordão, Virgílio Marques, Rui Martins, Fernando Jorge, Pedro Machado, João Oliveira Leonardo, Miguel Atanásio Carvalho, Maria Maia, Fátima Castanheira

08/07/2019

Como é, CML, mais fake?


Então este aqui da Estação Sul e Sueste (em foto de Fernando Correia de Oliveira) vai ser outro novinho e não o mesmo recuperado? Como é, CML, mais fake?

05/07/2019

Cinema São Jorge - copos de plástico e fumo


À EGEAC
A/C da Dra. Marina Uva


C.C. PCML, AML, Vereadora da Cultura, DGPC

Exmos Senhores,


Revisitando recentemente o Cinema São Jorge constatámos que no bar do lado direito da entrada as bebidas são servidas em copos de plástico descartáveis, que foram proibidos nas festas de Lisboa pela CML e que depois vão parar ao lixo comum juntamente com o lixo orgânico, como se constata na imagem que anexamos.

Sendo que o edifício é propriedade da CML, gerido pela EGEAC, e que a partir de 1 de Janeiro de 2020 a venda de plásticos descartáveis no espaço público vai ser proibida pela CML gostaríamos de saber que medidas, concretas, é que vão ser adoptadas nos equipamentos públicos sob gerência dessa empresa municipal, nomeadamente no cinema São Jorge, para promover a reciclagem e banir o uso do plástico?

Paralelamente, constatámos que a entrada se transformou numa sala de fumo, face à ausência de sinalética de proibição de fumo no hall de entrada do Cinema São Jorge (edifício público e Monumento de Interesse Público), que é abrangido pela lei que protege os cidadãos do fumo involuntário, sendo que para além de adultos é frequentado por jovens e deveria ser uma referência de boas práticas, pelo que sugerimos a afixaçāo da sinalética apropriada e a sensibilização dos funcionários, nomeadamente àqueles a quem compete zelar pelo bem estar e segurança das pessoas e do edifício.

Melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bruno Palma, Bernardo Ferreira de Carvalho, Virgílio Marques, Odete Pinto, António Araújo, Eurico de Barros, Fernando Silva Grade, Irina Gomes, Rui Martins, Maria do Rosário Reiche, Maria Teresa Goulão, Ana Celeste Glória, Helena Espvall, Sofia de Vasconcelos Casimiro, Beatriz Empis, Pedro Formozinho Sanchez, Irene Hipólito

...

Resposta da EGEAC (5.7.2019):

«Ex.mos senhores

Na prossecução do objetivo de vivermos numa cidade mais sustentável e responsável, que terá como ponto alto a iniciativa Lisboa Capital Verde 2020, a EGEAC continuará a tomar medidas e a sensibilizar os parceiros e concessionários com quem trabalha nos seus espaços e equipamentos.

Nesse sentido, foi já levada a cabo uma iniciativa interna que passou pela distribuição generalizada de recipientes de vidro para consumo de água a todos os funcionários da empresa, eliminando assim a utilização sistemática do plástico. No caso específico do cinema, destacamos também o trabalho que está a ser feito ao nível da substituição integral dos equipamentos de iluminação, que a breve trecho funcionarão na totalidade com a tecnologia LED.

Em relação ao bar concessionado no Piso 0 do Cinema São Jorge, já está neste momento em prática a separação de lixo plástico do restante lixo orgânico, após recomendação nesse sentido por parte da direção do cinema, com o horizonte de eliminação total desse recurso a partir de 1 de janeiro de 2020.

Em relação ao fumo, o Cinema São Jorge cumpre integralmente a lei do tabaco de 2017, estando proibido o consumo de qualquer produto dessa natureza no interior do edifício, sem exceção. A título de exemplo, é regularmente feita uma promoção dos cuidados de saúde preventiva e das boas práticas de bem estar junto das equipas, através do serviço de Medicina no Trabalho disponibilizado pela EGEAC. No caso em apreço, trata-se de uma zona exterior do cinema, de acesso livre, e sem esse tipo de limitação.

com os melhores cumprimentos.

Marina Uva»

Palácio dos Correios / Praça D. Luís / Pináculo



Chegado por e-mail:

«Chegou-me a informação de que o pináculo que rematava a torre do Palácio está a se colocada.

Tal não é espanto meu quando descubro que se está a fabricar uma nova, não a original, onde pára o pináculo original? Destruído num ferro velho? Lamentável.

Diogo Baptista»

04/07/2019

Criação de bolsas de estacionamento exclusivo para bicicletas e trotinetas eléctricas junto à CML e serviços públicos


Exmo. Senhor Vereador
Dr. Miguel Gaspar


CC. PCML, AML, JF

No seguimento do avolumar de situações de abandono de bicicletas e trotinetas eléctricas na via pública, um pouco por toda a cidade, e que esse estado de coisas se está a tornar, de facto, insustentável, pelo forte impacte negativo que daí decorre para a nossa cidade em termos de poluição visual mas também porque essas bicicletas e trotinetas (tal como, aliás, os automóveis e as motorizadas estacionadas em cima dos passeios…) se tornam um obstáculo real à mobilidade pedonal de todos, o que se nos afigura contraditório, aliás, com o objectivo primeiro que terá norteado o licenciamento das mesmas (facilitar aos cidadãos um meio de deslocação que promova uma mobilidade suave);

E dadas as notícias vindas a público recentemente dando conta da decisão da Junta de Freguesia da Santa Maria Maior em avançar unilateralmente na remoção das bicicletas e trotinetas eléctricas encontradas nessa situação e de autuar os respectivos responsáveis (?).

Considerando as dificuldades que, objectivamente, se depararão à Câmara Municipal de Lisboa, à Polícia Municipal, à EMEL e às Juntas de Freguesia para que esta situação esteja controlada a lei cumprida, dado que o utilizador-tipo deste meio de locomoção o utiliza do ponto X para o Y, aleatoriamente, e não como se estivesse numa rede de pontos fixos,

E considerando que, salvo raríssimas excepções, os organismos públicos, sejam eles do Governo, autarquias ou administração pública, não possuem qualquer parque para bicicletas e trotinetas eléctricas junto às suas sedes e/ou delegações;

Serve o presente para propormos à Câmara Municipal de Lisboa (CML):

- A criação de zonas de estacionamento exclusivas a bicicletas e trotinetas eléctricas junto a todas as dependências da CML, e estender essa prática a todas as sedes e dependências das Juntas de Freguesia, da Administração Pública e grandes superfícies comerciais, por via, por exemplo, do estabelecimento de protocolos;
- Devendo essas zonas seguir, preferencialmente, o modelo de “ancoradouros” já utilizado pelas bicicletas da EMEL, e ser custeadas pelas operadoras, que deverão pagar igualmente taxas pela utilização do espaço público.
- A definição de quotas máximas de bicicletas e trotinetas eléctricas.

Cremos que a criação destas zonas de estacionamento exclusivas a bicicletas e trotinetas eléctricas, irá minorar os efeitos negativos acima mencionados e fará da prática da CML um exemplo a seguir pelas demais autarquias.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Bruno Palma, Luís Rêgo, Ana Celeste Glória, António Araújo, Irina Gomes, Virgílio Marques, Luís Mascarenhas Gaivão, Rui Martins, Pedro Jordão, Filipe Teixeira, Jorge D. Lopes, Henrique Chaves, Jorge Santos Silva, Fátima Castanheira, Rui Pedro Barbosa, Pedro Machado, Maria do Rosário Reiche

Lisboa, 4 de Julho de 2019

​Foto: Revista Sábado​

...

Resposta da CML (27.07.2019)

«Exmos. Senhores,
Fórum CidadaniaLx


Na sequência do V. e-mail de 5 de julho, remetido pelo gabinete do Sr. Vereador Miguel Gaspar, que mereceu a nossa melhor atenção, cumpre-nos informar que a criação de zonas de estacionamento exclusivo a bicicletas e trotinetas junto às instalações da Câmara Municipal de Lisboa já é uma prática em curso, que tem vindo a ser reforçada nos últimos meses e alargada a outros espaços para além dos sugeridos.

Informamos que a utilização de ancoradouros foi ponderada por esta Autarquia, no entanto foi afastada por não constituir uma solução viável e compatível com todos os operadores, além de que estes espaços devem também contemplar a possibilidade de parqueamento de trotinetes e bicicletas privadas.

Relativamente à definição de quotas máximas de bicicletas e trotinetes, informamos que não se insere nas competências da Câmara Municipal de Lisboa dado que o processo de licenciamento destes modos de transporte não é promovido junto desta Autarquia.

Com os melhores cumprimentos,

Câmara Municipal de Lisboa
Direção Municipal de Mobilidade
Divisão de Informação e Promoção da Mobilidade»

03/07/2019

Boa notícia: a antiga Ourivesaria Aliança (hoje Tous-Aliança) está a dias de ser Monumento de Interesse Público!


Boa notícia: a antiga Ourivesaria Aliança (hoje Tous-Aliança) está a dias de ser Monumento de Interesse Público, corrigindo-se assim uma lacuna grave de há coisa de 15 anos quando o então IPPAR/Igespar se recusou a classificá-la individualmente.

«Anúncio n.º 124/2019 - Diário da República n.º 125/2019, Série II de 2019-07-03 122881234
Cultura - Direção-Geral do Património Cultural
Projeto de decisão relativo à classificação como monumento de interesse público (MIP) da Antiga Ourivesaria Aliança, incluindo o património móvel integrado, em Lisboa, freguesia de Santa Maria Maior, concelho de Lisboa, distrito de Lisboa
https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/122881234/details/3/maximized?serie=II&parte_filter=31&dreId=122881189»

Fotos © Artur Lourenço, para Círculo das Lojas de Carácter e Tradição de Lisboa.