Um blogue do Movimento Fórum Cidadania Lisboa, que se destina a aplaudir, apupar, acusar, propor e dissertar sobre tudo quanto se passe de bom e de mau na nossa capital, tendo como única preocupação uma Lisboa pelos lisboetas e para os lisboetas. Prometemos não gastar um cêntimo do erário público em campanhas, nem dizer mal por dizer. Lisboa tem mais uma voz. Junte-se a nós!
07/03/2015
Lisboa, Capital do Azulejo: R. Capitão Renato Baptista 1
Um cenário cada vez mais frequente: azulejos de fachada caindo para a via pública por falta de manutenção, furto..
06/03/2015
Parabéns ao Dr. Vítor Freire, que sem ele já não havia Bombarda nenhum em Lisboa, só o topónimo das Av. Novas!!!
CONFERÊNCIA DE VÍTOR ALBUQUERQUE FREIRE na 4ª feira dia 11 de Março, às 16 h/ 18 h, na Sala 5.2. da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, promovida pelo centro ARTIS-IHA-FLUL, sobre "O Património Hospitalar da Colina de Santana: o caso do Hospital Miguel Bombarda" .
O orador é historiador e economista e Presidente da Associação Portuguesa de Arte Outsider, e foi responsável pela classificação dos edifícios do ex-Hospital Miguel Bombarda e pelo processo tendente à sua cabal salvaguarda e reutilização, que decorre. É autor do livro «Panóptico, Vanguardista e Ignorado. O Pavilhão de Segurança do Hospital Miguel Bombarda» (Livros Horizonte, 2009), onde destacou a valia internacional do referido monumento, traçado em 1892 pelo arquitecto José Maria Nepomuceno, e que constitui um dos raros edifícios Panópticos existentes no mundo.
Entrada livre. Convidam-se todos os interessados a assistir.
Um final feliz, uma boa prática:
Esta padaria teve o futuro negro, quando fechou, pelo que este café, pelo carinho que demonstra para com o espaço único em que está, merece aplauso e incentivo. Publicidade gratuita, sem sombra de dúvida.
E estão todos de parabéns, já agora, nós aqui também.
Fotos in Faceboook
Mais aplauso, assim se concretize: "Câmara de Lisboa quer reduzir a sinalização vertical nos passeios"
In O Corvo (5.3.2015)
Por Samuel Alemão
Queixa ao TC, à Provedoria de Justiça e à CNE sobre referendo em Campolide
Exmo. Senhor Provedor de Justiça,
Exmo. Senhor Presidente da Comissão Nacional de Eleições,
Recentemente, a Junta de Freguesia de Campolide promoveu a realização de um referendo com as seguintes questões:
«“Na sequência do Protocolo de delegação de competências em que a Câmara Municipal de Lisboa delega na Junta de Freguesia de Campolide a competência de recuperação da pavimentação de algumas vias de trânsito pedonal da Freguesia de Campolide, qual a sua preferência de tipo de pavimento a colocar nas ruas da freguesia que a Junta de Freguesia de Campolide vier a intervencionar?”
Hipóteses:
Calçada, tradicional, à semelhança do que já existe
Outro tipo de pavimento contínuo, mais moderno e seguro»
Tomámos conhecimento, pela comunicação social, de que tal acto estava a decorrer e que cerca de 350 pessoas recenseadas em Campolide, Lisboa, num universo de 15 mil, votaram pela substituição da calçada na freguesia.
Será legítimo perguntar e questionar se os referendos locais não obedecem a regras tipificadas em legislação nacional.
O Regime Jurídico do Referendo Local (Lei Orgânica nº 4/2000, de 24 de Agosto) estabelece que as perguntas devem formuladas com objectividade, clareza e precisão e para respostas de sim ou não, sem sugerirem directa ou indirectamente o sentido das respostas e que as perguntas não podem ser precedidas de quaisquer considerandos, preâmbulos ou notas explicativas.
Como se comprova, as perguntas são claramente tendenciosas, incluindo até adjectivos para uma das opções, coincidindo com aquela que venceu.
A lei também obriga a, no prazo de oito dias a contar da deliberação de realização do referendo, o presidente do órgão deliberativo submetê-las ao Tribunal Constitucional, para efeitos de fiscalização preventiva da constitucionalidade e da legalidade das mesmas. Desconhecemos que tal procedimento tenha sido efectuado, se terão sido cumpridos os requisitos administrativos prévios, e qual tenha sido a pronúncia do Tribunal Constitucional.
Também não terá sido cumprida a obrigação legal de discutir e fazer aprovar pela Assembleia de Freguesia respectiva, a decisão de organizar um referendo local, não havendo por isso deliberação alguma dessa assembleia e, por isso, não haver lugar a envio ao TC para pronúncia deste.
É legítimo questionar se todos os requisitos legais tivessem sido cumpridos o resultado final teria sido o mesmo, mais a mais quando é referido pelo responsável máximo pela JF em apreço, que a votação tem "valor vinculativo".
Esta acção, a nosso ver claramente ilegal, da Junta de Freguesia de Campolide, abala, cremos, os mais básicos fundamentos de um estado de Direito, atacando a democracia e o direito ao voto. Pretendeu-se, claramente, legitimar uma opção política, recorrendo a expedientes ilegais, procurando-se a legitimação através de uma minoria dos cidadãos potenciais eleitores. Isto é uma clara subversão do sistema representativo, do ponto de vista moral e legal. Será que o universo de 15.000 sabia desta iniciativa?
Os representantes eleitos têm de assumir as suas opções e sujeitar-se ao votos dos eleitores perante as suas opções. Não podem escudar-se num acto eleitoral ilegal para procurar legitimar opções controversas.
Nesse sentido, sujeitamos à consideração de V. Exa. a indagação dos factos relatados, para os devidos efeitos de despoletar os necessários procedimentos, designadamente, a anulação/revogação do ato eleitoral aqui descrito.
Melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, João Mineiro, António Araújo, Alexandre Marques da Cruz, Jorge Santos Silva, Luís Marques da Silva, Virgílio Marques, Luís Raposo, Inês Beleza Barreiros, Júlio Amorim, Jorge Lima, Mariana Ferreira de Carvalho, Paulo Lopes, Nuno Castro Paiva, Gonçalo Cornélio da Silva, Ricardo Mendes Ferreira, Rosário Reiche, Miguel Sepúlveda Velloso, Pedro Henrique Aparício, Fernando Jorge, Maria Maia
Isto não é ilegal nem nada?
Por João Pedro Pincha
...
Os referendos têm regras, parece-me. Se um referendo nacional não pode ser tendencioso, caso contrário, o TC chumba-o, porque que razão um referendo local não segue as mesmas regras?
Segundo especialista, o Regime Jurídico do Referendo Local estabelece que as perguntas são formuladas com objectividade, clareza e precisão e para respostas de sim ou não, sem sugerirem directa ou indirectamente o sentido das respostas e que as perguntas não podem ser precedidas de quaisquer considerandos, preâmbulos ou notas explicativas. A lei também obriga a, no prazo de oito dias a contar da deliberação de realização do referendo, o presidente do órgão deliberativo a submetê-l ao TC para efeitos de fiscalização preventiva da constitucionalidade e da legalidade.
Isso aconteceu? Creio que as perguntas:
· Calçada, tradicional, à semelhança do que já existe
· Outro tipo de pavimento contínuo, mais moderno e seguro
influenciaram o resultado e vão legitimar uma opção política com base num suposto referendo que, se tivesse seguido todos os trâmites, poderia ter uma resultado diverso, ou não, isso não interessa agora.
E depois esta "pérola": «Cerca de 350 pessoas recenseadas em Campolide, Lisboa, num universo de 15 mil, votaram pela substituição da calçada na freguesia. »
05/03/2015
Lisboa, Capital do Azulejo: Rua Augusta 100
Dois dispositivos de publicidade ilegais, com estruturas aparafusadas directamente nos azulejos do séc. XIX da fachada deste prédio na R. Augusta... Não há fiscalização por parte da CML e Juntas de Freguesias - e não há cuidado da parte dos proprietários.
Planeta Emel
Para quando uma fiscalização a sério neste troço da Avenida da República, um dos passeios mais movimentados da cidade? Se a PM, EMEL e PSP insistem em olhar para o lado, que sejam colocados pilaretes que impossibilitem o estacionamento ilegal e se acabe com este cenário de terceiro mundo de uma vez por todas.
04/03/2015
PARQUE EDUARDO VII
Chegado por e-mail:
Exmos Senhores,
O Arquivo Municipal de Lisboa solicita e agradece a divulgação da iniciativa "Procura-se filmes", cujo press release enviamos em anexo, assim como algumas fotografias ilustrativas que enviamos em formato "jpg" que poderão usar.
Estamos ao vosso dispor para qualquer esclarecimento necessário.
Com os melhores cumprimentos.
Susana Santareno
Comunicação
Arquivo Municipal de Lisboa
O MAPA
In AMTL: www.amtl.pt
É interessante perceber a conexão do metro da margem Sul (que muitos nem sabem que existe ou onde fica) com as linhas ferroviárias e o metro de Lisboa, bem como com as ligações fluviais. Lisboa é mesmo uma cidade de duas margens. A novidade é que não existe outro mapa que dê uma perspectiva metropolitana da rede ferroviária. Só isso.
02/03/2015
Já agora, a moradia da Av. Berna, 8:
Agora que o Finibanco/Montepio retirou o telão, não pode a CML intimar os ditos cujos a reabilitarem esta moradia "Lisboa Entre-Séculos" com resquícios Arte Nova?
(fotos: Rui Martins)
01/03/2015
Este é o aspecto do jardim de Santos e zonas próximas um mês depois da entrada em vigor dos novos horários
| Urina, vómito, litros e litros de cerveja, vinho, caipirinhas, vodka são, noite após noite, lançados no solo do jardim. Como uma mancha de gordura que nunca passa. |
| Este é o estado de putrefacção e nojo das mesas colocadas no jardim, São usadas para que nelas os grupos se sentem, as conspurquem, e aí deixem o elevado sinal cívico da sua passagem. |
| Proibido beber depois da 1h fora de portas? Onde? Só na letra do despacho que entrou em vigor há um mês. Rua do Merca Tudo |
| Porta à frente de um bar no beco do Merca Tudo. Maravilhoso e embevecedor dano colateral da noite. Um andar acima, Mora Gente. |


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