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11/05/2020

Viagem virtual por alguma da obra de Jorge Colaço:


Por ocasião do Dia Nacional do Azulejo (6 de Maio), aqui fica a excelente obra realizada pela IP – Infraestruturas de Portugal e a IP Património, em parceria com a CP – Comboios de Portugal, a viagem virtual pela obra de Jorge Colaço, incluída nas Rotas dos Azulejos: https://www.infraestruturasdeportugal.pt/sites/default/files/flipbook/RotaJorgeColaco/index.html

Obrigado, Paula Lourenço de Azevedo!

23/05/2017

A estação do Rossio está imunda

Chegado por e-mail:

«ESTAÇÃO DO ROSSIO
Bom dia.
A imundície continua.
Será que a limpeza dos cais de embarque é assim tão difícil? Será preciso concurso público?.
À atenção dos responsáveis.
Cumprimentos
Rogério Marques»

17/12/2013

Paisagens de Lisboa enchem de cor o túnel pedonal de Alcântara


In Público (17.12.2013)
Por Marisa Soares

«Passagem subterrânea de acesso à estação da CP de Alcântara, em Lisboa, já está de cara lavada. Mas ainda há retoques por fazer. A Associação Portuguesa de Arte Urbana aceita voluntários para acabar de pintar o que falta.

Uns passam a correr e olham de relance, outros abrandam o passo e apreciam devagar. Há quem pare para tirar fotografias a “espreitar” pelo binóculo do miradouro de S. Pedro de Alcântara, pintado na parede. Tem sido assim desde Agosto, quando a Associação Portuguesa de Arte Urbana (Apaurb) começou a pintar o túnel pedonal de Alcântara, em Lisboa. A intervenção está quase pronta, com a ajuda de mais de 400 voluntários. Mas ainda há trabalho a fazer.

A passagem subterrânea sob a Avenida da Índia e a via férrea, que dá acesso à estação ferroviária de Alcântara-Mar e à zona das docas, está de cara lavada. E maquilhada. Nas paredes, os rabiscos imperceptíveis e a sujidade deram lugar a painéis de arte urbana, com desenhos das paisagens, monumentos e edifícios mais emblemáticos da cidade. Está lá tudo: desde a Ponte 25 de Abril ao Aqueduto das Águas Livres, passando pela Torre de Belém, pelo Museu do Oriente, pelo Castelo de São Jorge, pelos cacilheiros a navegar no Tejo e pelos eléctricos “amarelinhos”, entre outras imagens de marca da cidade. E até evocações dos murais revolucionários do pós-25 de Abril. [...]»

25/01/2012

O mapa e o horário das "novas linhas de metro"

Agora que o passe para Lisboa vai incluir também os comboios da CP (altamente subaproveitados o que toca a deslocações dentro da cidade), deixo aqui o mapa das "novas linhas", os horários, e o número de comboios por hora:

Horário da linha Azambuja/Sintra:

Oriente-Sta Apolónia: 2 comboios por hora

Oriente-Areeiro-Entrecampos-Sete Rios: 8 comboios por hora

Oriente-Areeiro-Entrecampos-Sete Rios-Campolide-Alcântara: 2

Oriente-Areeiro-Entrecampos-Sete Rios-Benfica-Damaia: 6

Rossio-Campolide-Benfica-Damaia: 4 comboios por hora

Horário da linha de Cascais:

Cais Sodré-Alcântara-Algés: 6 comboios por hora

(metade param em Santos e Belém)

Alguns trajectos têm uma frequência baixa, mas passam sempre à mesma por isso é fácil utilizá-las.

20/01/2012

Estação Ferroviária do Cais do Sodré

Foto daqui.


Anúncio n.º 1216/2012. D.R. n.º 15, Série II de 2012-01-20
Presidência do Conselho de Ministros - Instituto de Gestão do Património Arquitetónico e Arqueológico, I. P.
Projecto de decisão relativo à classificação como Monumento de Interesse Público (MIP) da Estação Ferroviária do Cais do Sodré, freguesia de São Paulo, concelho de Lisboa, distrito de Lisboa.

16/06/2011

Zapping na CP


Não sei se ainda se pode classificar como novidade mas reparei hoje que já é possível circular na CP Lisboa pagando através de Zapping. É menos um cartão na carteira portanto esta é claramente uma boa notícia!

26/01/2011

Número de passageiros no metro de Lisboa aumentou mais de 3,5% em 2010

Cerca de 171 milhões de pessoas utilizaram o metro de Lisboa no ano passado. Um aumento de 3,51% face a 2009. Em 2010, cerca de 171 milhões de pessoas utilizaram o Metro de Lisboa, um aumento na ordem do 3,51% em relação a 2009, segundo o comunicado enviado às redacções.

De acordo com a mesma fonte, para o Presidente do Conselho de Administração do Metropolitano de Lisboa este aumento no número de passageiros “reflecte uma maior utilização do transporte público em detrimento do transporte individual”. O responsável salienta que a empresa espera que esta tendência “persista no futuro”.

In Jornal de Negócios

Os portugueses estão a aderir cada vez mais aos transportes públicos. Segundo a TSF, o aumento do custo de vida é uma das principais razões que contribuem para que os portugueses deixem o carro em casa.

As pessoas optam agora por comprar o passe social em vez do bilhete único. As linhas onde se tem verificado esta tendência são as de Cascais, Sintra, Azambuja e Sado.

Embora ainda se tratem de números provisórios, a CP diz que esta é uma tendência clara e que os passageiros estão cada vez mais fidelizados aos serviços dos transportes públicos.

Segundo informações da FERTAGUS, as ligações do comboio que atravessa a Ponte 25 de Abril registaram mais 400 mil viagens no último ano, num total de cerca de 23 milhões. Já a Transtejo, ganhou cerca de 197 mil passageiros.
In Diário Digital

19/10/2010

Governo já tem calendário para entregar suburbanos de Lisboa e Porto a privados

A CP deverá apresentar até Março de 2011 os "estudos preparatórios com visa à eventual concessão da exploração dos serviços de transporte ferroviário de passageiros integrados nas unidades de negócio CP Lisboa e CP Porto". Esta orientação do Governo faz parte da proposta do Orçamento do Estado para 2011 e prevê que, até ao fim do próximo ano, sejam lançados "procedimentos pré-contratuais" para atribuir a empresas privadas a exploração dos comboios suburbanos daquelas duas cidades.

Está assim quebrado um dos tabus do Governo acerca da eventual privatização da CP, que neste caso passa apenas pela concessão, e só nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto. O que envolve quatro linhas a sul (Cascais, Sintra, Azambuja e Sado) e outras quatro a norte (Braga, Guimarães, Caíde e Aveiro). E o que pode mudar para os passageiros? Pode mudar apenas a cor dos comboios e a farda dos revisores, ou pode mudar absolutamente tudo, desde horários ao tarifário.

Tudo depende do modelo utilizado pelo Governo para concessionar estes serviços - que se caracterizam por uma elevada procura. Ao contrário do serviço ferroviário regional (que definha à míngua de passageiros), os suburbanos constituem um mercado interessante para os privados desde que o Estado não os obrigue a praticar o tarifário reduzido que impõe à CP ou, então, que lhes pague indemnizações verdadeiramente compensatórias, como não tem feito com a CP.

Nos suburbanos de Lisboa viajaram em 2009 mais de 92 milhões de passageiros. As receitas desta unidade de negócios cobre quase 90 por cento das despesas, ou seja, a CP Lisboa está quase a ter lucros e já os teria tido se a empresa não tivesse estado impedida durante dois anos de aumentar os bilhetes e não sofresse ainda hoje da má distribuição das receitas do passe social, que favorece a rodovia em detrimento da ferrovia.

Sul paga mais

No caso do Porto, a taxa de cobertura aproxima-se dos 60 por cento, mas tem vindo a crescer de forma consolidada. Os suburbanos transportaram no ano passado quase 21 milhões de passageiros, gerando proveitos de 21 milhões de euros contra despesas de 36,6 milhões. Também aqui a CP é obrigada a praticar tarifas reduzidas que não espelham os seus custos, sendo uma incógnita como tal poderia ser feito com um operador privado sem que o Estado aumentasse a sua despesa a compensá-lo.

Em média, um passageiro do Porto paga 3,4 cêntimos por quilómetro sobre carris, contra um de Lisboa que paga 6,1 cêntimos por cada quilómetro percorrido. Na Fertagus. empresa que detém a concessão dos suburbanos Lisboa-Pragal-Setúbal, a base tarifária média é de cinco cêntimos.

A braços com uma dívida crescente, e perante um accionista Estado pouco generoso, sucessivas administrações da CP têm proposto ao Governo a contratualização do serviço público. Isto é, a empresa compromete-se a prestar um serviço em determinados horários com frequência, preços de bilhetes e índices de pontualidade preestabelecidos, em troca de uma indemnização que compense o défice.

As futuras concessões poderão incluir o próprio pessoal e comboios da CP ou, em alternativa, trabalharem com recursos próprios. No primeiro caso não teriam a flexibilidade laboral dos privados, pois estariam sujeitos aos acordos colectivos de trabalho dos ferroviários; no segundo, deixariam a empresa estatal, já sobredimensionada, com ainda mais excedentários.

"Partir" as linhas

O modelo de concessão pode incluir toda a rede da CP Lisboa e da CP Porto, ou pode ser partido linha a linha, "vendendo-se" cada uma isoladamente. Foi o que aconteceu na Inglaterra, onde se criaram microconcessionárias que logo se deram conta das dificuldades que isso criava na articulação do sistema ferroviário e da falta de dimensão crítica para poderem operar. Nesse caso, o próprio mercado se encarregou de provocar fusões entre empresas, que funcionam hoje com razoável agrado dos passageiros.

Na corrida para as concessões portuguesas dois grupos manifestaram já o seu interesse: a Barraqueiro (que já detém a Fertagus) e a Arriva.
In Público

11/10/2010

CP estuda mercado na linha de Sintra a pensar na quadruplicação em 2011

Resultados definirão o que é que a transportadora vai fazer para tirar partido de uma maior capacidade daquela linha ferroviária


A CP Lisboa vai realizar um estudo de mercado aos passageiros da Linha de Sintra e a potenciais clientes desse eixo a fim de preparar uma nova oferta para quando estiverem concluídas as obras de quadruplicação entre Monte Abraão e o Cacém.


O estudo vai tentar perceber os pontos fortes e os pontos fracos do actual serviço junto dos seus clientes, mas também irá medir o mercado potencial, isto é, as pessoas que hoje não usam a Linha de Sintra, mas que poderão vir a fazê-lo. Esse trabalho foi adjudicado por 130 mil euros à TIS.PT - Consultores em Transportes, Inovação e Sistemas, SA, liderada pelo investigador José Manuel Viegas, após um convite a cinco empresas do ramo.


As conclusões deverão estar prontas no primeiro trimestre de 2011 por forma a que a CP possa preparar um novo horário, no segundo semestre desse ano, contemplando já as melhorias no troço que está a ser quadruplicado. Entre outras coisas, pretende-se saber se os passageiros privilegiam a rapidez nos suburbanos ou se preferem que estes sejam mais frequentes, ainda que um pouco mais lentos.


A CP Lisboa já teve comboios rápidos entre Sintra e o Rossio, que terminaram quando o túnel encerrou para obras. E também já houve comboios de Sintra para a linha da Cintura, o que hoje não acontece, tendo os passageiros que desejem seguir para Entrecampos ou Oriente de mudar de comboio.


Só após conhecer as preferências do público é que a transportadora vai ver o que poderá fazer para tirar partido da quadruplicação da linha, embora isso dependa ainda das especificações técnicas impostas pela Refer, que ali tem em curso um investimento de 45,5 milhões de euros. Uma linha quadruplicada permite um aumento da oferta, embora neste caso esta seja relativa, pois não haverá aumento da frota de comboios. Com o material que tem, a CP poderá reduzir tempos de percurso ou aumentar a frequência.


Para a CP Lisboa, além da quadruplicação da Linha de Sintra, o maior desafio é agora gerir nos próximos anos a linha de Cascais, que tem a frota mais obsoleta daquela unidade de negócios.


Como não avançou o concurso para a compra de material circulante para aquela linha (ver PÚBLICO de 27/9/2010), as automotoras actuais terão de ir mais vezes à oficina, sendo expectável, a médio prazo, uma redução da fiabilidade do material. Isto é: a segurança não estará posta em causa, mas são prováveis atrasos e supressões de comboios.


Linha do Sado a crescer


A electrificação da linha entre o Barreiro e Pinhal Novo, inaugurada por José Sócrates em Dezembro de 2008, e a introdução de comboios eléctricos em substituição das velhas automotoras a diesel levaram ao aumento do número de passageiros transportados na linha do Sado (Barreiro-Setúbal) nos últimos dois anos.


Em 2008 a CP transportou naquele eixo 2,9 milhões de passageiros, valor que subiu para 3,2 milhões em 2009. Desde Março a oferta foi reforçada com comboios de meia em meia hora ao longo de todo o dia (e não só às horas de ponta como antes acontecia). Isso levou a um aumento imediato da procura, pois no primeiro semestre de 2010 viajaram naquela linha 1,7 milhões de pessoas, contra 1,5 no período homólogo no ano anterior.
In Público (via Skyscrapercity)

17/09/2010

Novo título Família estreia-se na CP

O novo título de transportes Família, que será estreado na CP, foi hoje apresentado numa cerimónia que marcou o início da semana europeia da mobilidade na Área Metropolitana de Lisboa.

Na estação do metropolitano de São Sebastião (Lisboa), o novo título foi explicado como válido para quatro pessoas para viagens aos fins-de-semana e feriados.

A CP criará a partir do bilhete CP24 e para trajectos escolhidos da rede urbana dos comboios em Lisboa, com um desconto de 50% sobre o preço do título original.

A iniciativa terá um período experimental de seis meses, “findo o qual será avaliada a sua continuação ou os desenvolvimentos necessários”, refere uma nota hoje divulgada por várias entidades do sector.

Na mesma ocasião foi apresentada a marca/logo comum para os transportes públicos da Área Metropolitana de Lisboa: Transportes de Lisboa, que procura transmitir o “conceito de unidade”.

Ao abrigo desta marca haverá a criação de mapas de rede conjuntos e de um centro telefónico de informações.

Haverá também uma campanha, criada e coordenada pela Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa e Metro de Lisboa, de promoção ao uso dos transportes públicos, que foi pensada para continuar durante o resto de 2010 e 2011.

Na semana da mobilidade deste ano está a ser relançado o site TRANSPORLIS (www.transporlis.sapo.pt), com informação sobre percursos, horários e tarifários mediante um ponto de partida e um de chegada.

Para um “futuro próximo” será lançado um concurso para a criação do Portal Lisboa Viva, coordenado pelos Operadores de Transportes da Região de Lisboa, para disponibilizar informações como carregamento de bilhetes, requisição de cartões e consultar saldo.

Sobre o denominado “Zapping”, que é o carregamento de dinheiro no cartão 7 colinas/Viva viagem ou Lisboa Viva, pretende-se estender o seu uso, no início do próximo ano, à CP e depois tentar que chegue à Fertagus, Metro do Sul do Tejo e aos Transportes Colectivos do Barreiro.

O carregamento mínimo é de dois euros e o máximo de 15 euros, sendo possível acumular até 20 euros.

“Prevê-se, numa fase posterior, o alargamento do Zapping aos operadores rodoviários, na medida em que venham a dispor da bilhética sem contacto”, lê-se.

A aposta na mobilidade urbana também conta com a assinatura de um protocolo para utilização combinada entre automóveis e transportes públicos.

Durante o próximo ano, o metropolitano de Lisboa também irá promover a integração da bicicleta, ao serem colocados, junto às estações, parques próprios.

In Destak (16/9/2010)

O marketing é uma ferramenta essencial para aumentar a utilização de transportes públicos, no entanto, sozinho não é capaz de resolver o problema. Se as operações não prestarem um serviço integrado de transportes os clientes vão se sentir defraudados. E enquanto for preciso ter 4 cartões iguais na carteira para andar em vários operadores de transporte é óbvio que esse serviço não está a ser prestado.

O site Transporlis já foi relançado há meses, na altura com uma melhoria substantiva, agora a única novidade é a nova cor da barra superior.

Se o ML quer de facto promover a utilização de bicicletas pode começar por permitir o seu transporte em qualquer horário, por exemplo adaptando a zona junto a uma das portas em cada composição, ficando as bicicletas restringidas a esse espaço para evitar que se gere confusão nas entradas e saídas em hora de ponta.

Dito isto não posso deixar e aplaudir a criação de mapas de rede conjuntos, o alargamento do Zapping à CP (que devia ser para ontem e não para o "início do próximo ano") e a aposta no Park-n-Ride.

LISBOA: VIGÍLIA EM DEFESA DA LINHA DO TUA

No próximo dia 18 de Setembro irá decorrer em Lisboa uma Vigília em defesa da Linha doTua. Esta iniciativa, enquadrada na “Semana Europeia da Mobilidade”, visa reafirmar perante o poder central o direito das populações transmontanas à mobilidade e o importante contributo que esta linha férrea, cujo valor patrimonial de excepção é inegável, deu desde asua inauguração há 123 anos atrás, para essa mesma mobilidade e para o desenvolvimento do Vale do Tua.

Num momento em que pesa sobre a Linha do Tua a ameaça de submersão, é, mais que nunca, fundamental fazer ouvir a voz das populações do Vale do Tua, dos transmontanos, de todos os que têm defendido esta Linha, de todos os que defendem o direito à mobilidadecomo uma componente essencial do desenvolvimento e da modernidade, de todos os que consideram o caminho-de-ferro como um transporte amigo do ambiente e ainda de todos os que defendem que os valores patrimoniais deste país devem ser preservados e contribuir para o seu desenvolvimento.

A Vigília terá lugar no Sábado 18 de Setembro, entre as 18 e as 24 horas, no Largo Luís de Camões, em Lisboa (caso não haja nada a impedir, senão será no Rossio). Durante a Vigília haverá diversas animações de carácter cultural. A Linha do Tua conta com todos.

O Movimento de Cidadãos em Defesa da Linha do Tua
A Associação dos Amigos do Vale do Rio
Partido Ecologista “Os Verdes”

03/01/2009

A quinta linha do Metro

A linha verde a grosso representa as linhas da CP

Descubro frequentemente que há muitos lisboetas que não têm noção que existem outras linhas ferroviárias urbanas. Até podem saber que existem as linhas do CP, mas nunca pensam nelas como linhas urbanas quando se deslocam. Seja por falta de hábito, por desconhecimento, por não saberem que é possível fazer percursos dentro da cidade nos comboios, etc.
E não me refiro apenas aos lisboetas cuja deslocação se resume ao "da garagem para a garagem", refiro-me a quem usa o transporte público no dia-a-dia. Para mim, que moro perto da estação Roma-Areeiro, é o melhor transporte para o Parque das Nações e Alcântara/Belém... mas raramente se vê alguém a fazer esses percursos.

A culpa é atribuível à eterna e absurda divisão entre o Metro de Lisboa e CP-Lisboa. A ausência das linhas da CP nos mapas da rede do Metro que estão afixados nos comboios e estações do Metro, e vice-versa (a CP ao menos tem o diagrama acima na sua página, o Metro nem isso!), não pode ser atribuida a outra coisa que não a uma birra de crianças. Se a figura deste post estivesse por cima das nossas cabeças quando estamos no Metro, o problema seria claramente menor... E não custaria muito alterar isso. A isto soma-se o problema da bilhética, os preços diferentes, os horários incompatíveis, a não integração da rede CP no passe L, etc.

Faça um favor à cidade, relembre isto hoje a alguém.

As linhas da CP, apesar de terem uma frequência menor de comboios, têm a vantagem de ter horários fixos, disponíveis aqui.

26/11/2008

Novidades sobre a expansão do Metro de Lisboa

Metro de Lisboa com expansão associada à linha do Oeste

A nova fase de crescimento da rede do Metro de Lisboa (ML) no século XXI está agora a dar os primeiros passos. Além de se manterem as possibilidades de criar novas estações na Estrela, Campolide, Amoreiras, Campo de Ourique ou Alcântara, está em estudo a ligação entre a Amadora e Odivelas através de “trólei bus” (autocarro sobre rodas alimentado por electricidade) e a expansão para Norte e para a periferia da cidade, preferencialmente, mas não exclusivamente, através de linhas de metropolitanos ligeiros (equivalentes aos do Metro do Porto ou do Sul do Tejo, na margem Sul).

“É preciso ter a noção de que os metropolitanos são mais adequados para os transportes urbanos e não para os suburbanos. O Metro de Lisboa vai aos concelhos limítrofes, e deve ir, mas em termos de expansão a questão é diferente. Os comboios é que existem para os transportes suburbanos, mais os transportes colectivos rodoviários”, defende Ana Paula Vitorino, secretária de Estado dos Transportes, em declarações ao Diário Económico.

(...)

Existe um elemento novo, que é associar esse projecto ao investimento na variante [duplicação] da linha ferroviária do Oeste”

(...)

Outro projecto de expansão da rede do ML em associação com a CP vai verificar-se na linha azul, entre a Amadora e Odivelas. “Com a Câmara da Amadora, está um projecto em cima da mesa, designado ‘mega-trólei bus’, que irá fazer a ligação entre o futuro centro comercial Dolce Vita Tejo e estação dupla do ML e da CP na Reboleira (ver caixa ao lado). Está em estudo uma segunda fase deste projecto, que pretende fazer a ligação, também em ‘mega-trólei bus’, entre a estação da Reboleira e a linha amarela do metro, em Odivelas.



“Planear os transportes não é colorir desenhos”

Ana Paula Vitorino promete para breve as linhas-mestras da nova fase de expansão do Metro.

(...)

A complexidade das análises custo-benefício, a identificação das assimetrias de serviço de transportes na área metropolitana de Lisboa, os estudos de tráfego, de mobilidade e de tendência de emprego são as variáveis que têm vindo a ser trabalhadas. Depois de apurados os indicadores de cobertura espacial e populacional e o tempo médio de acesso, por freguesia, a uma estação do Metro, da CP ou da Fertagus, procedeu-se à marcação de zonamento de hierarquias de serviço.

(...)

A governante acrescenta que há ainda muita decisão em equação. “Por exemplo, em Alcântara, já foi decidido o desnivelamento. Justifica-se ter ali um metropolitano, mas falta ainda ter indicadores objectivos para saber se vai ser um metro pesado ou ligeiro de superfície”, reconhece Ana Paula Vitorino.

(...)

Campo Grande a triplicar
Joaquim Reis, presidente do ML, disse ao DE que a empresa está “a proceder ao levantamento topográfico e de procura de passageiros e esperamos ter tudo concluído e apresentado durante o primeiro trimestre de 2009”.

Sobre o cruzamento da linha Amarela com as linhas Vermelha e Verde no Campo Grande, Joaquim Reis destaca que se “pretende fazer ali um interface das três linhas”.

“Se se concretizar esse projecto, a estação do Campo Grande seria a primeira do género em Portugal”, adianta Joaquim Reis, referindo, contudo, que existem algumas dificuldades técnicas para efectuar esse interface.


Metro ligeiro exige empresa?
“Não ponho fora de questão que o Metro de Lisboa tenha de evoluir de um metro pesado para um metro ligeiro. Mas, é preciso ter em linha de conta que a gestão de um metro pesado é muito diferente da de um metro ligeiro”, avisa Joaquim Reis. O presidente do Metro de Lisboa duvida mesmo que essa especificidade do modelo de negócio não exija a criação de uma sociedade própria para o efeito. “Em termos de disponibilidade de oferta, é melhor haver uma gestão única, concentrada numa empresa só. Mas, em termos de repartição de custos e de gerar sinergias não é tão linear que uma empresa de gestão única e centralizada traga vantagens. Daí, talvez seja interessante avaliar se é necessário criar uma empresa específica para gerir o sistema de metro ligeiro que vier a ser criado em Lisboa”, defende Joaquim Reis.


"Vamos a ver se é neste PER que o Metro finalmente chega à zona ocidental de Lisboa.
Mais uma empresa para o metro ligeiro? Mais confusão tarifária (que na AML já é pouca)? Mais passivos astronómicos? Mais tachos?"

09/10/2008

Seis milhões de euros despejados na sucata

Lisboa. Passagem superior pedonal de Alcântara desmontada Custou seis milhões de euros e serviu durante quase duas décadas para ligar as estações de comboios de Alcântara-Terra e Alcântara-Mar, em Lisboa, mas está agora transformada num monte de sucata depositado nas instalações da REFER - Rede Ferroviária Nacional - na Avenida de Ceuta. "A estrutura foi especificamente concebida para aquele projecto e não pode ser reutilizada noutro espaço", explicou fonte da empresa.

A passagem superior pedonal de Alcântara foi desmontada em finais de Setembro e agora os utentes terão de esperar mais quatro anos por uma alternativa. O projecto "Nova Alcântara", anunciado em Março pelo Governo de José Sócrates prevê, entre outras obras, que até 2012 esteja concluído o enterramento da Linha de Cintura e a construção de uma única estação - Alcântara Rio - com acesso subterrâneo.

Mas José Godinho, presidente da Junta de Freguesia de Alcântara, gostaria que o plano fosse mais ambicioso e contemplasse também o soterramento da linha de Cascais até à zona da Avenida Infante Santo. "Seria a melhor solução para libertar aquela área dos comboios."

O que já não tem solução, esclarece José Godinho, é a travessia pedonal que, ao longo de 17 anos, assegurou a ligação entre as duas estações de comboios: "A estrutura foi inaugurada em Setembro de 1991 e custou na altura 1,2 milhões de contos [seis milhões de euros] pagos pelo Estado. Desde o início defendi que esta seria uma obra inútil."

Os elevados custos de vigilância e de manutenção foram as principais razões para o autarca prever o fracasso do projecto: "Após a inauguração da obra, a REFER contava gastar 41 mil contos [205 mil euros] por mês para manter e vigiar o espaço, mas ao final de três anos desistiu--se de assegurar o policiamento permanente." A estrutura deixou de ser utilizada e acabou por degradar-se.
In DN

13/08/2008

Extensão da linha Azul do metro até à Reboleira

O Metropolitano de Lisboa vai ganhar 4 milhões de novos passageiros por ano, graças à extensão da linha entre a Amadora-Este e a Reboleira.

Com um investimento estimado em 58 milhões de euros, a nova estação da Reboleira deverá iniciar actividade no primeiro semestre de 2011, período a partir do qual passará a haver uma ligação entre a linha azul do metro e a linha de Sintra da Refer, há muito aguardada.

in Agência Financeira

O contrato, celebrado na presença da secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, prevê a construção de uma galeria dupla de cerca de 200 , um término de 280 metros e uma estação com cais de cem metros de comprimento de 'interface' com a actual estação de comboios da Reboleira, na linha de caminhos-de-ferro de Sintra.
in Sic.pt

Obra resolve «incoerência» e não vai prejudicar CP

Segundo a secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, que esteve presente na cerimónia, este prolongamento resolve «uma das maiores incoerências técnicas» da região metropolitana de Lisboa, que era a incapacidade de ligar o metro da linha azul (com a actual paragem terminal em Amadora-Este) ao comboio de Sintra «devido a uma falha de 200 e tal metros».

Sobre as acusações de que a obra poderá prejudicar o tráfego nos comboios da CP, Ana Paula Vitorino disse discordar, até porque «os sistemas de transporte público não existem para as empresas de transporte, mas para melhorarem a qualidade de vida dos cidadãos».

Aos jornalistas, a responsável pela pasta dos Transportes assegurou que a chegada do metropolitano à Reboleira trará globalmente mais utilizadores de transportes públicos e acabará por «resolver uma incoerência».

«Não fazemos 200 e tal metros porque prejudica a CP. Não é verdade. Ao melhorarmos o sistema global, estamos a melhorar o número de clientes de todo o sistema de transportes», acrescentou.

In Agência Financeira

O metro no futuro

Quando os trabalhos estiverem concluídos, passará a ser possível a um passageiro realizar o percurso entre a Reboleira e o Marquês de Pombal em 19,5 minutos e entre a nova estação e Santa Apolónia em 27 minutos.

A obra é mais uma incluída no projecto de rede futura do Metropolitano de Lisboa, que terá 57 estações e 45,2 quilómetros de linhas.

in Agência Financeira

A extensão da linha Azul entre a Amadora-Este e a Reboleira deverá estar concluída em 2011 e insere-se no plano de expansão da rede do Metropolitano de Lisboa, que, depois da abertura das estações do Terreiro do Paço e Santa Apolónia prevê ainda a entrada em serviço de mais seis novas estações até 2011, distribuídas entre a linha Azul e a Vermelha, atingindo um total de 9,6 novos quilómetros de rede.

Assim, na Linha Vermelha, a ligação Alameda/São Sebastião, que inclui a construção de duas novas estações, numa extensão de 1,8 quilómetros, tem abertura prevista para 2009, enquanto a ligação Oriente/Aeroporto, com três novas estações, estará concluída em 2010.

A ligação entre São Sebastião e Campolide deverá estar concluida em 2011, uma obra que implicará a construção de uma nova estação.
in Sic.pt

Video da sic aqui

21/04/2008

CP e Refer querem que comboios continuem em Santa Apolónia

In Público (20/4/2008)
Carlos Cipriano

«Proposta do presidente da Câmara de Lisboa para a estação terminal lisboeta contestada pelas empresas do sector ferroviário


A proposta de António Costa de desactivar a estação de Santa Apolónia para a transformar num terminal de cruzeiros não é viável nem desejável, dizem a CP e a Rede Ferroviária Nacional (Refer), pela importância de manter um canal com um transporte de elevada capacidade até ao coração da cidade.
O porta-voz da CP diz que a empresa "tem em mente continuar a efectuar a ligação suburbana sobre Santa Apolónia" e realça o facto de há pouco tempo ter sido inaugurada a ligação entre o metro e comboio, o que "é relevante para o sistema de mobilidade da Área Metropolitana de Lisboa". A CP chama ainda a atenção para o facto de aquela eventual eliminação provocar o congestionamento sobre a Linha da Cintura, por desvio de tráfegos que se dirigem a Santa Apolónia.
Por parte da Refer, as propostas do presidente da Câmara de Lisboa "não fazem sentido, são despropositadas e caíram muito mal no conselho de administração da empresa", disse uma fonte da empresa. Oficialmente, porém, o gabinete de comunicação da gestora de infra-estruturas ferroviárias respondeu que a Refer não se pronuncia sobre esta questão.
A empresa está de acordo com a requalificação daquela área, mas entende que seria um erro eliminar o canal ferroviário dali, não só pelo sistema de transportes (a vantagem de se chegar ao centro da cidade e à ligação com o metro), como pela necessidade de parqueamento dos comboios e de ter a actividade logística indispensável a qualquer estação terminal e que será impossível assegurar na Gare do Oriente por absoluta falta de espaço.
Aliás, a própria sede da Refer, presentemente instalada no complexo de Santa Apolónia, esteve para se mudar para Braço de Prata, mas tal revelou-se impossível devido à ocupação daquela área pelas linhas do comboio de alta velocidade. Alcântara surge agora como a hipótese mais provável para fixar a sede da empresa.
"Uma coisa é a requalificação daquele espaço, com a qual estamos de acordo e para a qual achamos que se devem trazer mais serviços e actividades para dar vida à estação e criar mais valor, outra é eliminar simplesmente o caminho-de-ferro dali, o que seria um grave erro", disse uma fonte da empresa.
Para o próprio Metropolitano de Lisboa, tal também não era desejável, uma vez que iria congestionar a Linha Vermelha no Oriente, em vez de distribuir a procura entre aquela estação e a de Santa Apolónia e o seu interface com a Linha Vermelha.
"António Costa defende o uso do transporte público e a redução de viaturas em Lisboa e depois vem defender o encerramento de uma via férrea que serve o centro da cidade." A frase é de um alto quadro da Refer, que pediu o anonimato e que lamenta o "tique" dos autarcas lisboetas em querer fechar linhas para eliminar o seu "efeito barreira" na cidade. Já Pedro Santana Lopes, em 2004, propôs o fim do Cais do Sodré para que a Linha de Cascais terminasse em Alcântara e, numa segunda fase, em Algés, para requalificação da zona ribeirinha. Ana Paula Vitorino, secretária de Estado dos Transportes, considerou então a ideia "inconsistente, absurda e inviável", defendendo a manutenção do Cais do Sodré, por estar ligada ao metro.»

11/10/2007

Lisboa: Túnel do Rossio abre em Janeiro

In Correio da Manhã (11/10/2007)

«O túnel do Rossio deverá abrir a 15 de Janeiro, segundo apurou o CM. A estrutura ferroviária foi encerrada em Outubro de 2004, perante a ameaça de colapso.

Nesta linha da CP, que liga a estação do Rossio a Sintra, viajavam diariamente 70 mil passageiros. O custo da obra ronda os 40 milhões de euros e contempla a recuperação total. (...)»