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24/09/2015
15/10/2013
Palácio Marim-Olhão a desfazer-se, como é possível, CML?
Exmo. Senhor Presidente
Dr. António Costa
Cc. AML, Media
Como é do conhecimento de V. Exa., o Palácio Marim-Olhão, sito na Calçada do Combro, que foi «Mandado erigir por um fidalgo da casa dos Cunhas, ou Palácio do Correio Velho, como também é conhecido, foi pertença dos Condes de Castro Marim e Marqueses de Olhão durante largos anos.» (in Renovar Lx), está, literalmente, a desfazer-se, como se comprova pela fotografia em anexo, tirada ontem...
Relembramos a V. Exa. que «a Câmara Municipal de Lisboa adquiriu o edifício, no âmbito da reabilitação urbana, e actualmente é gerido pela EGEAC, tendo uma função predominantemente cultural.» (idem).
(*) O que perguntamos é:
- Como é possível que a CML não tenha ainda considerado o Palácio Marim-Olhão como uma prioridade em termos de reabilitação urbana?
- Como é possível que a CML não tenha planeado instalar para aquele edifício uma ocupação que o potencie e lhe dê vida?
- Como é possível que um edifício da importância do Palácio Marim-Olhão esteja a cair aos bocados, ainda que mantenha desde há muitos anos um conhecido leiloeiro a funcionar num dos pisos arrendados pela CML?
- Como é possível que este edifício não esteja classificado, no mínimo, como Imóvel de Interesse Municipal?
Melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, António Branco Almeida, Miguel de Sepúlveda Velloso, Nuno Caiado, Júlio Amorim, Virgílio Marques, Fernando Jorge, Carlos Matos, Jorge Lopes, Alexandre Marques da Cruz, Beatriz Empis
...
(*) Posteriormente a este envio, recebemos da EGEAC indicação esclarecendo que o Palácio não é gerido pela EGEAC, contrariando assim info disponível no site da CML: http://revelarlx.cm-lisboa.pt/gca/?id=606. Obrigado.






