03/07/2017
22/03/2017
Quais vilas operárias, qual quê. Qual PDM qual quê. Viva a construção civil, que continua DDT!
11/11/2016
A Vila Martel está salva - parabéns à CML e à DGPC mas é preciso mais
Dr. Fernando Medina,
Exma. Senhora Directora-Geral do Património Cultural
Arq. Paula Silva,
Serve o presente para manifestarmos a V. Exas. o nosso regozijo pela reprovação do projecto urbanístico que ameaçava sobremaneira a histórica Vila Martel, facto que terá já levado o seu promotor a desistir do mesmo.
A Vila Martel está salvaguardada!
Trata-se de uma vitória do património e da memória da cidade e dos pátios e vilas operárias de Lisboa, em particular, tão bem defendidos pelo saudoso Arq. Nuno Teotónio Pereira; uma vitória de um património esquecido, bastas vezes abandonado e destruído, como todos sabemos, seja propriedade privada ou municipal, estando ele parcialmente habitado ou simplesmente devoluto. É um património riquíssimo e inexplicavelmente subaproveitado e, pior, desvalorizado, e esta decisão da CML é um dado importante, uma boa prática que esperamos sirva de exemplo.
Cumpre-nos ainda elogiar a CML pelo anúncio feito recentemente de que irá colocar em prática um programa de 8,5 milhões de euros para a requalificação de 9 dos 34 pátios e vilas ainda de pé e de que é proprietária, o que sendo curto não é despiciendo, de modo nenhum. Esperamos que essa requalificação não signifique a descaracterização irreversível de nenhum dos 9 pátios e vilas e que o programa seja posteriormente alargado aos restantes 25.
Incentivamos a CML e a DGPC a que, em conjunto, desenvolvam um programa alargado a todos os pátios e vilas com valor histórico em Lisboa, assente em fiel inventário e respectiva carta de risco, de modo a que dele resulte um conjunto claro de regras, encargos e boas práticas, que sirva de apoio nos processos de reabilitação e conservação desses pátios e vilas, sejam estes de propriedade municipal ou privada (aqui reside, inclusive, o grosso dos pátios e vilas com maior valor patrimonial, histórico e de memória, muitos deles singulares e já raros na cidade - ex. Vila Raul); um programa que releve o contributo destes pátios e vilas para o evoluir e a compreensão da cidade, o potencial que estes conjuntos têm para a fixação de população e manutenção da diversidade social, etc. À CML deveria igualmente caber a garantia de que as intimações para a realização de obras, nos casos mais urgentes, são acatadas, bem como a lançar um sistema de incentivos direccionado à reabilitação deste edificado tão especial para a cidade.
E que a Vila-atelier Martel seja a 1ª das reabilitações bem conseguidas.
Melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Serpa, Júlio Amorim, Inês Beleza Barreiros, António Araújo, João Filipe Guerreiro, Rui Martins, Albina Martinho, João Oliveira Leonardo, Fernando Jorge, Carlos Moura-Carvalho, Jorge Pinto, Irene Santos, Fátima Castanheira, Fernando Silva Grade e Miguel de Sepúlveda Velloso
16/03/2016
O quê? Importa-se de repetir? É isto a homenagem da CML a Nuno Teotónio Pereira, que tanto se bateu pelas vilas operárias? Bah!
Por JOSÉ ANTÓNIO CEREJO
20/01/2016
Morreu o arquitecto Nuno Teotónio Pereira
In Público Online ()
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Muita pena. Lisboa deve-lhe muito, desde logo o facto de ter sido graças a ele que a Vila Luz Pereira está Em Vias de Classificação desde Setembro do ano passado.
18/09/2015
Foi aberto procedimento de classificação da Vila Luz Pereira:
Foto: blog apontamentos de lisboa
18/06/2014
No seguimento da passagem dos 135 anos sobre o nascimento do Arq. Manuel Joaquim Norte Júnior e no rescaldo da nossa conferência «Lisboa Entre Séculos - A Arquitectura Ameaçada dos Séculos XIX-XX» (ver info em https://sites.google.com/site/cidadanialxdocs/urbanismo-finais-sec-xix-xx), iremos realizar uma visita guiada (gratuita) à Graça no próximo dia 21 de Junho, com início marcado para as 10h, sob o lema «A Graça Operária e o Arq. Norte Júnior».
Percurso: Vila Sousa (inclui interiores) - Vila Maria - Bairro Estrela d' Ouro (inclui entrada na Vivenda Rosalina e no que resta do Royal Cine) - Vila Berta - Voz do Operário (inclui visita pormenorizada ao interior).
A visita será guiada pela Arq. Catarina Diz de Almeida e pelo Dr. Álvaro Tição.
Ponto de encontro: Jardim defronte à Vila Sousa/ Igreja da Graça (10h).
MARQUE NA SUA AGENDA, APAREÇA E DIVULGUE, S.F.F.
26/04/2014
Tesouros do baú de Pedro J. #10
Ou quando se falou das Vilas (que é o que mais se costuma fazer…), em 8 docs pdf em pdf em https://sites.google.com/site/cidadanialxdocs/tesouros-do-bau-de-pedro-j)
06/01/2014
Que futuro para as Vilas Operárias de Lisboa?
A propósito desta bela reportagem de O Corvo (http://ocorvo.pt/2014/01/06/morar-na-vila-amaral-nao-da-estatuto/), e como ainda restam algumas mais por Lx, desde as nas encostas da Almirante Reis, na Graça, no Cp Pequeno, Estrela, Cp Ourique e, claro, nas Amoreiras de ambos os lados do viaduto (onde ainda é possível tirar fotos como a que ilustra este post), há que repensar as Vilas Operárias, intervir naquelas que são da CML, fomentar a recuperação e reformulação dos seus programas habitacionais, nas outras que não o são. Qualquer dia não haverá nada senão as (poucas) classificadas e/ou mais 'in'. Que futuro?
17/01/2013
Alguma novidade (boa) na Vila Doroteia?
Aqui há uns poucos meses, alguém pediu que tentássemos ajudar a Vila Doroteia, na Rua das Trinas, pois estaria a precisar de obras urgentes. Não conseguimos. O PCP fez um Requerimento à CML para que agisse em conformidade, mas nunca mais se soube nada... Nada houve/há?
Foto: http://mariomarzagaoalfacinha.blogspot.pt/2011/05/vila-com-tantas-ruas-nao-se-ve-todos-os.html
20/07/2010
1500 pessoas defendem vilas de Benfica
«Um grupo de cidadãos de Benfica, Lisboa, vai entregar este mês na autarquia uma petição com mais de 1500 assinaturas, em que pedem a preservação e recuperação da Vila Ana e da Vila Ventura, dois casarões centenários situados no número 674 da Estrada de Benfica.
Os edifícios, que constam do Inventário Municipal do Património e testemunham o estilo arquitectónico das casas apalaçadas e das quintas por que Benfica era conhecida no séc. XIX, estão agora num estado avançado de degradação, apesar de ter ainda três inquilinos. A empresa proprietária, a Ormandy Portuguesa, foi já intimada pela autarquia a avançar com as obras, sob pena de a autarquia tomar posse administrativa dos imóveis e fazer obras coercivas. Alexandra Carvalho, do movimento de cidadãos, soube ontem que "já há conversações" com a empresa e que uma solução está "em estudo". Mas mantêm-se as preocupações com o eventual desmoronamento dos imóveis ou o risco de incêndio devido ao "matagal" em que se tornaram os jardins. A autarquia já garantiu que vai emparedar o piso térreo.»
06/05/2010
Deslizamento térreo em Lisboa derruba casas, mas não faz vítimas
«Um deslizamento de terrenos na Rua Damasceno Monteiro, em Lisboa, motivou hoje, quarta-feira, o derrube de várias casas habitadas, mas nenhum morador ficou soterrado.
Segundo disse à Lusa fonte do regimento de sapadores bombeiros, o incidente ocorreu pelas 17:20 numa encosta, conhecida por Escadinhas Damasceno Monteiro, onde o próprio terreno que sustenta as pequenas habitações, de um só piso, deslizou.
No local estão já duas dezenas de bombeiros apoiados por cinco carros, mas estão a ser movimentados mais meios, nomeadamente uma brigada cinotécnica.
O INEM avançou entretanto que não há vítimas mortais. Um casal que morava num dos prédios não estava em casa e uma outra habitante terá conseguido fugir a tempo.
Ao JN, moradores da zona declararam que já desde ontem começaram a sentir fissuras a abrir nas casas e que hoje foram surpreendidos com o deslizamento[...]»
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«Casas que deslizaram eram habitadas por sem-abrigo e toxicodependentes»









