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07/05/2020

R Rodrigo da Fonseca 6-8- Reprovação de projecto de ampliação - aplauso e incentivo à CML


Exmo. Senhor Vereador
Eng. Ricardo Veludo


C.C. PCML, AML, JF e media

Vimos por este meio aplaudir a CML e os serviços que V. Exa. tutela, pela reprovação do projecto de alterações e ampliação, com demolição de interiores, da autoria do arq. Manuel Aires Mateus, previsto para o edifício uni-familiar da Rua Rodrigo da Fonseca, nº 6-8.

Trata-se de uma reprovação a aplaudir por ser exemplar, uma vez que o seu contrário significaria a alteração radical, descaracterizadora a todos os níveis, daquele que é um dos raros exemplares autênticos e carismáticos daquele que já foi o bairro mais notável de Lisboa, o Bairro Barata Salgueiro, bairro que tem vindo a ser profundamente descaracterizado ao longo das últimas décadas, conforme é do conhecimento de V. Exa.

Além disso, e mais uma vez, estaríamos perante um projecto de alterações profundas num edifício que, além de intacto, está protegido pela Carta Municipal do Património (item 46.31).

Mandam as boas práticas que devemos promover a reabilitação de facto nos edifícios que claramente são reabilitáveis como é o caso deste. Não estamos perante uma ruína que poderia justificar uma intervenção mais pesada e sem consideração pelos valores patrimoniais.

Congratulamo-nos com a reprovação deste projecto (proc. nº 129/EDI/2019) e incentivamos a CML a continuar a boa prática de fazer respeitar escrupulosamente o Regulamento do Plano Director Municipal em vigor.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Mariana Carvalho, Miguel de Sepúlveda Velloso, Fernando Jorge, Pedro Cassiano Neves, Virgílio Marques, Rui Martins, Júlio Amorim, Rui Pedro Barbosa, Pedro Jordão, Nuno Fonseca, Nuno Castro Paiva, Bárbara Lopes, Filipe Lopes, Filipe Teixeira, Helena Espvall, Gustavo da Cunha, Jorge Pinto, Beatriz Empis, António Araújo, Pedro Malheiros Fonseca, Fátima Castanheira, Pedro Machado, Manuel Araújo

12/03/2014

Incêndio em prédio em Lisboa em fase de rescaldo

Trânsito cortado por tempo indeterminado na rua Rodrigo da Fonseca, entre a Braancamp e a Artilharia Um.
Público e Lusa, 12 Março 2014
O incêndio que deflagrou, na madrugada desta quarta-feira, no edifício em obras da rua Rodrigo da Fonseca, em LIsboa, foi dado como controlado às 3h30 tendo entrado, em seguida, em fase de rescaldo, disse à agência Lusa fonte da Protecção Civil. Esta manhã o trânsito está cortado por tempo indeterminado naquela artéria, entre a Braamcamp e a Artilharia.
De acordo com fonte da divisão de trânsito da PSP de Lisboa, naquela rua encontra-se uma grua que operava no prédio de habitação e que foi afectada pelo fogo. “Não se sabe quais os danos na grua, pelo que continuamos no local para controlar o que pode acontecer”, explicou.
O trânsito na rua Braamcamp, entre as ruas Castilho e a Alexandre Herculano, foi reaberto pelas 6h00.
Cerca das 4h30, o director municipal de Protecção Civil e comandante do regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa, tenente-coronel Pedro Patrício, fez um balanço do incêndio numa altura em que este já estava em rescaldo há cerca de uma hora.
Pedro Patrício disse que o prédio, de habitação, que se encontrava em obras de reabilitação era composto por um estrutura de madeira que estava a ser trabalhada e que o incêndio terá deflagrado do lado direito do terceiro piso numa "zona técnica" onde existiam quadros eléctricos. Contudo, o responsável não avança, para já, com as causas do acidente.
O mesmo disse que a primeira preocupação dos bombeiros foi garantir a segurança dos edifícios contíguos e dos seus moradores, o que levou à evacuação de um edifício e de um hotel situado em frente ao prédio em chamas, apesar de, pelas 4h10, os moradores terem sido autorizados a regressar.
Já o hotel sofreu apenas alguns danos nas vidraças devido à acumulação de calor que terá provocado também a explosão de uma cabine eléctrica da grua que dava apoio à obra.
No local estiveram 80 bombeiros, elementos da protecção civil municipal e da PSP, apoiados por um total de 60 viaturas.
O trânsito no local e nas imediações do edifício continua cortado ou condicionado para a desmobilização de meios, com Pedro Patrício a acrescentar que alguns bombeiros irão permanecer na zona para vigiar o local.
Os proprietários do imóvel estiveram a acompanhar o evoluir do combate ao fogo.

Na manhã desta quarta-feira, os serviços municipais de protecção civil vão inspeccionar os edifícios vizinhos e o prédio sinistrado para apurar que trabalhos serão precisos e da necessidade ou não de demolição do prédio ardido.