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15/02/2018

A JF Areeiro anda a gozar com o Regulamento do Arvoredo, não anda?


Podar assim a magnólia da Praça João do Rio, abater plátanos sadios no Bº Arco do Cego??
(fotos via Rosa Casimiro)

23/05/2016

Abate de árvores na Rua Júlio Andrade (ao Torel) - Pedido de esclarecimentos à DMEV/CML e JF

Exmos. Senhores Responsáveis
do Departamento Municipal de Ambiente e Espaços Verdes
Exmos. Senhores Presidentes das Juntas de Freguesia de Arroios e de Santo António


C.c. Vereador Sá Fernandes, PCML, AML, Vereador Manuel Salgado, Vereadora Catarina Vaz Pinto, DGPC, LPVVA e ICNF

Fomos informados por moradora na Calçada Moinho do Vento que estará iminente o abate das árvores (centenárias, algumas delas) da Rua Júlio Andrade, ao Torel, que, como é do conhecimento de V. Exas. não só pertence ao conjunto classificado de Imóvel de Interesse Público do Campo Mártires da Pátria (ver anexo), como é uma das raríssimas artérias românticas ainda preservadas na cidade de Lisboa, faceta pela qual é conhecida no estrangeiro, inclusive; é constituída por 7 palacetes, 3 deles abandonados e, portanto, sem moradores e, além disso, um arruamento onde não existe falta de estacionamento já que quase todos os edifícios possuem local para estacionamento dentro dos próprios lotes.

Além do exposto, constata-se que nenhuma das árvores sofre de problemas fitossanitários que impliquem o seu abate como obrigatório, muito pelo contrário.

Conforme fomos informados, o motivo invocado para tal empreitada é o de aumentar a oferta de estacionamento automóvel, o que se nos afigura como caricato.

Antes de eventuais procedimentos de outra ordem, solicitamos a esses Serviços, portanto, que nos informem se se confirma tal empreitada?
E, no caso de tal se confirmar, solicitamos que nos informem quem deu autorização para a mesma, com que fundamento e se as entidades com jurisdição para tal - Laboratório de Patologia Vegetal Veríssimo de Almeida, Direcção-Geral do Património Cultural e Instituto de Conservação da Natureza e Florestas - se pronunciaram igualmente.

Melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Marques da Silva, Júlio Amorim, Jorge Lima, Miguel Atanásio Carvalho, Gonçalo Cornélio da Silva, Nuno Caiado, Miguel Lopes, Pedro Janarra, Luís Serpa, Leonor Areal, Jorge Pinto, Miguel de Sepúlveda Velloso, Rosa Casimiro, Maria do Rosário Reiche, Rita Filipe Silva, Maria de Morais

O quê, querem abater as árvores centenárias da Júlio de Andrade para terem estacionamento automóvel?


01/06/2015

Olha, olha, voltou a serra eléctrica a Monsanto!


«Junto à prisão de Monsanto, todos os Plátanos(?) do lado direito do portão abatidos. será que se seguem os restantes ?»
Pergunta e foto de AL.

20/05/2013

APELO URGENTE AOS LISBOETAS PARA QUE POSSAM SER SALVOS OS TRÊS PLÁTANOS MONUMENTAIS DO CAIS DO SODRÉ


As obras de requalificação do Cais do Sodré e Corpo Santo irão pôr em causa a sobrevivência dos três Plátanos Monumentais existentes frente ao Nº. 8 da Praça do Cais do Sodré.

Sabemos, tendo em conta o que aconteceu recentemente na Av. Ribeira das Naus, qual a atitude da Câmara Municipal de Lisboa para com as árvores face ao plano de requalificação da Frente Ribeirinha da Baixa Pombalina.

Também, no que se refere aos Plátanos do Cais do Sodré, a CML pondera o seu abate ou transplante, não sabendo ainda para que local.

Cabe aos Lisboetas a salvaguarda das árvores da sua cidade.

Decorre até ao próximo dia 27 de Maio o período de discussão pública da proposta do Projeto Base para Requalificação do Espaço Público da Zona Poente da Frente Ribeirinha da Baixa Pombalina: Cais do Sodré/Corpo Santo.

Deste espaço de Intervenção Cívica lançamos um apelo a todos os lisboetas para que, usando o direito democrático da “Discussão Pública”, sugiram à Câmara Municipal de Lisboa que reveja a sua posição face aos Plátanos do Cais do Sodré e os mantenha no local onde presentemente se encontram, alterando o traçado da circulação automóvel a fim de não interferir com as árvores em apreço. Estamos certos de que os projetistas da obra encontrarão uma solução a contento de todos. Sugerimos, como exemplo, que a passagem de duas para três faixas de rodagem fosse feita não antes mas depois dos plátanos.

Desde já gratos pela vossa atenção e colaboração.

João Pinto Soares

26/04/2013

AS ÁRVORES DE LISBOA


O milagre da vida começa a manifestar-se, reagindo às malfeitorias praticadas pelo Homem.

Plátano do logradouro nas traseiras da Igreja de São Domingos em Lisboa.


João Pinto Soares

10/01/2013

Plátano no logradouro da Igreja de S. Domingos em Lisboa

Chegado por e-mail da Liga dos Amigos do Jardim Botânico:
«Caros amigos,

Encaminhamos esta imagem de mais uma vítima de poda violenta e incorrecta: um plátano que dava sombra ao logradouro nas traseiras da Igreja de São Domingos foi recentemente decepado.

Este crime contra as árvores aconteceu bem no centro de Lisboa, no cruzamento da Rua de Barros Queiroz e Rua da Palma.

Obrigada.

Manuela Correia»

17/06/2010

Plátano de Hipócrates do P.Real está classificado!


O pedido tinha sido feito há meses, por nós (aqui), e eis que já há classificação. Foi um processo moroso mas compensador para quem gosta de árvores, da sua beleza e de quem tem por missão preservá-las. Há, contudo, uma pessoa a quem todos nós devemos estar gratos, a nossa Amiga Susana Neves. Obrigado!

11/06/2010

Querem abater 100 tílias e plátanos no Liceu Camões?!


Chegado por e-mail:


«ASSUNTO URGENTE - Corte massivo de árvores numa escola


Querem abater 100 tílias e plátanos no Liceu Camões?!
Caros colegas,


Venho desta forma pedir a quem tiver, o contacto directo (telefone, email, ou outro) do arquitecto Ribeiro Teles.

Isto é urgente porque tem a ver com a questão de que o Ministério da Educação e a entidade empresarial "Parque Escolar" responsável pelo projecto (ver link abaixo indicado), pretendem cortar todas as mais de 100 árvores existentes no Liceu Camões (perto de Picoas, em Lisboa), na sua maioria Tílias e Plátanos, algumas árvores muito raras como Coralina e Jacarandá, e quase todas com mais de 80 anos.

Através da minha pessoa, o núcleo de Lisboa está a acompanhar esta situação urgente. Já estive na escola, tirei fotografias, fiz um pequeno relatório e tive uma reunião com os alunos da Associação de Estudantes que me explicaram melhor todo o contexto. Em breve irei ter outra reunião com a direção da escola.

Nesta sexta-feira irá haver um debate na escola acerca deste assunto e com os responsáveis pelo projecto, no qual irei participar, e era importante que mais pessoas da Quercus e outras associações, principalmente especialistas nesta matérias, pudessem participar para fazer pressão.

Podem saber mais informações vendo o blog da Associação de Estudantes da escola:
http://xcamoes.blogspot.com/

Cumprimentos
Paulo Daniel
»

09/12/2009

A propósito, muita atenção ao plátano histórico:

Exmos. Senhores
Presidente da Autoridade Florestal Nacional,
Eng. António José Rego,
Director-Regional da Autoridade Florestal Nacional
Eng. Paulo Mateus,


Na sequência da prática continuada, e recente, de graves atentados ao património arbóreo de Lisboa, perpetrados inclusivamente pela própria CML, serve o presente para solicitar à Autoridade Florestal Nacional os seus bons serviços no sentido de estudar a possibilidade de classificação do plátano de grande porte existente na Praça do Príncipe Real, defronte ao nºs 3 e 5, e no enfiamento da Rua do Jasmim (mapa e foto em anexo).

Trata-se, segundo documentação consultada (em rodapé), de uma árvore ali plantada a 9 de Janeiro de 1956, oferecida a Lisboa pelo rei Paulo da Grécia e, tudo leva a crer, descendente do “Plátano de Hipócrates” (http://www.greeka.com/dodecanese/kos/kos-excursions/kos-hippocrates-plane-tree.htm), ainda vivo, 2.500 anos passados, na Ilha de Cós.

Na expectativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos



Paulo Ferrero, António Branco Almeida e Júlio Amorim



Fonte: “Árvore de Hipócrates ou Árvore da Saúde” (Prof. Sebastião Cabral de Costa-Sacadura, 1956).
Anexo: Artigo “Uma Casa na Árvore” (Revista Tempo Livre, Junho de 2007), fotos Google Earth.





18/07/2007

Chegado por email:


«Os plátanos que restam (inclusive alguns de grande ou médio porte) estão todos a secar (...) na placa do jardim, quer do lado da COSEC, quer a meio, em redor das passadeiras rolantes (copa das árvores). Continuo muito preocupada com o que se vai passar a seguir. Aqui, já não há quase nada a salvar, só a reclamar, mas ... e o Campo Grande e as ruas/espaços de Lisboa em geral?

MACastro»

Infelizmente, pouco mais a fazer neste momento, em que não só não existe pelouro da CML como os que existem estão de férias. Esperemos que o calor não aperte ...

22/06/2007

Plátanos do Campo Pequeno: ponto de situação

Numa altura em que os 154 plátanos já foram abatidos, sem apelo nem agravo, e em que os canteiros estão a ser reperfilados (refira-se que os muretes de betão que foram enterrados ao longo dos novos canteiros devem ter danificado mais árvores...), o jardim infantil está a ser totalmente refeito (e bem), o campo de jogos continua ali (mal) e os canteiros já reperfilados, e as caldeiras dos plátanos que hão-de vir, estão já repletos de terra (poeira?), há que fazer o ponto de situação do que se vai fazendo do «lado de cá». Assim:

1. Depois de, há 3 semanas, consultado o processo na Divisão de Matas da CML, e uma vez que o mesmo se apresentou como padecendo de várias incongruências a vários níveis, foram solicitadas aos serviços da CML fotocópias do mesmo; presencialmente e, posteriormente (5 Junho), em carta registada. Aguarda-se resposta!

2. Logo que estejamos na posse das mesmas, enviá-las-emos à Provedoria de Justiça, para maior sustentação à queixa apresentada oportunamente (cujos trâmites decorrem), e à PGR, para apresentação de queixa semelhante.

Ainda o «Presente Grego»


(click na foto para aumentar)


Crónica de Susana Neves, publicada na revista Tempo Livre (Junho de 2007), aqui estão 2 fotografias cedidas pela autora (a mais antiga, imagem reproduzida no livro de Costa Sacadura, que permitiu reencontrar o plátano ...), que ilustram a crónica em questão.

(crónica completa AQUI)