Aspecto dos paineis da exposição de iniciativa municipal «A REVOLUÇÃO ESTÁ NA RUA» no Largo do Chiado e na Rua Garrett. No dia seguinte à inauguração muitos dos paíneis foram logo vandalizados, derrubados e assim ficaram... Há vários dias que servem de lixeira conforme se vê pelas imagens. Lisboa, cada vez mais vandalizada, abusada, imunda?
Um blogue do Movimento Fórum Cidadania Lisboa, que se destina a aplaudir, apupar, acusar, propor e dissertar sobre tudo quanto se passe de bom e de mau na nossa capital, tendo como única preocupação uma Lisboa pelos lisboetas e para os lisboetas. Prometemos não gastar um cêntimo do erário público em campanhas, nem dizer mal por dizer. Lisboa tem mais uma voz. Junte-se a nós!
24/06/2014
20/06/2014
Lisboa regressa à Idade Média?
Hospital de S. José / São Lázaro
Anjos
Bairro das Colónias
Anjos
Paço da Rainha
Rua Antero de Quental
Príncipe Real
Alameda
Agradecemos as imagens enviadas por vários munícipes, um pouco por toda a cidade.
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13/06/2014
FESTAS DE LISBOA: FESTAS DO LIXO?
Nos últimos anos os lisboetas têm assistido à degradação da identidade das Festas de Lisboa, em particular nos espaços públicos dos bairros históricos. De ano para ano é notória a transformação das Festas de Lisboa numa “Festa da Cerveja”. As regras insuficientes por parte da CML levaram, em parte, ao actual cenário de publicidade agressiva e omnipresente por parte das marcas de cerveja. O incentivo ao consumo de alcool é livre e descarado um pouco por toda a cidade histórica, e não só - e a CML/EGEAC tem responsabilidade directa pelas parcerias que tem assinado com uma marca de cerveja.
Concordamos que cada cidadão é livre de consumir alcool – mas quando os impactos negativos ultrapassam a esfera do individual, então há que intervir. E não estamos a falar apenas das ruas e largos cobertos de copos, garrafas, vómito e urina; estamos a falar do custo, a longo prazo, para a sociedade.
As mortes devidas ao consumo de alcool triplicaram desde 1990. O consumo de alcool passou de 6ª a 3ª causa de morte e de acidente em todo o mundo. Este impacto pesa sobre toda a sociedade – e são todos os contribuintes que acabam por pagar a conta. De facto, os problemas causados pelo consumo excessivo de alcool roubam cerca de 1,5% do orçamento do Estado na Europa. Este problema está a piorar de ano para ano e em países como Portugal, onde por tradição o consumo de alcool ocorria essencialmente às refeições, assistimos ao aumento do consumo irresponsável pelos jovens.
Na nossa opinião, o actual modelo de gestão/organização das FESTAS DE LISBOA está a contribuir activamente para o agravamento deste problema de saúde pública. Está também a contribuir para a desqualificação do espaço público e dos edifícios e monumentos históricos da nossa cidade.
Há outras formas de organizar e desenvolver as FESTAS DE LISBOA sem conspurcar e prostituir a cidade histórica nem agravar os problemas de saúde pública da capital e do país. Há outras formas de celebrar as Festas de Lisboa sem ser de garrafa de cerveja na mão.
Fotos: Festas de Lisboa, manhã de 13 de Junho de 2013
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12/06/2014
FESTAS DE LISBOA: FESTA DO ALCOOL?
Nos
últimos anos os lisboetas têm assistido à degradação da identidade das Festas de Lisboa, em particular nos
espaços públicos dos bairros históricos. De ano para ano é notória a transformação
das Festas de Lisboa numa “Festa da
Cerveja”. As regras insuficientes por parte da CML levaram, em parte, ao actual
cenário de publicidade agressiva e omnipresente por parte das marcas de
cerveja. O incentivo ao consumo de alcool é livre e descarado um pouco por toda
a cidade histórica, e não só - e a CML/EGEAC tem responsabilidade directa pelas parcerias que tem assinado com uma marca de cerveja.
Concordamos
que cada cidadão é livre de consumir alcool – mas quando os impactos negativos
ultrapassam a esfera do individual, então há que intervir. E não estamos a
falar apenas das ruas e largos cobertos de copos, garrafas, vómito e urina;
estamos a falar do custo, a longo prazo, para a sociedade.
As
mortes devidas ao consumo de alcool triplicaram desde 1990. O consumo de alcool
passou de 6ª a 3ª causa de morte e de acidente em todo o mundo. Este impacto pesa
sobre toda a sociedade – e são todos os contribuintes que acabam por pagar a
conta. De facto, os problemas causados pelo consumo excessivo de alcool roubam
cerca de 1,5% do orçamento do Estado na Europa. Este problema está a piorar de
ano para ano e em países como Portugal, onde por tradição o consumo de alcool
ocorria essencialmente às refeições, assistimos ao aumento do consumo
irresponsável pelos jovens.
Na
nossa opinião, o actual modelo de gestão/organização das FESTAS DE LISBOA está
a contribuir activamente para o agravamento deste problema de saúde pública.
Está também a contribuir para a desqualificação do espaço público e dos
edifícios e monumentos históricos da nossa cidade.
Há
outras formas de organizar e desenvolver as FESTAS DE LISBOA sem conspurcar e prostituir
a cidade histórica nem agravar os problemas de saúde pública da capital e do
país. Há outras formas de celebrar as Festas de Lisboa sem ser de garrafa de cerveja na mão.
Fotos: Festas de Lisboa de 2013
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08/06/2014
PASSEIOS DE LISBOA: Rua da Voz do Operário
Um verdadeiro clássico de Lisboa na árae do estacionamneto em cima do passeio - e tolerado há décadas pela CML.
07/06/2014
Palacete, Praça Duque de Saldanha, nº 12 - Norte Júnior (arqtº.)
| Notável trabalho de ferro forjado com elementos vegetalistas. Varanda fechada do palacete da praça Duque de Saldanha da autoria de Norte Júnior, Menção Honrosa do Prémio Valmor de 1912 |
| Portão da entrada para o logradouro. Mais uma prova da qualidade do trabalho de ferro forjado. Provável obra das oficinas de serralharia de Lopes da Silva e Vicente Joaquim Esteves. |
| Fachada lateral do mesmo palacete. Singular associação entre elementos classicizantes e arte-nova. Um invulgar prédio da arquitectura eclética lisboeta, merecedor de atenção e protecção. |
| Fachada principal com arcos de volta perfeita, janelas do primeiro andar que acompanham esse movimento e uma profusão de elemnentos arte-nova nas cantarias, ferros forjados e portas de entrada. |
E o desastre do jardim de Santos continua
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