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13/06/2014

FESTAS DE LISBOA: FESTAS DO LIXO?









Nos últimos anos os lisboetas têm assistido à degradação da identidade das Festas de Lisboa, em particular nos espaços públicos dos bairros históricos. De ano para ano é notória a transformação das Festas de Lisboa numa “Festa da Cerveja”. As regras insuficientes por parte da CML levaram, em parte, ao actual cenário de publicidade agressiva e omnipresente por parte das marcas de cerveja. O incentivo ao consumo de alcool é livre e descarado um pouco por toda a cidade histórica, e não só - e a CML/EGEAC tem responsabilidade directa pelas parcerias que tem assinado com uma marca de cerveja.
Concordamos que cada cidadão é livre de consumir alcool – mas quando os impactos negativos ultrapassam a esfera do individual, então há que intervir. E não estamos a falar apenas das ruas e largos cobertos de copos, garrafas, vómito e urina; estamos a falar do custo, a longo prazo, para a sociedade.
As mortes devidas ao consumo de alcool triplicaram desde 1990. O consumo de alcool passou de 6ª a 3ª causa de morte e de acidente em todo o mundo. Este impacto pesa sobre toda a sociedade – e são todos os contribuintes que acabam por pagar a conta. De facto, os problemas causados pelo consumo excessivo de alcool roubam cerca de 1,5% do orçamento do Estado na Europa. Este problema está a piorar de ano para ano e em países como Portugal, onde por tradição o consumo de alcool ocorria essencialmente às refeições, assistimos ao aumento do consumo irresponsável pelos jovens.
Na nossa opinião, o actual modelo de gestão/organização das FESTAS DE LISBOA está a contribuir activamente para o agravamento deste problema de saúde pública. Está também a contribuir para a desqualificação do espaço público e dos edifícios e monumentos históricos da nossa cidade. 

Há outras formas de organizar e desenvolver as FESTAS DE LISBOA sem conspurcar e prostituir a cidade histórica nem agravar os problemas de saúde pública da capital e do país. Há outras formas de celebrar as Festas de Lisboa sem ser de garrafa de cerveja na mão.
Fotos: Festas de Lisboa, manhã de 13 de Junho de 2013

32 comentários:

Filipe Melo Sousa disse...

Para cobrar taxas a CML lá está. Para limpar o recinto que lhe deu as receitas, nem vê-los.

Anónimo disse...

Concordo absolutamente.

Andei a pé por Lisboa hoje de manhã e o estado da cidade era absolutamente repulsivo.

E não havia lixo aos montes em locais dispersos onde tivesse havido "arraiais": eram ruas pejadas de lixo de uma ponta à outra, de incontáveis garrafas partidas (coisa que arruina os sapatos a qualquer pessoa), de caminho uns vidros de montras e portas partidos e uns retrovisores (de carros bem estacionados) vandalizados.

E sei de quem não tenha conseguido dormir antes das 5 horas da manhã, tal a barulheira em espaço público, obviamente autorizada (barulheira que voltará a acontecer mais ene vezes até ao final de junho).

Anónimo disse...

Porque ē que nunca vemos caixotes ou baldes, ou qualquer coisa que permita colocar lixo nestas ruas? E já agora em quantidade, local e com a capacidade de receber o lixo que se vai fazer. Obriguem as marcas. Se fizerem com reciclagem para plastico e vidro tenho a certeza que será um sucesso. Todos os anos vemos este cenário e leio criticas. Ē absurdo ignorar as necessidades evidentes. Mau planeamento e organização.

jac disse...

Quando passei por estas zonas á tarde estava tudo relativamente limpo, em relação ao que estava na noite anterior. A colocação de mais caixotes e baldes apenas iria servir para serem mandados ao chão. O verdadeiro problema encontra-se nestas novas gerações que não sabem o que são festas, seja de Lisboa ou outra zona, para eles o importante é sair á noite e beber e em que a educação ficou esquecida ou não foi dada. Mesmo noutras alturas do ano eu conheço resturantes em que nos jantares de grupo saem do restaurante para vir urinar na rua porque só existe uma casa de banho e não dá vazão. Ridículo mas verdade, faltou-lhes umas boas berlaitadas dos pais. Não culpem os santos populares, a cidade ou a cml.

Anónimo disse...

Vocês vivem em que planeta? Têm a noção das centenas de milhares de pessoas que andam pela rua na noite dos santos? O que é que julgam que é o dia seguinte do fim de ano em nova iorque ou dos 4 dias do carnaval de salvador? Se querem censurar alguma coisa, censurem a falta de contentores do lixo e as guerrinhas de quem o deve recolher! As papeleiras na Graça estavam repletas ainda no sábado!

Anónimo disse...

Li com atenção os comentários aqui colocados e, em conclusão, apenas posso dizer que o estado a que a cidade de Lisboa chegou é culpa de quem nela vive.
Se os próprios cidadãos, moradores, visitantes ou trabalhadores em Lisboa, acham normal que após festas tradicionais metade das ruas da cidade pareçam pocilgas, de tanto lixo que nelas está espalhado, é porque merecem viver numa pocilga.
Não vejo uma cidade capital de um país assim em nenhum dos países da União Europeia. E quanto a Nova Iorque, não sendo propriamente o exemplo a seguir, só mesmo quem nunca por lá passou num fim de ano, acha que o que se vê é o mesmo.
Nas ruas de Lisboa, após as festas, após um qualquer fim de semana, após uma sexta à noite, ... enfim, após seja que festança for, só se vê lixo, excrementos, urina, vómito, restos de comida, garrafas e latas de bebidas alcoólicas, copos de plástico com restos de bebidas e até cigarros, beatas por apagar, ... de tudo um pouco.
Mas a culpa é dos munícipes. Não vejo ninguém a reclamar desta situação. Nem junto à câmara, nem, principalmente, junto daqueles que insistem em fazer da cidade um pardieiro nojento, uma latrina a céu aberto.
Não vejo ninguém a repreender qualquer cidadão que beba e deixe a lata ou garrafa de bebida num qualquer sítio, não vejo ninguém a apresentar queixa junto da polícia para os grupos de jovens (ou não) bêbados ou drogados que sujam tudo por onde passam, que vomitam à porta dos prédios, que defecam numa qualquer paragem de autocarro, ou que se embebedam e desatam aos gritos, a rir desmesuradamente, a insultar tudo e todos e a deixarem os restos de comida e bebida nas portas dos prédios de habitação, fazendo daqueles moradores uns verbos de encher de lixo.
Com uma cidadania apagada, com um sentimento generalizado de impunidade e com gente que ainda defende estes comportamentos, não teremos uma cidade. Teremos uma retrete infeta e imunda.

Anónimo disse...

A tentação de rotular os "grupos de jovens bêbados (sic) ou drogados" que "defecam" e "vomitam" é demasiado grande, não é? Para vocês só há um tipo de gente que festeja os santos e que sai à noite, e não se distingue de um qualquer bando de toxicodependentes, facínoras, pulhas e crápulas, para serem espancados e presos pelo salazar que devia estar em cada esquina. Enquanto vocês tiverem essa visão a preto e branco das pessoas que festejam os santos, não percebendo que nesta festa a maioria é de novos, velhos, famílias e estrangeiros e que também eles são responsáveis pela "destruição" que apregoam, estamos conversados.


ps: "beatas por apagar"? o quê, da noite anterior? poupem-me.

Anónimo disse...

Não só os jovens que desatam "a insultar tudo e todos", nem muito menos a "defecar"....

Anónimo disse...

Não me referia apenas à noite dos santos. Pelos vistos há pessoas que preferem tapar o Sol com a peneira.

O que disse, referindo-me à noite dos santos populares de Lisboa e às noites de fins de semana, feriados e sextas, é bem verdade.

Como é óbvio não serão apenas os "jovens", mas muitos deles têm os comportamentos que referi, nomeadamente muitos dos que ficam até quase de manhã nas discotecas a embebedarem-se e a chegarem à rua e fazerem as tristes figuras que se vêm.

Pelos vistos faz falta a muito boa gente ir a essas zonas ver o espetáculo triste que se vê quase diariamente.

Falta-vos conhecer a realidade, em vez de ficarem fechados na redoma da vossa defesa pessoal.

Anónimo disse...

Vivo em Lisboa desde que nasci, há 38 anos, e quase sempre festejei os santos populares.

Desde há uns 8 anos para cá deixei de ir a essas festas. Porquê? Porque nunca vi a cidade tão suja e nunca vi antes comportamentos animalescos como os que comecei a ver há uns 9 ou 10 anos.

Mas ainda mais animalesco é defender que faz o que se vê à cidade. Se é assim que querem viver, força. Certamente a cidade irá continuar a perder habitantes.

Caso não saibam, já percorri muita cidade deste país, e muita festa popular. Mas nunca vi tanto lixo, tanta porcaria e tanta falta de civismo como em Lisboa, na última década. Triste!

Filipe Melo Sousa disse...

Entretanto em Amsterdão:

http://www.nrc.nl/inbeeld/2014/06/17/amsterdam-en-groningen-worden-steeds-viezer-vanwege-staking/

Anónimo disse...

Lol mas não, Filipe, a "selvajaria" é "só neste país"!

Anónimo disse...

Pelos vistos como nos outros países há selvajaria, então cá também deve haver, não é?! Mentalidade estúpida!

Anónimo disse...

O futuro de Lisboa é ser lixo, como alguns que aqui comentam são! Um lixo mental!

Anónimo disse...

A desonestidade para si não tem limites, não é sr. FMS.
Para quem não sabe holandês, o link que esta figura que nos presenteia, de vez em quando, com as suas bojardas bafientas, refere-se a uma greve na recolha do lixo em Amesterdão. Ou seja, trata-se de uma situação pontual. Por isso mesmo, se repararem bem as ruas estão limpas, exceto nos locais onde o lixo é depositado, junto a caixotes ou ecopontos, que está imunda devido à não recolha do lixo.
Já as imagens das "festas" de Lisboa demonstram uma completa falta de civismo e hábitos de higiene de muitos que estiveram a "festejar", bebendo à louca e atirando tudo para o chão.
O mesmo se passa todos os fins de semana em muitos locais da cidade, onde são abandonadas garrafas e latas de bebidas alcoólicas ainda meio cheias, preservativos usados, esterco, vómito e todo o lixo que possam imaginar.
Mas como foi aqui dito anteriormente, pelos vistos há quem aprecie estas "prendas", defendendo os comportamentos animalescos que muitos têm, desrespeitando aquilo que é o espaço de todos.
Com mentalidades destas como é que algum dia Lisboa pode estar ao nível de uma capital europeia?!
Infelizmente as ruas da cidade são o reflexo do tipo de gente nada civilizado que abunda, estraga tudo, vandaliza tudo, graffita, suja e destrói.
Aliás, há bem pouco tempo houve quem defendesse que devia haver na cidade eventos como os que levaram a que bandos de "animais" sujassem a Praça da Figueira e destruíssem paragens de autocarro e semáforos, porque o dinheiro que cá deixaram dava para pagar tudo.
Ora quem nem sequer respeita o seu próprio espaço e a sua própria gente, não pode esperar ser respeitado por aqueles que nos visitam.
O futuro, assim, promete ser sombrio, com gentalha desta a palrar, como se a culpa de tudo isto não fosse deles, ao defender comportamentos incivilizados, mas sim daqueles que trabalham diariamente por manter a cidade como um espaço público.

Filipe Melo Sousa disse...

O link cumpre perfeitamente a função. Demonstra que quando não há recolha nem sítio onde colocar o lixo, a população torna-se de repente "porca" como você lhe chama.

Em Lisboa, como o serviço é mau e nunca há contentores, as pessoas são sempre porcas. São condenadas e predestinadas a serem porcas, e serem insultadas por si. Sobretudo os jovens, alvo preferencial.

Aladdin Sane disse...

Passem no centro de AMS bem cedo num sábado de manhã. Como as imagens documentam aqui na caixa de comentários, o lixo é mais que muito; as carruagens do metro também estão imundas.

Aladdin Sane disse...

Ainda assim, as Festas de Lisboa e outras "festarolas" são bem piores. Uma coisa é haver lixo espalhado pela rua, outra é a quantidade de situações perigosas para os transeuntes, como garrafas partidas e os "pupus".

Anónimo disse...

Sr. FMS, o link que o sr. deu apenas cumpre a função de espalhar a sua mensagem tendenciosa, como aliás é seu apanágio.
Em relação a insultos, não insulto jovens ou não jovens. Apenas digo a verdade, por muito que isso custe a ler e ouvir, independentemente da idade.
Não fui eu que me referi, num comentário de um post anterior a este, a programas do Baião e da Júlia Pinheiro. Talvez devesse falar com quem proferiu essas palavras insultuosas para com os mais velhos.
O sr. apenas pensa que sabe tudo e que tem sempre razão, o que, obviamente, não é verdade.
Até podia haver um caixote por cada habitante ou visitante de Lisboa, que mesmo assim seria sempre insuficiente. Sabe porquê? Porque, em geral, quem faz o lixo e a porcaria que se vê em muitos sítios de Lisboa, todo o ano, fá-lo porque quer. e não por haver falta de papeleiras.
E o que dizer das papeleiras e ecopontos vandalizados? É também culpa da CML?
Não gosta do termo "porcos"? Tem razão. Não devia chamar a quem faz da cidade uma latrina a céu aberto, vomitando, escretando, deitando todo o tipo de lixo para o chão, amontoando lixo em locais públicos, grafitando, vandalizando e dentando beatas para todo o lado, porco. Afinal os porcos, esses animais que tanto são usados na alimentação, não têm culpa que esta gente tenha estes comportamentos.
Passe bem.

Filipe Melo Sousa disse...

Tanto barafusta para não responder ao simples facto: não há onde depositar o lixo.

Anónimo disse...

Não há onde depositar o lixo? Por acaso até há. Não faltam papeleiras por toda a cidade. É curioso alguém que não vive em Portugal, como o sr., vir sempre dizer tudo e mais alguma coisa sem conhecer a realidade.
Por outro lado, se não têm onde deitar o lixo, guardem-no e deitem-no fora quando encontrarem um caixote de lixo. É assim que as pessoas civilizadas fazem. E não como os energúmenos que emporcalham a cidade, e que o sr. prefere defender, gostam de fazer, deixando todo o tipo de porcaria pelo chão, pelos parapeitos das janelas, e ainda sujam paragens de autocarro e tudo o mais.

Filipe Melo Sousa disse...

Guardar o lixo onde se nunca há como o deitar fora? Pode ser em casa do Sr. Anonimo?

Miguel de Sepúlveda Velloso disse...

A situação descrita é a verdadeira. A noite de Lisboa é um palco de selvajaria absoltuo. Em Bruxelas, por exemplo, em praças onde o mesmo estava prestes a acontecer, a polícia de proximidade interveio, intimidando os bares a adoptarem medidas que impedissem os clientes de deitar fora copos, beatas, o que fosse. Os ajuntamentos diminuíram, os distúrbio desapareceram. Por cá n só a PSP e a Polícia Municipal não actuam, como a impunidade se tornou moda, o desrespeito moeda corrente e os FMS deste mundo a achar que é assim que a noite se festeja.

Nada disto tem a ver com salazares em cada esquina, mas com o elementar bnom-senso que diz que os berros e urros às 4, 5h em zonas residenciais, os vómitos á porta de quem vive nestas zonas, os carros grafitados e partidos, as seringas espalhadas por todo o lado, os jardins arrasados, não azem parte de um espírito de festa mas de um modo de viver a noite como se o direito e a vida dos outros fossem meros pormenores que empecilham a expressão do ser-se pacóvio, alarve e selvagem.

Miguel de Sepúlveda Velloso disse...

A situação descrita é a verdadeira. A noite de Lisboa é um palco de selvajaria absoltuo. Em Bruxelas, por exemplo, em praças onde o mesmo estava prestes a acontecer, a polícia de proximidade interveio, intimidando os bares a adoptarem medidas que impedissem os clientes de deitar fora copos, beatas, o que fosse. Os ajuntamentos diminuíram, os distúrbio desapareceram. Por cá n só a PSP e a Polícia Municipal não actuam, como a impunidade se tornou moda, o desrespeito moeda corrente e os FMS deste mundo a achar que é assim que a noite se festeja.

Nada disto tem a ver com salazares em cada esquina, mas com o elementar bnom-senso que diz que os berros e urros às 4, 5h em zonas residenciais, os vómitos á porta de quem vive nestas zonas, os carros grafitados e partidos, as seringas espalhadas por todo o lado, os jardins arrasados, não azem parte de um espírito de festa mas de um modo de viver a noite como se o direito e a vida dos outros fossem meros pormenores que empecilham a expressão do ser-se pacóvio, alarve e selvagem.

Anónimo disse...

Sr. Filipe, não vou descer ao seu nível. Se não quer compreender e prefere fomentar comportamentos estúpidos, o problema é seu.

Por mim prefiro ajudar a melhorar a minha cidade e a promover o respeito pelos outros e pelo que é público.

Passe bem.

Filipe Melo Sousa disse...

Não sei em que realidade vive o Sr. Anónimo. De certeza que não frequenta estas festas, e se as frequenta não acumula os copos na mão. Mas a maior certeza que tenho é que não os deitará no lixo, porque caixotes com espaço para acomodar lixo não há. Não sei que realidade o sr habita.

Anónimo disse...

A realidade de Lisboa, Sr. Sousa. Aquela que o sr. não conhece.

Ou pelo menos desconhece desde que deixou de cá morar.

Diz que em Portugal estamos na bancarrota (não discuto isso). Mas depois quer "forrar" as ruas com papeleiras.

Quando vou a um local qualquer e faço lixo, deito-o no lixo. Quando não há um caixote guardo-o até encontrar um.

Trata-se de civismo e respeito pelos outros. Não sei se conhece o conceito.

Então para si as papeleiras existentes são "pequenas". Talvez se cada uma tivesse o tamanho de um contentor de transporte de mercadorias já coubessem lá os copos todos que o sr. diz usar numa festa. É estranho.

Não discuto que pontualmente não seja necessário colocar alguns caixotes de lixo. Mas dizer que a porcaria que diariamente se vê no chão de Lisboa é porque não há sítios suficientes onde deitar o lixo é pura fantasia demagógica do mais baixo nível.

Também não sei se o sr. pretende que atrás de cada cidadão ande um trabalhador da CML a apanhar o lixo que ele vai deitando para o chão.

Sem mudança de mentalidades e de hábitos bem que se pode meter uma papeleira em cada m2 da cidade, que nada mudará.

Quem quer desrespeitar os outros e os locais públicos, fá-lo sempre.

Filipe Melo Sousa disse...

Pode barafustar à vontade que não há onde colocar o lixo.

Anónimo disse...

Claro que há. No caixote do lixo!

Filipe Melo Sousa disse...

que já está cheio

Anónimo disse...

Então deite no mais próximo, que não está assim tão longe. Para o chão é que não, porque isso é desrespeitar os outros (para além de demonstrar falta de higiene).

Filipe Melo Sousa disse...

você não percebeu, mas eu explico devagarinho.

o seguinte também está cheio. e assim sucessivamente.

o volume produzido é inferior ao volume de contentores total. algo tem de ficar de fora. alguma vez jogou ao jogo das cadeiras?