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27/09/2013

Recordar é viver


Finalmente, o Capitólio está a ser recuperado, reconstruído praticamente. Oxalá fique pronto na perfeição das linhas originais que Cristino da Silva lhe projectou, e pouco lhe seja acrescentado por inventado. Cá estaremos para aplaudir. (pena, muita pena, que a CML continue simplesmente a ignorar o Odéon...).

(Foto: blog olhai lisboa)

...


E assim chegam ao fim os episódios (bons e maus) da gestão do actual executivo, que achei por bem eleger como elegíveis e publicar ao longo do período de campanha eleitoral.

26/09/2013

Recordar é viver


O Correeiro Victorino Sousa, o último dos correeiros da Rua dos Correeiros, foi vítima da ausência de política CML de urbanismo comercial, ponto. Uma pena, sobretudo porque a loja era rentável e ex-libris da rua e porque o projecto de hotel que lá está era perfeitamente compatível com a manutenção da totalidade da loja, até porque lhe dava um certo 'cachet', de que está manifestamente a precisar. Ainda por cima, a CML perdeu uma oportunidade de classificar a loja ... parece que acordou com a Sá da Costa, apressando-se a classificar o espaço, apesar do negócio estar por demais falido. Não há rumo neste capítulo da governação


(Foto: blog dias que voam)

25/09/2013

Recordar é viver



E a Expo já chegou ao Areeiro. Tinha chegado ao Miradouro de Santa Catarina, à Ribeira das Naus, ao Terreiro do Paço, ao Intendente e agora chegou ao Areeiro. Ninguém a pára, à 'estética Polis', perdão, Expo.


Foto: Carlos Fontes

24/09/2013

Recordar é viver


No rescaldo das mal explicadas e pior executadas obras no Jardim do Príncipe Real sobra um piso 'detestavelmente' poeirento, já esburacado e que deve, tem que ser substituído. Chegados aqui, quem paga este erro crasso?


(Fotos: Jorge Pinto)

23/09/2013

Recordar é viver


Parece que sempre esteve branquinho como está agora mas não esteve: em 2003 estava como a imagem documenta. Uma vergonha que vinha de muito atrás, aliás. Finalmente, independentemente das peripécias, erros e omissões, a verdade é que temos o Arco da Rua Augusta limpo e aberto ininterruptamente ao público o acesso ao patamar cimeiro. Lisboa agradece.

22/09/2013

Recordar é viver


Apesar de nunca ter sido colocado o "Aviso" na fachada do nº 49 da Rua Rosa Araújo, como a lei obriga(va), deu entrada a 9 de Abril de 2007 um "pedido de ampliação" na CML que foi despachado por despacho e que virou demolição integral dos interiores. Reabilitação não é isto, não senhor. Assim se trata/ou o património edificado por Bigaglia em 1908.

21/09/2013

Recordar é viver


Finalmente, faz-se e fez-se obra na Mouraria e no Largo do Intendente (fotos: Renovar a Mouraria e Skyscraper) e isso são boas notícias, ainda que neste Largo tivesse sido uma opção erradíssima a sua excessiva 'esterilização', sobretudo no derrube das árvores pré-existentes e nos candeeiros e bancos que ali se colocaram. Falta agora o mais difícil, reabilitar um por um os edifícios abandonados e/ou em ruína, a começar pelo belíssimo edifício que se vê na 2ª imagem do lado direito, claro.

20/09/2013

Recordar é viver


Também as ciclovias são uma das conquistas recentes de Lisboa, mesmo que saibamos todos que há umas quantas mal desenhadas, por finalizar, outras, a embater em muros ou em nenhures, outras ainda. E que em muitos dos seus troços, estacionam carros indevidamente, andam peões também indevidamente ou, pior, foram construídas à custa do abate de árvores de grande porte(imperdoável). Mas há um facto indesmentível: Lisboa está mais europeia nesse capítulo. Irrevogavelmente, mesmo.


(Foto: Público)

19/09/2013

Recordar é viver


É certo que ainda não foram todas disciplinadas (a começar pelas da própria Baixa, Escadinhas do Duque, etc.) e há muitos quiosques que estão sobre-dimensionados, debitam decibéis a mais, etc. mas muita coisa melhorou no panorama das esplanadas e dos quiosques de Lisboa. Finalmente, temos quiosques históricos restaurados, uns, outros, novos e agradáveis; temos mais esplanadas dignas numa cidade que nem há 10 anos apenas tinha um punhado de esplanadas dignas desse nome. Finalmente, ainda, vimo-nos livres das barracadas montadas no Campo Pequeno e em frente ao Xenon, na Avenida da Liberdades.


(Fotos: FJ)

18/09/2013

Recordar é viver


No ano passado, a CML deu os trâmites por concluídos no Terreiro do Paço, abatendo os últimos candeeiros antigos da praça (foto: FJ), e prosseguindo, orgulhosa, no seu projecto de iluminação pública da responsabilidade da ex-Frente Tejo, que se traduziu na colocação de periscópios bordejando a praça e leds (pirilampos) no chão, entretanto já removidos, aliás. E pronto, como não há nenhuma praça histórica europeia com candeeiros modernaços em vez de antigos ou réplicas de antigos (basta ir aos Aliados e ao ... Rossio e à Praça do Município), assim já podemos dizer que temos uma que dá cartas no mundo da Monocle ;-)

17/09/2013

Recordar é viver


Antes de 2009 existia este palacete no nº 35 da Avenida Duque de Loulé e era o último sobrevivente dos vários palacetes desta avenida. Imóvel de arquitectura eclética com vãos neo-góticos e interiores com tectos de estuque artístico. Encontrava-se devoluto mas em bom estado de conservação pois esteve ocupado por serviços do Estado até 2006. Em Janeiro 2007 deu entrada na CML, out of the blue (ou seja, tratava-se de um projecto sem antecedentes herdados de outra vereação...) um "pedido de demolição", que a CML aceitaria mais tarde 'sem pestanejar', sendo a sua demolição aprovada por despacho do vereador, sem ir a reunião de CML; decisão blindada pelo facto (inexplicável) do edifício não estar no Inventário Municipal. Neste momento está lá um edifício de 8 pisos, do grupo BES.

16/09/2013

Recordar é viver


Alguém ainda se lembra da moradia da Rua de Alcolena, 28 (http://www.academia.edu/257101/O_N._28_da_Rua_de_Alcolena), e das promessas e aldrabices respectivas? Pois hoje a casa não só foi ampliada por construção de 'irmã' imediatamente ao lado, como a própria moradia feita por António Varela e Almada Negreiros, foi liminarmente demolida por dentro. Foi revendida, claro, e já está habitada. Uma imensa mancha na gestão de António Costa, por sinal, mas como ele próprio disse que não percebia os protestos perante casa tão feia, pintada de preto por dentro, assunto encerrado.


Texto editado