Esteja atento às várias iniciativas em perspectiva:

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26/09/2013

Recordar é viver


O Correeiro Victorino Sousa, o último dos correeiros da Rua dos Correeiros, foi vítima da ausência de política CML de urbanismo comercial, ponto. Uma pena, sobretudo porque a loja era rentável e ex-libris da rua e porque o projecto de hotel que lá está era perfeitamente compatível com a manutenção da totalidade da loja, até porque lhe dava um certo 'cachet', de que está manifestamente a precisar. Ainda por cima, a CML perdeu uma oportunidade de classificar a loja ... parece que acordou com a Sá da Costa, apressando-se a classificar o espaço, apesar do negócio estar por demais falido. Não há rumo neste capítulo da governação


(Foto: blog dias que voam)

2 comentários:

Anónimo disse...

se era rentável de certeza que houve outras lojas que ficaram com os clientes e beneficiaram do facto. onde são essas lojas?

Anónimo disse...

Somos assim.
Num País mais civilizado e com gente MENOS oportunista compatilizavam-se perfeitamente os interesses.
Talvez até se impunha.
Quem impunha?
A CML.
Porque uma loja com aquelas características deveria ser um requisito âncora para o Hotel.
Não ficava dentro do Hotel, mas seria parte integrante dos negócios.
Do Hotel e do Correeiro.
Em quantos Hotéis por esse Mundo, vimos lojas âncoras com benefícios também para o Turismo.
A Câmara se tivesse preocupada com o Património avançava com muitas classificações.
O Estado, ou os Governos, logo os Ministérios, não poderiam desligar-se destas milhares de situações.
Há Ministérios, para o Comércio, para a Economia, para o Turismo, para a Cultura.
Como quer Lisboa, Portugal e a Baixa, querer candidatar-se a Património da Unesco, com estas atitudes.
Se fosse um caso isolado, encolheríamos os ombros, mas são aos milhares em Lisboa, Porto e em Portugal.
Patos-Bravos, animais com alguma nobreza, mas estes Patos-Bravos são gralhas que conspurcam o Património e a Cultura.
Porventura os proprietários do Hotel reflectiram do interesse daquela Loja e pensaram noutro enquadramento de negócio e Cidade?
Estes comerciantes que não chegam a empresários, só sabem protestar dos Impostos, da crise, dos Bancos, mas o que lhes interessa não é a Cidade, o que lhes interessa é a conta bancária.
É fácil darem votos aos autarcas e tentarem suborná-los.
Este Blogue tem que aumentar a sua divulgação, porque Lisboa também interessa a Portugal.