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19/03/2017

Recuperação das praças do Cais do Sodré e do Corpo Santo


Corpo Santo, os belos candeeiros antigos recuperados

Cais do Sodré, Jardim Roque Gameiro, totalmente recuperado


Pinto Soares

06/01/2016

Obras condicionam trânsito no Cais do Sodré por ano e meio


In Público Online (5.1.2016)
Por Inês Boaventura

«A circulação automóvel no Cais do Sodré e nas artérias envolventes está condicionada, devido às obras de requalificação do espaço público que a Câmara de Lisboa tem em marcha e que deverão prolongar-se até meados de 2017.

Em comunicado, a autarquia informa que “os condicionamentos à circulação” tiveram início no dia 4 de Janeiro, segunda-feira, e explica que na sua origem está a “primeira fase das obras de requalificação do Cais do Sodré/Praça Duque de Terceira, Corpo Santo e Ribeira das Naus”.

Segundo esse comunicado, “nesta fase, o tráfego proveniente da Av. Ribeira das Naus com destino à Av. 24 de Julho e Rua do Alecrim far-se-á através do Largo do Corpo Santo / Rua Bernardino da Costa”. Na informação divulgada pela autarquia não há qualquer indicação relativamente ao período pelo qual se manterá essa situação nem sobre quais serão as fases seguintes.

Há cerca de um mês o presidente da Câmara de Lisboa afirmou, durante uma visita com jornalistas ao Campo das Cebolas e ao Cais do Sodré, que o município ia fazer “um plano excepcional de desvios de tráfego”, a começar na Avenida de Ceuta e a acabar em Xabregas. Até à data, nada mais foi dito sobre esse plano. Na ocasião, Fernando Medina deixou também a garantia de que “em momento algum” a circulação automóvel iria ficar “totalmente vedada” na área da frente ribeirinha que está a ser alvo de intervenção. [...]»

... Desde que mantenham TODAS as árvores e plantem mais, mantenham todos os quiosques, a calçada portuguesa e todos os candeeiros antigos, bem como o eléctrico e ampliem as zonas pedonais, e tem a CML carta branca, pois Roque Gameiro e o Dq da Terceira iriam gostar. Mto.gostava de saber era o que fizeram aos repuxos de água do projecto de requalificação original...

20/11/2015

Obras Cais do Sodre - Ribeira das Naus - Largo Corpo Santo


«Bom Dia,

Anexo ​a suposta ​calendarização sobre as obras que agora se iniciam​,​ e que apenas por mero acaso​​ chegou ao meu conhecimento​, via funcionários das Agências Europeias, que têm acesso a informação crucial para todos, Mas que só chega a alguns, continuamos a ter decisores que nos querem ignorantes? Mesmo quando falamos de comerciantes e residentes locais,? agentes fundamentais nestes processos, pelos condicionamentos, impactos, transtornos que estas obras estruturantes possam causar, no dia-a-dia de mais de 12 a 18 meses nos eleitores das Juntas de Freguesia de Santa Maria Maior e da Misericórdia? e claro... da Camara Municipal de Lisboa?

Por norma a CML exceptua esta prática corrente de nos ignorar sistematicamente nos momentos de liquidar o IMI, a Taxa de Protecção Civil, e todos os outros impostos, taxas e taxinhas cobrados regularmente das mais diversas formas. Quando for a altura de votar... talvez os os eleitores ignorem também estes decisores...e escolham outros.

Embora ​seja​ b​em intencionada...​ para ver as obras terminadas no início de 2017... ​N​o final de 2017 é bem provável que ainda aqui andemos... ;-) Por certo com eleições la para final do Verao de 2017... vai ser bom​ poder cortar umas fitas.​ Para ajudar a perceber este calendário talvez ajude o documento em PDF que envio neste link... https://www.dropbox.com/s/x7n680i48rkmp0m/0_0_CSodre-CSanto_Anexo-ProjectoBase_final.pdf?dl=0. Tem algumas plantas, fotomontagens e desenhos 3D que ajudam a perceber o look final​... em 2014, nao sei que possa entretanto ter mudado​, e em que ponto as coisas possam estar. Com sorte ainda plantam 3 árvores tipo jacarandá no Largo do Corpo Santo que será todo um largo pedonalizado! não cortam as 3 árvores grandes frente ao Restaurante Solar do Kadete e ainda alargam o​s​ passeio​s na Av Ribeira das Naus/ Cais do Sodre. No cais do Sodré as mudanças vao ser grandes, espero que haja espaço ​para tantos transportes publicos e poluidores em particular autocarros e taxis, conviverem de forma pacifica e saudável com os seres humanos... seja a pé e de bicicleta ou mesmo quando sentados dentro dos veículos de 4 rodas... a poluição do ar não fica na rua... o ruído torna-se insuportável.

​S​orte mesmo... era pedonalizarem tudo entre o Cais do Sodre e a Casa dos Bicos!

Há-de chegar esse dia.

​Saúde​,

Jorge Lopes»

...

23/05/2013

Ainda sobre o projeto de espaço público para o Cais do Sodré e Corpo Santo


Vão substituir os atuais bancos por outros de um novo estilo? Qual é a vantagem se os atuais são ótimos? Não se percebe a mania de desprezar as pré-existências que dão personalidade à zona. Acho bem fazerem parcerias com as fábricas de Paredes mas usem estes novos bancos para as novas zonas da cidade. Notícia no link em baixo:

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=653156&tm=8&layout=123&visual=61

Bernardo Ferreira de Carvalho

20/05/2013

Projecto-Base Cais do Sodré e Corpo Santo/Contributo para a discussão pública

Att. CML

Exmos. Senhores


Na sequência da abertura de período de discussão pública sobre o projecto de requalificação do espaço público do Cais do Sodré ao Largo do Corpo Santo, junto enviamos o contributo do Fórum Cidadania Lx para V/apreciação.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho e Luís Marques da Silva
Cc. AML, Media

07/05/2013

60 Dias Depois a Passadeira Tv Corpo Santo ainda em FALTA


Chegado por e-mail:


«Meus Caros,

Creio que está na hora de se fazer mais publica ainda mais do que a falta de capacidade, a incompetência, sim a incompetência da Câmara Municipal de Lisboa.
em Pintar uma simples Passadeira para Atravessamento de peões e assegurar a legalidade, a segurança e o bem estar de quem atravessa uma via onde existe até a sinalização vertical.
Só falta Pintar a Passadeira!

Provavelmente só depois de um acidente grave ou mortal será tomada alguma medida em relação a este assunto. Nessa altura obviamente poder-se-á assacar à nossa Autarquia Alfacinha a Responsabilidade Civil e Cobertura dos danos causados às partes. Mas talvez não se possa trazer de volta uma vida... nem evitar possíveis lesões/traumas.

Vejam o email o abaixo datado de 1 de Março de 2013 à Camara Municipal de Lisboa.
Em anexo a foto que ilustra o local.
O aviso está mais uma vez lançado.
A ver quanto tempo se demora.
Jorge Lopes

---------- Forwarded message ----------

From: Jorge Lopes
Date: 2013/3/1
Subject: Passadeira Tv Corpo Santo
To: municipe


Em anexo: Foto da via com a Passadeira em falta.

Caros Senhores,
Na Tavessa do Corpo Santo, à entrada da Rua Bernardino Costa (prolongamento da Rua Arsenal),
Esta a faltar a passadeira para atravessamento pedonal junto à Pastelaria Caneças.

De acordo com a sinalização vertical q antecede este cruzamento, ver foto em anexo, deveria lá estar uma Passadeira para peões.

Na segunda feira dia 25 FEV tive um desagradável encontro com um motorista da Carris que teimava que na falta da dita Passadeira ele tinha prioridade, mesmo tendo nós acabado de deixar passar outro autocarro, simulando o arranque do veiculo contra mim e outro peão.

Não há razão para esta Passadeira estar em falta e causar transtornos aos peões.

Agradeço a rápida resolução e q se evitem males maiores.
Sem outro assunto.
Cumprimentos,
Jorge D Lopes
Munícipe de Lisboa»

19/04/2013

Corpo Santo assiste revoltado a abate


In Jornal de Notícias Online (17/4/2013)
Por Nuno Miguel Ropio

«Conseguiram impedir a construção de um parque de estacionamento no Largo do Corpo Santo, em Lisboa, mas esta quinta-feira acabaram por assistir impávidos ao que indica ser o começo do abate de árvores com dezenas de anos. O local irá ser intervencionado para acolher a nova Ribeira das Naus - um projeto que até prevê muito arvoredo para ali.

Segundo Rita Jorge, do Movimento Anti silo no Corpo Santo, nos projetos apresentados aos moradores e comerciantes da zona não se previa o arranque do arvoredo. Daí a estupefação. "Estamos muito apreensivos. Nunca nos transmitiram um abate de árvores que estão ali há dezenas de anos. Fomos apanhados de surpresa", admite a moradora da Rua do Arsenal, que questiona a qualidade do plano de reconversão daquela área no âmbito das obras de requalificação da Ribeira das Naus.

"Qual é o problema ou o receio que os arquitetos paisagistas têm para não incluírem nos seus projetos árvores que existam no local em causa? Querem alargar as faixas de rodagem, é isso; para termos mais trânsito ali? Só posso concluir que o pouco verde que há na cidade é para desaparecer", lamentou Rita Jorge, que ainda há poucos meses, com outros moradores, se regozijou quando o IGESPAR impediu que o município avançasse com um silo automóvel de cinco pisos no local.

O JN apurou que o arvoredo em causa já é posterior aos anos 70 [do século XX]. Até então, existia no local um pequeno estacionamento originado pela demolição das antigas 'Oficinas do Arsenal', 20 anos antes. No final do século XIX, existia um pequeno cais numa parte daqueles terrenos, ao lado do Ministério da Marinha.

"Já suspeitava que isto poderia acontecer porque começaram a vedar a zona. Subentendi que em causa pudesse estar o novo parque de estacionamento da Armada. Entretanto, como conheço a relativa falta de respeito pelos espaços verdes na cidade, escrevi à vereação (do Ambiente), apelando à conservação das árvores", explicou João Pinto Soares, da Associação Lisboa Verde, que esclareceu tratar-se de um conjunto de árvores 'tipuana' - da família dos jacarandás, mas que dão flores amareladas.

O JN apurou que a vereação do Ambiente não intervém no projeto, que é da responsabilidade da área do Urbanismo.»

17/04/2013

Qual o futuro das árvores no estacionamento adjacente à Ribeira das Naus?


FUTURO DAS ÁRVORES EXISTENTES NO JARDIM E NO PARQUE DE ESTACIONAMENTO PÚBLICO ADJACENTE EXISTENTES NA AVENIDA RIBEIRA DAS NAUS/RUA DO ARSENAL; ENGLOBADOS NO PLANO DE REQUALIFICAÇÃO DAQUELA AVENIDA.



A Associação Lisboa Verde está preocupada com o futuro da área verde da cidade de Lisboa que as fotos documentam , uma vez que desconhece o destino que se pretende dar ás várias espécies arbóreas presentes no antigo parque de estacionamento público da Rua do Arsenal e no jardim da Avenida Ribeira das Naus a ele adjacente, já que, segundo julgamos saber, naquele espaço irá surgir um novo parque de estacionamento para automóveis mas agora cedido à Marinha de Guerra portuguesa.

Pinto Soares

18/07/2012

POSTAIS DO CORPO SANTO

A ministra da Agricultura bem que podia mandar umas cabritas para aparar isto de forma ecológica...
E como descrever as técnicas de reparação da calçada tradicional recentemente aplicadas pela CML a título de experiência piloto? Cimento e alcatrão Sr. Presidente!?
Largo do Corpo Santo. Mais um exemplo lisboeta de "Largo do Abandono"! Toda esta bela praça de génese pombalina está há demasiadas décadas transformada numa placa de circulação rodoviária. Tudo o mais é um parque de estacionamento feito em cima do joelho. Não há uma única árvore ou equipamentos (bancos de jardim?) para os cidadãos usufruirem do que é suposto ser um «espaço público histórico» segundo o PDM em vigor. Os passeios foram reduzidos à sua expressão mínima. Há lugares de estacionamento mesmo em frente da entrada principal da igreja. Que outra capital da europa trata assim os seus espaços públicos de referência? E isto acontece a poucos metros da Praça do Município, sede do governo da cidade de Lisboa. É um cenário deprimente Senhor Presidente António Costa!

23/01/2012

Mais de 450 pessoas pedem "suspensão imediata" do silo automóvel na Ribeira das Naus

In Publico de 23-01-2012. Via Lusa

Mais de 450 pessoas contestam a construção do silo automóvel no largo do Corpo Santo, numa petição que exige à Câmara de Lisboa a “suspensão imediata” do projecto e uma discussão pública com alternativas “para o desenvolvimento” desta zona.



Em causa está a construção de um silo automóvel com três andares no largo do Corpo Santo, para onde estavam inicialmente projectados um estacionamento subterrâneo e um jardim à superfície, no âmbito da requalificação da Ribeira das Naus.

A alteração ao projecto foi justificada pela Câmara de Lisboa com o facto de esta solução permitir uma poupança superior a cinco milhões de euros.

Na petição, lançada por moradores do Cais do Sodré, os signatários consideram que esta “não se trata de uma construção térrea, discreta, que se possa perder entre os edifícios circundantes”, mas uma obra que irá “constituir uma enorme barreira visual entre a cidade e o rio e descaracterizar de forma irreversível uma zona tão sensível” de Lisboa.

Em declarações à Lusa, o primeiro signatário, Alexandre Vasconcelos e Sá, explicou que a petição foi lançada online na sexta-feira à noite e, em pouco mais de 48 horas, recolheu mais de 450 assinaturas.

Os moradores deste bairro lisboeta sustentam que o projecto é “um monstro, uma aberração urbanística e arquitectónica que tapa a única vista para o Tejo”.

A petição pede “a suspensão imediata da construção do silo automóvel, antes que sejam constituídos direitos adquiridos que dificultem a busca de alternativas” e solicita ao município da capital, presidido por António Costa, que o projecto não seja retomado “sem que antes seja alvo de uma discussão pública alargada”, em que devem ser “apresentadas alternativas para o desenvolvimento desta zona da cidade”.

Para os subscritores, a Câmara Municipal deve “explicar as premissas que justificam a construção de um equipamento destas proporções”.

A petição tece várias críticas ao projecto: questiona como é que “numa zona classificada, onde ninguém pode sequer alterar uma janela, se autoriza a construção de um edifício com esta volumetria” e considera que a obra vai incentivar a circulação automóvel no local e agravar o trânsito, “já insuportável”, na rua do Arsenal.

Por outro lado, os peticionários alegam que esta é uma das zonas mais bem servidas por transportes públicos da cidade e “só se sente verdadeiramente a falta de estacionamentos nas noites de quinta-feira e de fins-de-semana, resultado de um hábito que deve ser desincentivado, o de conduzir numa noite de consumo abundante de álcool”.

Alexandre Vasconcelos e Sá adiantou à Lusa que mais de 150 residentes e trabalhadores no Cais do Sodré solicitaram hoje uma audiência ao presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, a quem pretendem pedir explicações sobre o projecto, que, consideram, tem sido feito “às escondidas”.

22/11/2010

S. Paulo pombalina: decadente, suja, esquecida.

Em termos urbanos a área da freguesia de S. Paulo é das mais interessantes de Lisboa. Pela proximidade do rio, do Cais do Sodré, da estação de comboios, pelos dramáticos viadutos pombalinos da Rua do Alecrim e por todo o desenho arquitectonico e urbano pombalino ainda bastante intacto. Mas apesar destes ingredientes, em teoria mais do que suficientes para a existência de um extraordinário bairro histórico europeu, tudo está mais morto que vivo. Porque está quase tudo degradado, em ruínas decadentes e sujas. É um cenário de doença terminal, aflitivo e deprimente. É a capital Lisboa no seu pior. Porque razão a República Portuguesa se mostra insensível, e tão incapaz, de curar, dar vida, numa palavra, HABITAR este notável bairro da capital?

Toda esta zona ribeirinha de Lisboa foi profundamente atingida pelo terramoto de 1755, tendo sido totalmente refeito o seu traçado urbano sob desenhos da Casa do Risco, criando-se uma praça rectangular com chafariz/obelisco central - a Praça de São Paulo. Na cabeceira poente da praça ergueu-se a paroquial, obra dirigida por Remígio Francisco de Abreu, assistente de Eugénio dos Santos. Atrás da praça, junto ao rio, criou-se em 1771 o novo mercado de S. Paulo, também chamado da Ribeira Nova.

A família do Marquês de Pombal possuía algumas propriedades nesta zona, tendo reconstruído os seus prédios, como aquele que fecha a praça a nascente, iniciativa do irmão de Pombal, Paulo de Carvalho e Mendonça. Deste facto resultou a designação toponímica da Rua Nova do Carvalho. Nesta zona há a destacar o grande quarteirão conhecido como Prédio dos Remolares erguido pelo Morgado de Oliveira, futuro Conde Rio Maior, genro do Marquês de Pombal.

Fotos: Travessa do Carvalho, Rua do Alecrim, Largo dos Stephens, Largo do Corpo Santo

10/10/2010

Largo do Corpo Santo ou Largo do Carro Santo?

Largo do Corpo Santo? Parece mais um exemplo lisboeta de "Largo do Carro Santo"! Toda esta bela praça de génese pombalina está há demasiadas décadas transformada numa placa de circulação rodoviária. Tudo o mais é um parque de estacionamento feito em cima do joelho. Não há uma única árvore ou equipamentos (bancos de jardim?) para os cidadãos usufruirem do que é suposto ser um «espaço público histórico» segundo o PDM em vigor. Os passeios foram reduzidos à sua expressão mínima. E chegaram ao cúmulo de criar lugares de estacionamento mesmo em frente da entrada principal da igreja! Que outra capital da europa trata assim os seus espaços públicos de referência? E isto acontece a poucos metros da Praça do Município, sede do governo da cidade de Lisboa. É um cenário deprimente.

17/12/2009

LISBOA: CORPO SANTO


Este prédio municipal, a certa altura, passou para a posse da SRU Baixa Chiado. O que aconteceu a esta Sociedade de Reabilitação Urbana já todos sabemos: ruiu sobre si própria como os imóveis que pretendia reabilitar (as ironias de Lisboa!).