Mostrar mensagens com a etiqueta Fundação Gulbenkian. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Fundação Gulbenkian. Mostrar todas as mensagens

25/01/2018

Sobre a "nova Praça de Espanha" ...


Acho todas as propostas lindinhas e susceptíveis de implementar haja aforro para tanto, mais passarinho menos passarinho, mais charco menos charco, sendo que a 1, a 3 e a última me parecem as mais escorreitas, embora a última tenha uns passadiços decalcados de Sevilha hehehe. O mal, contudo, está nas premissas, ou seja:

1. Nos índices de construção e os parâmetros urbanísticos pré-definidos pela unidade de projecto (na prática serão erguidos muros envidraçados de vários pisos, seja no terreno onde estava a feira do Martim Moniz, seja em todo o “U” exterior, desde a Santos Dumont-Praça de Espanha-Avenida de Berna, que esmagarão o centrão verde e, claro, a pobre da Embaixada de Espanha – perdeu-se aqui uma oportunidade em unir num contínuo verde a FCG à embaixada, por exemplo)

2. Na operação de permutas de terrenos, no mínimo altamente duvidosa, mas quem calou consentiu e agora o pelicano até patrocina o concurso do Parque Urbano, como se fosse um grande agente da cidade!!

3. O estrangulamento rodoviário, que seria o grande desafio a resolver (quiçá com mini-túneis cirúrgicos…) vai continuar e acentuar-se, com o fim do atravessamento automóvel da praça: no final da Av.Gulbenkian, para quem virar para a Av. AAAguiar ou para a Av. Combatentes; no final da Av. Berna, junto à Praça de Espanha; e, bastante pior, a quem vem da Av. Combatentes para ir para a Av. Gulbenkian, que passará a andar aos “s”, no interior da malha urbana.

Ou seja, este concurso (que devia ter sido devia ter sido internacional…) devia abranger os próprios termos de referência da unidade de projecto, a montante. Assim, é mais uma laracha para entreter o pessoal com uns patinhos e umas plantas.

Vão a Madrid ver a circular e talvez aprendam qualquer coisa sobre como se planeia uma cidade, não sei. Mas é apenas o que eu "axo" e por isso vale pouco. :-)

14/02/2014

Amanhã: Regresso do Grande Auditório da Gulbenkian!

"O Grande Auditório abre as suas portas ao público com uma programação especial. Concertos, filmes, encontros com músicos, uma exposição de fotografias e um filme sobre o Grande Auditório, serão os pontos altos da Festa. Para além da actuação da Orquestra Gulbenkian reforçada com os participantes do Estágio Gulbenkian para Orquestra, dirigidos pela maestrina Joana Carneiro, serão várias as iniciativas de entrada livre ao longo do dia. Para cada actividade dentro do Auditório será necessário o levantamento de bilhetes gratuitos (2 por pessoa), a partir das 10h deste dia, na bilheteira da Sede da Fundação. Em todos os outros espaços, a circulação será livre."  Ver a programação aqui.

23/03/2013

LIXEIRAS DE LISBOA: Av. António Augusto de Aguiar

...aspecto da via pública que entre a Av. António Augusto de Aguiar e a R. Dr. Nicolau de Bettencourt... à porta da F. Gulbenkian / CAM.

19/11/2008

SENTIMENTO DE ADMIRAÇÃO


Chegado por email:

«Notícias publicadas na imprensa nos últimos dias dão conta de que Joana Morais Varela foi suspensa das funções de Directora da Colóquio/Letras. Os signatários entendem que o sentimento de consternação — inevitável e mais do que isso apropriado e justo — não deve exceder o de admiração pelo original, profundo e inovador trabalho que Joana Morais Varela ali desenvolveu.

Hoje a única sobrevivente do conjunto de revistas de que a Fundação Gulbenkian foi proprietária, a Colóquio/Letras transformou-se no mais importante órgão de difusão, estudo e crítica da literatura em língua portuguesa, presente e actuante em todos os centros de cultura portuguesa no mundo. Mantendo-se fiel ao modelo original da revista e ao espírito de colóquio entre ideias e correntes diferentes, avessa a polémicas e alheia a interesses imediatos e particulares, a Colóquio/Letras tem sido um modelo de publicação imaginativa, livre e rigorosa. De edição irrepreensível, elevada qualidade ensaística e literária e notável apuro gráfico, a Colóquio/Letras conseguiu a proeza de se ter constituído em objecto cobiçado e precioso sem perder a dignidade e a elevação intelectual. É irrecusável que essa transformação por que a revista passou se deve à visão, à tenacidade e à dedicação de Joana Morais Varela.

O sentimento de admiração é raro. Mais raras ainda as ocasiões para o manifestar em público e com entusiasmo. Os signatários não querem perder esta.

Lisboa, 11 de Novembro de 2008

Abel Barros Baptista, Alcir Pécora (São Paulo), Alexandre Pomar, Almeida Faria, Amélia Pais, Américo António Lindeza Diogo, Ana Catarina Gualberto, Ana Catarina Rocha, Ana Cristina Leonardo, Ana Luísa Amaral, Ana Matos Pires, Ana Patrício, Ana Pegado, Ana Pires, Ana Sofia Couto, André Benjamim, Antonio Sáez Delgado, Augusto M. Seabra, Baptista-Bastos, Carina Infante do Carmo, Carla Maia de Almeida, Carlos Bessa, Carlos Câmara Leme, Carlos Eduardo Gouveia, Carlos Gil, Carlos Manuel Ferreira da Cunha, Carlos Severino, Catarina Sousa Carvalho, Clara Rowland, Cláudia Madaleno, Cristina Moreno (Brasil), Cristina Nobre, Daniel Ferreira, Diná Félix, Duarte Pestana, Edgard Pereira (Belo Horizonte), Eduardo Pitta, Eduardo Sterzi (São Paulo), F. Almeida Ribeiro (Estugarda), Fernanda França Garrido, Fernanda Leitão (Toronto), Fernando Cabral Martins, Fernando J. B. Martinho, Fernando Matos Oliveira, Fernando Venâncio (Amsterdam), Filipe Canas da Silva, Francisco Fortunato, Francisco Guimarães Cunha Leão, Francisco José Viegas, Gil de Carvalho, Guilherme Pires, Gustavo Rubim, Heitor Araújo, Hélder Marques, Helder Moura Pereira, Helena F. Monteiro, Helena Roseta, Helena Vasconcelos, Helga Moreira, Henrique Segurado, Horácio Torres Peixoto, Isabel Alves, Isabel Margarida Pereira, Isabel Zuzarte Guedes, Jaime José Morais, Jaime Loff, J. L. Saldanha Sanches, Joana Capucho, Joana Matos Frias, Joana Villaverde, João Carlos Alvim, João Filipe Bugalho, João Gonçalves, João Marques, João Paulo Sousa, João Rasteiro, João Reis Ribeiro, João Tigeleiro, Joaquim Carlos da Rocha Santos, Joaquim M. Margarido, Jorge Fernandes da Silveira (Rio de Janeiro), José António Almeida, José Carlos Alvarez, José Carlos Pereira, José Luis Pinto, José Manuel da Silva Mendes, José Miranda Justo, Juan Manuel Bonet (Madrid), Laura Castro Caldas, Laura Mateus Fonseca, Levi Condinho, Liberto Cruz, Luisa Jacobetty, Luís Amaro, Luís Barata, Luís Broegas Amaro, Luís Gomes, Luis Manuel Gaspar, Luís Mourão, Luis Novaes Tito, Luís Soares, Mafalda Ivo Cruz, Mafalda Lima, Manuela Vaz, Manuel António Pina, Manuel Margarido, Mariana Pinto dos Santos, Maria Andresen, Maria Antónia Oliveira, Maria da Conceição Caleiro, Maria João M. Pires, Maria Jorge, Maria José Catarino, Maria de Lourdes Sampaio, Maria Nobre Franco, Mário Guerra Cabral, Mário Lisboa Duarte, Marta Viegas, Miguel Falcão, Nelson de Matos, Nuno Vidal, Osvaldo Castro, Osvaldo Manuel Silvestre, Paula Cabeçadas, Paulo Cintra Gomes, Paulo Ferreira, Paulo Franchetti (Campinas), Paulo Pena, Paulo Simões Mendes, Pedro Eufrásia, Pedro Garcia, Pedro Mexia, Pedro Miguel Gon, Pedro Serpa, Pedro Serra (Salamanca), Rafael Mota Miranda (Florianópolis), Reis Morais, Rita Basílio, Roberto Vecchi (Bologna), Rosa Maria Martelo, Rosa Oliveira, Rui Caeiro, Rui Fonseca, Rui Guerra, Rui Manuel Amaral, Sally Baker (USA), Sandra Silva, Sara A. Costa, Sara Afonso Ferreira, Sara Figueiredo Costa, Sarah Adamopoulos, Simão Rubim, Tânia Raposo, Tiago Sousa Garcia, Tomás Vasques, Torquato da Luz, Vasco Rosa, Veronica Stigger (São Paulo), Vincenzo Russo, Vítor Manuel Coelho da Silva, Vitor Silva Tavares.

Quer assinar também? Basta clicar aqui, escrever o que lhe apetecer, ou simplesmente a palavra assino.
posted by Amigos da Colóquio
»