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16/06/2016

Palácio Galveias com portas principais em PVC - protesto e pedido de esclarecimentos à CML


Exma. Senhora Vereadora
Dra. Catarina Vaz Pinto,
Exmo. Senhor Vereador
Arq. Manuel Salgado,


C.C. PCML, AML, DGPC, JF

Tomámos conhecimento da substituição das portas principais do átrio Palácio Galveias, em madeira, por exemplares em PVC, conforme fotos em anexo (antes e agora), durante a obra de reabilitação em curso, no âmbito do Programa de Investimento Prioritário em Ações de Reabilitação Urbana (PIPARU).

Dado estarmos em presença de um edifício histórico, ainda que adaptado a biblioteca no século XX, e propriedade da Câmara Municipal de Lisboa, "dona da obra" em curso, solicitamos a V. Exas. que nos esclareçam sobre se a retirada das portas em madeira se deve à necessidade das mesmas serem restauradas, para serem repostas posteriormente, ou se a sua substituição é definitiva, e se o tiver sido, qual o parecer emitido pelos dos Serviços da Cultura e pelo Núcleo Residente da Estrutura Consultiva do PDM.

Com os melhores cumprimentos​

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel de Sepúlveda Velloso, Júlio Amorim, Gonçalo Maggessi, Jorge Miguel Batista, Maria do Rosário Reiche, Jorge Santos Silva, José Filipe Soares, Paulo Lopes, Miguel Atanásio Carvalho, Luís Marques da Silva, Pedro Janarra, Maria Ramalho, Beatriz Empis, Fátima Castanheira, Ana Celeste Glória, Bruno Rocha Ferreira, José Amador e Nuno Caiado (Pelo Fórum Cidadania Lx)
Rui Martins, Ana Paula Araújo, Mariana M. Soares, Duarte Antunes, Pedro Monteiro, Lurdes Peixoto, Teresa Gameiro (Pela Associação de Moradores e Amigos do Areeiro)

25/11/2015

Mais uma obra na Baixa com caixilharias de alumínio: Rua do Comércio / Rua da Madalena




Pode ser observado na Rua da Madalena 33 a 39 / Rua do Comércio, 1 a 13. Tudo aponta para que seja mais um Hotel ou «AL». Aprovado pela CML por despacho do Sr. Vereador Manuel Salgado e pela DGPC? A avaliar pela proliferação de exemplos destes, deve estar tudo legal, com todos os valores do bem cultural classificado salvaguardados, caso contrário estariamos numa República das Bananas.

18/02/2015

Rua da Alfândega - caixilharias de um Monumento Nacional - Protesto junto da DGPC:


Exmos. Senhores


Segue o nosso alerta/protesto à DGPC pela alteração em curso (ilegal?) das caixilharias de madeira dos vãos de uma das alas da Praça do Comércio (Monumento Nacional), nomeadamente a fachada para a Rua da Alfândega.

As caixilharias existentes, de óptima madeira, estão em bom estado necessitando apenas de restauro da pintura (demasiados anos sem manutenção da pintura).

Se nem nos MN se fazem obras de restauro segundo os critérios internacionais, então que padrões de qualidade deixamos para as próximas gerações?

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Fernando Jorge, Bernardo Ferreira de Carvalho e Miguel de Sepúlveda Velloso

03/12/2014

Destruíndo os "olhos" de Lisboa...











Rua da Sociedade Farmaceutica, Bairro Camões, um conjunto urbano paradigma da "Lisboa Entre Séculos". Mas a praga dos estores e caixilharias inadequadas a imóveis património vai erodindo a identidade patrimonial destes edifícios - um problema sem qualquer resposta por parte da CML. A doença cresce a olhos vistos de ano para ano e já está bem instalada na Baixa, por exemplo. 

08/01/2014

Caixilharias do Teatro Nacional de D. Maria II


Excelência,
Senhor Secretário de Estado da Cultura
Dr. Jorge Barreto Xavier


Vimos pelo presente denunciar o estado lamentável em que se encontram as caixilharias de madeira do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa; os quais julgamos, como poderá Vossa Excelência constatar pelas fotos em anexo, nos envergonham a todos enquanto portugueses e anfitriões de tantos e variados turistas.

Com os melhores cumprimentos

Bernardo Ferreira de Carvalho, Fernando Jorge e Virgílio Marques

27/05/2012

CRITÉRIOS DA BAIXA: caixilharias de "Pato-Bravo"


Rua do Carmo. São estes os critérios para as caixilharias numa zona urbana de valor nacional e candidata a classificação pela UNESCO? Senhor Vereador Manuel Salgado, como nos explica esta caixilharia de "Pato Bravo"? Porque não há ainda um critério de qualidade para os edifícios da Baixa / Chiado? Porque continuamos a assistir ao critério "à vontade do freguês" em cada nova "reabilitação"? E o Plano de Pormenor de Salvaguarda da Baixa?