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21/08/2020

Palácio Silva Amado - o que é preciso acontecer para a CML e DGPC intervirem?


Exmo. Senhor Presidente da CML
Dr. Fernando Medina
Exmo. Senhor Director-Geral do Património Cultural
Eng. Bernardo Alabaça
Exmo. Senhor Vereador do Urbanismo
Eng. Ricardo Veludo
Exma. Senhora Vereadora da Cultura
Dra. Catarina Vaz Pinto


C.C. AML e media

 Este é o estado a que chegou o Palácio Silva Amado, sito no Torel e incluído na zona de protecção do Campo Mártires da Pátria, CIP, depois de décadas de abandono, vandalismo, especulação imobiliária e promessas por cumprir, promessas essas sempre anunciadas aos quatro-ventos pelos promotores e apadrinhadas pelos sucessivos responsáveis camarários como sendo “projectos de reabilitação” que dignificariam este palácio. São imagens recentíssimas: 

https://youtu.be/AqxOyS38cwo

Perguntamos: de que estão à espera a CML e a DGPC para, administrativamente, tomarem posse deste edifício e promoverem as obras urgentes de reabilitação que se exigem, ao abrigo das competências que a Lei lhes faculta? Este é um dos locais mais bonitos e incólumes da cidade Lisboa e esta é uma mancha que urge corrigir.

Onde se encontram os painéis de azulejos que tão bem recheavam este palácio?
Foram feitas diligências junto do S.O.S. Azulejo, dos antiquários e casas de velharias? Na feira da ladra?
Quem vigia o extenso jardim? Recentemente foi abatida uma árvore que estava em perigo de cair. Quais as medidas de prevenção in loco contra incêndios?

Nunca ninguém até hoje prestou contas à cidade sobre como foi possível o Palácio Silva Amado ter chegado ao estado em que está, desde que o Ministério da Educação o vendeu a privados em 2006, estamos em 2020.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel de Sepúlveda Velloso, Ana Celeste Glória, Pedro Jordão, Pedro de Souza, José Maria Amador, Pedro Ribeiro, Gonçalo Cornélio da Silva, Paulo Trancoso, Sofia Casimiro, Rui Martins, Paulo Guilherme Figueiredo, Beatriz Empis, Helena Espvall, Júlio Amorim, Virgílio Marques, António Araújo, João Oliveira Leonardo, Pedro Machado, Carlos Boavida, Jorge Pinto, Maria do Rosário Reiche, Irene Santos, Fátima Castanheira

09/12/2019

Arquivo Municipal de Lisboa sem solução à vista


Amanhã, dia 10 de Dezembro, às 15h, na sessão de Assembleia Municipal de Lisboa, os trabalhadores do Arquivo Municipal de Lisboa irão dizer de sua justiça sobre as condições deploráveis em que aquele serviço se encontra, faz anos e anos, e do qual as imagens postas a circular na net são elucidativas sobre este estado de coisas.

Sobre o destino definitivo para TODO o Arquivo, continuo a acreditar que só há dois locais compatíveis, por sinal dois antigos hospitais: Miguel Bombarda e Arroios, mas como o Governo já anunciou habitação acessível para o primeiro, que é público, restará comprar o segundo, que é privado, e investir na sua reabilitação e reconversão. Tudo o mais ou é caricato (um eventual regresso ao Alto da Eira) ou é negociata pela certa (uma nova construção de raiz).

Foto: Site da TVI

12/12/2018

Livraria Fumaça - pedido de esclarecimentos à CML


Exmo. Senhor Vereador
Arq. Manuel Salgado


C.C. PCML, AML e media

No seguimento de notícia publicada no jornal online O Corvo (http://ocorvo.pt/livraria-fumaca-um-alfarrabista-a-esvanecer-as-portas-da-praca-da-alegria/) dando conta do estado deplorável em que se encontra a funcionar o alfarrábio Abreu Fumaça, no pátio nº1 da Rua da Alegria, nº 12;

E considerando que o edifício em questão está abrangido pelo Plano de Pormenor do Parque Mayer, plano em vigor, conforme ficha de caracterização em anexo;

Vimos por este meio solicitar o esclarecimento de V. Exa. sobre quais as medidas de facto que a Câmara Municipal de Lisboa pretende desenvolver a fim de corrigir esta chaga urbanística na cidade histórica e verdadeira vergonha para quem vive e visita a cidade, de modo a:

* fazer cumprir a regulamentação em vigor no que toca à necessidade de obras periódicas de conservação do edificado habitado, ou;
* implementar o pré-estabelecido aquando da publicação do Plano de Pormenor do Parque Mayer (demolição do edifício actual, com construção nova ampliada em mais 2 pisos), ao abrigo do qual, aliás, já se desenvolveram várias obras de alterações e novas construções em edifícios na mesma área, e;
* providenciar a continuidade do alfarrábio referido, em espaço alternativo e até se concretizar a reconstrução do edifício da Rua da Alegria, nº 12, em espaço propriedade da CML ou da Junta de Freguesia de Santo António e nas imediações da actual localização.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Inês Beleza Barreiros, Luís Serpa, Virgílio Marques, Fernando Silva Grade, Rui Martins, Pedro Janarra, Miguel Jorge, Maria do Rosário Reiche, Fátima Castanheira, Luís Mascarenhas Gaivão, Júlio Amorim

Lisboa, 5 de Abril de 2018

...

Resposta da CML (recebida ontem 11.12.2018)

06/06/2014

Club de Golf das Amoreiras: uma vergonha até quando?


Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa,
Dr. António Costa

Exmo. Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Campo de Ourique
Dr.Pedro Cegonho


Cc. Eng. José Sardinha ( Presidente do C.A. da EPAL)

Independentemente do que vier a ser decidido judicialmente sobre quem tem responsabilidades pela situação que originou a que o lote em causa chegasse ao estado em que se encontra, e independentemente do que vier a ficar estipulado em termos de planeamento urbanístico para a zona envolvente (vide Plano de Pormenor das Amoreiras), não podemos deixar de lamentar que, passados tantos anos sobre este caso, o panorama no local continue desolador, tal qual é descrito, oportunamente, em artigo recente do Jornal de Notícias:

«O cenário é desolador, tanto para quem passa na rua como para quem habita as torres das Amoreiras, em Lisboa. Há anos que as janelas oferecem vistas para um campo de golfe que nunca chegou a abrir. O espaço está abandonado e sem projecto de reconversão.» (in http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1636940&page=-1).

Nesse contexto, somos a solicitar um esclarecimento sobre este assunto, i.e.:

O que pensam fazer, entretanto, a Câmara Municipal de Lisboa e a Junta de Freguesia em relação a este estado de coisas profundamente deplorável?

Com os melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Fernando Jorge, Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Serpa, Jorge Lima, Nuno Franco, Jorge Pinto, Nuno Caiado, Luís Marques da Silva, Miguel de Sepúlveda Velloso, Rui Martins, Júlio Amorim, António Branco Almeida, José Filipe Soares, António Araújo, Jorge Lopes, Inês Beleza Barreiros

06/03/2014

Zona ribeirinha Praça do Comércio/Santa Apolónia, zona de vergonha, até quando?


Exmo. Senhor Presidente da CML
Dr. António Costa


A zona ribeirinha entre a Praça do Comércio e a Estação de Santa Apolónia é talvez das zonas de Lisboa que mais nos deve envergonhar de momento.

É precisamente nos locais mais visitados de Lisboa, onde chegam milhares de turistas em cruzeiros, que nos deparamos com uma Avenida Marginal que é uma auto-estrada, uma rua interior (Campo das Cebolas – Cais de Santarém) perfeita para todo-o-terreno, e espaço “praça/estacionamento" em cimento (foto), a fazer de parque de estacionamento mesmo ao lado do Terreiro do Paço e com uma estação fluvial abandonada.

Ainda que o início da construção do Terminal de Cruzeiros possa ser uma "luz ao fundo do túnel", e enquanto a requalificação de todo o eixo não se inicia (pelo que se percebe poderá demorar vários anos), cremos, Senhor Presidente, que poderiam ser tomadas desde já algumas medidas imediatas e transitórias para se minimizar o aspecto vergonhoso desta zona de Lisboa.

Desde logo:

· Melhorar o piso, os passeios e disciplinar o estacionamento, nas ruas paralelas à Avenida Infante D. Henrique, junto a Alfama;
· Proibir o estacionamento na praça fronteira à estação fluvial Sul e Sueste e no Campo das Cebolas (enquanto não vem a requalificação) e desviar o estacionamento para o Parque do Município, Praça da Figueira, Chão do Loureiro ou Martim Moniz;
· Na medida do possível (enquanto não vem a requalificação) colocação de bancos e plantas (para que servem os diversos viveiros da CML?) naquelas duas praças, criando zonas de estadia;
· Proibir o estacionamento de autocarros de turistas nas ruas paralelas à Avenida Infante D. Henrique e transferir para os parques de estacionamento junto ao rio, onde já estacionam para a chegada de turistas nos cruzeiros, facilitando o muito intenso tráfego automóvel naquelas ruas.

São estas medidas mínimas aceitáveis, reforçamos, que esperamos a Câmara Municipal as venha a implementar, tão breve quanto possível, na zona mais visitada da cidade.


Com os melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Paulo Guilherme Figueiredo, Paulo Lopes, Luís Marques da Silva, Virgílio Marques, Júlio Amorim, António Branco Almeida, José Filipe Toga Soares, Nuno Franco, Nuno Caiado, Jorge Lopes, Miguel de Sepúlveda Velloso, Nuno de Castro Paiva e Beatriz Empis

CC: AML, Junta de Freguesia de Santa Maria Maior e Media

08/01/2014

Caixilharias do Teatro Nacional de D. Maria II


Excelência,
Senhor Secretário de Estado da Cultura
Dr. Jorge Barreto Xavier


Vimos pelo presente denunciar o estado lamentável em que se encontram as caixilharias de madeira do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa; os quais julgamos, como poderá Vossa Excelência constatar pelas fotos em anexo, nos envergonham a todos enquanto portugueses e anfitriões de tantos e variados turistas.

Com os melhores cumprimentos

Bernardo Ferreira de Carvalho, Fernando Jorge e Virgílio Marques

30/10/2013

LAVRA e GLÓRIA: Monumentos Nacionais da Carris vandalizados

E-mail enviado hoje à CARRIS:

Exmo. Senhor Provedor do Cliente


No seguimento da resposta de V. Exa. ao nosso e-mail de 15 de Outubro, abaixo reproduzida, e reconhecendo que a instalação de um sistema de video-vigilância poderá ser um instrumento inestimável no combate ao vandalismo (e nesse sentido seria útil que a CARRIS pressionasse as autoridades que tardam em autorizar a colocação das câmaras, relatando os custos que decorrem para a CARRIS sempre que procede à limpeza e ao restauro dos elevadores...), somos a sugerir à CARRIS o seguinte:

- A colocação, a título provisório e experimental, de uma cobertura de lona em cada um dos ascensores referidos, durante a noite ou quando se encontrem parqueados, mesmo sabendo-se de antemão que as coberturas serão graffitadas (antes as lonas do que os elevadores...);

- O lançamento de um concurso de ideias (em cujo cadernos de encargos e júri - com a participação do RSB - estaremos, obviamente, interessados em ser parte activa) com vista a ser possível, a médio prazo, e de forma definitiva:

* Vedar-se completamente, e em segurança, o terminal Norte do Ascensor do Lavra (foto em anexo) e o Sul do Ascensor da Bica, garantindo desta maneira que as duas composições do Lavra e uma composição da Bica são impossíveis de vandalizar durante a noite, o que não se verifica neste momento;

* A construção de 'garagens', de concepção leve, funcional e de estética adequada ao local (ver foto em anexo da estação dos Restauradores, na primeira metade do Século XX), em ambos os terminais do Ascensor da Glória e no terminal Norte do da Bica.

Na expectativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Fernando Jorge, João Filipe Guerreiro, Jorge Miguel Batista, António Branco Almeida, Nuno Caiado, Virgílio Marques, Júlio Amorim, Jorge Lima, André Santos e Miguel de Sepúlveda Velloso

...

Resposta do Provedor da CARRIS:

Exmos. Senhores
Bernardo Ferreira de Carvalho
Fernando Jorge
Paulo Ferrero
Nuno Caiado
Luís Marques da Silva
Virgílio Marques e
Júlio Amorim Rececionamos o e-mail que nos endereçaram, cujo teor mereceu a melhor atenção.

De facto, a Carris é a primeira a lamentar que os seus Ascensores se encontrem constantemente grafitados. Os permanentes atos de vandalismo sobre os veículos da Empresa é um problema que afeta a imagem desta junto dos Clientes, e que muito nos preocupa.

A Carris promove a limpeza imediata dos graffiti sempre que possível. Quando não é possível a sua remoção por limpeza é acionada uma ação de pintura. Infelizmente, como se pode constatar, logo após a limpeza/pintura, os veículos são novamente grafitados.

Também já foi solicitada autorização às Autoridades Competentes para instalar sistemas de videovigilância nos locais de parqueamento dos veículos, com o objetivo de desincentivar o vandalismo. Aguardamos a devida autorização para instalação das câmaras de videovigilância.

Por último, e uma vez que o Fórum Cidadania Lx é frequentado por várias pessoas com interesse na qualidade de vida da Cidade de Lisboa, solicitamos também outras sugestões de minimização ou erradicação deste problema.

Sempre ao dispor, apresentamos os melhores cumprimentos.

Lígia Querido
Gabinete do Provedor do Cliente

...


À atenção de:


CARRIS
Câmara Municipal de Lisboa
Direcção-Geral do Património Cultural
Associação de Turismo de Lisboa


Junto enviamos mais um álbum de fotografias elucidativas sobre o estado deplorável em que se encontram os elevadores, e Monumentos Nacionais, do Lavra e da Glória; infelizmente, uma vergonha sem resolução, ano após ano.

A esta situação juntam-se as Calçadas do Lavra e da Glória, exemplos maiores de um espaço público igualmente deplorável, a que se junta ainda um edificado em ruína e puro abandono, atingindo um nível de degradação inaceitável para uma capital que se pretende afirmar como destino turístico de eleição.

Com os melhores cumprimentos


Bernardo Ferreira de Carvalho, Fernando Jorge, Paulo Ferrero, Nuno Caiado, Luís Marques da Silva, Virgílio Marques, Júlio Amorim e Beatriz Empis

C.c. Media