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08/02/2017

O descontrolo das cores em Lisboa: Rua do Espírito Santo 15 (Bairro do Castelo)






Aumentam por toda a cidade os maus exemplos de escolha de cor para as fachadas dos imóveis em zonas históricas. As obras concluídas na semana passada no imóvel sito na Rua do Espírito Santo 15 a 15-A, em Lisboa, onde houve alteração radical da cor da fachada, foram ilegais, e muito provavelmente sem o parecer da DGPC (o imóvel está em plena ZEP do Castelo de S. Jorge). Quando é que o Vereador Manuel Salgado vai tomar uma posição? Quando metade da cidade histórica estiver neste estado?

25/11/2015

Mais uma obra na Baixa com caixilharias de alumínio: Rua do Comércio / Rua da Madalena




Pode ser observado na Rua da Madalena 33 a 39 / Rua do Comércio, 1 a 13. Tudo aponta para que seja mais um Hotel ou «AL». Aprovado pela CML por despacho do Sr. Vereador Manuel Salgado e pela DGPC? A avaliar pela proliferação de exemplos destes, deve estar tudo legal, com todos os valores do bem cultural classificado salvaguardados, caso contrário estariamos numa República das Bananas.

13/04/2015

Cobertura na Rua de São Pedro de Alcântara 83


Sim, foi aprovada e licenciada esta alteração de cobertura do imóvel classificado (Bairro Alto - Monumento de Interesse Público-MIP) sito na Rua de São Pedro de Alcântara 83. E sim, foi provavelmente aprovada esta alteração significativa da geometria do telhado porque se trata de um projecto de hotelaria - e isto, na Lisboa de hoje, facilita muitíssimo a abertura dos "portões da lei" tanto na CML como na tutela do Património (DGPC). Se fosse uma habitação particular seria talvez mais difícil (...a não ser que se apresente projecto assinado por um dos arquitectos da moda?). O PDM até pode afirmar que nesta zona classificada não é permitida a alteração da geometria das coberturas nem a construção de terraços, mas, aqui já está feito, e aprovado ,e licenciado, e a ser plenamente usado pelos turistas. Viva a República das Bananas chamada Lisboa?

16/03/2015

Rua Antero de Quental 43-53: Demolido, Abandonado & Ocupado como lixeira








Este imóvel sito na Rua Antero de Quental 43 a 53 é um verdadeiro estudo de caso: 1º ficou devoluto; 2º  foi posto à venda com um preço especulativo, irrealista; 3º após anos sem comprador, e de muitos mais ao abandono, começou a pôr em perigo a segurança do arruamento; 4º o proprietário acabou por iniciar obras - de demolição integral dos interiores com reconstrução em betão armado, projecto aprovado pela CML como é cada vez mais habitual; 5º tudo faliu e a obra está abandonada há mais de 2 anos; 5º  sem vedação ou protecção efectiva dos vãos de entrada, o interior inacabado foi ocupado por pessoas que levam para o seu interior todo o tipo de lixo.

Esta obra, abandonada de forma irresponsável pelo proprietário, e graças à aparente apatia da CML (não é por falta de reclamações de munícipes) constitui um perigo crescente para todo o quarteirão/bairro devido não só ao risco de incêndio (lixos & fogueiras no interior), como também pela queda e destacamento de elementos das fachadas. É uma história da nossa capital Lisboa.

24/06/2014

POSTAL DE LISBOA: Av. Almirante Reis 28


Nos bairros históricos decorrem obras e intervenções de legalidade e qualidade duvidosa - aqui vemos mais um caso, um prédio de habitação do início do séc. XX (um bom exemplo da «LISBOA ENTRE SÉCULOS») no designado eixo prioritário da Av. Almirante Reis, Nº 28. Nas últimas semanas iniciaram demolições no piso da cobertura do edifício (um acrescento de génese ilegal que ameaçava ruir). Não há nenhuma informação no local de qualquer operação urbanística licenciada. As obras são de um amadorismo assustador. E tudo isto decorre a poucos metros do gabinete do Sr. Presidente António Costa. É cada vez mais óbvio que o Pelouro do Urbanismo não consegue controlar as intervenções no edficado estando a cidade a perder valores patrimónias a um ritmo preocupante. Não se percebe que fiscalização existe, se é que existe. Já foi pedido um esclarecimento à CML. 

21/01/2014

O que é isto?!


Será que não param com as agressões ao Príncipe Real, que apenas o desfeiam?


Foto e fonte: Jorge Pinto, via blogue Amigos do Príncipe Real

19/12/2013

Neste país faz-se tudo:


Desataram a partir a balaustrada da Igreja São Mamede, a reboque desse tal de plano de acessibilidade, imagino. Quem autorizou? Ou melhor, quem quer/quis saber?

24/09/2013

Recordar é viver


No rescaldo das mal explicadas e pior executadas obras no Jardim do Príncipe Real sobra um piso 'detestavelmente' poeirento, já esburacado e que deve, tem que ser substituído. Chegados aqui, quem paga este erro crasso?


(Fotos: Jorge Pinto)

07/08/2013

Pedido de esclarecimento sobre obras de "emergência" no jardim da placa central da Praça de Londres


Exmo. Sr. Vereador dos Espaços Verdes
Dr. José Sá Fernandes


Cc. AML, Junta Freg, S. João de Deus, Media


Em 29 de Junho de 2013 surgiram duas crateras profundas no jardim da Praça de Londres. Há alguns dias, iniciou-se uma "intervenção de urgência" neste jardim, interditando ao público um sector considerável do mesmo que parece ter como objectivo estabilizar o subsolo desse jardim lisboeta.

Poderá V. Exa. esclarecer-nos sobre:

1. Qual a natureza, objectivo e custo desta "intervenção de urgência"?
2. Porque não existem placas informativas descrevendo as caraterísticas desta intervenção no local?
3. Qual foi a origem da súbita (?) formação destas crateras? Um erro de construção ou uma fuga subterrânea de água? Chegou a existir perigo para os transeuntes e frequentadores deste jardim?
4. A presença de um isolamento de plástico (?), conforme documentado numa fotografia aqui anexada esteve relacionada com a aparição destas crateras e com a consequente realização desta "intervenção de urgência"? A ser um vestígio da anterior intervenção, o custo poderá ou deverá ser imputado ao empreiteiro original?


Na expectativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Rui Martins e Luís Marques da Silva

28/03/2013

CDS diz que Costa tem “síndroma de corta-fitas”


In Público (28.3.2013)
Ribeira das Naus
Por Inês Boaventura


A vontade de inaugurar é tão grande que já faz a inauguração de buracos”, diz António Carlos Monteiro a António Costa

Os buracos da recém-inaugurada Avenida da Ribeira das Naus deram que falar na reunião da Câmara de Lisboa de ontem. As explicações do vereador Manuel Salgado, que atribuiu o problema à chuva e garantiu que a reparação ia começar de imediato, não convenceram o vereador do CDS, que acusou António Costa de sofrer de duas “patologias habituais nos autarcas”: o gosto pelas rotundas e a “síndroma de corta-fitas”.

“A vontade de inaugurar é tão grande que já faz a inauguração de buracos”, ironizou António Carlos Monteiro, criticando o “triste estado” daquela artéria, aberta ao trânsito no sábado. “O piso abateu e os buracos estão a aparecer”, constatou o vereador do CDS, que exibiu uma série de fotografi as que demonstram isso mesmo.

Antes dele também Victor Gonçalves (PSD) mencionou os ditos buracos e alertou para “uma situação de grande perigosidade”, que instou Manuel Salgado a resolver “rapidamente” e que é o facto de entre a Ribeira das Naus e o Terreiro do Paço haver “uma zona muito estreita em que os peões praticamente têm de andar onde circulam os automóveis”.

Manuel Salgado afirmou que a chuva dos últimos dias fez com que “a camada de cinco centímetros” na qual assenta o pavimento ficasse “transformada numa papa”, “não obstante os ensaios” realizados antes da inauguração.

O vereador acrescentou que a reparação ia começar a ser feita ontem à noite, mas salvaguardou que a “reparação definitiva” só será feita “quando o pavimento estiver completamente seco”. Durante a manhã, à margem de uma visita ao teatro da Comuna, António Costa já tinha dito que “o empreiteiro assumiu a responsabilidade e vai proceder à reparação”. A requalificação da Av. da Ribeira das Naus, cuja primeira fase foi agora inaugurada, deverá custar cerca de dez milhões de euros, dos quais 6,5 milhões provenientes de fundos comunitários. O início dos trabalhos da segunda fase foi anunciado para a passada segunda-feira.

30/05/2011

Rua de São Mamede, 7: "aguas furtadas"?

Reparar bem nas "novas" águas furtadas que foram construídas neste edifício pombalino acabadinho de ser "reabilitado" na Rua de São Mamede, 7. Se o Carlos Mardel ou o Eugénio dos Santos cá viessem... dariam umas boas réguadas nos senhores que fizeram este serviço. Na verdade nem é preciso chamar os arquitectos da Lisboa de Pombal: qualquer profissional sério em reabilitação nunca faria um trabalho destes. Não há palavras para descrever isto - porque é mesmo muito mau. Rir ou chorar? Chorar pois o preço que estão a pedir pelos apartamentos "de luxo" é chocante considerando a óbvia falta de qualidade da intervenção.

03/04/2011

Jornal do Incrível: A vida de uma trapeira pombalina na Travessa de S. João da Praça

Há imagens que valem por mil palavras. Esta é sem dúvida uma delas. Uma capital que produz este tipo de "criações" em imóveis património só pode estar seriamente doente. Agradecemos ajuda para comentar esta situação, no mínimo "incrível", e que nos deixa quase sem palavras. Com este tipo de práticas no património arquitectónico bem no coração do centro histórico da capital, o Estado português ainda pretende candidatar a Baixa Pombalina a Património Mundial da Humanidade? Imóvel pombalino na Travessa de São João da Praça, Freguesia da Sé, Lisboa.

03/03/2011

Jornal do Incrível: Trapeira pombalina na Travessa de S. João da Praça

Há imagens que valem por mil palavras. Esta é sem dúvida uma delas. Uma capital que produz este tipo de "criações" em imóveis património só pode estar seriamente doente. Agradecemos ajuda para comentar esta situação no mínimo "incrível" e que nos deixa quase sem palavras! E o Estado português ainda pretende candidatar a Baixa Pombalina a Património Mundial da Humanidade? Travessa de São João da Praça, Freguesia da Sé, Lisboa.

13/11/2010

«Cabeçudos de Lisboa»: Rua da Alegria

Com este, no mínimo bizarro, exemplo de nova cobertura em imóvel situado em zona histórica (Rua da Alegria torneja Travessa da Conceição da Glória), iniciamos nova série com o título «Cabeçudos de Lisboa». O QUE É ISTO?! Aceitamos sugestões. Será que os edifícios património em Lisboa estão destinados a serem corridos a coberturas destas? Porque razão muitos arquitectos e proprietários têm uma aversão aguda ao restauro e reabilitação das coberturas originais? Porque são permitidas alterações da geometria das coberturas em zonas históricas consolidadas? Enviem exemplos deste mundo de absurdos para publicação aqui no blog. E nem a Baixa e o Chiado estão a salvo como sabemos.

29/10/2009

Lioz de Lisboa vira "Pedra Azul" na R. Braamcamp 10


Mais um exemplo, infelizmente cada vez mais frequente, de más práticas de intervenção em imóveis património. Porque razão se pintaram as cantarias das janelas e portas? Porquê "Pedra Azul"? Depois de mais de um ano de obras eis o resultado: a bela cor do Lioz de Lisboa transformada em "Pedra Azul". Neste edifício é suposto abrir uma unidade hoteleira de "charme"...

11/04/2009

PEÃO VOADOR - Av. Almirante Reis

Obras de repavimentação na Av. Almirante Reis / Largo do Intendente. Falta um "Aviso" da CML a informar que durante o periodo das obras os peões terão de voar sobre este mega-buraco. Esta exigência será aplicada também aos cidadãos com mobilidade reduzida sejam eles invisuais, em cadeiras de rodas, etc. A CML gasta milhares de euros em "Avisos" completamente desnecessários - como o já clássico "Aprovado" - mas aqui nada fez para proteger os direitos elementares dos peões! Alguém imagina uma situação destas no trânsito rodoviário? Um buraco deste tamanho, a toda a largura das faixas de rodagem?

30/10/2008

90% das casas novas não passam no diagnóstico técnico e de qualidade

In Público, 20-10-2008

Números são resultado das vistorias de imóveis levadas a cabo pela empresa Checkhouse

Os números de um estudo feito pela Checkhouse são preocupantes e dão conta de que apenas 10% das casas portuguesas, vistoriadas por aquela empresa, cumprem todos os requisitos de qualidade, ao nível das infra-estruturas e instalações visíveis e invisíveis. Os acabamentos, isolamentos térmicos e humidade, assim como as deficiências nas instalações eléctricas e gás estão entre as principais falhas identificadas pela Checkhouse, uma empresa certificada nos serviços de diagnóstico técnico à qualidade dos imóveis.

O relatório Técnico e de Qualidade Checkhouse revela que «a qualidade das casas portuguesas não corresponde, na grande maioria, às expectativas dos proprietários, com 90% a registar problemas nas instalações eléctricas, 80% a apresentar falhas nos acabamentos e 76% problemas de humidade», conclui aquele documento.

Os resultados agora apresentados e que são consequência de 850 vistorias realizadas pela Checkhouse, na sua maioria a pedido de proprietários de casas novas, indicam também que as deficiências nos isolamentos térmicos afectam 73% das habitações, sendo que a sua origem está ligada à «existência de pontes térmicas, ou seja, de zonas em que a estrutura não está isolada, deixando passar o frio e o calor».

Os problemas de humidade e as deficiências nos isolamentos térmicos são «duas das questões que mais preocupa os portugueses que querem comprar uma casa, porque implicam obras por vezes complexas e, em especial, porque o frio e a humidade estão relacionados, quer com a saúde e conforto quer com um dispêndio extra de energia», nota Carlos Oliveira, director-geral da Checkhouse.

FOTO: Será que estes miseráveis blocos para realojamento erguidos pela CML no Parque Florestal de Monsanto (e em zona de protecção do Aqueduto das Águas Livres) passam no diagnóstico? Num diagnóstico de qualidade estética e de integração na paisagem não passam.

19/08/2008

IGREJA DA GRAÇA: janelas de alumínio num interior classificado Monumento Nacional


Chegou ao Forum Cidadania LX um alerta sobre uma intervenção recente no interior da Igreja da Graça onde se substituiram caixilharias de madeira por alumínio. Agradecemos as duas fotos, do "antes" e do "depois", bem esclarecedoras da falta de qualidade das obras (provavelmente ilegais). Segundo as informações do cidadão, "cinco dos vãos já sofreram as alterações que as fotografias mostram". Para evitar que os restantes sejam desfigurados já foi pedida uma intervenção do IGESPAR. A Igreja e Convento da Graça estão classificados como "Monumento Nacional" desde 1910.

07/08/2008

METRO: pavimentos vergonhosos na estação do ROSSIO


Na estação do Rossio do Metropolitano os pavimentos estão em mau estado de conservação como se pode ver pelas fotografias. O local não apresenta nem condições de apresentação nem de higiene dignas de uma estação em pleno coração da capital. Os materiais foram mal escolhidos na altura da remodelação realizada a tempo da Expo 98. Os autores do projecto, para além de revelarem um gosto duvidoso (aquelas estrelas/rosa-dos-ventos...) foram incompetentes na escolha dos materiais: aquele tipo de mosaico não consegue aguentar o stress provocado pelo fluxo intenso de passageiros (nem talvez mesmo numa cozinha doméstica!). Pouco tempo depois das obras terminadas já estavam degradados. O Metropolitano de Lisboa tem de estudar uma intervenção, o mais rápidamente possível, para melhorar estes vergonhosos pavimentos. A estação do Rossio é utilizada diáriamente por milhares de cidadãos nacionais e estrangeiros.