08/02/2017
O descontrolo das cores em Lisboa: Rua do Espírito Santo 15 (Bairro do Castelo)
25/11/2015
Mais uma obra na Baixa com caixilharias de alumínio: Rua do Comércio / Rua da Madalena
Pode ser observado na Rua da Madalena 33 a 39 / Rua do Comércio, 1 a 13. Tudo aponta para que seja mais um Hotel ou «AL». Aprovado pela CML por despacho do Sr. Vereador Manuel Salgado e pela DGPC? A avaliar pela proliferação de exemplos destes, deve estar tudo legal, com todos os valores do bem cultural classificado salvaguardados, caso contrário estariamos numa República das Bananas.
21/09/2015
13/04/2015
Cobertura na Rua de São Pedro de Alcântara 83
16/03/2015
Rua Antero de Quental 43-53: Demolido, Abandonado & Ocupado como lixeira
24/06/2014
POSTAL DE LISBOA: Av. Almirante Reis 28
21/01/2014
O que é isto?!
Será que não param com as agressões ao Príncipe Real, que apenas o desfeiam?
Foto e fonte: Jorge Pinto, via blogue Amigos do Príncipe Real
19/12/2013
Neste país faz-se tudo:
Desataram a partir a balaustrada da Igreja São Mamede, a reboque desse tal de plano de acessibilidade, imagino. Quem autorizou? Ou melhor, quem quer/quis saber?
24/09/2013
Recordar é viver
No rescaldo das mal explicadas e pior executadas obras no Jardim do Príncipe Real sobra um piso 'detestavelmente' poeirento, já esburacado e que deve, tem que ser substituído. Chegados aqui, quem paga este erro crasso?
(Fotos: Jorge Pinto)
07/08/2013
Pedido de esclarecimento sobre obras de "emergência" no jardim da placa central da Praça de Londres
Exmo. Sr. Vereador dos Espaços Verdes
Dr. José Sá Fernandes
Cc. AML, Junta Freg, S. João de Deus, Media
Em 29 de Junho de 2013 surgiram duas crateras profundas no jardim da Praça de Londres. Há alguns dias, iniciou-se uma "intervenção de urgência" neste jardim, interditando ao público um sector considerável do mesmo que parece ter como objectivo estabilizar o subsolo desse jardim lisboeta.
Poderá V. Exa. esclarecer-nos sobre:
1. Qual a natureza, objectivo e custo desta "intervenção de urgência"?
2. Porque não existem placas informativas descrevendo as caraterísticas desta intervenção no local?
3. Qual foi a origem da súbita (?) formação destas crateras? Um erro de construção ou uma fuga subterrânea de água? Chegou a existir perigo para os transeuntes e frequentadores deste jardim?
4. A presença de um isolamento de plástico (?), conforme documentado numa fotografia aqui anexada esteve relacionada com a aparição destas crateras e com a consequente realização desta "intervenção de urgência"? A ser um vestígio da anterior intervenção, o custo poderá ou deverá ser imputado ao empreiteiro original?
Na expectativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Rui Martins e Luís Marques da Silva
28/03/2013
CDS diz que Costa tem “síndroma de corta-fitas”
Ribeira das Naus
Por Inês Boaventura
“A vontade de inaugurar é tão grande que já faz a inauguração de buracos”, diz António Carlos Monteiro a António Costa
Os buracos da recém-inaugurada Avenida da Ribeira das Naus deram que falar na reunião da Câmara de Lisboa de ontem. As explicações do vereador Manuel Salgado, que atribuiu o problema à chuva e garantiu que a reparação ia começar de imediato, não convenceram o vereador do CDS, que acusou António Costa de sofrer de duas “patologias habituais nos autarcas”: o gosto pelas rotundas e a “síndroma de corta-fitas”.
“A vontade de inaugurar é tão grande que já faz a inauguração de buracos”, ironizou António Carlos Monteiro, criticando o “triste estado” daquela artéria, aberta ao trânsito no sábado. “O piso abateu e os buracos estão a aparecer”, constatou o vereador do CDS, que exibiu uma série de fotografi as que demonstram isso mesmo.
Antes dele também Victor Gonçalves (PSD) mencionou os ditos buracos e alertou para “uma situação de grande perigosidade”, que instou Manuel Salgado a resolver “rapidamente” e que é o facto de entre a Ribeira das Naus e o Terreiro do Paço haver “uma zona muito estreita em que os peões praticamente têm de andar onde circulam os automóveis”.
Manuel Salgado afirmou que a chuva dos últimos dias fez com que “a camada de cinco centímetros” na qual assenta o pavimento ficasse “transformada numa papa”, “não obstante os ensaios” realizados antes da inauguração.
O vereador acrescentou que a reparação ia começar a ser feita ontem à noite, mas salvaguardou que a “reparação definitiva” só será feita “quando o pavimento estiver completamente seco”. Durante a manhã, à margem de uma visita ao teatro da Comuna, António Costa já tinha dito que “o empreiteiro assumiu a responsabilidade e vai proceder à reparação”. A requalificação da Av. da Ribeira das Naus, cuja primeira fase foi agora inaugurada, deverá custar cerca de dez milhões de euros, dos quais 6,5 milhões provenientes de fundos comunitários. O início dos trabalhos da segunda fase foi anunciado para a passada segunda-feira.
30/05/2011
Rua de São Mamede, 7: "aguas furtadas"?
03/04/2011
Jornal do Incrível: A vida de uma trapeira pombalina na Travessa de S. João da Praça
03/03/2011
Jornal do Incrível: Trapeira pombalina na Travessa de S. João da Praça
13/11/2010
«Cabeçudos de Lisboa»: Rua da Alegria
29/10/2009
Lioz de Lisboa vira "Pedra Azul" na R. Braamcamp 10
11/04/2009
PEÃO VOADOR - Av. Almirante Reis
30/10/2008
90% das casas novas não passam no diagnóstico técnico e de qualidade
Os números de um estudo feito pela Checkhouse são preocupantes e dão conta de que apenas 10% das casas portuguesas, vistoriadas por aquela empresa, cumprem todos os requisitos de qualidade, ao nível das infra-estruturas e instalações visíveis e invisíveis. Os acabamentos, isolamentos térmicos e humidade, assim como as deficiências nas instalações eléctricas e gás estão entre as principais falhas identificadas pela Checkhouse, uma empresa certificada nos serviços de diagnóstico técnico à qualidade dos imóveis.
O relatório Técnico e de Qualidade Checkhouse revela que «a qualidade das casas portuguesas não corresponde, na grande maioria, às expectativas dos proprietários, com 90% a registar problemas nas instalações eléctricas, 80% a apresentar falhas nos acabamentos e 76% problemas de humidade», conclui aquele documento.
Os resultados agora apresentados e que são consequência de 850 vistorias realizadas pela Checkhouse, na sua maioria a pedido de proprietários de casas novas, indicam também que as deficiências nos isolamentos térmicos afectam 73% das habitações, sendo que a sua origem está ligada à «existência de pontes térmicas, ou seja, de zonas em que a estrutura não está isolada, deixando passar o frio e o calor».
Os problemas de humidade e as deficiências nos isolamentos térmicos são «duas das questões que mais preocupa os portugueses que querem comprar uma casa, porque implicam obras por vezes complexas e, em especial, porque o frio e a humidade estão relacionados, quer com a saúde e conforto quer com um dispêndio extra de energia», nota Carlos Oliveira, director-geral da Checkhouse.
FOTO: Será que estes miseráveis blocos para realojamento erguidos pela CML no Parque Florestal de Monsanto (e em zona de protecção do Aqueduto das Águas Livres) passam no diagnóstico? Num diagnóstico de qualidade estética e de integração na paisagem não passam.




