21/02/2017
31/03/2016
Baixa de Lisboa. Loja sim, loja sim, quais fecham em cada rua?
Por João Pedro Pincha
01/03/2016
É verdade, sim senhor, aliás, arrisco: é tudo ilegal, tal qual toldos, esplanadas, etc., etc. «Dezenas de reclamos estão ilegais nas fachadas da Baixa de Lisboa há muitos anos»
26/02/2016
Autarcas do centro histórico de Lisboa exigem regulamentação no turismo
Por INÊS BOAVENTURA
19/02/2016
Ah, mas temos "instrumentos de gestão" à maneira: PDM, Plano de Pormenor e "Salvaguarda" da Baixa, Baixa Conjunto de Interesse Público e, cereja no bolo, PISAL! Ora bem! Bah!
25/01/2016
Lá vem mais zinco e pvc para a Baixa...
23/10/2015
Terá sido alguma rebelião de algum queijo da serra com mais escrúpulos? Ou alguma língua de bacalhau mais viperina?
Por João Pedro Pincha
31/12/2014
Postais da Baixa
Chegado por e-mail:
«Bom dia
Sou uma das leitoras do blog e pensei que seria útil um testemunho de uma pessoa que, sendo residente na zona da Baixa, sente que mora numa cidade de um país subdesenvolvido. Morar no centro de Lisboa significa conviver com uma inexistente fiscalização de estacionamento indevido, constantes situações carregadas de falta de civismo e verdadeiros atentados à liberdade das pessoas que circulam e habitam na cidade. Neste momento o dia a dia na Baixa é condicionado pelo excesso de veículos, pela diminuição do espaço pedonal, pelo excesso de turismo e pelo comércio direcionado ao turismo, que destrói a vida cultural da cidade, a sua história e o comércio tradicional que existia para servir os habitantes da cidade. Não existe qualquer regulação da publicidade agressiva e da ocupação do espaço pedonal por expositores de postais, menus de restaurantes, etc. No prédio onde habito a entrada era feita por uma das lojas típicas da baixa, com balcão de atendimento, o mesmo que foi destruído e ocupado por vitrines ambulantes com souvenirs. Para entrar e sair do prédio tenho que esperar que o senhor (um dos muitos estrangeiros agora detentores da maioria dos espaços comércio da baixa), se levante do seu banquinho e desvie todos os acessórios da loja. A entrada do meu prédio devia ser alvo de preocupação da Câmara de Lisboa pois era uma entrada com um desenho histórico que pertencia não só ao nosso prédio mas ao património cultural da cidade. Não entendo como este senhor pode ter destruído património cultural da cidade sem ter até agora encontrado qualquer entrave, qualquer fiscalização. A destruição da cidade em prol do turismo deveria ser regulada de modo a que este turismo seja sustentável a longo prazo. A transformação da cidade num hotel gigante faz com que os turistas dentro de algum tempo não o queiram vir visitar, pois esta deixará de ter qualquer interesse. Com os prédios a serem ocupados por hotéis e não havendo o mínimo esforço para atrair novos residentes para o centro da cidade, daqui a uns tempos não haverá vida cultural de bairro na Baixa e esta vai desaparecer enquanto bairro. Deste modo, penso que não será muito atrativa para o tão ambicionado turismo.
A regulação do trânsito e estacionamento, ou a inexistência dela, torna a cidade num espaço condicionado pelos carros. A ausência de fiscalização resulta não só na dificuldade de acesso ao estacionamento, por parte dos residentes, provoca também um excesso de veículos em circulação no centro da cidade uma vez que, o estacionamento no centro é facilmente conseguido e as infrações não são punidas. Diariamente tenho vários veículos estacionados em frente ao meu prédio, sendo este numa das perpendiculares à rua Augusta onde a circulação de carros é proibida. Para além destes, existem ainda os carros da polícia que, mesmo tendo estacionamento próprio, insistem em estar parados por períodos longos no meio da rua de São Julião e agravar gratuitamente a circulação na rua. Tal como uns tantos outros polícias tantas vezes convivem pacificamente com os vendedores de droga que desfilam pela rua Augusta. Cada vez que esbarro com estes carros da polícia, com os carros estacionados diariamente nas ruas pedonais, sem nunca serem bloqueados e com o comércio local destruído para fazer mais uma loja de lembranças, sinto que não vivo na Europa. Juntando a isto o facto de na Baixa não existir modo de fazer separação do lixo para reciclagem, o que me parece grave dado a quantidade abismal de lixo produzido por todos os hotéis, restaurantes, lojas… Lisboa parece ser gerida por amadores e dirigentes incapazes de perspetivar as consequências que as mediadas de hoje terão a longo prazo. O mais curioso é que estes problemas já não se colocam em imensas cidades de países da Europa pelo que não se pede que apareça nenhum génio com soluções brilhantes, basta alguém capaz de copiar. Alguém capaz de aplicar medidas que eduquem a população e os serviços de Lisboa, alguém que se dê ao trabalho de fiscalizar e punir.
Joana Nogueira»
12/12/2014
Rua dos Correeiros - esplanadas
Exmo. Senhor Vereador
Dr. José Sá Fernandes
Renovamos o nosso protesto pelo facto da CML continuar a permitir o caos nas esplanadas da Baixa, mormente nas da Rua dos Correeiros, Rua Augusta, Rua de São Nicolau e Rua das Portas de Santo Antão, fazendo tábua-rasa da legislação camarária (regulamento) produzida recentemente e oportunamente pela própria CML, e que então elogiámos.
De facto, como as imagens em anexo documentam, na circunstância tiradas ainda ontem na Rua dos Correeiros, proliferam os mega-menús no meio da via pública, a desqualificação do espaço público, mobiliário de péssima qualidade, etc.
Cremos que esta situação nos envergonha a todos, desde logo a uma capital que se pretende destino turístico de eleição. Com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho e Fernando Jorge
...
Resposta da JF Santa Maria Maior:
«Exmos. Senhores,
Na sequência da reclamação recebida foi realizada a fiscalização às esplanadas e restantes dispositivos de ocupação de espaço público na Rua dos Correeiros.
Já conhecíamos este problema e temos vindo a desenvolver algumas ações de sensibilização junto dos comerciantes, de forma a serem respeitadas as áreas licenciadas, nomeadamente a distância de 1,90m às fachadas. Esta medida tem por base a necessária distância de segurança entre esplanadas para ser assegurada a passagem dos transeuntes e dos veículos de emergência. Infelizmente o trabalho não tem tido resultados profícuos.
Nesta conformidade, por se verificar que a sensibilização não resultou, informámos a Polícia Municipal deste facto, aguardando-se assim os respetivos autos de notícia e consequentes contraordenações.
Agradecemos a vossa colaboração. É nossa prioridade a melhoria das condições de ocupação e das acessibilidades do espaço público.
Com os meus cumprimentos
Célia Mota, Eng.ª Civil
Chefe de Divisão de Gestão Territorial
Junta de Freguesia de Santa Maria Maior»
27/11/2014
E pronto, lá se vai a Drogaria S. Pereira e Leão ...
E lá virá mais um hotel para a Baixa... ao menos que houvesse o bom senso de manter a Drogaria S. Pereira e Leão, essa magnífica drogaria centenária, que pertence ao Inventário Municipal do Património, aliás, que tem sido fotografada pela própria CML, ad nauseam, idem e que faria as delícias lá por fora. Repetir o erro do Correeiro Vitorino de Sousa, que foi escorraçado para que o hotelzito lá montasse umas belas de umas montras e umas portas a PVC barato, é de mais, acho, e nada abonatório da Baixa, propagandeada como "património da humanidade". Plano de Salvaguarda, qual quê? Urbanismo comercial? O que é isso? Haja "low cost"!
Foto: Arqueolojista
26/11/2014
Assembleia Municipal de Lisboa pede à câmara que regule os tuk-tuk
Por João Pedro Pincha
...
Ainda no Domingo assisti a uma corrida entre 5 tuk-tuk amarelos pela Rua da Prata...
22/11/2014
O fim da Baixa?
«Mais informação pertinente em http://transicoesurbanas.stress.fm/tagged/turismo»
26/04/2012
ABATIDAS na Praça do Comércio pela CML
Imagem de coluna de iluminação do séc. XIX, modelo francês. Fotografia de J. Benoliel (espólio na Torre do Tombo). A lanterna já não é a original sendo uma alteração da década de 20 do séc. XX. Em imagens de arquivo do início do séc. XX ainda se podem ver as lanternas originais que eram idênticas ás ainda existentes na Avenida da Liberdade.
O exemplar retratado, que esteve na Praça do Comércio quase 2 séculos, já não existe. Foram todos abatidos. Porquê? «Porque sim», diz a CML.
Em matéria de mobiliário urbano, Lisboa está a ficar mais pobre de ano para ano fruto da falta de um critério de conservação deste tipo de património.
De cada vez que a CML intervem num espaço público da cidade, estas peças frequentemente desaparecem, desvalorizadas a favor de novo "design".
Em Londres e Nova Iorque as praças históricas preservam, com orgulho e saber, candeeiros de época, alguns deles a gás - em Lisboa isso seria considerado obsoleto, uma vergonha.
30/11/2011
Rossio e Praça da Figueira: dispositivos de publicidade
Exmo. Senhor Presidente, Dr. António Costa
Exmo. Senhor Vereador, Dr. José Sá Fernandes
Vimos por este meio alertar V.Exas. para a desordem de dispositivos de publicidade aplicados nas fachadas de vários imóveis na Baixa, em particular no Rossio e na Praça da Figueira, em plena zona classificada Imóvel de Interesse Público e Em Vias de classificação como Monumento Nacional.
Vários estabelecimentos comerciais apresentam um excesso de dispositivos de publicidade - fixos e móveis - com grande impacto negativo nesta zona classificada.
Também há a assinalar dispositivos de publicidade abandonados e/ou em mau estado de conservação, alguns deles pondo em risco a segurança de pessoas (ex: «Pensão Coimbra» na Praça da Figueira, ?). Para estes casos pedimos o desmonte urgente para se evitarem acidentes.
Não devemos tolerar todo este "ruído" num bem cultural protegido por Lei como é o caso da Baixa.
Cada vez mais surgemformas de publicidade que tentam contornar a lei, como é o caso de publicidade colada nas vidraças dos vãos das fachadas e montras. Assim, solicitamos que nos informem se estão previstas medidas para mitigar este problema.
Pedimos ainda a vossa maior atenção para a necessidade de se fiscalizar com mais frequência toda a zona classificada da Baixa de modo a prevenir-se o alastramento de situações de publicidade selvagem como as que vão ilustradas na amostra em anexo.
Muito obrigado.
Com os melhores cumprimentos,
Fernando Jorge, Luís Marques da Silva e Júlio Amorim
02/10/2010
POSTAL DA BAIXA: Rua da Madalena
20/07/2010
21/04/2010
Lisboa arde, arde, arde, arde...
11 de Fevereiro de 2010 - incêndio na Rua Nova do Almada. Morte de uma idosa.
22 de Março de 2010 - incêndio no Palácio Dona Rosa.
20 de Abril de 2010 - incêndio no Rossio. António Costa manda abrir inquérito...
Nota: cronologia retirada do Lisboa S.O.S.
Foto: cobertura ardida do prédio do Rossio/Praça da Figueira
03/12/2008
EXPOSIÇÃO: Lisboa 1758, o Plano da Baixa Hoje
O PLANO DA BAIXA HOJE
Praça do Comércio - Páteo da Galé
Horário: todos os dias - 11hoo-19hoo
Entrada Gratuita aos Domingos
Visitas Guiadas: quinta-feira - 11h00 e 14hoo
Marcações: 21 798 89 96 / 21 798 85 26






















