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19/03/2017

O que fizeram no Largo do Carmo é inadmissível!


Os técnicos da JF responsáveis pela autorização e fiscalização da poda devem ser exonerados. À empresa que fez a poda deve ser passada coima severa, ser banida das adjudicações na cidade e "descertificada" (se é que o é). Só assim a cidade poderá ser ressarcida por este crime!
Foto: Miguel Jorge

12/02/2016

Largo do Carmo: colónia abusiva de esplanadas



Se no passado recente tinhamos que protestar, e lutar, pelo uso abusivo dos largos e praças da cidade como parques de estacionamento, agora o "novo carro" da cidade parecem ser as esplanadas! No futuro, e para nos sentarmos num largo - espaço público - vai ser obrigatório pagar um café ou bebida? É o que parece neste Largo do Carmo assim como no vizinho Largo Rafael Bordalo Pinheiro que se livrou de todo o estacionamento apenas para ser imediatamente invadido de esplanadas numa forma questionável de apropriação do espaço público por privados (cafés, restaurantes). Em Barcelona já há movimentos de moradores a protestar por esta "venda" do espaço das suas ruas aos estabelecimentos da restauração, tudo em nome desse negócio-devorador das cidades de hoje: TURISMO.

16/06/2015

Terraços do Carmo: Obrigado, Arquitecto Siza!








Aqui temos uma obra exemplar. Uma ideia clara, com desenho simples, uma obra bem executada. E o Mestre Siza dá uma lição de maturidade e inteligência com o uso extensivo da calçada portuguesa... Obrigado, Arquitecto Siza! 
PS: Como não teriamos ficado bem mais bem servidos se o projecto da Praça do Comércio tivesse sido entregue a Siza...

12/06/2015

Esplanadas: Os "novos carros" do espaço público?

















O Largo Rafael Bordalo Pinheiro ficou pouco tempo "bonito, simples e sem carros" O vazio é cada vez menos valorizado em Lisboa; Ontem já estavam a montar estruturas metálicas fixas para esplanadas; em breve este largo vai ficar com a mesma patologia do vizinho Largo do Carmo: sem 1cm livre para o cidadão comum, máxima ocupação abusiva pelas esplandas de cafés, restaurantes, quiosques, etc.

As esplanadas são os "novos carros do espaço público": estão a aparecer em todo o lado, em cima dos passeios, nos jardins, nas faixas de rodagem! Em Barcelona já há movimentos de moradores que se organizam contra esta ocupação sistematica do espaço livre dos bairros pelas esplanadas... mas nós aqui continuamos a assistir, passivamente, a todo este fenómeno da progressiva privatização do espaço publico. Não teremos direito a espaços de silêncio e de vazio?

11/06/2015

Nos Terraços do Carmo, nasceu “uma varanda” sobre Lisboa



In Público (10.6.2015)
Por Inês Boaventura

«Junto ao Convento do Carmo, onde antes estavam uns “barracões” da GNR, há um novo miradouro para conhecer.

Com a há muito aguardada inauguração dos Terraços do Carmo, Lisboa ganhou, além de uma ligação pedonal entre o Convento do Carmo e a Rua Garrett, “uma nova varanda sobre a cidade”. Para o presidente da câmara, são intervenções como esta que permitem recuperar a “autenticidade” da capital.

Com esta obra, inaugurada nesta quarta-feira, fica finalmente concluída a execução do plano pensado pelo arquitecto Siza Vieira para a zona do Chiado, na sequência do grande incêndio que aí ocorreu há quase 27 anos. “Uma versão ampliada e melhorada” do plano, notou o presidente da Câmara de Lisboa, já que não constava do projecto inicial a criação de “um novo miradouro” nos terraços junto ao convento.Isso mesmo foi também destacado pelo vereador do Urbanismo, que lembrou que a intenção inicial da empreitada agora concluída era promover a ligação entre a Rua Garrett e o Convento do Carmo. Só a partir de 2007, contou Manuel Salgado, é que foi ganhando forma a ideia de abrir “mais uma praça, mais um espaço público” nos terraços que até aí estavam ocupados com “barracões” da GNR. “Os Terraços do Carmo foram uma descoberta, não estavam previstos”, afirmou o autarca, constando que “surpreendentemente” esses terraços surgiam desenhados numa carta de 1850 de Filipe Folque, um político e militar. Manuel Salgado deixou ainda uma palavra de apreço a Siza Vieira, sublinhando que o arquitecto esboçou para o Chiado um plano “extremamente rigoroso, fundado na história”, com o qual “ensinou a intervir sobre a cidade existente”. No fundo, rematou, aquilo que obras como a dos Terraços do Carmo permitem é “a descoberta de uma cidade que estava escondida”. “O Chiado não é o mesmo de há 27 anos, mas parece que sempre foi assim”, disse por sua vez o arquitecto Carlos Castanheira, em nome da equipa responsável pelo projecto. Segundo o presidente da câmara, a obra inaugurada neste Dia de Portugal teve um custo de 2,1 milhões de euros, provenientes de “verbas próprias e do Turismo de Portugal”. Fernando Medina não esqueceu as “vicissitudes extraordinárias” que a empreitada teve, e que fizeram com que a sua conclusão derrapasse no tempo, nem os incómodos sofridos pelos lojistas da Rua do Carmo, que serão indemnizados.

Revitalização da Baixa
Aos Terraços do Carmo, cujo chão em calçada portuguesa é pontuado aqui e ali por pequenos relvados, é possível aceder através do largo com o mesmo nome. Para isso há que ultrapassar alguns lanços de escadas, pouco convidativos para visitantes com mobilidade reduzida. Também para chegar à Rua Garrett, num caminho que se faz por um espaço entre prédios e que desemboca no número 10, há vários degraus para vencer.Apesar de a inauguração do espaço ter já tido lugar, e de a placa da praxe ter sido descerrada perante dezenas de convidados, há trabalhos que ficaram por concluir. O elevador que fará o acesso à Rua do Carmo, através do interior de uma loja municipal, só deverá entrar em funcionamento daqui a um mês, de acordo com Manuel Salgado. Também a prometida instalação de uma cafetaria com esplanada no novo miradouro terá de esperar pelo lançamento de um concurso de concessão. “Isto é uma reinvenção permanente”, sublinhou o vereador do Urbanismo, constatando que há para fazer em Lisboa “muito trabalho, para muitas décadas e muitos executivos municipais”. A criação de um percurso dos Terraços do Carmo à Calçada do Duque, e por aí fora até ao Jardim Botânico, a abertura de um terraço no topo do Museu do Design e da Moda (MUDE) e a revitalização da Praça da Figueira são algumas das ideias que Manuel Salgado gostaria de ver concretizadas. Obras que se iriam juntar a “projectos estratégicos absolutamente essenciais para a revitalização da Baixa”, como a intervenção no Terreiro do Paço.
...»

27/07/2014

Esplanadas de Lisboa: Largo do Carmo

Sempre a mesma história em Lisboa: o privado por cima do público. E a CML assiste com serenidade...

10/03/2014

Proposta exequível para a reabertura e a exploração da linha de eléctrico E-24


Exmos. Senhores
Secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações,
Presidente da Câmara Municipal de Lisboa,
Presidente do Conselho Directivo do IMT,
Presidente do Conselho Executivo da ATML,
Presidente do Conselho de Administração da CARRIS,
Direcção da Associação de Turismo de Lisboa,


Considerando que se mantém, manifestamente, o interesse da população, da Câmara Municipal de Lisboa (vide os projectos de reordenamento do espaço público nos Largos Bordallo Pinheiro e Trindade Coelho) e de várias entidades ligadas ao turismo, a começar pela Associação de Turismo de Lisboa (
videhttp://cidadanialx.tripod.com/DocE24.pdf); na reabertura da linha de eléctrico E-24;

Considerando as declarações públicas do Sr. Paulo Marques (vide https://www.youtube.com/watch?v=QxV8ipijAC0), colecionador particular de eléctricos (fotos em anexo) segundo as quais pretende ceder a sua colecção à CML para que esta lhe dê uso turístico;

Considerando que os eléctricos que compõem esta colecção e que poderão ser postos em circulação na linha do E-24 são 3 - eléctrico 615, construído em Santo Amaro nas oficinas da CARRIS, em 1935; eléctrico 738, idem, em 1932, e eléctrico 442 (tipo caixote), idem, em 1961 - não precisam de adaptações muito dispendiosas, visto todos eles se encontrarem com motorizações e órgãos de travagem originais, e apenas necessitarem de uma revisão profunda desses componentes em virtude de estarem fora de serviço desde 1996;

Considerando que razão invocada pela CARRIS para ainda não ter reaberto a linha de eléctrico E-24 tem que ver com a falta de opções em termos de composições disponíveis para a sua efectivação;

E no seguimento da consulta pública actualmente a decorrer sobre o modelo de abertura à iniciativa privada do serviço público de transporte de passageiros em Lisboa e Porto (vide http://www.imtt.pt/sites/IMTT/Portugues/Noticias/Paginas/Consultasobreomodelodeabertura%C3%A0iniciativaprivadadoservi%C3%A7op%C3%BAblicodetransportedepassageirosemLisboaePorto.aspx),

Propomos ao SEITC, ao IMT, à AMTL, à CARRIS, à Câmara Municipal de Lisboa e à Associação de Turismo de Lisboa:

1.O estabelecimento de um acordo de cedência com o Sr. Paulo Marques, com vista à utilização dos 3 eléctricos da sua colecção, referidos acima, com vista à reabertura e à exploração turística (ou não apenas turística) da linha E-24, desde o Cais do Sodré às Amoreiras, com extensão ao Largo do Carmo.

2.A definição de um conjunto de regras que permita que a futura gestão da linha E-24:

a) Seja dividida pela CARRIS - gestão da infraestrutura - e/ou por um concessionário privado - sem custos para o Estado - a escolher mediante concurso específico para a exploração da linha E-24, prevendo mesmo um tarifário específico e/ou mais elevado (o preço dos bilhetes e/ou a partilha de receitas com o sistema Lisboa Viva tem que assegurar a cobertura das despesas de exploração.), dirigido a turistas/passageiros normais, para assegurar a sua sustentabilidade financeira e /ou com tarifário integrado com outros meios de transporte turísticos (elevadores/eléctricos/autocarros/cruzeiros no Tejo), para assegurar o efeito rede e atractividade ou concurso integrado no caderno de concessões da Secretaria de Estado das Infra-estruturas, Transportes e Comunicações/CARRIS.

b) Possa ser subvencionada, ainda que de forma parcial, com recurso a comparticipações do QREN/Turismo para efeitos de promoção de transportes amigos do ambiente e redutores de emissões poluentes, bem como de regeneração/reabilitação/revitalização urbana e para adaptação dos eléctricos acima referidos ao cumprimento dos critérios de segurança em vigor, ou;

c) Que seja considerada a possibilidade de concessão das actuais e futuras linhas de eléctrico em Lisboa (onde se inclui a E-24) de forma separada da restante rede da Carris, caso esta ou um concessionário não tenha interesse na sua exploração, ou seja, no pacote de concessão da Carris dar a possibilidade a um concessionário privado ou à CML para poderem explorar esta linha E-24.

Com os melhores cumprimentos


Bernardo Ferreira de Carvalho, Paulo Ferrero, Virgílio Marques, Luís Marques da Silva, António Branco Almeida, Júlio Amorim, Miguel de Sepúlveda Velloso, Nuno Caiado, João Filipe Guerreiro, Pedro Henrique Aparício, Rui Martins, Jorge Pinto, Pedro Formozinho Sanchez, Rita Filipe Silva, Beatriz Empis, Inês Barreiros, João Mineiro

21/02/2014

Eléctricos vão regressar ao Largo do Carmo (?)

Para ler na edição desta sexta-feira do semanário Sol.


03/04/2013

Estacionamento selvagem



Chegado por e-mail:

«Realmente não canso de me espantar com a falta de civismo generalizada.

Hoje, dia 2 de abril, por volta das 15h50, fiquei admirada como 4 condutores tão imaginativos conseguiram estacionar suas viaturas ao longo das paredes do Museu de Arqueologia/Convento do Carmo, já no acesso ao elevador de Santa Justa.

Calculo que os turistas devem ter achado que Lisboa é uma cidade que prioriza acima de tudo o estacionamento dos carros no centro histórico.

Cumprimentos,
CG»

07/03/2013

O comércio de carácter e de tradição, que importa preservar, acarinhar e potenciar. Alguns bons exemplos:


Em reportagem da RTP1 (2ª parte do Portugal em Directo) em que o Fórum Cidadania Lx participou através de Carlos Leite de Sousa.

Em http://www.rtp.pt/programa/tv/p19455/c107705/282095&source=mail

26/11/2012

Esplanadas

Chegado por e-mail:

«Sendo um leitor tento do Forum Cidadania, partilho de grande parte das Vª preocupações, quanto à desorganização das esplanadas da Freguesia do Sacramento, tendo já elaborado uma carta para a Câmara e para os Bombeiros e protecção civil.

No Vosso artigo não refere a esplanada existente ao fundo da Rua do Duque, num espaço reservado a um ponto de retorno da rua (visto a rua não ter saída). Se houver um incêndio nessa rua os bombeiros não tem espaço para retornar com as viaturas (ver foto Esplanada Duque).

É ainda mais grave, pois o proprietário da mesma é familiar de um Policia Municipal, sendo sempre avisado da realização de fiscalizações.

Também acho horrível os enfeites luminosos colocados em cima da zona da esplanadas, como se fosse um arraial de Santo António, permanecendo no local todo o ano.

Depois rebentam os fios e as lâmpadas, criando uma zona de muito perigo público Chamo também à atenção o Largo do Carmo, pois quando há muitos turistas, as esplanadas invadem todo o espaço reservado (deveria ser) aos moradores desta freguesia, imnpedindo-os de usufruir do único ponto de lazer e convívio da freguesia do Sacramento.

Sem mais, agradeço a Vª preocupação em prol de uma cidade de todos e para todos e não só para alguns, que não sabem respeitar os direitos do próximo.

Jorge Silva»

31/10/2012

POSTAIS DO CARMO e SANTA JUSTA





Travessa do Carmo, Largo do Carmo e via pública de ligação do Largo do Carmo ao Elevador de Santa Justa. Para esta área está programado uma intervenção de reabilitação do espaço público de iniciativa da CML e com projecto da autoria do Arq. Siza Vieira. Mas já lá vai mais de 2 anos e é assim que se encontra uma das zonas mais históricas da nossa cidade...

24/09/2012

Calçada do Duque 27-29: esplanadas ilegais

Exmo. Sr. Presidente da CML
Dr. António Costa

CC. AML, Vereador Espaço Público

Vimos mais uma vez alertar V. Exª para a aparente falta de fiscalização que aparentemente continua a ser mote da CML permitindo que proliferem, um pouco por toda a cidade, esplanadas desordenadas, feias, abusivas em termos de ocupação da via pública, colocando em risco, inclusive, a segurança dos transeuntes e, não poucas vezes, em claro desrespeito pela Lei.

Vejam-se o Largo do Carmo e a Calçada do Duque, que são desde há vários anos péssimos exemplos do abuso sistemático do espaço público por vários estabelecimentos de restauração. Para além do habitual problema da instalação de mobiliário na via pública, dissonante em termos estéticos e em quantidades muito para além da licença camarária (ver fotos), vemos também uma perigosa estrutura ilegal que serve de esplanada de um estabelecimento na Calçada do Duque 27-29. Esta estrutura é montada sobre as escadas, principalmente aos fins de semana quando a fiscalização da CML é fraca ou nula. Certos da vontade de V. Exª em não permitir que possa ocorrer nenhum acidente por causa desta estrutura (o que, previsivelmente, sucederá a breve prazo se ela ali continuar), solicitamos a V. Exª que mande retirar coercivamente esta estrutura perigosa.

Sem outro assunto, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos

Luís Marques da Silva, António Branco Almeida e Fernando Jorge

03/08/2012

Contributo para o blog:

Chegado por e-mail:

«Exmºs Srºs,

Venho por este meio enviar 2 fotografias (em anexo) referentes ao estado a que chegou a zona Largo do Carmo/Elevador de Sta Justa.

A fotografia da calçada esventrada é da pequena rua que dá acesso desde o Largo do Carmo ao Elevador de Sta. Justa. (apesar de Lisboeta e habituado a este tipo de pisos esburacados consegui torcer o pé…)

A fotografia do LIXO é já na plataforma (?) que dá mesmo acesso ao dito elevador, imediatamente antes ro restaurante/pizzaria (claro que pelos vistos nunca pensaram em eles próprios limparem o LIXO).

Sou seguidor deste blog há uns tempos, apaixonado pela minha/nossa cidade e eterno SOFREDOR por ve-la sempre tão mal tratada.

Se acharem que precisam de mais matéria para publicar é só reponder afirmativamente ao e-mail.

Sou da zona Alcântara/Alto Stº Amaro e acreditem que há por aqui (infelizmente) muito material publicável.

Obrigado e continuação do brilhante trabalho.

Saudações Alfacinhas,

Lourenço A.A.Gomes»