As chamadas Barracas do Bolhão, como são chamados os actuais pavilhões de venda, são um conjunto arquitectónico notável, coeso porque desenhado de raiz, e com uma mistura única de elementos estilísticos, próprios da époa: colunatas clássicas, janelas neo-góticas, beirados e respiradouros tradicionais. Tudo indica que o arquitecto terá sido José Teixeira Lopes, autor entre outros do Banco de Portugal, no Porto, com Ventura Terra.
A Câmara invoca duas razões principais: uma, a de que a demolição é necessária uma vez que se construirá um subterrâneo, e a sua reconstrução seria um pastiche. A outra, de que as barracas são "anacrónicas" e não cumprem os actuais requisitos legais e funcionais.
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2 comentários:
Anacrónicas são as mentes dos nossos políticos e destes arquitectos em busca de popularidade fácil
O mercado do bolhão é Lisboa?...
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