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28/09/2016

Esta árvore é a única que resta no campo das Cebolas.



Exemplar monumental de paineira no Campo das Cebolas.

Por causa do parque de estacionamento, das obras de requalificação, da doença do escaravelho, todas as palmeiras foram abatidas, o mesmo aconteceu à árvore-da-borracha e aos loendros. Nada restou de verde naquela zona.

Só esta que é magnífica. Resiste sem nenhuma protecção, sem nenhuma guarda que a proteja das máquinas. Não há muitas cidades que se possam orgulhar de ter árvores exóticas deste porte.

Lisboa tem essa sorte, façamos por merecê-la

5 comentários:

Maria disse...

Será que se esqueceram de a cortar?

Anónimo disse...

Milagre!

Anónimo disse...

E se em vez de atirarem para o ar e dizerem "milagre" indagassem como, quando e porquê se cortam árvores e quais os projectos de rearborização para as zonas em questão? Faz-me lembrar a choradeira das três árvores da Fontes Pereira de Melo que vão ser substituídas por 200...

Inês B. disse...

E se em vez de mandar bitaites o Anónimo das 12:28 fosse a Chelas, ao Corredor Verde, ao Monsanto junto ao Pólo Universitário, à Av. da Liberdades e avenidas adjacentes, ao Parque das Nações, à Ribeira das Naus para ver como é que a CML mantém as árvores jovens que planta, que estão ou secas ou a secar porque não há o mínimo de manutenção, como rega por exemplo. Se não têm respeito por cada ser vivo (árvores não são mobiliário urbano inanimado), tenham respeito ao menos pelo dinheiro dos contribuintes deitado à rua em plantações e replantações contínuas de árvores na sua maioria importadas (nem para a balança comercial do país isso é bom). E já agora, uma árvore jovem levará muito tempo até proporcionar os mesmos benefícios do que uma árvore adulta (que, por exemplo, fornece oxigénio durante um ano a uma família de 4 pessoas). Não fale o Senhor do que não sabe e ao qual é absolutamente insensível já se vê.

Anónimo disse...

Ou seja, a Inês tem uma bola de cristal e já sabe de antemão que os espaços verdes vão ser completamente descurados e que nada há a fazer quanto a isso. De qualquer forma, o subtexto é o mesmo: postar com o lamentoso tom de sempre sobre o abate de árvores quando não fazem a mínima menção aos projectos de rearborização que pode ou não haver na área. O subtexto é sempre o mesmo: "nós" (os bons) contra "eles" (os incompetentes). Puxa-se do velho e gasto argumento do "nosso dinheiro" e da balança comercial para enfeitar. O que importa é que "eles" sejam sempre pintados de incompetentes, seja que junta de freguesia for. Este género de simplificação é redutora e caricatural.