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14/02/2017

Estes aqui são bonitos mas os da placa central são debruados (?) a azul * e por isso são pimba!


In Público (13.2.2017)
Por João Pedro Pincha

«Ai, Cais do Sodré, já todo o sapato te serve no pé?

Estão quase a acabar as obras de requalificação do Cais do Sodré, que segundo a câmara serviram para abrir a frente ribeirinha à “fruição pública”. Há mais passeios, mais árvores, menos carros, muitos elogios. A má fama do Cais vai desaparecer de vez?»

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Além de que há muros e murinhos a mais no jardim e o quiosque antigo foi-se e aterrou um novel bem gordo para comes e bebes mais calóricos. Para onde e para quem foi o antigo, podemos saber?

* Correcção: as risquinhas azuis são protecções ao banco, em plástico, ufa :-)

8 comentários:

Julio Amorim disse...

Podiam ter colocado todas as cartas na mesa no que respeita ao quiosque :-(

Anónimo disse...


Banhos de Sol com Cerveja ,
para turistas de pé sujo
uma desgraçada turistificação
uma capital sem ordem, sem compostura, desagradável
pelo menos para a maioria dos lisboetas

(que nunca viram semelhante desarranjo em muitos séculos de história )

Anónimo disse...

O problema dos arquitetontos é que copiam muito da sua imaginação, ou de lá de fora, mas depois não se importam com a mobilidade e acessibilidades.
De repente, largos passeios encontram obstáculos e desníveis, nunca pensando nos deficientes ou quando chegarem a velhos esses insignificantes obstáculos lhe dificultam a marcha.
Por que carga de água de repente nos temos de confrontar com esplanadas invasoras de passeios amplos ou bem idealizados ?
Mas isso, dizem, já é de quem licencia.
Patos bravos.

Anónimo disse...

Alguém me pode explicar o que são estas "coisas"? É suposto serem bancos? Ou são instalações? E que tal uns bancos tradicionais virados para o rio? Já não há arquitectos capazes de fazer isso?

Julio Amorim disse...

Estas instalações foram concebidas com o cursinho de CAD bem fresquinho ? Por acaso pensaram quais serão as hipóteses de uma pessoa de 80 anos se conseguir sentar...e levantar destas instalações ? Não...no cursinho de CAD não existem questões dessas. Aliás, função deve ser coisa da pré-história ou problema para bota-de-elástico (ainda se diz assim ?). Claro que, para um invisual, a lógica da distribuição das instalações vai proporcionar uma movimentação perfeita e isente de choques e surpresas. Por vezes o modernaço torna-se tão irreversivelmente ridículo....mas também não se aprende no cursinho de CAD.

Anónimo disse...

"pelo menos para a maioria dos lisboetas

(que nunca viram semelhante desarranjo em muitos séculos de história )"

Porque o nojo absoluto que era a zona antes não era um "desarranjo", mas sim "Lisboa a sério".

luis disse...

Essa zona junto ao rio estava óptima era nos anos 90 e início de 2000. Nunca deviam ter mexido. Era a Lisboa a sério, não turistificada e gentrificada. Os alfacinhas de gema podiam injectar-se tranquilamente a ouvir a ondulação.

Johnny Lucas disse...

"Essa zona junto ao rio estava óptima era nos anos 90 e início de 2000. Nunca deviam ter mexido. Era a Lisboa a sério, não turistificada e gentrificada. Os alfacinhas de gema podiam injectar-se tranquilamente a ouvir a ondulação."

e estacionar o carro com ajuda dos mais competentes profissionais da arrumação de carros :)