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18/06/2020

Antigo Convento de Sto. António da Convalescença - Pedido de esclarecimentos à JF S.Domingos Benfica


Exmo.Sr. Presidente da Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica
Dr. António Cardoso

CC. PCML, AML, DGPC e media

Há na estrada de Benfica um conjunto monumental fundado em 1640 que urge preservar e proteger.
Referimo-nos ao antigo convento de Santo António da Convalescença, na Estrada de Benfica, nº 275, cuja descrição histórica V. Exa. verificar em http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3026

Sem dúvida que este convento, ou que dele resta, é um marco patrimonial insubstituível da área coberta pela jurisdição dessa Junta de Freguesia.

 Dado o lamentável estado de abandono que se prolonga há demasiados anos, importa saber se:

 - Essa Junta de Freguesia tem algum plano de salvaguarda e valorização de todo o conjunto, entrada, claustro, fachadas com importantes conjuntos de azulejos?
- Há algum levantamento feito de todo o património azulejar?- A Junta de São Domingos de Benfica estabeleceu algum protocolo com a CML para proteger e salvaguardar o que resta deste antigo convento?- Há algum protocolo com a DGPC para que se proceda à actualização da classificação deste antigo convento?- Pretende a Junta de Freguesia lançar algum concurso que venha a promover a valorização do imóvel, bem como do chafariz fronteiro, uma vez que o carácter monumental do conjunto dos dois bens deve ser lido em conjunto.

 Foto: Agendalx.pt. 

Com os melhores cumprimentos

Miguel de Sepúlveda Velloso, Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Gustavo da Cunha, Júlio Amorim, Virgílio Marques, Jorge Pinto, Helena Espvall, Pedro Henrique Aparício, Maria Ramalho, Odete Pinto, Eurico de Barros, Filipe Teixeira, Maria do Rosário Reiche, José Maria Amador

...

Resposta do Sr. Presidente da JF São Domingos de Benfica:

«Boa tarde,

Em resposta ao vosso email de 18 de junho, o qual agradeço e que mereceu a minha melhor atenção, cumpre-me informar que estamos de acordo quanto ao imóvel em questão ser um marco patrimonial da Freguesia de São Domingos de Benfica.

Relativamente às questões que nos são colocadas confirmo que nunca existiu qualquer protocolo de intervenção celebrado entre a Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica e as entidades que referem uma vez que tal nunca nos foi apresentado.

Estamos de acordo que seria importante preservar este património e estamos disponíveis para colaborar com entidades como a DGPC, CML e naturalmente com os proprietários deste antigo convento de Santo António da Convalescença caso a esse desígnio sejamos chamados.

Relativamente ao Chafariz de Santo António da Convalescença ou das Águas Boas, fronteiro ao antigo Convento, cumpre-me informar que a EPAL e a Câmara Municipal de Lisboa uniram esforços e celebraram um protocolo que prevê, entre outras coisas, restaurar 18 chafarizes pela cidade de Lisboa entre os quais se inclui este emblemático Chafariz da nossa Freguesia.

Após muita insistência da Junta de Freguesia e da sua população, o Chafariz de Santo António da Convalescença vai ser alvo de uma intervenção de conservação e restauro no corrente ano de 2020 tendo ficado estabelecido no protocolo, após as intervenções, que será a Câmara Municipal de Lisboa a garantir a manutenção e limpeza periódica do chafariz, bem como do espaço público envolvente.

Estamos assim de momento a aguardar que se iniciem as obras de conservação e restauro do Chafariz.

Disponível para o que entenderem por necessário, apresento-vos os meus melhores cumprimentos.

António Cardoso
Presidente da Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica»

...

Convento de Sto Antonio Convalescenca - Pedido à CML e DGPC (27.6.2020)

Exmo. Senhor Presidente
Dr. Fernando Medina,
Exmo. Senhor Director-Geral
Eng. Bernardo Alabaça


CC. JF São Domingos de Benfica e media

No seguimento do bom acolhimento por parte do senhor Presidente da Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica, dr. António Cardoso, ao nosso alerta-pedido de esclarecimentos acerca do estado de coisas do antigo Convento de Santo António da Convalescença, sito na Estrada de Benfica, (https://cidadanialx.blogspot.com/2020/06/antigo-convento-de-sto-antonio-da.html);

E porque graças ao empenho de diversas entidades, se conseguiu unir esforços que permitiriam, por via de protocolo, agendar para o corrente ano o início às tão necessárias obras de recuperação de outro importante património daquela Freguesia, por sinal o vizinho Chafariz de Santo António da Convalescença, obra arquitectónica indissociável do conjunto do próprio convento,

Solicitamos a V. Exas. que atentem ao Convento em apreço, e, em conjunto com os seus proprietários e com a Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica, almejem as condições necessárias para a recuperação urgente deste edifício, garantindo o seu bom uso e, desejável, a sua abertura do público, à semelhança de outros antigos conventos de Lisboa onde tal já é possível. 

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Miguel de Sepúlveda Velloso, Bernardo Ferreira de Carvalho, Virgílio Marques, José Morais Arnaud, Gonçalo Cornélio da Silva, Rui Martins, Pedro Jordão, Helena Espvall, Eurico de Barros, Maria do Rosário Reiche, Fátima Castanheira, Filipe Teixeira

Foto: AgendaLx.pt

22/05/2019

Mais azulejos para o lixo....


"Destruição de azulejos leva câmara a embargar obra no Chiado
Câmara de Lisboa impôs a preservação dos painéis de azulejos desenhados pelo ceramista António Vasconcelos Lapa, mas estes acabaram por ir para o lixo.

Foram destruídos 33 painéis de azulejos modernistas que decoravam a fachada de um edifício no Largo Rafael Bordalo Pinheiro, em Lisboa. A câmara municipal decidiu, por isso, embargar as obras de adaptação do prédio a hotel.

A destruição dos azulejos aconteceu já em Fevereiro, mas só na semana passada é que a autarquia a confirmou ao PÚBLICO. Foram “verificadas desconformidades com as condições do licenciamento”, referiu fonte oficial da câmara lisboeta, explicando que a obra foi autorizada prevendo “a retirada dos azulejos da fachada, o seu aproveitamento e recolocação no interior do edifício e a entrega do remanescente material azulejar ao município”.

Mas tal não se verificou. Durante a remoção dos azulejos alguns ficaram danificados e os restantes foram parar ao lixo. É isso que se lê num documento da Divisão de Fiscalização da Direcção Municipal de Urbanismo, a que o PÚBLICO teve acesso. “Segundo fomos informados no local pelo responsável, a retirada dos ditos painéis apresentou-se tecnicamente difícil, tendo-se traduzido na quebra de alguns azulejos em todos os painéis, o que no final não permitiria a sua reposição”, escreveram os fiscais a 15 de Fevereiro."....

In Público por João Pedro Pincha
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Pode ler o resto aqui

29/04/2019

Azulejos Restaurante Panorâmico de Monsanto - Pedido de remoção à CML


Exmo. Senhor Presidente da CML
Dr. Fernando Medina


Cc. AML, Vereadora CV Pinto, Museu da Cidade, Museu Nacional do Azulejo

Como é do conhecimento de V. Exa., o antigo restaurante panorâmico de Monsanto, que é propriedade da CML, encontra-se hoje num tal estado deplorável que, praticamente, somente resistem dos seus tempos áureos os painéis cerâmicos de Maria Manuela Madureira, datados de 1965, e o painel de azulejos de Manuela Ribeiro Soares, com uma vista panorâmica da cidade de Lisboa.

Contudo, dada a ausência de soluções efectivas e imediatas para a recuperação do imóvel, é previsível que não demore muito tempo até que a destruição completa de ambos os painéis seja uma realidade, se nada for feito para o evitarmos.

Assim, solicitamos a V. Exa., senhor Presidente, que dê instruções aos serviços da CML para, no caso de ser impossível a sua protecção in situ, que será a solução ideal para este problema, procederem à remoção urgente dos painéis referidos, depositando-os em local seguro, por exemplo no Museu de Lisboa/Palácio Pimenta ou no Museu Nacional do Azulejo, até que seja possível a sua recolocação em Monsanto, logo que o edifício seja reabilitado, se o for.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Júlio Amorim, Virgílio Marques, Helena Espvall, Paulo Lopes, Luís Mascarenhas Gaivão, Pedro Jordão, Rui Pedro Martins, Miguel Atanásio Carvalho, Irina Gomes, Rita Gomes Ferrão, Ana Alves de Sousa, Alexandra de Carvalho Antunes, Miguel Jorge, Fátima Castanheira, Maria do Rosário Reiche, Filipe Teixeira, Pedro Machado, Maria Ramalho, José Amador

Fotos de Diogo Garcia

26/02/2019

Deve estar para breve, o adeus ao Pátio Estefânia ...


Por falar em azulejos roubados, atenção que está para venda um prédio na R. D. Estefânia 70-76 (Pátio Estefânia) com fachada revestida a azulejo Viúva Lamego do séc. XIX (um padrão relativamente raro e só produzido pela VL), que é este ... aliás, o próprio Pátio é um mimo e é raro em Lisboa. Mais um para o béléléu possivelmente... (foto do dito, quando ainda lá funcionava uma funerária ...)

Azulejos do séc. XIX na Feira da Ladra: 4 por 10 €


Com o fenómeno do turismo de massas aumentou o roubo e a venda de azulejos para servir o apetite dos turistas...

Fotos do Sábado passado, de Fernando Jorge.

21/02/2019

Azulejos escavacados em fachada do prédio da Rua dos Cegos, 32 /Pátio Dom Fradique


ATENÇÃO: Alguém pode passar na Rua dos Cegos/Menino Deus/Pátio D. Fradique, nº 32, e fotografar o desaparecimento/arranque de azulejos em curso? Obra em curso, mas o procedimento é ilegal, se o projecto tiver sido aprovado depois da entrada em vigor da lei que protege o património azulejar de fachada! Muito obrigado!

09/10/2018

Uma boa notícia para o património azulejar de Lisboa:


Da ordem de trabalhos da próxima reunião de CML, ressalta a Proposta n.º 663/2018 que diz respeito à aquisição pela CML de dois prédios, um na Rua Eduardo Coelho, 14, e outro (com ligação ao outro), na Rua da Palmeira, 11, ambos pertencem ao lote que o Centro Hospitalar de Lisboa Central colocou em hasta pública. É uma boa notícia para o património azulejar de Lisboa, assim a CML restaure os belos padrões de azulejos. No 1º caso, aquele prédio tem mesmo uma fachada linda e umas portas talvez das mais bonitas de Lisboa, com cavalos decorando as grelhas de ferro nas imensas portas azuis ... Uma boa notícia para os azulejos de Lisboa, e para as crianças que por ali vão andar.

17/07/2018

Remoção de azulejos no antigo Hotel Braganza (R Vítor Cordon) - pedido de esclarecimentos à CML


Exmo. Senhor Vereador
Arq. Manuel Salgado


C.C. PCML, Provedoria de Justiça, AML, DGPC e media

Tendo em conta o disposto no Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação de Lisboa, artigo 13º, ponto 9 e artigo 14º, ponto 2: “É interdita a remoção de azulejos de fachada de qualquer edificação, salvo em casos devidamente justificados, autorizados pela Câmara Municipal em razão da ausência ou diminuto valor patrimonial relevante destes”; o artigo 13º, ponto 10: “Na vistoria de valor histórico patrimonial que precede a demolição total ou parcial dos edifícios da Carta Municipal do Património Edificado e Paisagístico nas situações admitidas no RPDML, deve ser elaborado um Registo para memória futura, do qual conste resenha histórica, levantamento gráfico (plantas, alçados, etc.) e fotográfico relativo ao imóvel, bem como a indicação dos materiais construtivos e decorativos com valor arquitetónico ou histórico que nos termos do n.º 6 do artigo seguinte devem ser preservados.”; e ainda a mais recente alteração do RJUE DL 555/99 de 16 de Dezembro, conferida pela Lei 79/2017 de 19 de agosto, pronuncia-se sobre o indeferimento de licenciamentos no caso de remoção de azulejos de fachadas, artigo 24 nº2 “Quando o pedido de licenciamento tiver por objeto a realização das operações urbanísticas referidas nas alíneas a) a e) e i) do n.º 2 do artigo 4.º, o indeferimento pode ainda ter lugar com fundamento em: A operação urbanística implicar a demolição de fachadas revestidas a azulejos, a remoção de azulejos de fachada, independentemente da sua confrontação com a via pública ou logradouros, salvo em casos devidamente justificados, autorizados pela Câmara Municipal em razão da ausência ou diminuto valor patrimonial relevante destes";

E considerando a recente demolição autorizada pela CML dos azulejos de fachada da Rua Vitor Cordon, ao edifício da ex-Universidade Livre, antigo Hotel Braganza, integralmente removidos, e independentemente das questões da nova côr proposta em maqueta, e o "clássico" aumento de 1 piso no edifício;

Somos a solicitar o melhor esclarecimento de V. Exa. relativamente à legalidade da autorização da CML dos referidos azulejos.


Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel de Sepúlveda Velloso, Júlio Amorim, Miguel Atanásio Carvalho, Henrique Chaves, Rui Pedro Martins, Fernando Silva Grade, Beatriz Empis, Irina Gomes, Helena Espvall, Ana Celeste Glória, António Araújo, João Oliveira Leonardo, Virgílio Marques, Jorge Pinto

07/05/2018

Petição pelo Reforço das Medidas de Salvaguarda do Património Azulejar Nacional


No seguimento das comemorações do Dia Nacional do Azulejo, e por julgarmos imprescindível a aplicação de nova legislação em prol da salvaguarda efectiva daquele que é um património identitário da nossa Cultura, solicitamos a v/melhor atenção para a petição que hoje lançamos.
Por favor assine e divulgue esta petição
:

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT89304

...

«Petição pelo Reforço das Medidas de Salvaguarda do Património Azulejar Nacional

Para: Assembleia da República


Considerando que o Azulejo é um elemento marcante da Cultura Portuguesa, com uma história de séculos, tratando-se de um activo não só patrimonial, mas também turístico e económico; [...]

Os abaixo assinados apelam à Assembleia da República, ao Excelentíssimo Senhor Presidente e aos Excelentíssimos Senhores Deputados, para que produzam, em sede das Comissões Permanentes respectivas, matéria legal suficiente para que seja aprovado em plenário um Pacote Legislativo adequado aos desafios que se colocam ao Património Azulejar Nacional, de modo a:

1. Restringir a exportação de azulejos que estiveram previamente aplicados em imóveis, classificados ou não, mesmo que tenham sido retirados dos respectivos imóveis de modo legal, nomeadamente antes da entrada em vigor da Lei n.º 79/2017 de 18 de Agosto, ou já após a respectiva entrada em vigor, mas na sequência de alvarás de obra concedidos anteriormente, visto que tal lei não teve efeitos retroactivos;

2. Além da exportação, restringir também a comercialização interna de azulejos que já não se produzam e que apresentem indícios de terem estado aplicados em imóveis e deles terem sido retirados (seja uma comercialização formal em loja, seja em feiras informais de velharias, ou através da Internet), sempre que não seja possível apurar a sua proveniência exacta;

3. Atendendo às especiais características do Azulejo como Património Integrado que perde contexto quando deixa de estar "in situ", inverter o ónus da prova no que diz respeito ao ponto anterior: ou seja, todo o azulejo à venda no mercado, formal ou informal, que já não se produza e que apresente indícios de ter sido removido de um imóvel deve ser acompanhado de certificado de origem e, caso não o tenha, será considerado bem cultural colocado ilegalmente no mercado, ficando quem o esteja a vender sujeito a uma sanção, que poderá incluir a apreensão do bem.

4. Determinar que os azulejos retirados do mercado por via de apreensão revertam para bancos de materiais dos municípios e sejam forçosamente destinados a posterior aplicação em obras de reabilitação (servindo como exemplo, a este respeito, a actuação do Banco de Materiais da Câmara Municipal do Porto), ou, caso não exista um banco de materiais formalmente constituído com tal fim no município em que tenham sido apreendidos os azulejos, revertam estes para acervos de museus de cerâmica ou de azulejaria, com preferência para os que existam no respectivo município, ou, caso não possam ser tais azulejos incorporados num museu, sejam retidos provisoriamente pelo Estado, através dos seus organismos de tutela do Património Imóvel, até que estes organismos encontrem uma solução adequada, a qual passará, sempre que possível, pela re-aplicação dos referidos azulejos em imóveis públicos ou em espaços de imóveis privados passíveis de fruição pública;

5. Incrementar um programa de apoio urgente à inventariação rigorosa e sistemática do Azulejo, quer o existente em interiores de imóveis públicos (paços do concelho, tribunais, quartéis, hospitais, quintas e seus jardins, etc.), quer o existente em espaços públicos ou no exterior de edifícios privados, nomeadamente nas fachadas à face da rua, quer ainda o existente no interior de imóveis privados, quando os proprietários - sejam estes instituições ou particulares - se mostrarem abertos a participar no processo de inventariação;

6. Criar uma estrutura consultiva extraordinária mista, de peritos internos e externos à tutela, a quem caiba definir, num prazo o mais curto possível, o modo de prossecução dos objectivos do ponto anterior, estrutura essa que deverá incluir centros de investigação universitários que trabalhem o tema da Azulejaria Portuguesa (quer sob o ponto de vista histórico e artístico, quer sob o ponto de vista da conservação e do restauro), museus portugueses que possuam acervos azulejares (nomeadamente o Museu Nacional do Azulejo), o Projecto "SOS Azulejo" da Polícia Judiciária, a Associação Nacional de Municípios, autarquias que tenham já a decorrer programas de inventariação, salvaguarda e/ou valorização do Património Azulejar, e outras instituições idóneas que, não se enquadrando na mesma situação das anteriormente referidas, tenham capacidade científica e/ou técnica na área da Azulejaria, do seu inventário, catalogação, salvaguarda, e/ou valorização;

7. Solicitar a essa estrutura consultiva extraordinária mista recomendações relativas à conservação das aplicações azulejares e, quando estritamente necessário, à sua remoção para restauro e recolocação com argamassas adequadas, de modo a que as boas práticas nesta área se estendam a toda a "praxis" autárquica em sede de licenciamento urbanístico;

8. Dar orientações aos organismos centrais de tutela do Património Imóvel e aos Municípios para que, como resultado do processo de inventariação mencionado no ponto 5, abram procedimentos de classificação para os imóveis ou conjuntos de imóveis cujas aplicações azulejares tenham sido consideradas mais relevantes.

7 de Maio de 2018, um dia depois do Dia Nacional do Azulejo. Os abaixo assinados»

Foto de antigo convento em Seiça

05/03/2018

2018 ANO EUROPEU DO PATRIMÓNIO CULTURAL

Ainda a Destruição da Fábrica Constância e a dualidade da posição/actuação da CML perante o problema dos azulejos

Considera a Câmara Municipal de Lisboa e consideramos muitos de nós que " O azulejo é uma das marcas de Lisboa. Junto com a calçada, são dois dos elementos identitários da cidade".

Procura a edilidade, defender o nosso património azulejar nomeadamente com o estipulado no ponto 2 do Artigo 14 do Regulamento Municipal da Urbanização e Edificação de Lisboa (RMUEL): "É interdita a demolição, de Fachadas revestidas a azulejos de qualquer edificação, salvo em casos devidamente justificados, autorizados pela Câmara Municipal em razão da ausência ou diminuto valor patrimonial relevante destes".

Considerando o elevado valor patrimonial em causa, não se compreende que a Câmara Municipal de Lisboa tenha autorizado a criminosa acção praticada sobre os azulejos que revestiam a fachada da Fábrica Constância que, embora pudessem e devessem ser retirados para posterior colocação, se optou pela sua destruição pura e simples, não tendo em conta o Património Cultural em presença.

Entretanto, procurou a Associação Lisboa Verde junto do Sr. Vereador Manuel Salgado alertar para a existência e procurar salvar o resto dos azulejos que conseguiram sobreviver à selvática destruição, e vai solicitar ao Sr. Presidente da Câmara Municipal cópia da autorização camarária que autorizou o derrube da fachada com a destruição dos azulejos. Ficamos aguardando uma possível reacção.


Pinto Soares

05/01/2018

S.O.S. Painéis figurativos/publicitários - Apelo à CML à sua classificação e vigilância


Exmo. Senhor Presidente
Dr. Fernando Medina,
Exma. Senhora Vereadora
Dra. Catarina Vaz Pinto


C.c. AML, SOS Azulejo e media

No seguimento do roubo de azulejos de um dos conhecidos painéis figurativos/publicitários da Leitaria Anunciada (https://cidadanialx.blogspot.pt/2017/12/azulejos-da-leitaria-anunciada-apelo.html), que levou a que tivéssemos apelado (https://cidadanialx.blogspot.pt/2017/12/e-preciso-combater-venda-ilegal-de.html) à Câmara Municipal de Lisboa para a necessidade urgente de se combater, de uma vez por todas, o tráfico ilegal de azulejos (desde logo por via de campanhas de sensibilização junto dos potenciais compradores, mas também na fiscalização efectiva – tolerância zero – a locais como a Feira da Ladra e as chamadas "feiras de velharias", onde, por sinal, são cada vez mais os postos de venda de azulejos de proveniência duvidosa), serve o presente para:

Apelar a Vossas Excelências para a urgência de facto na classificação e vídeo-vigilância (eventual comparticipação nos custos de instalação), e, nalguns casos, restauro competente (idem), de um conjunto de painéis figurativos/publicitários de grande valor histórico-patrimonial, a saber:

-Antiga Farmácia Ultramarina (foto 7et.fa.ulisboa);
-Casa dos Parafusos (idem);
-Leitaria A Camponesa (foto de Ana Lopes de Almeida/Biblioteca de Arte-FCG);
-Leitaria A Minhota (foto de Ana Paula Costa);
-Pastelaria Bola-Cheia (foto de comjeitoarte);
-Bar Americano (foto de et.fa.ulisboa2);
-J.Vilanova (foto de Miss Lisbon);
-Antiga loja de tintas e pincéis do Corpo Santo (idem);
-Sabonetes Sta. Iria (idem);
-Antiga fábrica de balanças à Sé (foto de lisbon lux);
-Farmácia Cruz Nunes (foto Pat.Cultural de Lisboa, azulejos de Jorge Colaço);
-Leitaria Anunciada (idem).

Na expectativa, apresentamos os nossos melhores cumprimentos e votos de Bom 2018!

​Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Júlio Amorim​, Jorge Santos Silva, João Mineiro, Gonçalo Cornélio da Silva, José Filipe Soares, Virgílio Marques, Maria João Pinto, Rossella Ballabio, Gustavo Cunha, Pedro Henrique Aparício, Fernando Grade, Miguel Jorge, Maria do Rosário Reiche, Paulo Lopes, António Araújo, José Fonseca, Fátima Castanheira e Maria Ramalho

29/12/2017

É preciso combater a venda ilegal de azulejos - apelo ao PCML


Exmo. Senhor Presidente da Câmara
Dr. Fernando Medina


C.c. ITP, ATL, PSP, SOS Azulejo, AML

No seguimento do roubo verificado recentemente a vários azulejos de um dos painéis figurativos/publicitários da Leitaria Anunciada (https://cidadanialx.blogspot.pt/2017/12/azulejos-da-leitaria-anunciada-apelo.html), e face ao crescendo assinalável de turistas na nossa cidade, julgamos que é o momento certo para, começando o ano de 2018 da melhor forma, a Câmara Municipal de Lisboa dar “tolerância zero” ao comércio ilegal de azulejos.

Assim, instamos a Câmara Municipal de Lisboa a tomar a si a liderança de uma campanha de sensibilização dirigida aos potenciais compradores nacionais e estrangeiros, de modo a que, por via de alertas e informações acerca da proveniência duvidosa de azulejos e de como o seu tráfico tem efeitos nefastos no património da cidade e do país, se consiga combater este flagelo dando-lhe má publicidade.

Tomando como exemplo o cartaz em anexo, já com alguns anos, da autoria de Rosa Pomar, em que se apelava a isto que acabamos de referir e que pode servir de lema a essa campanha mediática;

Solicitamos a V. Exa. o melhor acolhimento desta nossa proposta de modo a que, em parceria com a Polícia Municipal, o S.O.S. Azulejo, o Turismo de Portugal e a Associação de Turismo de Lisboa, se consiga inverter esta situação e estancar de vez o roubo e tráfico de azulejos de exterior e interior.

Na expectativa, apresentamos os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Júlio Amorim, Luis Mascarenhas Gaivão, Rui Martins, José Filipe Soares, Miguel Atanásio Carvalho, Beatriz Empis, Virgílio Marques, Inês Beleza Barreiros, Maria Ramalho, Alexandra de Carvalho Antunes, Maria de Morais, Maria João Pinto, Pedro de Souza, Paulo Lopes, Pedro Formozinho Sanchez, Luís Serpa, Jorge Pinto, Fernando Silva Grade, Leonor Areal e Miguel de Sepúlveda Velloso

07/06/2017

Mural de azulejos (século XVIII) em perigo / Rua São Filipe Nery


Este mural de azulejos do mural de azulejos do século XVIII está em perigo. Alguém da CML pode ir lá fiscalizar?? Trata-se do edifício da Venerável Ordem Terceira da Penitência de S. Francisco, a Jesus (Palácio dos Guiões), que está em obras para requalificação do lar que ali funciona... (fotos: André Barragón e Ferreira Build Power)

19/05/2017

Destruição de azulejos no nº 37 da Avenida D. Carlos I (a decorrer - URGENTE)


Chegado por e-mail:<

«Na Av D Carlos I número 37 estão a partir os azulejos verde água da fachada do prédio. Já fiz denuncia a polícia municipal por favor ajudem a travar esta barbaridade. Mais uma loja de gelados italianos que achou por bem não cumprir regras. Manecos Vila-Nova.»