Esteja atento às várias iniciativas em perspectiva:

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31/12/2013

E do palácio se fez arte



In Sol Online (26.12.2013)
Por Rita Porto

Mandado construir pelo avô do Marquês de Pombal, o Palácio Pombal é a casa da Carpe Diem Arte e Pesquisa. Uma instituição sem fins lucrativos que tem atraído cada vez mais visitantes e que vê nas pedras, na luz e em "toda esta poeira" do próprio espaço uma base fundamental para a criação artística.

Localizado no Bairro Alto, o Palácio Pombal possui uma fachada simples e austera. Mas no interior, enriquecido ao longo de quatro séculos, domina o estilo rococó. Um dos elementos mais característicos é a imponente escadaria, adornada com duas esculturas também de mármore: uma de Vénus, no patamar inferior, e outra de Hércules, na parte de cima. O elaborado tecto não passa despercebido enquanto se sobem os largos degraus que nos conduzem ao segundo piso, onde se encontram os salões nobres e a capela.

Cada sala foi baptizada consoante a cor dominante: a sala azul, a sala vermelha e a sala branca, todas com tectos trabalhados e despidas de mobília. Nas traseiras, existe um jardim: uma fonte, actualmente sem água, e envolvida por duas árvores centenárias, ocupa o centro e uma família de pavões faz daquele espaço a sua casa. [...]

...

Muito sinceramente, e sem desprimor para com os actuais inquilinos, acho que o Palácio Pombal merecia outra coisa, por exemplo, o Museu Nacional da Música.

3 comentários:

Miguel de Sepúlveda Velloso disse...

Acrescente-se que o jardim é um pardieiro, que as salas do rés-do-chão estão em péssimo estado, que há estuqes a cair por todo o lado, que os dois monumentais lodãos do jardim há séculos que não são regados. Condições perfeitas para a criatividade poder florir.

Museu Nacional da Música e da Dança, sim. Casa Marquês de Pombal e sua importância para Lisboa, centro de divulgação da história do BA ou outras ideias que surjam

Anónimo disse...

Ah pois..
É mesmo a Carpe Diem que vai resolver os problemas do Palácio de Pombal.
Estou para ver...
Nem vai dar para os estuques!

No entanto, e independentemente da minha opinião sobre o projecto; irei visitar a exposição.

Anónimo disse...

concordo. espero que o contrato com os inquilinos tenha termo definido, que poderá ser ou näo renovado.