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18/08/2015

Vai ter "bué" de nível. McDrive e tudo, imaginamos a "cena"


In Público (17.8.2015)
Por Inês Boaventura

«Já há obras no Caleidoscópio para criar um centro académico e um restaurante

A requalificação do edifício no Jardim do Campo Grande, em Lisboa, custa dois milhões de euros e é financiada pela McDonald's, que aí vai instalar um restaurante com esplanada. [...]»

6 comentários:

Anónimo disse...

Preferiam provavelmente o bar de p*tas que lá funcionava, calculo eu.

Anónimo disse...

Mas que argumento é este daqueles que gostam de comentar aqui com as boçalidades do anónimo das 12:37?!
Quando se pede para fazer bem é porque se gosta do que estava antes? Mas será que é aliteracia, ignorância ou pura má-fé?
Deixem de vir aqui com esses comentários! Aqui pede-se e exige-se que se faça bem, é esse o escopo daqueles que criaram este sítio; se estivéssemos interessados que as coisas se mantivessem como estavam não havia necessidade do CidadaniaLx. Fazer alguma coisa não é sinónimo de fazer bem e aparentemente em Lisboa faz-se, é verdade, mas mal ou muito mal.

Anónimo disse...

"Fazer alguma coisa não é sinónimo de fazer bem e aparentemente em Lisboa faz-se, é verdade, mas mal ou muito mal."

Passe-se o pincel da generalidade para ser mais fácil de rotular. A cegueira não é só daqueles que acusam de ser cegos.

Anónimo disse...

Uma entidade privada vai arcar com uma despesa milionária para dinamizar um espaço decrépito há décadas, tornado-o acessível ao público sem gastar dinheiro de impostos. Também abomino o McDonald's, mas prefiro lá ver gente, vida e instalações modernas do que o ermo nojento que lá esteve durante anos.

JP disse...

Qual o problema do McDonalds? Atrai pessoas, é o que interessa. Ninguém é obrigado a ir lá comer hambúrgueres. Se abrissem aí uma loja com qualquer "cena" multicultural, fashion ou vegetariana já seria aceitável?

Anónimo disse...

Essa solução também não seria aceitável, e rapidamente rotulada pelo blog de "descaracterização do património". O objectivo é que esteja sempre tudo péssimo. É o cliché absoluto da vivência do português roidinho de bílis.