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01/09/2015

A Capital já tem mais uma "loja do chinês"

Já abriu. Desgraça. Só tem um soalho mais limpinho de resto é mais uma entre tantas "lojas do chinês".

18 comentários:

Anónimo disse...

Que desgraça! mais um estendal de roupa suja!

Anónimo disse...

Que porca miséria!

Cinema Londres, quem te viu e quem te vê.

É nisto que nos estamos a transformar?

É que se isto é ser Português, então eu não quero ser Português..

Anónimo disse...

Adoro o pormenor das cuecas. A eloquência e o nível do Cidadania LX, presente em todos os posts.

JOÃO BARRETA disse...

EM TERMOS DE ORGANIZAÇÃO / PLANEAMENTO / ORDENAMENTO / GESTÃO DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS / COMÉRCIO DA CIDADE, A QUESTÃO QUE SE IMPÕE, POR MUITO QUE ALGUNS NÃO O QUEIRAM, É A SEGUINTE:
SERÁ MELHOR ESTE TIPO DE COMÉRCIO NAQUELE ESPAÇO OU TER O ESPAÇO DEVOLUTO ??????

Anónimo disse...

Que é triste é. Mas o cinema fechou porque as pessoas deixaram de frequentar a sala. Afinal de quem é a culpa?

Anónimo disse...

é melhor ter o espaço devoluto , sem duvida
as lojas chinesas nao têm qualidade, nao dao trabalho a Portugueses, sao uma poluiçao

Anónimo disse...

Pensou-se fazer, como em muitos países europeus, um bairro chinês, onde haveria muito espaço para essas lojas, restaurantes, etc. Veio logo uma franja da sociedade com o BE à cabeça dizer que era racismo, exclusão social entre outras pataquadas do género.

Em resumo, deitou-se abaixo uma ideia turística muito em voga na Europa, e uma forma de resolver o desordenamento total destas lojas em todo o Portugal.

Miguel

Anónimo disse...

Uauu.. O nuvo Lundres Shupping está o múximo!

Anónimo disse...

"é melhor ter o espaço devoluto , sem duvida
as lojas chinesas nao têm qualidade, nao dao trabalho a Portugueses, sao uma poluiçao"

a sério??? o espaço devoluto, a degradar dia após dia, teria melhor qualidade e menos poluição que uma loja chinesa??? e ia dar trabalho aos portugueses???

Anónimo disse...

"Então era melhor estar devoluto?"
...Talvez fosse melhor alguma coisa enquadrada.. com outra utilização, afinal o espaço era utilizado como equipamento cultural, procurava dar resposta de proximidade a questões culturais desta área da cidade.
Os equipamentos culturais também costumam funcionar com pessoas e por isso também geram postos de trabalho.

Poluição ? Não, não a vejo até houve o cuidado de utilizar a pala/cubo da entrada com a nova publicidade! E que bem concebida que ela é quanta preocupação estética!
...O que lá estava tinha uma leitura "limpa", lettring sobre um fundo de cor lisa e contrastante... enfim

Mas claro, percebo quem defende a bondade do "Londres Shopping"... A gerência até é simpática, dá as boas vindas aos clientes, com uma "dimensão" que não deixa margem para dúvidas que eles são bem vindos para comprar os vasos, as cuequinhas e todas as utilidades de uma casa portuguesa concerteza... e contribui para reforçar o espírito lisboeta, ora então como é que se ia ver "um craveiro numa água-furtada" sem o respectivo vasinho da loja chinesa, e as cuequinhas no estendal? Tudo verdadeiros símbolos da cidade de Lisboa?
Bem vistas as coisas são só vantagens, um espaço com utilização, que contribui para baixar a taxa de emprego, promove a conservação do edificado, ajuda a preservar símbolos da cidade, é muito em um, isto é numa única loja.

Anónimo disse...

A discussão resume-se a cuecas. A tentação de ajavardar de facto é muito grande. Boa, cidadania lx!

João Barreta disse...

Um dia que se pudesse constituir um Executivo Camarário ou, até mesmo, um Governo da República com ... Anónimos, iam ver que esta Cidade e este País haviam de ser ... grandes!!!!!

Anónimo disse...

Já cá faltava "a ideia turística muito em voga na Europa", para justificar o injustificável.
Sempre que se defende algo indefensável o argumento é sempre que isto foi feito fora do país.
Pois bem e isso, só isso garante que se foi feito no estrangeiro, então foi bem feito.
Experimentemos assim reproduzir o modelo sem pensar, porque os outros já pensaram por nós, esqueçamos querer saber como correram essas experiências e se são adaptaveis ao nosso contexto.
Importemos acéfalamente o que foi feito na Europa, porque concerteza tal será sinónimo de país do primeiro mundo.

Anónimo disse...

Barraquices...

Anónimo disse...

Caro anónimo das 8:31, qual será o problema de importarmos as coisas boas que se fazem na Europa?

Prefere cuecas e bugigangas de 3ª a ocupar um espaço de qualidade numa das Av. mais bonitas de Lisboa?

Se conseguir entender isso, muito bem, se não, problema o seu.

p.s. Se quiser importar coisas parvas, sou contra, coisas importadas para melhor, é já.
Você deve sofrer de xenofobia ou algo semelhante, pois já não é a 1ª vez que me responde assim sobre coisas boas que vejo noutros países europeus.


Miguel

Anónimo disse...

Caro Miguel não sei quem o Sr. é, e em nenhuma ocasião que não esta, fiz algum comentário com intenção de lhe responder.
Contudo uma vez que é conhecedor do modelo em causa, e porque nao rejeito ideias que não conheco, simplesmente gostaria que me elucidasse de qual os resultados nos países onde foi aplicado, e de quais as vantagens de aplicação do mesmo no nosso contexto.
O meu anterior comentário que, repito não teve qualquer intenção de lhe responder, referia-se apenas ao facto de se defender um modelo, sem qualquer outro critério que não seja o da sua aplicação fora do país.
Antecipadamente grato
Felipe

Anónimo disse...

Podem idealizar o que quiserem sobre os possíveis usos para o espaço, que a realidade cultural pura e dura deste país põe o resto no sítio. A sociedade, no geral, está entregue a uma camada omnipresente de bimbice, que abrange ricos, pobres, novos e velhos. Passa por kizomba, passa pela rádio comercial, passa pelas modinhas do momento, passa por ir ver o "pátio das cantigas porque tem lá aquela malta conhecida", passa por dar audiências à tvi, passa por comprar o correio da manha, passa por armazenar lixo no ecoponto, passa por lâmpadas azuis de tecto a iluminar restaurantes e claro, por transformar as maiores lojas de todas as ruas em armazéns chineses porque tudo o resto pega durante uns meses e depois morre. Eu também gostava de viver entre pessoas mais instruídas e civilizadas, mas ao menos não culpo decisões públicas quando o privado é dono e senhor do seu rectângulo e faz dele o que quer, seja a pintar a parede branca de azul, seja a substituir a porta por uma chapa de alumínio com vidro, seja a fazer marquises.

Anónimo disse...

Concordo. As lojas existem porque infelizmente há necessidade. E como felizmente não existe descriminação, daí não haver comunidades ou guetos seja do que for. Os nossos vizinhos europeus racistas, têm problemas que nós não temos. Na minha opinião, se querem viver imigrar tudo bem, têm é de viver entre nós e não à margem. Sou contra qualquer tipo de segregação.