12/01/2016

Ainda sobre a 2ª Circular


Chegado por e-mail:

«Exmos. Senhores,

No âmbito da consulta pública ao projecto de requalificação da Segunda Circular, submeti à Câmara Municipal de Lisboa um documento com a minha proposta de construção de uma linha de metropolitano de superfície na mesma via.

Venho partilhar convosco esse documento, na esperança de que este projecto vos interesse e desse modo pretendam eventualmente divulgá-lo pelos vossos meios e contactos.

Documento: http://1drv.ms/1ON0X9l
Imagens: http://1drv.ms/1ZpE82c

Grato pela V/ atenção, subscrevo-me com os melhores cumprimentos,

Nuno de Mendonça Raimundo
Arquitecto»

14 comentários:

Joao disse...

acho uma excelente ideia.
e porque nao continuar para sul a partir de benfica e ligar algures a linha de cascais?...

João Loff disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anónimo disse...


Não considero uma prioridade

NÃO Não há dinheiro para isto, uns 300 milhões de euros ou MAIS !!!!

Com a cidade e zonas classificadas a cair aos bocados e alvos da ESPECULAÇÃO

Filipe disse...

uma proposta interessante.

Pedro Vaz disse...

Uma obra que tal como a nova rotunda do Marquês de Pombal nada resolveu. Embora por motivos profissionais faça mais de 150 km na cidade aqui fica a opinião de 2 especialistas sobre esta nova obra http://ocorvo.pt/2016/01/13/sera-mesmo-possivel-transformar-a-segunda-circular-numa-nova-avenida/

Hélder disse...

O marquês está bem melhor. Menos confusão e muito mais acessível para os peões. Visualmente também melhorou com o novo relvado e árvores.

Pedro Vaz disse...

Peço desculpa sr. Hélder mas o sr não sabe o que diz por motivos profissionais sou obrigado a atravessar aquela rotunda mais de 20x por dia e não acredito que algum condutor ache que aquela aberração esteja melhor agora.

Anónimo disse...

Pelo menos para os peões está bem melhor.

jp disse...

Excelente ideia. Isto seria, seria prioritizar o transporte coletivo.

Anónimo disse...

Não vejo que estender o metro nesta zona seja uma prioridade. Ainda para mais quando apenas 1/3 da população da cidade tenha abrangência pelo metro.
Seria muito mais lógico aumentar o metro para zonas urbanas mais "internas" da cidade, como a zona centro e a zona ocidental.
Para além do mais, o seu projeto implicaria uma alocação de terrenos à superfície desnecessária, ainda para mais porque o metropolitano tem já projetos para essa zona, mas debaixo do chão, permitindo um melhor aproveitamento dos espaços à superfície.
Cumprimentos.

Anónimo disse...

Será que o investimento nesta linha de metro justificava a procura? Na fotomontagem fica "bonito", mas existem outras ligações prioritárias, como levar o metro a Campolide/Amoreiras ou à Estrela ou Alcântara.

Pedro Vaz disse...

Explique isso a um turista que necessita/pagou por um transfer para o aeroporto e que devido a estas alterações quando fecham a av liberdade ninguém os consegue ir buscar, que linda imagem que se passa não acha? Abrir hotéis e afins para ganhar dinheiro com os licenciamentos e taxas turisticas e depois não acautelar tudo o resto que nome lhe damos?

Anónimo disse...

Ora aqui está uma bela ideia, não necessita de ser um metro pesado mas poderia muito bem ser um eléctrico rápido idêntico 15 (Algés - Pç Figueira). Qual o objectivo? Servir os parques empresariais a Oeste de Lisboa, ( Alfragide, lagoas, Quinta da Fonte, Tagus etc...), onde o transporte público é monopolizado por um único operador, Vimeca, cuja oferta é miserável, ou acham que o tráfego da 2ª circular fica todo em Lisboa ?

Infelizmente a CML continua na sua política de cidade estado continuando a dificultar o acesso de quem vive a Norte e tem de atravessar a cidade para chegar ao emprego.

Anónimo disse...

Os arquitectos e urbanistas que não tenham qualquer formação em "numerologia", entenda-se engenharia, economia, gestão, pecam por soluções com base no empirismo e tomadas a sentimento..A montagem está bastante apelativa é verdade, mas as respostas que têm que ser dadas numa fase inicial nunca poderão ser dadas por arquitectos..Perguntas como,"será viável do ponto de vista económico e financeiro?", "qual a alteração da procura nos vários modos de transporte que irá ocorrer?", "qual será o retorno a nível ambiental, geração de riqueza,...?"..E respostas de "é óptimo para o ambiente porque as pessoas vão trocar o automóvel pelo metro" não chegam de todo..A partir do momento que estas respostas estão bem definidas e os traçados, procura de passageiros ou custos bem quantificados, ai sim deverão entrar em cena os arquitectos, com todas as suas competências artisticas,de desenho,inovação..