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05/03/2016

Hotel na Rua 1º de Dezembro com reclamo ilegal desde 5 de Março de 2015



No dia 5 de Março de 2015 foi instalado este reclame luminoso de grandes dimensões de um novo Hotel na Rua 1º de Dezembro 84 a 100 (com frente também para a Praça D. Pedro IV 54 a 61); a 30 de Abril de 2015 fomos informados oficialmente pela DGPC que o referido dispositivo de publicidade era de natureza ilegal pois não recebeu o parecer obrigatório e vinculativo da tutela da Cultura e que por esse motivo foi solicitado à CML explicações sobre o seu licenciamento.

Passado exactamente 1 ano, continua instalado na fachada o referido dispositivo de publicidade, que foi fotografado no dia da sua instalação a 5 de Março de 2015 (teve direito a escolta da Polícia Municipal!), conforme imagens que enviámos à DGPC nessa data exacta.

Porque ficam nos locais estes dispositivos ilegais durante anos apesar das denúncias e da confirmação da sua ilegalidade e evidente impacto negativo nos bens culturais classificados? Vai ser necessário que o jornalista António Cerejo traga mais este caso para a praça pública para que a CML e DGPC façam cumprir a Lei do Património?

O FCLX assiste com grande preocupação à proliferação de dispositivos de publicidade instalados de forma descuidada, sobre vãos, guardas de varandas, etc. um pouco por toda a Baixa Pombalina e com o aparente desinteresse da CML.

NOTA: sim, afinal sempre foi preciso A. Cerejo iniciar o seu trabalho de jornalista para que o reclamo deste hotel fosse retirado nas vesperas de fazer 1 ano de ilegalidade! Mas outros reclamos de legalidade duvidosa ainda habitam a Baixa/Chiado...

1 comentário:

Anónimo disse...

Sempre muito atentos ao que pode ser retirado e muito desatentos ao que fica para sempre... Querem uma baixa com 200 anos mas gostam de tirar fotografias com o telemóvel. Hipócritas... A cultura pode fazer tudo, ter reclames cor de laranja fluorescentes e prédios pombalinos descaracterizados, a junta pode por reclames de néon no elevador da rua dos fanqueiros/madalena e transformar um prédio pombalino numa casa de máquinas, a cm de Lisboa pode transformar a praça do município em sala de espetáculos todas as semanas, a rua de São Paulo é um estúdio de cinema com a conivência das juntas e cm, a publicidade m mupis contra o pp. da baixa pombalina. A DGPC está sediada num edifício cujo o valor patrimonial é inquestionável, mas podem fazer o que lhes convêm sem dar cavaco a ninguém. Que hipocrisia...