Esteja atento às várias iniciativas em perspectiva:

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25/08/2014

Lisboa, Capital do Azulejo: Rua Palmira 14


































Um exemplo de furto de azulejos de fachada na Rua Palmira 14, Bairro Andrade, na Freguesia de Arroios.

Neste arruamento, e outros adjacentes, observamos há vários anos o furto continuado de azulejos.
 
Se há apenas 2/3 anos havia pequenas e médias lacunas, hoje há fachadas com mais de 90% de azulejos perdidos ao nível do piso térreo e, por vezes, como o exemplo em apreço, com furto de 100%.
 
É muito preocupante constatar que não estamos a conseguir dar resposta significativa a este problema. O projecto da CML - PISAL - já tem conhecimento deste e de muitos outros casos mas até hoje não parece dar sinais de vida.

1 comentário:

Pedro M. Fonseca disse...

O que eu não percebo é porque é que não é proibida a venda de azulejos, sendo a actividade depois regulada para que não vejamos estes exemplares a serem desbaratados na feira da ladra ou numa qualquer loja de "antiguidades".