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12/08/2016

Os carris do E-24 no Cais do Sodré! Vamos em frente!


(fotos: DO)

4 comentários:

Alvaro Pereira disse...

Excelente!

Anónimo disse...

Excelente ?

Eléctricos e Automóveis não são compatíveis em Lisboa.
Porquê?
Por variados motivos, não havendo espaço no Blogue para desenvolver.
No planeamento da Capital desprezou-se nos últimos 60 anos o desenvolvimento do eléctrico visto que os lóbis da indústria do automóvel assim determinaram.

Os governantes portugueses e estes povo assim o quiseram.

Neste momento ninguém sabe o que fazer, nem há sequer estudos suficientes que meçam os impactos diversos, económicos,ambientais, energéticos, etc.

É confrangedor o comportamento dos Governos e da Câmara.

Alvaro Pereira disse...

Caro anónimo

O eléctrico é um dos símbolos de Lisboa!

E gostaria que recuperassem outras linhas. Garanto-lhe que eu não sou o único a pensar assim!

No Porto recuperaram carreiras de eléctrico. Coimbra e Braga também pensam em reactivar os eléctricos. E em Sintra também voltaram.

Se o 28 tem o sucesso que tem, se bem que esse sucesso também tem o seu lado mau, o 24 também terá sucesso.

E quando fizerem o funicular da Mouraria à Graça, as pessoas também terão uma alternativa ao 28.

Cumprimentos.

César disse...

Pois que venha o 24. Pode crer que não está sozinho na sua "justa luta»... Claro, desde logo, reactivar o troço Ferreira Borges/Campo de Ourique/Amoreiras e levar o 25 ao Carmo, à falta de melhor... Mas olhe, há que não embandeirar demasiado em arco com esta implantação de carris no Cais do Sodré. É que a estrutura vai ter dupla função: possibilitar o retorno do 24 ao Cais do Sodré, sem dúvida, e também servir de "raquete" ao 18. Claro que o facto de ser uma única raquete onde antes havia duas separadas é visualmente simpática, já que vamos deixar de ter aquela extensão de carris desactivados que ali havia. E a intersecção com a Rua do Alecrim, que está a ser feita, é encorajadora. Mas as resistências da reacção anticarris da Carris não vão capitular. Talvez e só quando, a partir do próximo de Janeiro de 2017, a CMLisboa puder, e quiser, mostrar à Administração da CCFL, quem é que tem de mandar. Deus queira...