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07/05/2018

Campanha contra o estacionamento em 2ª fila. Muito bem CML!!!


06/03/2017

Cidade sem lei - Elevador de Santa Justa


Chegado por e-mail:

«Exmºs. Senhores

Venho mostrar a minha indignação para o que se está a passar com o Elevador de Santa Justa, "bandalheira total" lixo e alterações da estética do elevador que é monumento nacional, será que ninguém da câmara vê isto?

Fotos em anexo tiradas ontem domingo, para mostrar a realidade de uma cidade onde vale tudo.

atenciosamente

Paulo Bastos»

11/01/2017

URGENTE: Alteração da paragem no Terreiro do Paço


Chegado por e-mail:

para Reclamações, Linha, Associação, Instituto, Mobilidade, Observ.Nacional, Provedoria, Observatório, Câmara

Exmos. Senhores,


Sou Cliente com mobilidade reduzida, utilizando os (poucos) veículos da Carris equipados com rampa de acesso para cadeiras de rodas.

Desde o final da semana passada, sem qualquer aviso, a CARRIS alterou a paragem no Terreiro do Paço das localizações A para a B, indicadas no mapa abaixo. O local A era espaçoso e tinha passeio. O local B está com obras em curso e não tem passeio!

Assim, não consigo subir para qualquer tipo de autocarro e tenho, de modo inadmissível, de efetuar todo o trajeto entre o Terreiro do Paço e Santa Apolónia, local onde o lancil dos passeios é suficientemente alto para poder entrar nos veículos. Esta situação ocorre em pleno Inverno!

Sei bem que a localização das paragens é temporária, devido às obras em curso, mas mesmo a escolha dos locais provisórios deve ser feita com respeito pela especificidade de todos os tipos de clientes. Repare-se que o local A continua disponível para ser paragem temporária (ou definitiva, porque não?).

Haja o mínimo de respeito pelas pessoas que são clientes da empresa!

Que vai a empresa fazer face à presente exposição?

Com os cumprimentos (possíveis),

João Miguel Simões»

02/11/2016

Renovação de pedido à Carris – Carreira servida por viaturas sem rampa de acesso para cadeiras de rodas (Proc 85089)



Chegado por e-mail:

«Exmos. Senhores,


Sou,a escrever,um deficiente motor que,apesar dos condicionalismos,exerce profissão e preserva autonomia satisfatória.

A Carris assegura uma carreira muito importante (728),que serve a totalidade da frente ribeirinha,passando por locais residenciais,de trabalho e de lazer. Essa carreira encontra-se servida por viaturas equipadas com rampa de acesso para passageiros de mobilidade reduzida. No entanto,a partir das 19horas,essas viaturas são substituídas por outras mais pequenas,atendendo à redução do número de passageiros. Sucede,porém,que as viaturas do horário a partir das 19horas não dispõem de rampa com acesso de cadeira de rodas,embora existam outras de igual dimensão que as têm.

Ao longo dos anos tenho notado que a política da Carris é inflexível relativamente aos pedidos que formulo,sendo-me tudo indeferido com base em argumentos que evidenciam grande rigidez. No caso vertente,foi-me recusado garantir as referidas viaturas equipadas de rampas por não haver na estação de Miraflores. Repare-se que a empresa não coloca a hipótese de garantir que nessa estação haja viaturas equipadas de rampa,simplesmente apresenta-me esse argumento sem qualquer abertura de mudança. Não,simplesmente porque não.

Assim,serve o presente email para solicitar que faça uso de bons ofícios junto da Carris,por forma a que a empresa mude a sua postura e garanta que a carreira 728 seja servida de veículos equipados de rampas com acesso para cadeira de rodas durante todo o dia e não apenas até às 19horas.

Repare-se que os passageiros com mobilidade reduzida pagam o passe social por inteiro e apenas têm acesso a um conjunto muito limitado de carreiras apetrechadas de viaturas com rampa de acesso,razão pela qual os pedidos desses passageiros,quando razoáveis,deviam ser objeto de análise com flexibilidade e boa vontade,o que claramente não sucede no caso da Carris.

Desde já agradeço a atenção que o presente assunto possa merecer.

Com os meus melhores cumprimentos,


João Miguel Simões»

20/06/2016

Elevador do Lavra vandalizado - Protesto à CARRIS


Exmos. Senhores


Serve o presente para renovarmos o nosso protesto periódico junto de V. Exas. sobre o estado lastimável do Elevador do Lavra, conforme documentam fotos em anexo, e, do mesmo modo, solicitar que nos esclareçam sobre quando e como pretendem resolver este vergonhoso estado de coisa.

Melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho e Miguel de Sepúlveda Velloso

31/10/2015

Rua do Chão da Feira: Tuk Tuk HELL


O autocarro da CARRIS a tentar sair da paragem e a não conseguir porque na sua frente, ocupando praticamente toda a largura da rua, estavam vários tuk-tuks estacionados, à espera de clientes... É mais um triste exemplo do "Turismo à solta" em Lisboa, em Portugal.

25/09/2015

Rua do Chão da Feira: TUK-TUK HELL

 ...dois "tuk tuk drivers having a chit-chat" na paragem da Carris...
 pessoas e tuk-tuks (e outros veiculos!) tudo acompanhado de barulho e gazes poluentes!
 ...no final do dia, a rua continua a servir de parque de estacionamento de tuk tuks
 chegam a estar 20 tuk tuks estacionados neste arruamento
Mobilidade pedonal? Transportes Colectivos? Nada de valor quando comparado com o egoismo dos operadores de tuk tuks.

26/06/2015

CARRIS: mais para turistas, menos para lisboetas



É cada vez mais frequente o uso por parte da CARRIS de material circulante dos electricos clássicos para fins meramente turisticos. 

Ontem, na Rua da Conceição, dia 25 JUNHO de 2015 pelas 15.30 passaram 4 electricos seguidos em serviço de «aluger».

Considerando que nós os utentes do electrico 28 estamos a perder qualidade no serviço devido à invasão insustentável por parte de turistas, é pois lamentável que a CARRIS continue a utilizar material circulante para uso exclusivo dos turistas em prejuízo dos moradores de Lisboa.

De igual forma é lamentável que a CARRIS esteja a utilizar parte dos carris do antigo electrico 24 também para mais um serviço destinado aos turistas.

Tanto interesse e investimento na direcção do "turista" e tão pouco investimento no serviço de transporte público. E assim se contribui irresponsavelmente para o conflito crescente entre turistas e residentes em Lisboa.

12/06/2015

LISBOA: safari urbano para turista consumir?







Quatro Eléctricos parados na Rua do Limoeiro, na tarde de 5ª feira dia 11 de Junho. A incompetência, a fealdade, o patético, e o difuncional transformados em atracção turística. Os turistas saiam dos electrticos para tirarem fotos, selfies até, junto da "cena do crime". Davam gargalhadas, entravam e saiam, divertidos com o espectaculo selvagem que Lisboa lhes oferece em cada esquina. É nisto que Lisboa se está a transformar. Uma figura patética, ridicula? Um mero safari urbano? A dignidade de Lisboa está a ser comercialziada, vendida por meia dúzia de tostões para simples entretenimento de um certo perfil de turistas. Lisboa turistificada à força?

05/06/2015

Eléctrico Fantasma: EMPTY TRAM TOUR BY CARRIS


Aqui está o novo (já lá vai mais de 1 ano) eléctrico fantasma, criado pela Carris Tour com o nobre e bem intencionado objectivo de aliviar a pressão que ameaça o serviço do eléctrico 28. Mas não funcionou, não conseguiu cativar o público alvo que continua a ir em massa para dentro do real e verdadeiro eléctrico - o 28! Basta ver as mega filas com mais de 100 pessoas (turistas) no início da carreira 28 ao Martim Moniz. Alguém duvida que esta situação do 28 é insustentável e que não será através de electricos só para turistas, com bilhetes a 15 euros, que se resolve este problema?

29/05/2015

ANOTHER EMPTY TRAM TOUR IN LISBON BY CARRIS?




Este novo serviço de eléctricos clássicos - TRAM TOUR - da Carris Tour e iniciado há mais de 1 ano, é um verdadeiro fracasso; os electricos andam a maior parte do tempo a passearem a cidade histórica vazios ou na melhor das hipóteses com uma mão cheia de turistas. Enquanto isso, o electrico 28 continua num stress crescente (prevemos o pior para o verão de 2015!). É bom recordar que a Carris Tour justificou o lançamento desta nova linha turistica como forma de aliviar a pressão insustentável sobre o 28 - mas não resultou. claramente. Pois não se percebe que depois deste fracasso a mesma empresa tenha hoje iniciado outro serviço idêntico na antiga linha do Eléctrico 24! E como esta decisão revela bem o modo como a empresa olha para nós lisboetas e a nossa relação com os electricos clássicos. Depois de mais de 1 década de promessas, protestos, e pedidos para a reactivação do 24, a Carris faz agora isto, uma acção de verdadeira discriminação dos lisboetas. Está na altura da CML tomar uma atitude, vir a público e esclarecer os lisboetas se vamos ou não poder circular no 24 como transporte público para TODOS, turistas e lisboetas incluídos.

23/05/2015

That's one small step for man, one giant leap for mankind...


Foto: Alain GAVILLET in Flickr In O Observador (23.5.2015)
Por João Pedro Pincha:

«O elétrico vai voltar ao Príncipe Real. Mas só para turistas

Ainda não é desta que os revivalistas da carreira 24 vão poder dar uma volta do Cais do Sodré a Campolide. Isso "não é uma prioridade", diz a Carris.

Os elétricos vão voltar ao Príncipe Real, em Lisboa. Depois de quase vinte anos sem utilização, os carris que galgam a Rua da Misericórdia em direção ao Rato voltam ao ativo, num novo circuito turístico promovido pela Carristur, a empresa de turismo da transportadora lisboeta Carris. Para já, apesar de confirmar a criação da Chiado Tram Tour, a assessoria de imprensa da Transportes de Lisboa não adianta mais pormenores sobre o percurso e preços deste novo serviço, mas é possível que o elétrico chegue até à Rua das Amoreiras.

Nos últimos dias, ao mesmo tempo que um veículo elétrico da Carris tem estado em testes nas linhas, a Rua da Misericórdia recebeu novas pinturas no alcatrão e pilaretes plásticos para impedir o estacionamento que dificulte a passagem do elétrico. Isto poderá querer dizer que o novo circuito se iniciará no Largo Camões, prosseguindo depois pela Rua de São Pedro de Alcântara – e respetivo miradouro -, indo depois Rua Dom Pedro V e Rua da Escola Politécnica acima até ao Príncipe Real. Caso se confirme a ligação à Rua das Amoreiras, o Chiado Tram Tour vai ainda passar pelo Rato.

O percurso terá, assim, cerca de dois quilómetros, atualmente percorridos em parte pela carreira de autocarro 758, num dos eixos mais movimentados do centro da cidade. Os elétricos deixaram de passar por esta zona em 1995, quando a Carris e a Câmara Municipal de Lisboa suspenderam provisoriamente a carreira 24. Só que o “provisoriamente” manteve-se até hoje e o percurso entre o Cais do Sodré e Campolide nunca mais voltou a ser feito. Há vários anos que o Fórum Cidadania Lx pede a reativação desta carreira e, nos últimos meses, tem sido promovida nas redes sociais uma petição com esse fim.

Até agora, a petição conta com 1.436 assinaturas e João Filipe Guerreiro, o principal promotor da iniciativa, explica ao Observador que o 24 poderia tornar-se num elétrico útil, não só para os lisboetas como para os próprios turistas, uma vez que o 28 anda geralmente repleto de gente. “O turista típico não paga 15 euros para ir do ponto A ao B” num circuito, “mas paga a tarifa de bordo” de uma carreira normal, diz, explicando que o percurso original do 24 (entre o Cais do Sodré e Campolide) contribui para uma “interligação única” entre o rio Tejo, equipamentos culturais, espaços comerciais e escritórios.”

É por isso que não entende que a Carris aposte num elétrico turístico para uma parte do troço e não num elétrico de serviço regular. “Deixa-me pasmado”, afirma João Filipe, para quem “há várias dinâmicas de mercado que não estão a ser tidas em consideração” na abordagem ao elétrico 24, cujas receitas, acredita, “ficariam acima das do 28″.

A reativação do 24 não está no horizonte da Carris. “Do ponto de vista da Carris, a eventual reposição da circulação de elétricos efetuando a carreira 24E não é uma prioridade, dado que, naquele percurso, existe já um serviço de transporte em autocarro”, explica a transportadora, ressalvando que esta é “matéria que não depende exclusivamente da Carris”.

No âmbito da iniciativa “Uma Praça em cada Bairro”, através da qual a câmara quer reabilitar praças um pouco por toda a cidade, está prevista a construção, na Rua de Campolide, de uma estação terminal de elétrico. No site da autarquia pode ler-se que a praça servirá a carreira 24E, o que poderá indiciar que não estará totalmente posta de parte a ideia de recuperar todo o percurso do antigo 24.»

22/05/2015

«Eiffel Tower suffers shutdown over pickpockets»






The Eiffel Tower shut down for six hours because of a staff walkout in protest against a surge in pickpocketing gangs.
Workers say the gangs are increasingly threatening them with assault or abuse.
The company managing the major tourist attraction "thanked the public for its understanding" and said it "regrets that visitors... are being punished". About seven million people go up the tower every year. The tower reopened on Friday afternoon.

'Fight among themselves'

Staff are demanding "formal guarantees" from management to stop pickpocketing gangs who target numerous tourists every day. The staff's union representative, Denis Vavassori, told the AP news agency that the staff had walked out "so we could ask for a permanent police presence here".
http://www.bbc.com/news/world-europe-32844573
Os guarda-freios do eléctrico 28 em Lisboa também podiam adoptar esta forma de protesto...

10/05/2015

TURISMO: A MORTE DO ELÉCTRICO 28















Martim Moniz, paragem do eléctrico 28 na 6ª feira dia 1 de Maio às 11:50 da manhã. 

Quando apareceu um veículo entraram 40 passageiros (apenas 1 era português/lisboeta). A fila como se imagina ficou entretanto na mesma porque enquanto entravam 40, outros tantos se vieram juntar ao longo grupo. Para "aviar" esta centena de passageiros, que não parava de crescer, seria preciso 3 veículos de uma só vez. Mas daqui por 2 anos provavelmente já teria de ser o dobro. Este crescimento de turistas em Lisboa não é sustentável como é óbvio.

Também já é bem conhecido o modus operandi do típico turista do 28: entram no início do percurso - por recomendação do Lonely Planet ou outro guia desse género que se diz defensor de um "Turismo responsável e sustentável". Começam pois no Martim Moniz ou nos Prazeres e depois de se sentarem confortavelmente, de preferência à janela, já só se levantam na paragem terminal. Os poucos residentes de Lisboa, sejam de idade ou novos, com bengala, sacos de compras ou crianças são, regra geral, simplesmente ignorados. O que devem fazer os lisboetas que precisam do 28 para trabalhar, viver ou só passear? Que apanhem um táxi ou fiquem em casa é o que parece dizer Lisboa aos lisboetas

Qual é a capacidade de carga do eléctrico 28? Que está a fazer a CARRIS? E a CML? E a Secretaria de Estado do Turismo de Portugal? Quem souber que nos informe. 

A realidade é que o turismo massificado está a matar o eléctrico 28. Para os mais pessimistas, o actual modelo de Turismo em Lisboa já matou o 28.