25/09/2015

O que Lisboa ganhou a Amesterdão e Dublin: 40 mil pessoas e um megaevento mundial


In Expresso Online (25.9.2015)
Por Joao Ramos

«A Web Summit vai andar por Lisboa por uns anos. Saiba tudo: que megaevento é este, como é que a capital portuguesa o agarrou

Lisboa vai receber em 2016, 2017, 2018 a Web Summit, uma das mais importantes conferências mundiais de tecnologia, empreendedorismo e inovação. E há opção de o evento continuar em Lisboa em 2019 e 2020.

O evento, que tem sido realizado nos últimos anos na Irlanda, em Dublin, foi disputado por várias ciades europeias. Na fase final da corrida estavam Lisboa e Amesterdão.

Em 2016 são esperados na capital portuguesa perto de 40 mil participantes e duas mil empresas, mil investidores de capital de risco e 600 representantes das maiores tecnológicas a nível mundial..

Os primeiros contactos para trazer a Web Summit para Portugal tiveram lugar em março, num processo conduzido pelo secretário de Estado da Economia, Leonardo Mathias. O processo de candidatura envolveu o Turismo de Portugal, Associação de Turismo de Lisboa e o AICEP (Agência de Investimento de Portugal ) e teve o apoio institucional da Cãmara de Lisboa. O apoio do Estado português ascende a 1,3 milhões de euros.

O impacto económico do evento deverá ascender, segundo Leonardo Mathias, a 170 milhões de euros, tendo em conta que o evento de 2014 teve 22 mil participantes e um impacto de 100 milhões de euros em Dublin.

Paddy Cosgrove, presidente executivo do Web Summit,referiu que a escolha de Lisboa se deveu à existência de boas infraestruturas e ao crescimento do ecossistema de startups.»

Mas que lindeza que vai pelo Carmo, e as acessibilidades, pá?... e não é que se ilumina tudo menos o ... Monumento?


23/09/2015

Em Estocolmo seria inconcebível, mas cá é como se vê, ou como em Roma sê romano...


Fotos: Linda Raposo de Magalhães

O Jardim de Santos está uma vergonha e já vai sendo tempo de alguém fazer alguma coisa ... bem feita:


Rua Luciano Cordeiro: caldeiras de árvores vazias








The horror, the horror ou como a loucura não tem limites...


«Este imóvel tem projecto aprovado para 1422 m2 de área de construção, dois pisos subterrâneos para garagem e mais dois pisos para além dos já existentes»: http://www.sothebysrealtypt.com/imoveis/predio-lisboa-santo-antonio_pt_12881.

Mais dedos partidos na estátua do Terreiro do Paço??!!!


Foto: Luís Marques da Silva (in Facebook)

22/09/2015

«CML abdicou da sua responsabilidade planeadora e reguladora»

Bye, bye Lisboa!


A Câmara de Lisboa abdicou da sua responsabilidade planeadora e reguladora, abrindo a caixa de pandora.
Em 1990 Barcelona com 1,5 milhões de habitantes atraiu 1,7 milhões de Turistas. Em 2014 Barcelona recebeu 7,5 milhões de Turistas. Rendimento anual através do Turismo atingiu os 12 mil milhões de euros.
Nas Ramblas, em cada 10 transeuntes, 9 são turistas. 1991: 23,7191991 dormidas; 2003: 37,224 dormidas; 2013: 69,128 dormidas.
Assistiu-se assim, à tranformação de toda a cidade num Parque Temático Turístico e à redução de todas as actividades a uma única, omnipresente e obsessiva Monocultura. O Turismo.
Todo e qualquer sentido do Viver e Habitar quotidiano foi dominado e reduzido à erosão permanente do visitar, do residir temporário, do permanente happening nocturno e da festa contínua.
Ao permitir este consumir de forma erosiva, predadora e esgotante, de todas as características que, precisamente, constituíram o atractivo e o motivo da vinda e, originalmente, o apelo de vísita, Barcelona cada vez mais, e paradoxalmente, foi transformada num local onde Turistas apenas encontram outros Turistas. Uma plataforma globalizada, esvaziada dos seus conteúdos, dos seus moradores e autenticidade original.
Tudo isto levou a uma crescente revolta local, com movimentos cívicos e crescentes manifestações de rua, culminando este processo com a eleição de Ada Colau para presidir o Município.
A primeira medida de Colau foi instalar uma moratória durante 1 ano, de todo o licenciamento para novos projectos turísticos, incluindo hóteis, hostels, reconversões para alojamentos temporários, etc.
Levou também à produção do já famoso Documentário “Bye Bye Barcelona”, no qual, todas estas situações e desafios são ilustrados.
Entretanto, Colau entrou em confronto directo com a airbnb e a Booking.com, exigindo destas organizações especialistas em estadias temporárias, a relação completa das moradas e registos de ofertas dos seus sites.
A todos os endereços ilegais serão impostas multas de 15.000 a 90.000 euros, oferecendo Colau como alternativa ao pagamento das multas pelos proprietários destes alojamentos, a disponibilização pelos mesmos, destas moradas durante três anos, como habitaçào social, para os residentes locais.
A recusa das organizações referidas de disponibilizar as informações exigidas, poderá levar à proibição de acesso a estes sites especializados em oferta de alojamentos temporários, em todo o território da Catalunha.
Alfama recebeu recentemente, a visita do Secretário de Estado do Turismo e do Ministro da Economia, que triunfalmente e com um distanciamento “blasé” em relação a um possível papel regulador, equilibrador, planeador, recusaram qualquer reflexão ou dúvida quanto ao crescimento avassalador da oferta e transformação de todas as residências, em alojamentos temporários, sem qualquer tipo de regulamento ou limites, dedicados ao Turismo.
Nesta irrealista e irresponsável atitude caracterizada por um “laissez faire, laisser aller” in extremis, até criticaram uma tímida e tardia preocupação, formulada por um dos grandes responsáveis por esta ausência de gestão e planeamento, Manuel Salgado.
Com efeito, Manuel Salgado ao anunciar em 2008 “A Baixa nunca será um bairro residencial” e ao propor exclusivamente um investimento na hotelaria, residências universitárias e alojamentos de curta e média permanência, entregando a dinâmica do investimento únicamente às exigências dos “mercados”, abdicou da sua responsabilidade planeadora e reguladora, abrindo a caixa de pandora.
No início do processo, antes da crise e respectiva transformação, motivada pela mesma crise, da cidade num gigantesco negócio de estadias temporárias, e acima de tudo, do exôdo maciço de toda a juventude Portuguesa, estes, naturalmente os potenciais habitantes de uma Baixa ainda vazia , ainda teria sido possível planear / estabelecer um equilíbrio.
Assim também, a possível inserção da totalidade da Baixa num regulamento de rigor Patrimonial determinado pela Unesco não convinha à liberdade de manobra de intervenção e licenciamento de Manuel Salgado, pois iria impedir a sua política de “fachadismo” e de destruição sistemática dos Interiores Pombalinos pelos “investidores”.
 Agora, dramaticamente é tarde, e provavelmente de forma irreversível Manuel Salgado e os dois ilustres visitantes de Alfama vão acabar perversamente por “ter razão” na sua irresponsável atitude e ausência de visão.
Entretanto, brevemente, em frente a Alfama vai surgir o novo terminal de Cruzeiros, aumentando o “potencial” e alargando, através das respectivas intervenções e arranjos da envolvente incluindo possivelmente a desejada desactivação da estação de Santa Apolónia, a plataforma da Monocultura.
Bye Bye Lisboa!

A LIMPEZA DOS PAVIMENTOS DA BAIXA?

Praça do Comércio
Praça do Comércio
Praça do Comércio
Praça do Comércio
Rua dos Douradores
Rua de S. Nicolau

No antigo Convento do Desagravo nasceu uma escola “de excelência”




In Público (21.9.2015)
Por Marisa Soares

«No antigo Convento do Desagravo nasceu uma escola “de excelência”

Câmara de Lisboa assinalou início do ano lectivo com inauguração da Escola Básica do Convento do Desagravo, após obras no valor de 3,8 milhões. Quase 400 crianças têm agora mais espaço para aprender.Podia ser um condomínio ou um hotel, com uma vista invejável sobre o Tejo, ao lado de um dos monumentos mais visitados de Lisboa, o Panteão Nacional. Mas não foi aos turistas que o antigo Convento do Desagravo abriu as portas. Os novos inquilinos são quase 400 alunos do jardim-de-infância e do ensino básico, que estrearam nesta segunda-feira uma escola onde a “excelência” vai desde as instalações até à comida da cantina.

"Não há melhor forma de abrirmos um ano lectivo do que vermos um exemplo da excelência da nossa escola pública", declarou o presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, na inauguração da Escola Básica Convento do Desagravo, um dos cinco estabelecimentos requalificados ao abrigo do Programa Escola Nova cujas placas o autarca irá descerrar nos próximos dias. Lançado em 2008 ainda pelo ex-presidente do município, António Costa, o programa prevê 111 intervenções com um custo estimado de 102 milhões de euros, tendo já sido gastos 40 milhões.

A excelência da nova escola, que substituiu cinco estabelecimentos nas freguesias de Santa Maria Maior e de São Vicente, é visível antes de mais nas instalações. "Este é um exemplo raro de uma construção que transformou um local secular, que estava degradado, num exemplo da modernidade das construções escolares", sublinhou Medina. As obras, iniciadas em Outubro de 2013 e concluídas em Julho deste ano - depois de algumas alterações ao projecto inicial e de paragens forçadas devido à descoberta de uma cisterna romana dentro do convento - custaram 3,8 milhões de euros, financiados com verbas do Programa de Investimentos Prioritários em Acções de Reabilitação Urbana (PIPARU).

O antigo convento setecentista, que pertencia à Ordem dos Frades Menores, foi desactivado em 1901 e transitou depois para a Fazenda Nacional. Desde então, teve vários usos e sofreu alterações, tendo encerrado por volta de 2007 quando fechou o colégio da Casa Pia que ali funcionava.

Os arquitectos responsáveis pelo projecto de requalificação conseguiram manter elementos originais como as escadas interiores de pedra, painéis de azulejos, o claustro com um pequeno lago e uma sala com tecto abobadado e pinturas. No edifício de dois pisos coexistem salas de aula de grandes dimensões e pequenas salas temáticas, como a sala de expressão dramática, de cinema ou de apoio a crianças com necessidades especiais. No segundo piso, uma biblioteca com janelas viradas para o rio convida as crianças a ler ou a usar os computadores.

[...]».

Moradores das zonas noturnas de Lisboa convidam Medina a dormir com eles



In Observador (21.9.2015)
Por João Pedro Pincha

«Moradores do Cais do Sodré, Bairro Alto, Bica, Santos e Príncipe Real dizem que a atual situação é "insustentável". Leia aqui a carta aberta que enviaram ao presidente da câmara.

Os moradores das zonas de diversão noturna de Lisboa (Bairro Alto, Santos, Cais do Sodré, Bica e Príncipe Real) estão cansados de ter à porta de casa um festival que dura “52 semanas por ano” e que, afirmam, é um “pesadelo”. Por esse motivo, escreveram uma carta aberta ao presidente da Câmara Municipal de Lisboa, a quem pedem ações que limitem o ruído, a criminalidade e o consumo de álcool em excesso nas ruas do centro da cidade. Mais, convidam Fernando Medina a passar uma noite com eles, “de forma a viver a ‘experiência’ completa”.

Desde janeiro que está em vigor um despacho camarário que limita a venda de álcool para a rua a partir da 1h e estabelece horários mais rígidos para os estabelecimentos de diversão noturna e lojas de conveniência do Cais do Sodré, Santos e Bica. Tais limitações não se aplicam ao Bairro Alto. Como o Observador explicou na altura, na famosa “rua cor-de-rosa” pouca coisa mudou. E, passados alguns meses dessas novas regras, ninguém parecia contente. Agora, os moradores reforçam o desagrado perante a situação.

Leia a carta aberta na íntegra:

"Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa,

Sabe qual é a diferença entre um festival de música e a “noite” lisboeta? Quem não vive no Bairro Alto, Bica, Cais do Sodré, Príncipe Real ou Santos poderá estranhar a pergunta. Quem lá vive sabe que ambos são fenómenos de massas, que juntam dezenas de milhares de pessoas por noite. E que em ambos se ouve música, se canta e se grita ao ar livre até de madrugada. A diferença é esta: o primeiro decorre durante 3 dias por ano num descampado; o segundo durante pelo menos 3 dias por semana, 52 semanas por ano, em zonas residenciais.

Qualquer pessoa consegue imaginar o pesadelo que seria dormir junto ao recinto de um festival de música. Pois é esse mesmo pesadelo que vivem os moradores do centro histórico todos os fins de semana: multidões concentradas na via pública; bares que passam música sem cumprirem com os requisitos de insonorização legais; “concertos” improvisados de madrugada no meio da rua; praxes académicas ruidosas; condutores que buzinam seja a que hora for.

São noites a fio sem conseguir dormir; a tentar adormecer crianças que acordam assustadas com a gritaria na rua; a ligar para a polícia que não atende ou invoca a ausência de meios para intervir. Mais a criminalidade, os desacatos permanentes, os assaltos e o tráfico de droga; e o dia seguinte, que é de calamidade pública.

A lei do ruído é claríssima: o descanso noturno começa a partir das 20h com ruído moderado até às 23h. A partir das 23h a regra é o silêncio. A exceção ocorre apenas para atividades temporárias, desde que munidas de licença especial de ruído, que deve ser concedida com carácter excecional.

A CML dispõe de suficientes articulados legais para resolver a questão de forma simples e célere, em parceria com as demais entidades com responsabilidades nesta matéria. Infelizmente, opta há já vários anos pela inércia, permitindo que seja esmagado o nosso direito constitucionalmente protegido ao sossego, e isto apesar das queixas apresentadas, dos testemunhos divulgados, das reportagens realizadas.

Não nos opomos ao divertimento nem à exploração lucrativa do comércio noturno; opomo-nos sim a que o preço seja a nossa saúde. São inúmeras as famílias que já abandonaram os nossos bairros, desesperadas com o barulho. É essencial estancar a hemorragia, sob pena de vermos o centro histórico desertificado.

O despacho 140/2015 que reduz o horário de abertura de bares foi um primeiro passo, ainda que tímido, no reconhecimento de que a situação atual é insustentável. É urgente ir muito além.

É por isso, Sr. Presidente da CML, que vimos formalmente convida-lo a fazer connosco uma visita guiada à publicitada e aplaudida noite de Lisboa. Muito nos honraria ainda se aceitasse dormir numa das nossas casas, de forma a viver a “experiência” completa. Compreenderia então a urgência de tomar medidas muito mais ambiciosas para repor o equilíbrio entre os direitos dos moradores, o comportamento dos utentes da noite, e a atividade lúdica e económica noturna. A começar por:

– A adoção urgente de regras e procedimentos com vista ao cumprimento da lei do ruído e respetiva fiscalização;
– A restrição e uniformização dos horários dos estabelecimentos de venda de bebidas alcoólicas para horários compatíveis com o direito dos moradores ao descanso;
– O fim do licenciamento zero nos bairros históricos;
– A realização de uma campanha de civismo, que recorde regras básicas de vivência em sociedade, como não gritar nem urinar na via pública.

Sr. Presidente: estamos, como sempre, disponíveis e empenhados em colaborar consigo para melhorar a qualidade de vida na fantástica cidade que é Lisboa. Nós cumprimos com o nosso dever de cidadania ativa; cabe-lhe agora a si cumprir com o seu: defender os direitos básicos de todos os seus munícipes.

Isabel Sá da Bandeira, Mª João Podgorny, Miguel Sepúlveda, A.M Aqui Mora Gente"»

Rua Braamcamp: faltam dezenas de arvores e os canteiros...


Enviado ontem à JF Santo António:

Exmos. Senhores


Serve o presente para vos dar conta do estado calamitoso em que se encontram os canteiros e o espaço público ao longo da Rua Braamcamp, com uma série de árvores de alinhamento em falta (carvalhos) e os canteiros conforme as fotos documentam. Chamamos a atenção para a necessidade de procederem à plantação dos referidos espécimenes na época de plantações que se avizinha.

Melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Fernando Jorge e Nuno Caiado

21/09/2015

Ajuda (e voluntários-extra) é preciso!


Mapa dos cerca de 3.600 edifícios "Lisboa Entre Séculos" (https://www.google.com/maps/d/edit?mid=zpRGVV6ryPt0.kgVgR5A4qzpM&usp=sharing), uma tarefa ciclópica, ainda a 7/8 de terminar.

Ajuda/voluntários, precisam-se!

Por favor, envie-nos fotos actualizadas e descritivo do estado de conservação e do grau de ocupacão de cada um dos edifícios ainda por inventariar (balões brancos). Obrigado.

Reabilitação? Rua António Pedro 76




18/09/2015

E a Junta de Freguesia da Estrela autorizou esta "instalação" no Jardim de Santos

Roulotte de comes-e-bebes instalada no topo norte do jardim de Santos. Aberta até às 2h da manhã. Metade no passeio, metade dentro do que resta do canteiro. Tudo autorizado pela Junta de Freguesia da Estrela. A mesma que dizia que a única forma de ordenar a funesta noite no local, era vedar o jardim.

Este mega-caixote encarnado é um gerador. Regulamentos do ruído, de proibição de venda de bebidas para o exterior a partir da 1h e mais uma parfernália de disposições que não são cumpridas. Dizem-nos que se trata de uma tipologia diferente "Restauração e Bebidas não sedentárias" e que, portanto, não têm de obedecer a nenhum critério. Os vazios jurídicos dão jeito aos operadores e às juntas


De um jardim criado para ser uma unidade paisagística harmoniosa (palavra estranha nos corredores da Junta da Estrela), já nada resta. E como já nada resta, acrescente-se à desolação geral uma carrinha de comes-e-bebes do género feira popular. Nada contra a sua existência. O próprio proprietário estaria interessado em instalá-la na 24 de Julho. Os iluminados da Junta da Estrela acharam que aqui é que ela fica bem. Até porque à noite é tudo pacífico.

De determinados ângulos o magnífico conjunto de tipuanas classificadas deixa de poder ser admirado.


Seja em cima do passeio, seja dentro do canteiro, o que a "malta" da junta quer é muita animação e muitas bifanas. Tudo até às 2 da madrugada, todos os dias da semana, numa zona sobrecarregada com a mesma oferta.


Salta aos olhos que esta não é a melhor localização para uma roulotte. Contudo a Junta da Estrela mantém a decisão do licenciamento, contra a vontade dos moradores, contra a vontade do proprietário que preferia outro local, contra o bom-senso que deveria existir lá para as bandas da Lapa e não existe.

Esta decisão é prejudicial para o jardim e para o ordenamento da zona. A defesa desta localização é prova clara de uma sobranceria autoritária que todos acharíamos já ultrapassada.