Esteja atento às várias iniciativas em perspectiva:

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11/11/2013

Calçada Portuguesa e Largo Frei Heitor Pinto


Chegado por e-mail:

«No Cidadania LX referem a destruição da Calçada Portuguesa e o Largo Frei Heitor Pinto.
Aqui vão fotos "dois em um", que mostram, até,uma das 2 rampas que permitem o acesso a esta zona do mesmo largo, no espaço em frente à Igreja de S. João de Brito...

Abraço
CMR»

17 comentários:

Anónimo disse...

O problema dos passeios é serem de calçada portuguesa, se fossem doutro material já se podia caminhar (:D)

Carlos Medina Ribeiro disse...

Pois... É o Reino do Absurdo Lisboeta em todo o seu esplendor:
Uma fortuna para fazer a calçada portuguesa, outra fortuna para a promover turisticamente... e depois deixá-la ser usada como piso de luxo de um parque de estacionamento!
Para mais, nem sequer se percebe se esse parque é pago (o que, apesar de tudo, ainda daria algum dinheiro à autarquia para pagar as reparações...): perguntei ali na zona se estava concessionado à EMEL (ou se era "livre"), e ninguém me soube responder!

Anónimo disse...

Está tudo cheio de "fome".
De fome de fazer obra e reabilitação duvidosa...

Anónimo disse...

Isto é completamente escandaloso! Ninguem envia isto à Policia? Enviem para pm.ntransito@cm-lisboa.pt (policia municipal), não custa nada perder 5 minutos a escrever um mail de reclamação a ilustrar esta situação vergonhosa. Da ultima vez que reclamei tive resposta, se formos muitos torna-se possivel acabar com o problema.

Anónimo disse...

Já agora, o que diz no sinal?

Carlos Medina Ribeiro disse...

Nova informação (obtida esta manhã num café da zona): o estacionamento, ali, é "permitido" aos fins de semana... Ou talvez seja porque a EMEL não trabalha nessa altura, pelo que a repressão não existe. A lógica parece ser, portanto, que "Se (ou quando) não é proibido é permitido"...

Victor ribeiro disse...

Já há muito venho a insurgir-me contra a actuação do PRES. da CML , mas este Forum nao fez nada nesse sentido
Ele arrancou a calçada portuguesa do Terrreiro do Paço a praça mais emblematica de Lisboa, destruiu o passeio encantador que ligava o T. Pço ao Cais do Sodre, nao levantou a voz contra o projecto de acabar com todos os Hospitais Publicos(Civis), do Centro de Lisboa por um PPP em Chelas , num negocio de terrenos que vai prejudicar os cidadaos de Lisboa. Cada vez h´amais prdios degradados em Lisboa

Carlos Medina Ribeiro disse...

Anónimo das 6h34m:
O sinal diz que é Estacionamento EMEL. Mas, pela sua posição, parece destinar-se apenas à faixa de rodagem, sendo o espaço do "adro" da Igreja reservado aos serviços desta (funerais, etc).
O certo é que a situação é indefinida (ao contrário doo que sucede na Igreja dos Anjos, p. ex.), e quem ali estaciona não parece ser incomodado.
Com atrás digo (e se podia confirmar ao vivo ainda ontem - tenho fotos), a certas horas NADA acontece a quem ali deixar a carripana. Mesmo que se trate de camionetas pesadas.

Filipe Melo Sousa disse...

Essa calçada tosca é para retirar. Já não era sem tempo de abolir esse tipo de piso terceiro-mundista e anti-higiénico.

Anónimo disse...

Que tipo de piso é que o iluminado das 9:47 sugere ?
Deve ser daqueles que aplaudiram ao verem a recente reabilitação do miradouro de Santa Catarina....
Um piso que já está todo sujo e escuro!
Grafites também já não lhe faltam....
E o melhor de tudo acontece quando chove:
É ver a água a acumular-se entre os bancos de pedra e a relva e formar autênticos lagos.
Do melhor!!!

Filipe Melo Sousa disse...

A calçada que se usa em toda a europa civilizada :)

Carlos Medina Ribeiro disse...

Caro Filipe Sousa,
A calçada portuguesa não é terceiro-mundista. Antes pelo contrário, é uma arte rara e muito apreciada.
O problema é que, quem a faz, não a estima; ou, então, executa-a em locais onde não pode ser protegida.
O caso destas imagens é um exemplo disso (encoraja-se a entrada para cima dela, com as rampas!), mas há muito outros: um caso espantoso é o que existe em frente ao Museu Nacional de Arte Antiga (!).
Há ainda casos em que esta arte, tipicamente portuguesa, vai mais longe: em Lagos, por exemplo, são usados calcários pretos, brancos e rosa, em desenhos de elevada criatividade e beleza.
E os 'terceiro-mundistas' da Roma Antiga elevaram esta arte (do empedrado quadrado) a um nível impensável.

Filipe Melo Sousa disse...

Por algum motivo é rara. Se calhar é porque não vale a pena. Apreciada é. Por franjas populares da sociedade. Tal como a música pimba. Sobretudo entre quem vigora algum analfabetismo económico e está completamente alheio à impraticabilidade económica deste tipo de piso.

Anónimo disse...

"Apreciada é. Por franjas populares da sociedade.Tal como a música pimba"

Exacto sr. Tolo de Sousa, desde o central Park em Nova York; Brasil; Portugal e Espanha; Macau; etc..etc....

É de facto do mais piroso e pimba que existe, sobretudo as de frisos.
As que apresentam um pouco de Matemática também, especialmente as de forma simétrica e em padrões.

Até a Gulbenkian (essa instituição pimba que promove arte e cultura duvidosa e "barata") se digna a promovê-la.

http://www.math.ist.utl.pt/~acannas/Simetria/

Não se trate não...

Filipe Melo Sousa disse...

Retirado da wikipedia:

In recent years, a "pimba-pride" movement has emerged, with both fans and performers trying to claim it is "the" contemporary Portuguese folk music, and arguing that music doesn't have to always be profound and elevated. Some "intellectuals" came to accept this view

Anónimo disse...

"a "pimba-pride" movement has emerged, with both fans and performers, trying to claim it is "the" contemporary Portuguese folk music"

Já percebi que você continua obcecado com a música pimba.

Não sei porquê, mas quando leio os seus comentários e olho para a sua foto, algo me diz que deve existir ai uma "relação" amor-ódio com a referida música...

Que parte do meu comentário "não gosto de musica pimba" é que o sr. de Sousa não percebeu?

E de onde vem essa teimosia em associar calçada portuguesa e azulejos à musica tradicional portuguesa, a tal denominada como "música pimba"? Ensinaram-lhe isso no privado?

Quanto aos tais intelectuais, felizmente não somos todos iguais...
Imagine lá se só existissem "Filipes Melos de Sousa"?
Quer imaginar?
Eu não....

Anónimo disse...

não resolveram o problema quando lá estava o Santana ou Carmona - porque?