Um blogue do Movimento Fórum Cidadania Lisboa, que se destina a aplaudir, apupar, acusar, propor e dissertar sobre tudo quanto se passe de bom e de mau na nossa capital, tendo como única preocupação uma Lisboa pelos lisboetas e para os lisboetas. Prometemos não gastar um cêntimo do erário público em campanhas, nem dizer mal por dizer. Lisboa tem mais uma voz. Junte-se a nós!
17/07/2016
Nova janela Rua Garrett 100 a 122: nova barraca em vidro na cobertura / Queixa à DGPC
Arq. Paula Silva
Solicitamos que a DGPC nos informe se esta "barraca" na cobertura do nº 100-122 da Rua Garrett, que as fotos junto documentam, foi aprovada por esses serviços
Melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Fernando Jorge e Bernardo Ferreira de Carvalho
Lisboa distingue 63 lojas pela sua história e cria fundo para as apoiar
Por INÊS BOAVENTURA
16/07/2016
15/07/2016
O “prédio mistério” de um grande projecto imobiliário no coração da Mouraria
...
Estropiamento completo do edifício apalaçado e do respectivo jardim em patamar: O abandono a que o conjunto estava sujeito não justificava a licença para estropiar que foi passada ao promotor, com o beneplácito (mais um) da comissão técnica de apreciação DGPC/CML, uma vergonha. Agora? Levem com o resto!
14/07/2016
S.O.S. Atelier-oficina Pró-Arte de Ricardo Leone (R. Escola Politécnica, 227-229) - Apelo à DGPC
Arq. Paula Silva
CC. AR, MC, SEC, CML, AML e media
No seguimento do nosso pedido de esclarecimentos de Dezembro de 2014 (http://cidadanialx.blogspot.pt/2014/12/pedido-de-ponto-de-situacao-dgpc-sobre.html), do qual não obtivemos nenhuma resposta;
E uma vez que tudo se mantém na mesma em relação ao estado de conservação e de exploração do Atelier-Oficina Pró-Arte de Ricardo Leone, sito no edifício da antiga Real Fábrica das Sedas, na Rua da Escola Politécnica, nº 227-229;
E que o mesmo está sob a responsabilidade da Direcção-Geral do Património Cultural,
Apelamos a V. Exa. para que se desloque ao local a fim de constatar do estado de conservação do atelier e das imensas potencialidades que o mesmo tem, se e quando a DGPC se resolver a tomar entre mãos a tarefade o dignificar, e dar a conhecer ao grande público a “Oficina de Vitrais e Mosaicos de Arte” de Ricardo Leone (1891-1971) e o seu legado, ele que foi o principal responsável pela revitalização da arte do vitral em Portugal, no início do século XX.
Solicitamos ainda a V. Exa. que dê indicações aos serviços para se proceda à inventariação do seu recheio e à instalação de segurança anti-roubo, bem como seja criada uma equipa de projecto a nível da DGPC, que fique encarregue da boa gestão, manutenção e segurança do atelier, proceda a um programa de reformulação do espaço (incluindo o pequeno jardim) e desenvolva a disponibilização de conteúdos online sobre a obra produzida por Leone.
Com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Inês Beleza Barreiros, Fernando Jorge, Jorge Santos Silva, Fátima Castanheira, Luís Marques da Silva, Júlio Amorim
Urinol histórico na Rua do Chão da Feira (ao Castelo) em risco de colapso
Dr. Miguel Coelho
Voltamos a alertar V. Exa. para esta peça de mobiliário urbano de Lisboa que infelizmente continua sem a atenção que merece, pela sua raridade.
Este exemplar de mobiliário urbano do séc. XIX está neste momento em risco de colapso iminente como demonstram as imagens que anexamos.
Com os seus apoios estruturais ao chão reduzidos a um só elemento, toda a estrutura se está a destacar das paredes e poderá ruir a qualquer momento.
Lembramos que há vários anos que solicitamos à CML para fazer o restauro cuidado desta peça mas até ao momento nada se fez para além de meras pinturas superficiais.
Resta agora esperar que no âmbito das novas competências da Junta de Freguesia haja finalmente vontade para cuidar desta relíquia da capital.
Com os melhores cumprimentos
Fernando Jorge, Paulo Ferrero e Bernardo Ferreira de Carvalho
Cc. Media
13/07/2016
Cinema Tivoli subsituiu placards publicitários da fachada - esclarecimento sobre legalidade dessa operação
Arq. Paula Silva
Considerando que o Cine-Teatro Tivoli é Monumento de Interesse Público desde 2015, solicitamos esclarecimentos à Direcção-Geral do Património Cultural sobre se a retirada dos placards publicitários existentes na fachada desde a sua fundação, e a sua substituição por placards electrónicos (fotos em anexo), foi autorizada por esses Serviços.
Com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Júlio Amorim, António Araújo, Alexandre Marques da Cruz, Luís Marques da Silva. Miguel de Sepúlveda Velloso, Beatriz Empis, Inês Beleza Barreiros, Fernando Jorge
12/07/2016
Programa "Uma Praça em Cada Bairro" - Proposta por um Campo dos Mártires da Pátria uno e indivisível
Arq. Manuel Salgado
C.c. PCML, AML, JF Arroios e media
No seguimento das várias propostas por nós enviadas ao Programa “Uma Praça em Cada Bairro”, somos a sugerir a V. Exa. e à equipa da CML uma nova proposta de inclusão naquele programa, desta feita sobre o Campo dos Mártires da Pátria.
Assim, sugerimos que, no âmbito do referido Programa, a CML proceda à reformulação do troço do Campo dos Mártires da Pátria que vai do Largo do Mitelo ao topo sul da Alameda Santo António dos Capuchos, de modo a permitir que todo o Jardim Braancamp Freire seja um contínuo verde de traçado orgânico, um verdadeiro jardim uno e indivisível, ligando-se a placa a Norte, onde existe um parque infantil e um recinto de jogos, ao jardim propriamente dito, a Sul.
Esta proposta implicará o reordenamento do trânsito automóvel e das carreiras da Carris, o que a nosso ver poderá ser implementado com relativa facilidade, passando o mesmo a circular em torno do Jardim, em vez de o fazer cortando o jardim praticamente ao meio, como acontece actualmente com as 6 faixas de rodagem, uma verdadeira anomalia urbana nos dias de hoje. Deveria também ser contemplada a reposição dos canteiros e passeios originais em volta do jardim, que foram reduzidos drasticamente na década de 80 para a criação de lugares de estacionamento - esta cintura de automóveis, que separa e dificulta a entrada das pessoas no espaço verde, deve ser removida em nome do bem comum. Deste modo, com o fim do atravessamento por veículos automóveis, deixará da haver uma barreira física e uma bolsa de poluição num espaço central da cidade que se deseja seja cada vez mais o “pulmão verde” da Colina de Sant’Anna.
Com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Serpa, Miguel Atanásio Carvalho, Beatriz Empis, Miguel de Sepúlveda Velloso, Nuno Caiado, José Amador, Fátima Castanheira, João Pinto Soares, Fernando Jorge, Luís Marques da Silva, Júlio Amorim, Nuno Vasco Franco, Jorge Lima
Calçada Portuguesa
«Ainda há pouco tempo vi na Televisão que em Brasília têm Calcada Portuguesa
Felizmente que o Brasil mantém e perpetua algumas tradições que herdou de Portugal, pois em Lisboa sob a égide de Antonio Costa, ela está a ser destruída paulatinamente.
Temos o Terreiro do Paco, ruas da Baixa e em todas as ruas onde tem havido obras a calçada Portuguesa até tem sido humilhada, relegada a uma faixa estreitíssima nos passeios vide a Rua Abade Faria.
Melhores cumprimentos
Victor Ribeiro»
11/07/2016
Ainda acerca do pseudo-referendo da JF Campolide, eis a Recomendação (integral) da Provedoria de Justiça:
...
Mas JF Campolide não quer saber e vai continuar como se nada fosse/tivesse sido. Ena!
(11.7.2016)





























