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06/10/2017

Rua Vítor Cordon, 34-40 e Rua Duques de Bragança, 6 - Pedido de esclarecimentos à DGPC


Exma. Senhora Directora-Geral
Arq. Paula Silva


C.c. PCML, Vereador do Urbanismo, AML e media

Fomos informados da aprovação iminente pelos serviços dessa Direcção-Geral de um projecto urbanístico da Casa de Bragança, que envolve alterações profundas no edifício da Rua Vítor Cordon, nº 34-40, bem como a demolição integral de dois pequenos edifícios dos primórdios do século XX, na Rua Duques de Bragança, nº 6, com vista à construção de novo edifício alinhado pela cércea do edifício contíguo.

Solicitamos a V. Exa. que nos esclareça sobre quais os pareceres que justificam as alterações profundas no 1º edifício, e a demolição integral dos 2 edifícios da Rua Duques de Bragança, sendo aquela zona classificada como “Lisboa Pombalina”, e mesmo que os edifícios em causa não sejam evidentemente pombalinos.

Na expectativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Júlio Amorim, Virgílio Marques, Maria de Morais, Rui Martins, António Araújo, Fátima Castanheira, Fernando Silva Grade, Nuno Caiado, Miguel de Sepúlveda Velloso

07/08/2017

E se nada se conseguir em contrário, estas ficarão para o balanço das moradias demolidas do vereador Manuel Salgado de 2007-2021:



Rua Doutor António Cândido


Rua Dr. Álvaro de Castro (Bairro de Santos)


Rua Filipe Folque


Rua Marquês de Fronteira
(Campolide, autoria de arq. Miguel Nogueira Júnior)


Avenida de Berna

01/03/2017

Demolindo Lisboa: Rua Marques da Silva

Rua Marques da Silva - demolição integral de edifício dos finais do séc. XIX promovida pela CML-EMEL na Freguesia de Arroios.

03/12/2016

«Derrocada de prédio em Lisboa faz duas vítimas mortais»

Ainda não foram apuradas as causas da derrocada. Trânsito continua cortado na rua Rodrigo da Fonseca.

Duas pessoas morreram, esta segunda-feira, na derrocada de um prédio na rua Alexandre Herculano, em Lisboa. As vítimas, dois trabalhadores de uma empresa de construção civil de Braga, ficaram soterradas na sequência do desabamento de uma das paredes do edifício que se encontrava em obras. A segunda vítima mortal foi identificada pelas 18h, pelas equipas no local. A primeira vítima foi confirmada ao início da tarde.
Os dois homens, de nacionalidade portuguesa, trabalhavam na obra de reabilitação do número 41 na esquina da rua Alexandre Herculano com a Rodrigo da Fonseca. Os Sapadores Bombeiros de Lisboa foram chamados ao local por volta do meio-dia. Pedro Patrício, comandante da corporação, em declarações no local, informou que um dos corpos "já foi retirado e o outro está prestes a ser retirado". "O perigo é iminente, estamos a trabalhar em estruturas que cederam e podem ceder a qualquer momento. Vamos trabalhar devagar, não podemos fazer oscilações", referiu.
 
Pelas 16h, decorriam os trabalhos de “remoção dos elementos que colocam em perigo as nossas equipas de resgate”, explicou o comandante. “São trabalhos demorados”, avançou, que estão a ser realizados pelos bombeiros em conjunto com outras empresas. O grande entrave à acção das equipas de busca cinotécnicas é a instabilidade do edifício.
 
O comandante informou que ruiram três pisos do interior do edifício, a ser reabilitado pelo Grupo Casais, empresa de construção sediada em Braga. "As lages interiores caíram para dentro daquilo a que chamamos o saguão", explicou Pedro Patrício, avançando que se desconhece, para já, a razão da derrocada. O PÚBLICO contactou o Grupo Casais que remeteu as declarações para o final desta segunda-feira.
 
Durante a tarde, as equipas no local procuraram o segundo trabalhador, cuja "possível zona de localização" tinha sido identificada por cães. Embora o comandante dos Sapadores Bombeiros não adiante a identidade das vítimas, a SIC avançou que se tratam de dois homens com cerca de 50 anos, de Fafe.

“As instabilidades não podem existir” 

A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) está no local, desde o início da tarde, a acompanhar a situação. Pedro Pimenta Braz, inspector-geral da autoridade, disse que a “instabilidade construtiva e das paredes que estavam em demolição é muito grande”, razão pela qual “é muito complicado”, neste momento, apurar as causas do acidente. O responsável dos bombeiros confirmou, pelas 18h, que ainda não estão reunidas as condições para que a ACT entre no edifício. Sem possibilidade de adiantar as causas da ocorrência, o inspector-geral da ACT deixou uma coisa clara: “As instabilidades em processos construtivos e demolições não podem existir.” 
 
“É extremamente preocupante que no meio da cidade de Lisboa, a capital de um país da União Europeia, morram duas pessoas a trabalhar. Acho que isso nos devia envergonhar a todos”, afirmou. Pimenta Braz considera um “índice horrível” que estas duas pessoas tenham “desaparecido a trabalhar”. 
 
Pelas 16h, decorriam os trabalhos de “remoção dos elementos que colocam em perigo as nossas equipas de resgate”, explicou o comandante. “São trabalhos demorados”, avançou, que estão a ser realizados pelos bombeiros em conjunto com outras empresas. O grande entrave à acção das equipas de busca cinotécnicas é a instabilidade do edifício.
 
O comandante informou que ruiram três pisos do interior do edifício, a ser reabilitado pelo Grupo Casais, empresa de construção sediada em Braga. "As lages interiores caíram para dentro daquilo a que chamamos o saguão", explicou Pedro Patrício, avançando que se desconhece, para já, a razão da derrocada. O PÚBLICO contactou o Grupo Casais que remeteu as declarações para o final desta segunda-feira.
 
Durante a tarde, as equipas no local procuraram o segundo trabalhador, cuja "possível zona de localização" tinha sido identificada por cães.
 
Embora o comandante dos Sapadores Bombeiros não adiante a identidade das vítimas, a SIC avançou que se tratam de dois homens com cerca de 50 anos, de Fafe. PÚBLICO, 28 Novembro 2016

08/11/2016

«RENOVAR» DEMOLINDO LISBOA? Mais um caso de falsa reabilitação na Rua das Janelas Verdes





Se alguma dúvida ainda havia sobre a politica contra o património da cidade que a CML tem promovido, nestes últimos anos não paramos de observar mais provas do equivoco total em que se encontra a nossa cidade em matéria de reabilitação. Mas a verdade é que somos todos responsáveis pelo estado das coisas porque afinal ainda vivemos em democracia e já não em ditadura. Porque estamos a permitir que isto aconteça na nossa rua, no nosso bairro, na nossa cidade?

12/10/2016

Avenida Duque de Loulé 70: O abate já começou









 
O abate deste prédio começou. Toda a escadaria de pedra da entrada deste bom prédio do início do séc. XX foi recentemente removida e vendida. Os azulejos Arte Nova também foram levantados. Ver tratamentos deste tipo ao nosso património arquitectónico em 2016 não nos dá grande esperança em ver uma mudança de paradigma na reabilitação. Já se percebeu que tanto proprietário deste prédio como o Pelouro do Urbanismo da CML desprezam este tipo de imóveis da nossa cidade.

21/01/2016

Demolindo Lisboa: Rua da Madalena 135-137


















"Luxo Barato à moda Lusitana", a quanto obrigas. "Reabilitação à moda de Lisboa" a quanto obrigas... Fotos: verão de 2015

18/01/2016

100% DEMOLIDO: Avenida Almirante Reis 35 / Regueirão dos Anjos 2 a 18

 Deste edifício também já não resta pedra sobre pedra.
 Os slogans vazios e absurdos das construtoras portuguesas...



 E assim se cristalizam os equivocos da "reabilitação" em Lisboa...
Porquê Sr. Vereador Manuel Salgado? Porque aprovou a demolição deste edifíco apesar dos pareceres contra dos técnicos da CML? Porquê destruir um imóvel que é perfeitamente recuperável? Reabilitar um edifício é sinónimo de demolir o edifício? Que planeamento urbanístico é este que subtrai à cidade as suas memórias? Que sustentabilidade é esta? 

13/01/2016

Largo do Chiado: Prédio da Barbearia Campos



Depois de ver o seu interior demolido na íntegra, este prédio pombalino vê agora o seu interior a ser reconstruído em betão armado e placas de pladur... Em toda a cidade histórica observamos a saída para vazadouro de todos os elementos estruturais em madeira maciça, incluíndo também tectos de "saia-camisa", portas, portadas e estuques artísticos. E tudo este legado patrimonial que herdamos é substituído por materiais como isto que aqui se vê a ser descarregado na imagem: placas de pladur... Apartamentos de milhões de euros em "PLADUR"?! É isto uma Cidade Histórica?  


11/01/2016

Rua Rodrigues Sampaio 110: mais um prédio demolido na zona da Avenida da Liberdade
















Como já foi aqui divulgado, este prédio "Lisboa Entre Séculos" foi integralmente demolido no final de 2015 (não, nem a fachada ficou) e no seu lugar vai ser erguido o banal prédio "higienizado" e supostamente de "luxo" (para Golden Visa consumir?) que se vê aqui em baixo. Tudo por "despacho" do Exmo. Vereador do Urbanismo da CML.




08/06/2015

Parar e olhar



Palácio Leitão, Rua Marquês da Fronteira, FILIPE ALMEIDA

In Público (7.6.2015), por ALEXANDRA PRADO COELHO:

«O desafio partiu do Fórum Cidadania Lx e o colectivo de desenhadores Urban Sketchers aceitaram-no imediatamente: desenhar (alguma da) Lisboa pela qual passamos todos os dias e que se foi tornando quase invisível aos nossos olhos. E, por isso, hoje o João Catarino partilha esta página com vários outros desenhadores, entre os muitos que participaram na iniciativa e cujos trabalhos podem ser vistos até dia 30 no Museu de Lisboa – Palácio Pimenta.

“O que resta das grandes avenidas de Novecentos projectadas para colocarem Lisboa no mapa das capitais da Europa, ou dos bairros e vilas operárias, dos palacetes de uma burguesia que então se afirmava, das inovadoras instalações científicas, das lojas de referência da sociedade, das casas de espectáculos de uma Lisboa boémia?”, pergunta o Fórum Cidadania Lx, movimento que reúne cidadãos em defesa do património lisboeta. .

O João Catarino – há muito, com os seus desenhos, co-autor destas crónicas sobre Lisboa (intercalando com a Mónica Cid) — disse-me que o desafio os “obrigou a parar e a olhar” para estes edifícios. Ser desenhador é saber olhar. É prestar atenção. Ver os detalhes e ver o conjunto. Um fotógrafo pode procurar o melhor ângulo e tirar uma foto. Um desenhador precisa de mais tempo. Enquanto a cidade continua a acelerar à sua volta – carros, motos, pessoas, num movimento constante – ele pára e olha.

Neste caso, os Urban Sketchers olharam para os edifícios da lista elaborada pelo Fórum Cidadania Lx (necessariamente muito reduzida em comparação com o património daquele período que existe na cidade e que, em parte, se encontra ameaçado) e desenharam-nos, devolvendo-lhes, por instantes, a importância que muitos deles um dia tiveram na cidade.

“É engraçado pensar que um dia muitos deles foram edifícios grandiosos”, disse o João Catarino. Quando surgiram tinham a escala da cidade ou, em alguns casos, seriam, talvez, os maiores, os mais modernos, os mais ousados. Depois foram “encolhendo”, à medida que à volta deles cresciam prédios maiores, mais modernos, mais ousados. Muitos dos antigos desapareceram, outros resistem, anacrónicos, no meio das grandes avenidas.

Subitamente, entre dois prédios altos, surge o céu. Aí, o nosso olhar desce e encontra um desses palacetes resistentes, alguns ainda em bom estado, outros nem tanto. E outros decididamente condenados ou com as frágeis fachadas seguras por andaimes para (muitas vezes) os fazer renascer como uma caricatura deles próprios.

Na exposição vão estar também alguns dos desenhos de alçados dos edifícios escolhidos. São trabalhos do início do século, de impressionante detalhe, cada pormenor do edifício desenhado com rigor e elegância – e muitas vezes acompanhados por legendas escritas em letra que é, ela própria, uma obra de arte. E faz sentido que voltem também a ter um breve momento de glória aqui.

Houve um tempo em que alguém olhou e pensou nestes edifícios, dedicando-lhes o melhor da sua atenção e arte. Um século depois, outros homens e mulheres pararam e olharam novamente para eles, desenhando as mesmas curvas e rectas e ornamentos. É um olhar diferente, como é suposto que seja. A nós, só nos é pedido que visitemos a exposição e que, por momentos, sejamos também capazes de parar e olhar.

A exposição Lisboa Entre Séculos, a Arquitectura Ameaçada dos Séculos XIX e XX vista pelo Olhar dos Urban Sketchers pode ser vista no Museu da Cidade - Palácio Pimenta até 30 de Junho »

29/05/2015

LISBOA ENTRE SÉCULOS: «Há reabilitação em Lx?»
















Qual é estado actual da reabilitação em Lisboa? Porque é um erro destruír sem critério os interiores dos nossos edifícios construídos entre o final do séc. XIX e o início do séc. XX? Estas são algumas das reflexões que faremos na conferência "Lisboa entre Séculos" já neste sábado, 30 de Maio com início às 9:30 na bela Sala dos Actos da antiga Escola Médica ao Campo dos Mártires da Pátria. Entrada Livre.

23/04/2015

LISBOA ENTRE SÉCULOS: Avenida Morais Soares 157




Depois de anos sem obras, maltratado e sujo, agora aqui está devoluto com janelas abertas a pedir um acidente... É mais um exemplar do periodo Lisboa Entre Séculos em risco de ser demolido.