Esteja atento às várias iniciativas em perspectiva:

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24/06/2013

Aval de Costa para torre da PT


in VISÃO (22/6/2013)
Por J. Plácido Júnior

«Num apertado perímetro das Picoas, o edifício, de 27 pisos, ergue-se entre a atual sede da empresa e o mercado lisboeta

O processo faz o seu caminho há dois anos. Tudo começou quando a PT indagou o Executivo camarário de Lisboa acerca das possibilidades de construir uma nova sede, onde concentrasse os serviços espalhados por prédios arrendados na capital. Ouro sobre azul: António Costa e o seu vereador do Urbanismo, arquiteto Manuel Salgado, apostam em fixar na cidade as grandes empresas e, também, em chamar de volta as que saíram para municípios vizinhos, sobretudo Oeiras.

Conta Manuel Salgado que, das três hipóteses consideradas, venceu a última, a das Picoas (as outras eram os terrenos da Feira Popular e os da Marconi). A razão principal reside no Data Center instalado no telhado do conhecido edifício laranja do Fórum Picoas, a atual sede da PT, que a empresa preferia não desativar.

Do projeto de edificabilidade apresentado pela autarquia à PT, consta uma torre de 27 pisos, a construir mesmo ao lado do Fórum Picoas, de maneira a que a empresa ali se mantenha e facilmente estenda as suas operações entre os dois edifícios.

A altura da nova sede da PT terá, no entanto, de ficar um pouco abaixo dos 100 metros do vizinho Hotel Sheraton (de 1972), por forma a respeitar a chamada "cota máxima definida pela aproximação ao aeroporto" da Portela, hoje em vigor.Manuel Salgado assegura que o Plano Diretor Municipal, publicado em agosto de 2012, "permite o projeto" da torre. Mas o dossiê implica a sentença de morte para o mercado 31 de Janeiro, situado demasiado perto (e inaugurado, há cerca de 17 anos, por um presidente socialista da CML, João Soares), que deverá ser alienado pela autarquia à empresa de telecomunicações por €12 milhões, e alvo de demolição, dando lugar a um outro edifício de dois pisos, para "lojas PT".

Ler mais:http://visao.sapo.pt/aval-de-costa-para-torre-da-pt=f736790#ixzz2X7Qyviba»

6 comentários:

Anónimo disse...

Acreditem.
AC vai assumir isso claramente?
A campanha está à porta.
Problemas?
O Saldanha vai sofrer, mas então o Marquês de Pombal?
Mais túneis ou viadutos?
Os trabalhadores vão ser proibidos de utilizar automóveis?
Onde está a Mobilidade, num perímetro já saturado desde o Largo do Rato?
*Pensem antes de votar.
E talvez protestar...
Será que querem copiar as torres de Madrid?
Hotel de um lado PT do outro.
O chamado par de jarras?
Gulbenkian comprava o terreno, já que era sensível a Jardins e teria saudades do "seu" Hotel Avis.
Notem, o Hotel chegou a ser considerado em 1950 o mais sumptuoso do MUNDO.
Quem se lembra dos Jardins em redor?
Vejam fotos.
Que mal fazem ao Fontes Pereira de Melo?
Sabem, que iniciou a Revolução dos Transportes.
Será que tem que pagar por isso?
Deixem a Avenida em Paz.

Anónimo disse...

Ui, o que o Zé não diria noutros tempos. Providências cautelares já havia umas duas ou três.

Anónimo disse...

Muito bem. Lisboa precisa de construção em altura.

Paulo disse...

Já estão novamente com medo das torres?

1- 27 andares não é arranha-céus em nenhum lugar do mundo.

2- Copiar Madrid? Meus senhores, as torres de Madrid tem 250 metros. Esta nem aos 100 irá chegar.

3- "construção em altura" não é o mesmo que "torre". A maioria da construção em altura feita em Portugal é em banda e não em torre. São as bandas em altura que criam barreiras visuais e não as torres.

4- Saldanha e Picoas precisam de investimento, e sim, uma torre naquele local fica contextualizada e até irá dar mais equilíbrio visual ao Sheraton/Aviz.

5- Não fazer a torre obrigaria à compra terrenos enormes e a destruir palacetes na envolvente.

6- Poderá ser um marco visual interessante na paisagem lisboeta.

7- Fazer uma torre não é imitar nada. Se fazer uma torre é imitar "outros países", o que dizer da ponte 25 de abril ou do cristo-rei?
Lisboa tem muitas igrejas, portanto Lisboa é Roma, porque Roma tem muitas igrejas. Lógica da batata.

8- Fazê-la fora de Lisboa seria erro brutal a nível de investimento no centro da cidade.

9- Fazer a torre sem sete-rios era boa opção, mas mesmo lá iriam aparecer fanáticos anti-torre a dizer que não podia ser. Esses fanáticos iriam obrigar à construção de qualquer coisa atarracada e gorda com 13 andares, politicamente correcta, EM BANDA, tipo muro. Mas para eles era bom, porque não era torre, e a torre mete medo, é obra do diabo.

10- E a revista Visão em vez de alimentar polémicas sobre "torres" devia-se preocupar antes com os milhares de marquises e anexos ilegais que poluem visualmente a cidade de Lisboa. Isso já não é problema: é medíocre e o que é medíocre é bom!

Anónimo disse...

11- E o trânsito já circula com tanta fluidez no local que a torre não podia mesmo ser noutro sítio.

Anónimo disse...

^^ Trânsito = apostar numa urbanização extensiva e construção louca a perder de vista pelas periferias de Lisboa, com casinhas e prédiozinhos feitos por patos-bravos, sem nexo e estrutura urbana. Vossa Excelência parece ignorar isso, como também ignora que as cidades mais densas são as que menos uso fazem do automóvel. Mas no imaginário Tuga de vossa excelência "a torre é que traz problemas". Agora as casinhas reles espalhadas na paisagem até conchinchina não não fazem mal nenhum.