Esteja atento às várias iniciativas em perspectiva:

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17/06/2013

HEMEROTECA DE LISBOA: mais uma vidraça a cair...



Lamentamos constatar que o antigo Palácio Condes de Tomar, apessar da mudança de proprietário - agora é a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa segundo julgamos saber - continua com a sua fachada sem qualquer obra de manutenção. Na sequência de semelhantes alertas em 2010, 2011 e 2012, temos a informar que há outra vidraça de janela que ameaça cair sobre a via pública pondo em risco os cidadãos que circulam diariamente em frente do nº 3 da Rua de S. Pedro de Alcântara. E neste ano celebramos os 500 anos do Bairro Alto!
 
Já foi solicitado ao Dr. Álvaro Costa de Matos, Director da Hemeroteca Municipal, que sejam tomadas medidas urgentes para evitar um acidente. E assim vão os nossos arquivos municipais... Sem sombra de dúvida não são uma prioridade para a actual CML.

14 comentários:

Filipe Melo Sousa disse...

Quem se oferece para pagar as obras? Os bloggers da casa? Ainda não perceberam que não há dinheiro?

Anónimo disse...

Sempre a mesma cantiga com este senhor.
Como é que alguém que não paga impostos em Portugal, depois de o Estado lhe ter pago a quase totalidade do curso superior, e na realidade não pagar qualquer tipo de imposto de trabalho por ser funcionário europeu, ainda tem a coragem de dizer que o Estado não tem dinheiro!
Haja vergonha!

Filipe Melo Sousa disse...

Caro sr anonimo dos 3:38, se você for movido por um sentimento de justiça, é livre de me fazer uma contribuição para reparar o excedente de contribuições que eu deixei em Portugal. Não me farei rogado em aceitar.

Anónimo disse...

Excedente de contribuição!Você pagou e a maioria dos portugueses com muito mais idade que você e ainda aqui estão a contribuir para a sociedade. Mas nem discuto a questão de impostos, ponho sim em causa a hipocrisia de uma pessoa que diz que não há dinheiro mas não dá um cêntimo para o Estado!
Faça você uma contribuição a quem pagou o seu curso!
Você é de facto uma caso de estudo: não vive no país, não contribui para o país (nem para ninguém), vive num país com regras de civilidade e urbanidade mas envia umas larachas à distância cada vez que aqui tentamos melhorar a vida de todos e acabar com o egoísmo patente. Se você está de mal com Portugal venha mudar as coisas, seja ativo naquilo que é o bem comum. Ou então fique-se por aí a amealhar, mas não cometa a ofensa de saber o que é melhor para nós que aqui vivemos.

Filipe Melo Sousa disse...

Caro amigo,
de nada lhe serve de barafustar e insultar. Vai ter de viver do dinheiro que o país produz, e sem os que saíram. Acabou a linha de credito. Acabou a festa em que você vivia acima das suas possibilidades e/ou dos impostos dos outros. Vejo que você vive em negação. Eu sei, foram muitos anos a cantar grandolas, luta luta, amanhãs que cantam. Eu e muitos outros soubemos acautelar o nosso interesse terminando a nossa participação nessa sociedade chamada Portugal. Os meus descontos para a SS ja foram esbanjados. Por isso como vê, sou eu que tenho algo a reaver. Se houvesse justiça...

Anónimo disse...

Caro amigo,
de nada lhe serve essa auto-comiseração para amenizar a sua consciência, que porventura deverá estar pesada (ou deveria) por não pagar impostos e contribuir para nenhuma sociedade. Prova disso é que, apesar da sua debandada (são informações suas) justificada e de um divórcio do país com justa causa , ainda continua a enviar tristes comentários e vir aqui presentear-nos com troglodice e "drama telenovelesco".
Se eu vivi acima das minhas possiblidades também viveu você até debandar, a sua família e todos os conhece e que aqui estavam e agora estão. Ou seja, foi tirar e quando não há mais é ir para onde ainda há.
Quanto a insultos, não sei do que está a referir-se, principalmente quando tudo o que escrevi está consultável e prova de que não tive essa atitude. Agora ofensa é uma postura do "destrói mais", do "vocês são idiotas" quando se está confortavelmente noutro país e sem pagar impostos, a viver acima das possibilidades da CE e a ganhar com isso, gozando de previlégios inaceitáveis... tenha paciência mas comigo não!
PS - Eu admiro-me que não goste de canções de cariz revolucionário popular porque afinal dar ao povo o poder de não cumprir leis é o que tem advogado o tempo todo.

Filipe Melo Sousa disse...

Você demonstra uma grande arrogância e ódio para com aqueles que se recusam a pagar impostos para si. Fui paga-los para outra freguesia. Bem que pode ficar a barafustar. Foram pessoas como você que construíram o muro de Berlim. Agora azar, viva do que produz em vez de ter "ideias brilhantes" com o dinheiro dos outros.

Anónimo disse...

Caro Filipe,
o meu ódio é proporcional ao seu ódio pelas pessoas que pagaram para si.
Pessoas como eu deitaram abaixo o muro de Berlim. A minha sogra é de Berlim, refugiou-se na Alemanha ocidental mas não deixou de ajudar quem ficou para trás.
A sua leviandade telenovelesca não esconde o facto que você não está a contribuir para o país mas tem sempre uma opinião de como fazer bem. E nem sequer aprende as boas práticas do país que o acolheu e deseja-as para aqueles que ficaram, como a sua família e amigos.
Tenha decoro, tenha humildade, aproveite a sorte que teve por ter nascido em Portugal e não no Burkina Faso, ou outro país do género e se quer dar a sua opinião, faça-a com a ideia que está a propor melhorar a vida das pessoas, e não a contribuir para a lei do mais forte que agora impera.

Filipe Melo Sousa disse...

Eu deixo a humildade para você que outra alternativa natural não tem senão ser humilde. Embora goste muito de ter ideias com o dinheiro dos outros. Eu bem o entendo que despreze pessoas que não precisam de viver de subsídios. Não gastarei também um cêntimo do erário publico nem dos serviços sociais holandeses. E olhe que a carga fiscal sobre a minha gasolina é de 70%. Mas já nem me queixo disso. Se quiser mande-me o cheque com o IVA que indevidamente gasto. Ja me considero ressarcido.

Vá, não seja amargo e não demonstre a inveja dos outros de maneira tão flagrante. Se quiser pode candidatar-se a qualquer organismo europeu. Qualquer um é livre.

Anónimo disse...

Caro Filipe,

enquanto os seus antepassados ainda plantavam para comer os meus governavam países portanto a sua análise sobre mim é simplesmente atrevida.
Lembre-se que os holandeses, os portugueses e demais cidadãos, través dos seus estados, são contribuintes líquidos para o orçamento comunitário. Sem querer entrar na discussão sobre direito comunitário, que até é a minha especialidade, posso dizer-lhe que se você não pesa a uns, pesa a outros ou aos mesmo em via indireta.
Não queira que eu lhe envie qualquer ressarcimento porque se você o tiver que fazer a mim teria que trabalhar várias vidas para o fazer.
E quanto a mim a discussão está clarificada: não paga impostos, pagou meia dúzia de anos e queixa-se como se tivesse sido o único, caso tenha voado usou aquilo que os impostos pagaram que são estradas, pontes etc, não acredita na cidadania responsável com deveres e não só direitos, ou seja, "eu" no centro e os outros que se amanhem.
Fique por aí, Filipe, que pessoas assim não precisamos, já temos muitas aqui.

Filipe Melo Sousa disse...

Fico cada vez mais esclarecido sobre os seus valores. Uma pessoa que viva à custa do estado social em Portugal, ou que pague impostos irrisórios, bem inferiores às prestações sociais que aufere é para si um herói que pode vir aqui dar palpites sobre como gastar o dinheiro dos contribuintes, e de um estado falido. Já eu que sem sombra de dúvida pago mais do que recebo em troca, devia no seu entender ser duplamente tributado, pagar ainda mais, e calar-me porque não sou digno de intervir num blog quando digo as verdades que não lhe convém ouvir.

Não sei de facto que tipo de especialista sobre direito comunitário é, pois você nem entende que os impostos sobre os funcionários públicos (sobre eu e muitos outros) nada mais são que uma ficção contabilística de um empregador-taxador que presta contas consigo próprio quando dá e tira ao mesmo tempo. Portanto, fluxos financeiros irreais. Essa ficção financeira faz constar nos recibos dos funcionários públicos (UE também) taxas de imposto marginal de 45%. Para informação do "especialista" analfabeto.

Anónimo disse...

Caro Filipe,
demonstra que não ficou nada esclarecido sobre o meus valores.
Os meus heróis são quem luta por uma sociedade melhor, não os que fogem.
A suas contribuições neste espaço são bem recebidas quando trazem soluções para melhorar a vida de todos como sociedade, e não reclamar mais direitos, sobre os direitos daqueles que são demasiado fracos para se defenderem.
As verdades que diz são as suas verdades, saídas de uma mente que demonstrou ser agoista. E depois é muito fácil mandar umas bocas de de longe, e contraditoriamente no próprio país onde vive é contradito pela lei e práticas sociais.
Quanto à sua teoria sobre os funcionários públicos recomedo-lhe que a publique e a proponha ao Prémio Nobel.
Quanto a mim termino a minha participação neste debate: você foi para a Holanda para lhe darem pão, procure o circo noutro lado porque de mim não leva mais nada.

Filipe Melo Sousa disse...

Eu bem percebo a sua amargura. Acha que pode filtrar o que os outros dizem quando ouve o que não lhe interessa. Acha-se no direito de ter ideias com o dinheiro dos outros, e saquear o ordenado dos outros para projectos do seu interesse. Há com cada personagem.

Aconselho de facto a que termine por aqui, porque um "especialista" que diz que Portugal é contribuinte líquido para o orçamento da UE está tudo dito. Fique mesmo calado que se expõe menos ao ridículo.

Anónimo disse...

Portugal é simultaneamente receptor e contribuinte líquido para o Orçamento da EU. Em 2007, por exemplo, o montante da contribuição foi de 1,5 mil milhões, o que demonstrou uma estabilidade em relação ao que aconteceu antes.
Por outro lado existem contribuições relacionadas com taxas alfandegárias de importações que se refletem, obviamente no preço dos artigos ao consumidor final.