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08/03/2015

A Tília monumental do jardim das Francesinhas, acabou assim



5 comentários:

Jorge Pinto disse...

Deixou de ser uma árvore para parecer uma escultura kitsch.

Luís Newton disse...

Importa esclarecer que esta foto retrata um abate (cuja operação se encontra a meio) resultante de uma destruição parcial da Tília devido a uma tempestade em Dezembro e não uma poda em curso.

Miguel de Sepúlveda Velloso disse...

Respondendo a Luís Newton

Ora nem mais. Uma destruição parcial, pode, contudo, não conduzir a uma destruição total.

Tal como noutras áreas da capital, o desvinvestimento nos jardins é públcio e notório. A alegada falta de verbas tem sido desculpa para as maiores atrocidades.

O tratamento dos espaços verdes e do seu coberto vegetal, tem sido errático.

Inúmeros exemplos poderiam ser apontados, deste jardim ao de Santos, do Adamastor ao do Torel, do da Praça da Alegria ao parque Eduardo VII, passando pela hecatombe das palmeiras monumentais, podemos concluir que as autoridades não têm sido bondosas com os jardins de Lisboa.

Dizemo-lo nos que cá vivemos e muitos estrangeiros que nos visitam.

Anónimo disse...

Tão gravoso como a poda e o abate indiscriminado de árvores e arbustos é a falta de plantação de novos exemplares.

Pinto Soares

Anónimo disse...

Cá estão outra vez as sumidades em jardinagem e arboricultura a dar os seus bitaites sobre como cortar/podar uma árvore.