Um blogue do Movimento Fórum Cidadania Lisboa, que se destina a aplaudir, apupar, acusar, propor e dissertar sobre tudo quanto se passe de bom e de mau na nossa capital, tendo como única preocupação uma Lisboa pelos lisboetas e para os lisboetas. Prometemos não gastar um cêntimo do erário público em campanhas, nem dizer mal por dizer. Lisboa tem mais uma voz. Junte-se a nós!
24/07/2012
A propósito de esplanadas
10/07/2012
Neste bairro vive o Presidente da nossa Câmara Municipal
Passeios na Praça de Londres e coluna de iluminação, papeleira na Av. de Roma/Av. João XXI. Exemplos de Lisboa Medieval no bairro onde vive o nosso Presidente António Costa. Exemplos daquele «desleixo e desmazelo» que o nosso Presidente prometeu combater. E aqui neste bairro também se localiza a Assembleia Municipal de Lisboa...
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09/07/2012
LISBOA MEDIEVAL: Baixa & Chiado
O cenário comum na Baixa e Chiado na época alta do Turismo: Rua Garrett e Rua dos Sapateiros. A CML não está a ser capaz de dar resposta ao problema do aumento de resíduos que acompanha o aumento do número de turistas na cidade. Já nos anos anteriores a CML foi por nós alertada para este problema de recolha insuficiente do lixo principalmente nos locais mais frequentados pelos turistas (Castelo, Baixa, Chiado, Belém).
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08/07/2012
LISBOA MEDIEVAL: Avenida D. Carlos I
Equipamentos públicos grafitados/vandalizados, lixo depositado ilegalmente, quiosques de uma marca de cerveja já bem nossa conhecida pela sua falta de respeito pelo espaço público e marketing agressivo... Enfim, tudo isto se passa na avenida do nosso parlamento... um verdadeiro cenário "medieval". Até quando é que a CML vai tolerar este tipo de abusos no espaço público?
03/07/2012
Regresso a casa
Hoje, dia 3 de Julho de 2012 pelas 20h 46m, na Travessa Terreiro do Trigo junto ao Beco dos Cortumes.
Aparentemente este ano as festas "populares" estão para durar...
Aparentemente este ano as festas "populares" estão para durar...
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01/07/2012
Classificação de Elvas reflete respeito que Portugal tem pela defesa do património....
"Restauros" na Sé de Lisboa, foto: Jeeves
"É
um sucesso para Portugal, é um sucesso para Elvas e é um reflexo do
respeito que Portugal tem, em termos internacionais, em matéria de
defesa do seu património", disse à Lusa o presidente da estrutura
nacional da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e
Cultura (UNESCO, em inglês).
(....)
in DN 2012-07-01
........................................................................
Uma boa notícia....mas o "respeito nacional pelos monumentos" é que não me parece !?
(....)
in DN 2012-07-01
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Uma boa notícia....mas o "respeito nacional pelos monumentos" é que não me parece !?
25/06/2012
Festas populares...
Em Espanha, o S. João festeja-se (alegadamente) na praia!
E assim foi em San José, Almeria..
23h 25m
06h 40m
11h 05m
Claro que é mais fácil limpar uma praia que um bairro histórico mas afinal para que devem servir os patrocinios?
Em pelo menos um dos festivais de Verão a recolha de copos de plástico era premiada com uma imperial de borla. Fica a sugestão para 2013.
E assim foi em San José, Almeria..
23h 25m
06h 40m
11h 05m
Claro que é mais fácil limpar uma praia que um bairro histórico mas afinal para que devem servir os patrocinios?
Em pelo menos um dos festivais de Verão a recolha de copos de plástico era premiada com uma imperial de borla. Fica a sugestão para 2013.
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03/06/2012
28/05/2012
Another dirty monday in Alfama
Este é o panorama com que me deparo não poucas vezes de manhã pela fresca.
Ao fim de semana é um clássico mas à segunda-feira tenho ainda o "privilégio" de encontrar no regresso a mesma "instalação" normalmente aumentada.
Se por um lado a falta de civismo não ajuda
por outro é evidente que tanto CML como Polícia Municipal têm outras prioridades.
Pergunta: Quem ficou com os meus impostos?
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27/05/2012
Lisboa Medieval: Beco do Belo
Beco do Belo. Alfama. Domingo, dia 26 de Maio de 2012. É quase um retrato perfeito da Lisboa dos nossos dias. Está lá quase tudo que caracteriza o ambiente urbano em que vivemos: "monstros" e lixo fora de horas, estacionamento em cima do passeio, sinalética meio derrubada, enfim, degradação geral. E embora não seja visível na imagem, do lado esquerdo lá estava um imóvel abandonado, com a sua fachada de azulejo já parcialmente pilhada. E como é fácill de adivinhar, também lá estavam mais carros estacionados em locais proibidos, mais lixo, mais imóveis degradados... Beco do Belo, em Lisboa.
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14/05/2012
Lisboa Medieval: Calçada do Garcia
Lisboa Medieval. Cada vez mais vemos lixo colocado na rua fora do horário. Lixo, degradação, desleixo, desmazelo. Lisboa feia, porca e má. Meio dia na Calçada do Garcia.
17/03/2012
Madam Speaker
A importância Real e Simbólica deste episódio, num Grave momento de Crise Económica, de Crise de Representatividade Institucional e de Prestígio da Representatividade Política da República … e do seu significado para uma Verdadeira Cidadania … justifica a publicação deste artigo neste “blog”…
Esta iniciativa, como aliás todos os “posts”publicados em meu nome ou sobre a assinatura-internet – blogger -“Jeeves” nesta plataforma, é individual … e da minha inteira responsabilidade.
Desde a sua entrevista no Público onde Assunção Esteves declarava abertamente e conscientemente : "Fui convidada pela Maçonaria e pela Opus Dei, mas não fui para nenhuma"… e também : “um novo paradigma para o capitalismo passa” pelo “regresso da política” como protagonista da gestão da sociedade” … num nítido apelo a uma reforma ética e a uma responsabilização coerente e verdadeira do exercício político e da vida pública, que Assunção Esteves chamou a atenção de alguns …
A partir de agora, seguirei com mais atenção o desenrolar do seu percurso
António Sérgio Rosa de Carvalho
Assunção Esteves ameaçou bater com a porta perante "conflito brutal"
Inquérito parlamentar ao BPN resultou de cedências da maioria e da esquerda. Presidente da AR nega ter ameaçado com abandono de funções, mas afirmou que nunca permitirá qualquer atropelo regimental
Por Enric Vives-RubioMaria José Oliveira, Nuno Sá Lourenço e Sofia Rodrigues in Público
Depois de quase quatro horas de conferência de líderes, anteontem à noite, a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, destacou o "consenso feliz" e o "resultado racional" alcançado entre os partidos para a criação de uma comissão de inquérito ao BPN. Contudo, a reunião foi bem mais atribulada do que Assunção Esteves e os líderes parlamentares deixaram transparecer após o encontro. Para atingir um acordo e um "texto definitivo", a presidente ameaçou com a sua demissão, tentando assim dirimir um confronto provocado pela existência de duas propostas: uma subscrita pelo PSD e CDS; e outra pelos partidos da esquerda (PS, BE, PCP e PEV), de carácter potestativo.
A conferência de líderes extraordinária tinha sido convocada para dirimir o conflito: antecipando-se à esquerda, PSD e CDS entregaram um projecto de resolução para uma comissão eventual de inquérito. A jogada deixou a esquerda surpreendida, obrigando o PS a acelerar a entrega do seu requerimento potestativo.
A manobra política da maioria e a reacção indignada da esquerda indiciavam uma reunião tensa. Ao entrar para o encontro, PSD/CDS e PS estavam decididos a não abdicar das suas posições. E foi essa intransigência que gerou um "conflito brutal" - nas palavras de um dos presentes -, para o qual a presidente foi arrastada. Logo que Assunção Esteves revelou a sua posição, atribuindo primazia ao potestativo da esquerda, deu-se início a dois jogos de força: um entre Assunção e os líderes parlamentares do PSD e CDS, Luís Montenegro e Nuno Magalhães, respectivamente; e outro entre estes e a direcção da bancada do PS, representada por Carlos Zorrinho e António Braga.
Ontem de manhã, no Parlamento, o caso permitia duas versões. Do lado da maioria, o enfoque centrava-se na insistência do PS em recusar alterações à sua proposta. À esquerda, assinalava-se o braço-de-ferro entre PSD/CDS e Assunção Esteves sobre a supremacia do potestativo. Foi então que a presidente terá admitido bater com a porta.
A gota de água terá sido a ameaça das bancadas da maioria de levar, no dia seguinte (ontem), o seu projecto a plenário, exigindo uma votação urgente. A maioria esticou ainda mais a corda e ameaçou passar a chumbar os futuros agendamentos da oposição. Face a estes ultimatos, Assunção terá questionado o seu papel enquanto presidente. E fê-lo por duas vezes. Para PSD e CDS, a atitude foi interpretada como um mero desabafo. A esquerda entendeu-a como ameaça real.
Ontem, Assunção Esteves negou ter admitido abandonar funções. "Isso não se passou", afirmou à Renascença e Antena 1. Mas lembrou que é sua competência "chamar a atenção dos deputados para a memória do contrato social e eleitoral". "É um apelo de racionalidade que me cabe fazer a todo o momento e em toda a linha. É uma espécie de competência não escrita. Não está no Regimento, na Constituição, mas está no sentido do Parlamento e do papel do seu presidente", sustentou, acrescentando que na AR "há sempre pressões emocionais, outras não há". E que não permitirá qualquer "atropelo regimental grave".
A sua posição na conferência de líderes foi determinante para desbloquear o impasse. Foi só então que os partidos convergiram na solução de redigir um texto novo, coligindo os objectos de investigação que abarcam os processos de nacionalização, gestão e alienação do BPN. Serão também analisadas as hipóteses alternativas à decisão de reprivatização do banco. E ficou acordado que será avaliada a venda do BPN ao BIC na fase final dos trabalhos.
A comissão, que deverá arrancar na próxima semana, será presidida por um deputado socialista - é um dos direitos do proponente do inquérito potestativo - e terá 17 elementos efectivos e oito suplentes. Ontem, as bancadas estavam ainda a decidir sobre os deputados a indicar. Sabe-se já, no entanto, a distribuição: sete do PSD, cinco do PS, dois do CDS, e um para cada um dos três restantes partidos (BE, PCP e PEV).
Anteontem à noite, Carlos Zorrinho não escondeu o seu regozijo pela "vitória do agendamento potestativo". Isto mesmo caiu mal na maioria, uma vez todos se congratularam com o consenso alcançado.
16/03/2012
Utentes da linha verde queixam-se de viajar como sardinhas em lata
Por Inês Boaventura in Público
A redução do número de carruagens e o aumento do intervalo entre os veículos introduzidos em Fevereiro estão a gerar uma onda de contestação. O Metropolitano de Lisboa diz que está a monitorizar a procura e admite fazer alterações
A redução da oferta na linha verde do Metropolitano de Lisboa, que entrou em vigor a 22 de Fevereiro, já motivou a criação de um abaixo-assinado na Internet, o envio de quatro queixas ao Provedor de Justiça e a publicação de dezenas de reclamações na página da empresa no Facebook. Os utentes queixam-se de longas esperas nas estações e de viajarem como sardinhas em lata, ou de nem sequer conseguirem entrar nas carruagens de tão cheias que estas andam.
Na origem deste descontentamento estão duas alterações introduzidas há quase um mês: ao mesmo tempo que diminuiu de quatro para três o número de carruagens que circulam entre o Cais do Sodré e Telheiras, a transportadora aumentou o intervalo médio entre os veículos. A primeira modificação foi comunicada aos utentes no interior dos comboios e na página do metro na Internet, tendo sido justificada com "motivos de adequação da oferta à procura", mas a segunda não.
Em respostas escritas através da sua agência de comunicação, o Metropolitano de Lisboa informou que neste momento o intervalo entre comboios na linha verde varia entre os três minutos e 50 segundos (das 7h30 às 9h30) e os 11 minutos e 50 segundos (das 22h30 à meia-noite e das 0h30 à 1h). Dessas respostas não constavam informações que permitissem uma comparação com a realidade anterior a Fevereiro.
Ainda assim, olhando para documentos do grupo de trabalho que no fim de 2011 estudou a reformulação da rede de transportes públicos na Área Metropolitana de Lisboa verifica-se que o intervalo médio entre os comboios aumentou em todos os períodos horários, aos dias úteis. Entre as 7h30 e as 9h30 era de 3,83 minutos há um ano atrás e agora é de quatro; entre as 9h30 e as 17h era de 4,65 e agora é de 5,81; entre as 17h e as 20h era de 3,83 e agora é de 4,2; entre as 20h e as 22h30 era de 5,75 e agora é de 6,84, e entre as 22h30 e a 1h era de 9,25 e agora é de 11,48 minutos.
Em simultâneo o metro entre o Cais do Sodré e Telheiras passou a circular, em permanência, com apenas três carruagens. Esta modificação também foi introduzida nas restantes linhas do metro, mas aí apenas aos fins-de-semana e feriados. Durante a noite essa já era a realidade existente na totalidade da rede.
Na linha verde, onde existem várias correspondências com os comboios da CP e com os barcos que fazem a ligação a Cacilhas, ao Seixal e ao Montijo, viajam diariamente mais de 129 mil pessoas. Já na linha vermelha, onde o metro decidiu manter a circulação com seis carruagens durante o dia, o número de passageiros é menos de metade. O PÚBLICO confrontou o metropolitano com esta disparidade mas sem sucesso.
Sem resposta ficaram igualmente as perguntas sobre o investimento feito nos últimos anos no alargamento dos cais de embarque de pelo menos duas estações da linha verde - Roma e Alvalade - para permitir que os comboios que antes tinham quatro carruagens passassem a ter seis. Sobre isto o metro limitou-se a informar que estão em curso obras nesse mesmo sentido na estação Areeiro, que deverão custar 16 milhões de euros e ficar concluídas em Agosto de 2013. E defendeu que estes trabalhos continuam a justificar-se "numa lógica de futuro aumento da oferta e de resolução de problemas de acessibilidade à estação".
A empresa acrescentou que a diminuição do número de carruagens concretizada em Fevereiro "teve como motivo um ajuste da oferta à procura, numa lógica de otimização dos seus recursos, independentemente de questões relacionadas com a hora do dia e sempre respeitando princípios de qualidade da oferta internacionalmente aceites".
Ainda assim, a transportadora fez saber através da agência de comunicação que, "tendo constatado a existência de algumas reclamações dos clientes que utilizam essa linha diariamente, iniciou um programa de monitorização da procura, tendo em vista identificar eventuais alterações de comportamento desta, os quais justifiquem um aumento da oferta actual". Se os resultados obtidos o justificarem, o metro assegura que promoverá "a necessária alteração da oferta".
Petição na Internet
Enquanto isso não acontece, avolumam-se no Facebook da empresa as reclamações sobre a falta de informação transmitida aos seus clientes e sobre a "degradação do serviço" na linha verde. "Reponham as quatro carruagens. Eu não sou atum nem sardinha para andar enlatado", diz Paulo Pinhão. Já Bruno Gomes lamenta aquilo que diz ser "uma verdadeira enchente de pessoas a toda a hora, obrigando as pessoas a andarem umas em cima das outras". "Vergonha" é uma palavra várias vezes utilizada a propósito da redução da oferta sentida desde 22 de Fevereiro.
Pedro Alves garante que se tornou "impossível pura e simplesmente" entrar com a sua filha bebé no metro de manhã, acrescentando que tem "muita dificuldade" em fazê-lo com o filho de dez anos, que "fica com a cabeça apertada no meio de gente que não conhece". A estas e outras queixas no Facebook, o metro não deu resposta.
Até à tarde de ontem o Provedor de Justiça tinha recebido, segundo a sua assessora de imprensa, quatro reclamações sobre as modificações no troço do metro entre o Cais do Sodré e Telheiras. Na Internet foi criada uma petição, que à hora de fecho desta edição somava 77 assinaturas, criticando o "retrocesso na qualidade do serviço prestado, (...) tornando desproporcional a relação entre o preço praticado e a qualidade do serviço prestado".
A redução do número de carruagens e o aumento do intervalo entre os veículos introduzidos em Fevereiro estão a gerar uma onda de contestação. O Metropolitano de Lisboa diz que está a monitorizar a procura e admite fazer alterações
A redução da oferta na linha verde do Metropolitano de Lisboa, que entrou em vigor a 22 de Fevereiro, já motivou a criação de um abaixo-assinado na Internet, o envio de quatro queixas ao Provedor de Justiça e a publicação de dezenas de reclamações na página da empresa no Facebook. Os utentes queixam-se de longas esperas nas estações e de viajarem como sardinhas em lata, ou de nem sequer conseguirem entrar nas carruagens de tão cheias que estas andam.
Na origem deste descontentamento estão duas alterações introduzidas há quase um mês: ao mesmo tempo que diminuiu de quatro para três o número de carruagens que circulam entre o Cais do Sodré e Telheiras, a transportadora aumentou o intervalo médio entre os veículos. A primeira modificação foi comunicada aos utentes no interior dos comboios e na página do metro na Internet, tendo sido justificada com "motivos de adequação da oferta à procura", mas a segunda não.
Em respostas escritas através da sua agência de comunicação, o Metropolitano de Lisboa informou que neste momento o intervalo entre comboios na linha verde varia entre os três minutos e 50 segundos (das 7h30 às 9h30) e os 11 minutos e 50 segundos (das 22h30 à meia-noite e das 0h30 à 1h). Dessas respostas não constavam informações que permitissem uma comparação com a realidade anterior a Fevereiro.
Ainda assim, olhando para documentos do grupo de trabalho que no fim de 2011 estudou a reformulação da rede de transportes públicos na Área Metropolitana de Lisboa verifica-se que o intervalo médio entre os comboios aumentou em todos os períodos horários, aos dias úteis. Entre as 7h30 e as 9h30 era de 3,83 minutos há um ano atrás e agora é de quatro; entre as 9h30 e as 17h era de 4,65 e agora é de 5,81; entre as 17h e as 20h era de 3,83 e agora é de 4,2; entre as 20h e as 22h30 era de 5,75 e agora é de 6,84, e entre as 22h30 e a 1h era de 9,25 e agora é de 11,48 minutos.
Em simultâneo o metro entre o Cais do Sodré e Telheiras passou a circular, em permanência, com apenas três carruagens. Esta modificação também foi introduzida nas restantes linhas do metro, mas aí apenas aos fins-de-semana e feriados. Durante a noite essa já era a realidade existente na totalidade da rede.
Na linha verde, onde existem várias correspondências com os comboios da CP e com os barcos que fazem a ligação a Cacilhas, ao Seixal e ao Montijo, viajam diariamente mais de 129 mil pessoas. Já na linha vermelha, onde o metro decidiu manter a circulação com seis carruagens durante o dia, o número de passageiros é menos de metade. O PÚBLICO confrontou o metropolitano com esta disparidade mas sem sucesso.
Sem resposta ficaram igualmente as perguntas sobre o investimento feito nos últimos anos no alargamento dos cais de embarque de pelo menos duas estações da linha verde - Roma e Alvalade - para permitir que os comboios que antes tinham quatro carruagens passassem a ter seis. Sobre isto o metro limitou-se a informar que estão em curso obras nesse mesmo sentido na estação Areeiro, que deverão custar 16 milhões de euros e ficar concluídas em Agosto de 2013. E defendeu que estes trabalhos continuam a justificar-se "numa lógica de futuro aumento da oferta e de resolução de problemas de acessibilidade à estação".
A empresa acrescentou que a diminuição do número de carruagens concretizada em Fevereiro "teve como motivo um ajuste da oferta à procura, numa lógica de otimização dos seus recursos, independentemente de questões relacionadas com a hora do dia e sempre respeitando princípios de qualidade da oferta internacionalmente aceites".
Ainda assim, a transportadora fez saber através da agência de comunicação que, "tendo constatado a existência de algumas reclamações dos clientes que utilizam essa linha diariamente, iniciou um programa de monitorização da procura, tendo em vista identificar eventuais alterações de comportamento desta, os quais justifiquem um aumento da oferta actual". Se os resultados obtidos o justificarem, o metro assegura que promoverá "a necessária alteração da oferta".
Petição na Internet
Enquanto isso não acontece, avolumam-se no Facebook da empresa as reclamações sobre a falta de informação transmitida aos seus clientes e sobre a "degradação do serviço" na linha verde. "Reponham as quatro carruagens. Eu não sou atum nem sardinha para andar enlatado", diz Paulo Pinhão. Já Bruno Gomes lamenta aquilo que diz ser "uma verdadeira enchente de pessoas a toda a hora, obrigando as pessoas a andarem umas em cima das outras". "Vergonha" é uma palavra várias vezes utilizada a propósito da redução da oferta sentida desde 22 de Fevereiro.
Pedro Alves garante que se tornou "impossível pura e simplesmente" entrar com a sua filha bebé no metro de manhã, acrescentando que tem "muita dificuldade" em fazê-lo com o filho de dez anos, que "fica com a cabeça apertada no meio de gente que não conhece". A estas e outras queixas no Facebook, o metro não deu resposta.
Até à tarde de ontem o Provedor de Justiça tinha recebido, segundo a sua assessora de imprensa, quatro reclamações sobre as modificações no troço do metro entre o Cais do Sodré e Telheiras. Na Internet foi criada uma petição, que à hora de fecho desta edição somava 77 assinaturas, criticando o "retrocesso na qualidade do serviço prestado, (...) tornando desproporcional a relação entre o preço praticado e a qualidade do serviço prestado".
14/03/2012
Eu miro, tu miras, ele mira … ou … “eles” miram-nos !? ... por António Sérgio Rosa de Carvalho.
É evidente que a impressão geral sobre um Local, constituída no tempo e na memória é determinada por associações e imagens, resíduos de experiências e momentos vividos nesse Local.
Assim qualquer experiência de ameaça à nossa segurança, sobrepõe-se em intensidade a outros momentos agradáveis numa visita a uma Cidade.
Quando somos directamente atacados ou objecto de roubo … a imagem dessa Cidade fica inevitávelmete associada a estas profundas e traumatizantes experiências e impressões …
Imaginemos o percurso de um Turista em Lisboa …
Logo à chegada,no Aeroporto, como não é “local”, desprevenidamente e naturalmente apanha um táxi nas “chegadas” … sujeito à conhecida “chantagem” das distâncias curtas ou longas e de duração da “corrida” … muitas vezes, além de ser sujeito a tensão e má educação, ser-lhe á cobrada uma quantia compensatória para as horas de “espera”do respectivo motorista …
Nós, os Lisboetas e locais, ja sabemos que temos que subir um piso até às "partidas" e aí apanhar um Táxi …
Não esquecer a alternativa do Aero-Bus …
Depois, temos a armadilha permanente do eléctrico 28, qual fonte permanente de ataque à carteira e outros adereços pessoais dos Turistas ... e assim … fonte permanente de desprestígio da Cidade e da sua Imagem …
Este tipo de experiências podem ser culminadas por uma visita ao Miradouro de Santa Luzia … aqui, a envolvente através do seu estado de decadência vergonhosa não só determinada pelo estado de Conservação do próprio Miradouro, mas também pelo horizonte “Lusalite”, garantido pelas eterno estaleiro da Norberto Araújo … será certamente “abrilhantada” por tentativas permanentes e organizadas de roubo … ( Ver artigo do Jornal de Notícias, em baixo).
Claro que este “ritmo”de percurso e impressões é também garantido por experiências permanentes na Via Pública … como a aventura de atravessamento de diversos “check points”de assédio no eixo Rossio-Rua Augusta-Terreiro do Paço, que até uma crónica de Henrique Raposo no Expresso mereceram … mas sem consequências visíveis para os lados dos Paços do Concelho … Será que o Sr. Presidente da C.M.L. sai à rua, se senta numa esplanada ou lê os jornais ?
Nos últimos tempos só recebemos como único sinal ….cada vez mais frequente e sistemático “ A Câmara não responde”… como se tratasse de um obsoleto e ineficaz aparelho de resposta automático …
António Sérgio Rosa de Carvalho.
( ...) "pelo horizonte “Lusalite”, garantido pelas eterno estaleiro da Norberto Araújo"
( ... ) "seu estado de decadência vergonhosa"
Este "monolito-bunker", vestígio patético de uma eterna promessa de obras de reabilitação na Norberto Araújo ...
Turistas a saque em miradouros de Alfama
Por Paulo Lourenço in Jornal de Notícias / 13/1/2012
Os casos de furtos a turistas nos miradouros históricos de Alfama estão a criar uma verdadeira onda de indignação entre quem ali vive ou trabalha. Nos eléctricos, a situação arrasta-se há anos e há relatos de roubos com grande violência nas vielas do bairro.
Há relatos de roubos a turistas com grande violência nas ruas de Alfama
Um passeio pelo mais castiço bairro da capital pode revelar-se um autêntico pesadelo. Especialmente, se incluir uma paragem nos miradouros de Santa Luzia ou Portas do Sol, dois locais de onde é possível desfrutar de uma magnífica panorâmica sobre a cidade e o rio.
"Andam aí todos os dias. Já os conhecemos. Apanhar os turistas desprevenidos num momento de lazer e roubar-lhes malas e máquinas fotográficas é o "trabalho" deles", conta ao JN um habitual frequentador do espaço, que solicita o anonimato, com receio de represálias. "É que, quando avisamos os estrangeiros, eles ameaçam-nos. São perigosos", explica.
Os relatos falam em grupos de jovens - portugueses e estrangeiros - que abordam os turistas de forma discreta. "Muitas vezes, passam também por turistas, com mapas na mão que abrem, para dissimular os furtos. E andam bem vestidos", revela outro testemunho.
"Não imagina como as coisas se passam. Eles actuam em bando, os turistas não dão por nada e quando se apercebem já não há nada a fazer", conta um homem, que trabalha num estabelcimento comercial vizinho.
"Já vi pessoas desesperadas, a chorar, por ficarem sem nada. Dinheiro e documentos", diz o mesmo testemunho. Recorda um caso recente em que uma turista de nacionalidade russa "quase morria com um ataque de pânico" quando constatou que lhe tinham roubado a mala. "Além da documentação, levaram-lhe mil euros", recorda.
"Isto é uma calamidade", desabafa Francisco Maia, presidente da Junta de São Miguel, que, recentemente deu conta destes casos ao presidente da Câmara. António Costa tomou nota e "mostrou-se muito preocupado", afiança o autarca.
"Toda a zona é aprazível para o relaxe e para disfritar da paisagem, que é o que os turistas fazem", salienta, destacando que há "autênticos bandos" que se aproveitam disto para actuar. "De dia é um caos, e, à noite, no interior do bairro, ainda é pior, com roubos por esticão, com alguma violência", diz.
"É uma brutalidade"
Na vizinha freguesia de Santo Estevão, a presidente da Junta, Maria de Lurdes Pinheiro, fala de roubos com grande violência. "É uma brutalidade! Muitas vezes, os turistas são puxados para o interior de um beco, encostados à parede e agredidos por grupos, que depois de roubarem, desaparecem rapidamente", conta.
Os dois autarcas chamam ainda a atenção para o facto de a própria geografia do bairro ajudar às intenções dos assaltantes. E dão conta que muitas vezes, agridem os turistas e fogem pelo interior dos pequenos becos. "Quando a polícia chega, já estão metidos dentro de casa, ninguém os apanha na rua", revelam.
A polícia tem feito alguma vigilância e chega a deter alguns jovens, mas, segundo um frequentador do miradouro de Santa Luzia, "duas horas depois de serem levados para a esquadra já estão de volta".
Idosos também não escapam
E não são só os estrangeiros os alvos destes grupos. "Outro dia, fingiram que eram turistas e pediram a uma senhora de 90 anos, que mora aqui e estava sentada num banco do jardim a apanhar sol, para tirar fotos com ela. Quando foram embora, viu que lhe tinham furtado a mala, com todos os seus documentos e dinheiro", conta outro transeunte.
Também os eléctricos são palco frequente de casos destes. "A situação é muito preocupante, os problemas têm sido muitos, com roubos a turistas e velhotas, a par de actos de vandalismo", resume Maria de Lurdes Pinheiro.
Francisco Maia garante que não vale a pena colocar cartazes a avisar os turistas dos perigos, mas defende que é preciso repensar o policiamento. "Os agentes têm de fazer mais vezes o percurso entre Santa Apolónia e o Castelo", diz.
03/03/2012
Estação Sul e Sueste vai ser monumento de interesse público
Por Carlos Filipe in Público
Conselho Nacional de Cultura aprovou mais 12 propostas de classificação de monumentos e sítios, que agora seguem para a fase de consulta pública
A Estação Fluvial Sul e Sueste, na Avenida Infante D. Henrique, ao Terreiro do Paço, em Lisboa, é um dos 13 monumentos e sítios propostos para classificação de interesse público, com processos já aprovados pela secção do Património Arquitectónico e Arqueológico do Conselho Nacional de Cultura. Após o parecer deste órgão consultivo, cabe ao Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar) elaborar os projectos de decisão para, depois, os submeter à consulta pública.
Inaugurada em 1932, segundo projecto do arquitecto Cottinelli Telmo, a estação, que serve as ligações fluviais entre Lisboa e o Barreiro, deverá ser reinaugurada ainda este ano, após obras de reabilitação que correm a cargo do Metropolitano de Lisboa.
Coube à neta de Cottinelli Telmo, a arquitecta Ana Costa, a condução dos trabalhos. "Todos os elementos que davam escala aos edifícios, os gradeamentos interiores, as lanternas típicas, tudo, segundo os desenhos originais do meu avô, serão repostos", disse ao PÚBLICO, em Outubro de 2010.
O espaço público fronteiro à estação aguarda ainda o início dos trabalhos de transformação, segundo plano do arquitecto Bruno Soares para a Frente Tejo (já extinta), mas já aprovado pela Câmara de Lisboa. Aquela zona será transformada numa alameda com lódãos e um miradouro para o rio.
A aprovação das propostas compreendem também as Zonas Especiais de Protecção (ZEP), de 50 metros, a contar dos seus limites externos. Os outros monumentos em vias de classificação são a Ermida de N.ª S.ª da Represa, em Vila Ruiva, Cuba, o antigo Liceu Diogo de Gouveia, em Beja, a Casa Amarela ou Casa Magessi, na Praça D. Pedro, em Castelo de Vide, e a igreja matriz de Belazaima do Chão, em Águeda.
Os Sítios de Interesse Público são a Anta 2 dos Cebolinhos, em Campinho, Reguengos de Monsaraz, o sítio arqueológico de Frielas, em Loures, os núcleos do sítio arqueológico de Abul, Alcácer do Sal, as Antas da Serrinha e de Vale de Romeiras 1, em Monforte, Portalegre, a Casa Mariz Sarmento e Capela de São Caetano, em Valpaços, o Castelo e o Pelourinho (este só ZEP) de Alfeizerão, Alcobaça.
As mais recentes classificações como monumentos de interesse público, em Junho de 2011, designaram três edifícios em Lisboa: o Edifício Franjinhas, na Rua Braamcamp, o Castil, na Rua Castilho, e o Palácio Alverca (Casa do Alentejo), na Rua das Portas de Santo Antão.
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Perante um Futuro muito incerto no que respeita a qualidade de Liderança e de Gestão, e acima de tudo - de Conservação - apoiada pela devida expertise e financiamento dos Monumentos de Portugal … estas parecem boas notícias …
Mas não nos podemos esquecer dos 946 Monumentos Candidatos e excluidos por Summavielle ...
O Valor Patrimonial é ... ou não é ... independentemente de Tudo !
Mas um verdadeiro desafio irá ser o Restauro dos eclécticos e magnificos Interiores do Palácio Alverca … eles ainda lá se mantém em patinado, decadente e glorioso ´Shabby/ Chic` … mas chegará o momento, forçosamente, onde será necessário intervir … e aí … todo o cuidado será pouco …
António Sérgio Rosa de Carvalho.
06/12/2011
Proprietários querem transformar antigo cinema Odeon em recinto comercial
Arquitecto diz que os emblemáticos varandins "vão ser replicados"
Por Ana Henriques in Público
Velho espaço de cinema dará lugar a outras valências culturais, como exposições, livraria e loja de discos. Especialistas em património da Câmara de Lisboa condenam a reconversão
A reconversão do velho cinema Odeon em espaço comercial com valências culturais foi aprovada pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar) e deverá ser também autorizada pela Câmara de Lisboa. Os técnicos da autarquia que analisaram o valor patrimonial do edifício construído em 1927 na Rua dos Condes discordam da decisão.
O plano de reconversão passa por demolir o interior do cinema, para nele instalar um restaurante/bar com uma pequena orquestra, uma sala de exposições, uma leiloeira de arte, uma enoteca, uma loja gourmet, uma livraria de primeiras edições e uma loja de discos especializada em música contemporânea. "As fachadas manter-se-ão rigorosamente idênticas ao que foram", explica o autor do projecto, Luís Pereira Coelho, do atelier 9H. Os emblemáticos varandins metálicos fechados e rendilhados, com vidros coloridos, "vão ser replicados", prossegue o arquitecto: "São impossíveis de recuperar, porque as lages que os seguram ao edifício estão partidas." A memória descritiva do projecto prevê a recuperação dos elementos interiores do edifício considerados mais marcantes: o tecto em madeira pau-brasil e o frontão art déco sobre a boca de cena, bem como as colunas que o sustentam. Duas das quatro caves serão para estacionamento.
O valor arquitectónico
"O edifício está fechado há 17 anos, por não ser viável do ponto de vista económico", diz Luís Pereira Coelho. "Tanto o presidente da câmara como o vereador do Urbanismo estão empenhados em que esta ruína seja transformada numa coisa utilizável." Foi já em meados de 2010 que o Igespar emitiu um parecer favorável, embora condicionado, sobre a reconversão do Odeon. "Face à impossibilidade da manutenção do interior do edifício, dado o seu avançado estado de degradação, consideramos que o resgatar para a cidade de pelo menos a sua imagem exterior e alguma da memória interior é já uma mais-valia a considerar", opinaram os técnicos do instituto. "A proposta de continuidade de um uso público e cultural para o imóvel é outro aspecto positivo a considerar."
Mas, em Agosto passado, os serviços camarários com competência para zelar pelo património - o Núcleo Residente da Estrutura Consultiva do Plano Director Municipal - emitiram um parecer contrário: "Verificada a recuperabilidade do edifício, confirmado o seu valor arquitectónico e tendo em atenção a importância que lhe é atribuível em termos culturais, considera-se que o programa de demolições não tem enquadramento no Plano de Urbanização da Av. da Liberdade." O projecto, notam, não garante "a preservação da identidade arquitectónica e construtiva do edifício".
"Felizmente não se trata de um parecer vinculativo", ressalva Luís Pereira Coelho, acrescentando que os entraves à reconversão serão ultrapassados com a entrega à câmara, pela sociedade proprietária do velho cinema, a Parisiana, de um relatório mostrando que a conservaçáo do edifício é técnica e economicamente inviável.
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"Felizmente não se trata de um parecer vinculativo"
O que vai acontecer, brevemente, quando o novo PDM for implementado e o Núcleo Residente da Estrutura Consultiva do Plano Director Municipal for definitivamente exterminado ... ?
Salgado continua a avançar ... inexerovalmente com o seu "Master Plan" ...
António Sérgio Rosa de Carvalho.
21/10/2011
24 horas depois a lixeira mantém-se
Clique na imagem para ampliar
UMA VERGONHA!
Parecem as mesmas fotos que ontem aqui publiquei, mas não são! Estas foram tiradas, hoje às 18.30h, 24 horas depois das que aqui "postei" ontem.
Esta situação é inexplicável em qualquer zona da cidade, mais ainda quando estamos frente ao Ministério da Saúde e onde nas imediações existem hotéis, restaurantes e outros equipamentos, que atraem a esta zona da cidade turistas e visitantes, aos quais a Câmara e o nosso amigo Zé, que há muito deixou de fazer falta a Lisboa (se é que alguma vez fez!!) oferecem este lindo espectáculo, digno do 3º mundo.
João Crisóstomo X Defensores de Chaves
Este é o estado cada vez mais usual, das papeleiras que estão junto do cruzamento da Av. Defensores de Chaves com a Av. João Crisóstomo.(fotos tiradas esta tarde pelas 19.00h)
Regularmente as 5 papeleiras apresentam-se totalmente cheias, às vezes 2 dias seguidos, espalhando-se o lixo pelo chão.
Regularmente as 5 papeleiras apresentam-se totalmente cheias, às vezes 2 dias seguidos, espalhando-se o lixo pelo chão.
A limpeza desta zona tem vindo a degradar-se nos últimos tempos. Primeiro no quarteirão da Av. João Crisóstomo, entre a Av. Defensores de Chaves e a R. D. Filipa de Vilhena, que actualmente raramente é limpo e onde o lixo se vai acumulando.
11/02/2011
Ver para crer.
Alameda das Linhas de Torres, nº 156; 198/200
Avenida da República, 21
Avenida 24 de Julho, nº 171 C
Avenida Afonso Costa, 41, 3.º Piso Ala D
Avenida Almirante Reis, nº 65
Avenida Brasil nº 155 H
Avenida Brasília
Avenida Ceuta Norte - Lote 5 - Loja 1
Avenida Cidade de Luanda Nº 33, Loja - A
Avenida Cidade Lourenço Marques
Avenida Cidade do Porto
Avenida D. Carlos I
Avenida da Liberdade, nº 175
Avenida de Roma, 14 P
Avenida Frei Miguel Contreiras, 52
Avenida Gomes Pereira, nº 17
Avenida Infante D. Henrique, Lote 1
Avenida João Paulo II, Lote 550
Avenida Rio de Janeiro
Avenida Santos e Castro, Lote 2
Bairro da Ameixoeira Zona 4, Lt. 12 - Lj. B
Bairro da Liberdade, Rua B, Lotes 3 a 6, Piso 1
Bairro do Armador Lote 768 - Loja Dta.
Bairro Marquês de Abrantes
Calçada da Ajuda, nº 236
Calçada da Tapada
Calçada do Cascão, nº 39-41
Calçada do Combro, 58
Calçada do Moinho de Vento, nº 3
Calçada do Poço dos Mouros, nº 2, nº 8
Calçada Marquês de Abrantes, nº 45 - r/c dtº
Campo das Amoreiras
Campo de Santa Clara, nº 60
Campo Grande 13, 15, 25
Casa do Governador - Rua do Espírito Santo
Casalinho da Ajuda - Lote IO 57A - R/c A
Castelo de S. Jorge
Convento das Bernardas - Rua da Esperança, n° 146
Costa do Castelo, 75
Escadinhas de S. Miguel, nº 10
Espaço Monsanto - Estrada do Barcal, Monte das Perdizes
Estr. de Telheiras 102, 146
Estr. do Paço do Lumiar 44
Estrada da Pimenteira
Estrada de Benfica, nº 368
Estrada de Chelas nº 101/113/25
Estrada do Alvito
Estrada Paço do Lumiar - Lt. A3 - Lj.
Estrada Poço Chão 15-A, Lisboa
Impasse à Rua Américo de Jesus Fernandes
Largo Calhariz 17
Largo das Pimenteiras, nº 6-A
Largo de Chão do Loureiro
Largo de São Mamede, nº 7
Largo do Chafariz de Dentro, N.º 1
Largo do Ministro, nº 1
Largo dos Jerónimos, nº 3 - r/c
Largo dos Lóis, nº 4 - 1º
Palácio do Beau Séjour, Estrada de Benfica, 368
Paços do Concelho - Praça do Município
Palácio do Contador Mor, Rua Cidade do Lobito
Palácio dos Machadinhos - Rua do Machadinho, nº 20
Palácio Galveias, Campo Pequeno
Palácio Marquês de Tancos, Calçada Marquês de Tancos, 2
Parque Eduardo VII , Lisboa
Cruz das Oliveiras
Poço do Borratém, nº 25 - 2º
Praça das Casas Novas
Praça Dr. Fernando Amado, Lote 565, R/c
Praça General Vicente de Freitas
Praça Mar Humberto Delgado
Quinta Conde dos Arcos / Avenida Dr. Francisco Luis Gomes
R. Alberto de Sousa 31
Rampa do Mercado das Galinheiras
Rua A projectada à Rua de Sousa Lopes, Loja 10 A - Bairro do Rego
Rua Abade Faria, nº 37
Rua Adriano Correia de Oliveira, 4A
Rua Alberto de Oliveira - Palácio dos Coruchéus
Rua Alexandre Herculano, 46
Rua Almada Negreiros
Rua Ângela Pinto
Rua Antão Gonçalves
Rua Antero Figueiredo
Rua António Maria Cardoso, 38
Rua António Patrício nº 26 2º andar
Rua Arco Marquês do Alegrete, nº 6 - 2º C
Rua Augusto Rosa, nº 66 - 1º Dto, nº 68 e nº 70
Rua Azedo Gneco, nº 84 - 2º
Rua Cais do Gás, ao Cais do Sodré
Rua Cardeal Mercier
Rua Cardeal Saraiva, nº 4
Rua Castilho n.º 213
Rua Circular Norte - Bairro da Encarnação
Rua Coelho Rocha 16
Rua Comércio 8,4º-D, Lisboa
Rua Conde de Arnoso, nº 5-A/B
Rua Conselheiro Lopo Vaz, nº 8
Rua Correia Teles, nº 103 A
Rua Costa Malheiro - Lote B12
Rua D. Luis I, nº 10
Rua da Atalaia
Rua da Boavista, nº 9
Rua da Correnteza, N.º 9
Rua da Esperança, nº 49
Rua da Junqueira, 295
Rua da Mouraria, nº 102 - 2º
Rua da Palma, 246
Rua da Prata, nº 59 - 1º
Rua da Rosa, nº 277 - 2º
Rua Damasceno Monteiro, nº 69
Rua das Acácias
Rua das Azáleas
Rua das Farinhas, nº 3 - 2º
Rua das Portas de Santo Antão, nº 141
Rua de Campolide, nº 24-B
Rua de O Século, 79
Rua de S. Bento, 182 – 184
Rua de Xabregas, nº 67 - 1º
Rua do Ouro, nº 49 - 4º
Rua do Rio Tâmega
Rua do Saco, 1
Rua dos Cordoeiros, nº 52 - r/c
Rua dos Fanqueiros, 38 - 1º
Rua dos Lusíadas, nº 13
Rua dos Remédios, nº 53 e 57-A - 2º andar
Rua Engenheiro Maciel Chaves
Rua Engenheiro Vieira Silva
Rua Ernesto Vasconcelos
Rua Estrela
Rua Félix Bermudas
Rua Ferreira de Castro - Lote 387 - C/v
Rua Filipe da Mata, nº 92
Rua Filipe Folque
Rua Gabriel Constante
Rua General Silva Freire, Lote C
Rua Gomes da Silva
Rua Gomes Freire
Rua Gualdim Pais
Rua João Amaral
Rua João de Paiva, nº 11
Rua João Frederico Ludovice
Rua João Silva, nº 2
Rua João Villaret, nº 9
Rua José Duro
Rua Leão de Oliveira
Rua Luciano Cordeiro, nº 16 - r/c Esq
Rua Lúcio Azevedo Lote 11-r/c, 12-A, 21B
Rua Luís Pastor de Macedo
Rua Machadinho 20
Rua Manuel Marques, Porta 4 F, º 6 H
Rua Maria da Fonte - Mercado Forno do Tijolo, Bloco C
Rua Maria José da Guia, 8
Rua Morais Soares, nº 32/32-A
Rua Natália Correia, nº 10 - 10F
Rua Nova da Piedade, nº 66
Rua Nova do Almada, nº 53 - 1º e 2º
Rua Nunes Claro, nº 8 A
Rua Padre Abel Varzim, 7 D
Rua Pascoal de Melo nº 81
Rua Passos Manuel, nº 20 - r/c
Rua Penha de França
Rua Pinheiro Chagas, 19 A
Rua Portugal Durão
Rua Pr. Joaquim Alves Correia - 24 - C/v. A/B
Rua Prof Lindley Cintra , Lote 49 – Loja
Rua Prof. Francisco Gentil, 25 A
Rua Professor Adelino da Palma Carlos
Rua Professor Lima Bastos nº 71
Rua Professor Vieira Almeida 3-r/c-A, Lisboa
Rua Projectada à Calçada da Quintinha, lotes B1 a B8
Rua Rainha D. Catarina - Lt. 11 - Lj. 5
Rua Raul Carapinha
Rua Rio Cávado
Rua S. Sebastião da Pedreira, nº 158-A
Rua São Pedro de Alcântara 3
Rua Saraiva de Carvalho, nº 8 - 2º
Rua Silva Tavares
Rua Teixeira Pascoais 10, nº 12
Rua Tomás Alcaide, 63 A
Rua Vila Correia, nº 17 A
Rua Virgílio Correia
Rua Wanda Ramos Lote 12 - Loja
Travessa da Galé, 36
Travessa de S. Tomé, nº 5
Não, não endoideci. Há simplesmente coisas cujo absurdo só se percebe quando esbarramos nelas. E esta lista de 184 endereços é um desses casos. Nestes 184 prédios novos, velhos, palácios, lojas, andares, casas, pólos, complexos e quintas instalou a autarquia lisboeta centenas de departamentos, divisões, núcleos, unidades, gabinetes, agências, empresas municipais e sociedades. 184 endereços que são certamente mais pois é dificílimo perceber ao certo quantos são e onde funcionam esses serviços municipais. São também mais porque deixei de fora muitos serviços em que a autarquia participa em associação com outras entidades. Excluí também as escolas e os jardins-de-infância tutelados pela autarquia e os cemitérios, embora no caso de um deles, o cemitério de Carnide, tal opção seja muito questionável: como é sabido, o cemitério de Carnide não serve para cemitério pois apesar de ter custado o dobro do previsto a verba não foi suficiente para avaliar a localização e o resultado lá está nos milhares de cadáveres que não se decompõem e mais milhões anunciados para os exumar.
Mas mesmo que eu tivesse feito um levantamento exaustivo na lista faltaria sempre alguma coisa pois sucessivos presidentes da autarquia lisboeta acharam que a solução para os problemas da cidade passava sempre e quase só por acrescentar esta lista. Informava o PÚBLICO recentemente: “António Costa muda-se para o Intendente em Março. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa quer ajudar a acabar com a fama desta zona da capital e prepara novo gabinete para dois anos. A sede do município será só para cerimónias”.
Confesso que no início acreditei que o presidente da autarquia lisboeta se ia instalar no edifício da Junta de Freguesia da zona ou nos prédios que a EPUL ali se propôs construir e que, como é hábito naquela empresa municipal, se arrastam em obras suspensas, milhões de euros de prejuízo e intrincadíssimos processos judiciais. Mas não, não é nada disso. A autarquia lisboeta alugou um espaço no nº 27 do Largo do Intendente para transferir para aí o gabinete do presidente e de vinte funcionários. Entretanto fazem-se as obras necessárias. (Será que alguém acredita que uma zona se revitaliza porque lá se instalam 20 funcionários da autarquia mais o respectivo presidente? Quando muito a polícia pode enxotar para outras zonas alguns elementos que considere mais indesejáveis.) O número 27 do Largo do Intendente vai ser acrescentado em Março a esta lista. E sobretudo ela não parará de aumentar enquanto os presidentes da autarquia não perceberem que não há impostos que consigam sustentar isto nem cidade que resista a esta concepção do poder autárquico.
Helena Matos.
Avenida da República, 21
Avenida 24 de Julho, nº 171 C
Avenida Afonso Costa, 41, 3.º Piso Ala D
Avenida Almirante Reis, nº 65
Avenida Brasil nº 155 H
Avenida Brasília
Avenida Ceuta Norte - Lote 5 - Loja 1
Avenida Cidade de Luanda Nº 33, Loja - A
Avenida Cidade Lourenço Marques
Avenida Cidade do Porto
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Avenida da Liberdade, nº 175
Avenida de Roma, 14 P
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Bairro da Ameixoeira Zona 4, Lt. 12 - Lj. B
Bairro da Liberdade, Rua B, Lotes 3 a 6, Piso 1
Bairro do Armador Lote 768 - Loja Dta.
Bairro Marquês de Abrantes
Calçada da Ajuda, nº 236
Calçada da Tapada
Calçada do Cascão, nº 39-41
Calçada do Combro, 58
Calçada do Moinho de Vento, nº 3
Calçada do Poço dos Mouros, nº 2, nº 8
Calçada Marquês de Abrantes, nº 45 - r/c dtº
Campo das Amoreiras
Campo de Santa Clara, nº 60
Campo Grande 13, 15, 25
Casa do Governador - Rua do Espírito Santo
Casalinho da Ajuda - Lote IO 57A - R/c A
Castelo de S. Jorge
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Costa do Castelo, 75
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Palácio do Beau Séjour, Estrada de Benfica, 368
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Palácio do Contador Mor, Rua Cidade do Lobito
Palácio dos Machadinhos - Rua do Machadinho, nº 20
Palácio Galveias, Campo Pequeno
Palácio Marquês de Tancos, Calçada Marquês de Tancos, 2
Parque Eduardo VII , Lisboa
Cruz das Oliveiras
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Praça das Casas Novas
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Rua Augusto Rosa, nº 66 - 1º Dto, nº 68 e nº 70
Rua Azedo Gneco, nº 84 - 2º
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Rua Circular Norte - Bairro da Encarnação
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Rua das Azáleas
Rua das Farinhas, nº 3 - 2º
Rua das Portas de Santo Antão, nº 141
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Rua Nova da Piedade, nº 66
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Rua Professor Vieira Almeida 3-r/c-A, Lisboa
Rua Projectada à Calçada da Quintinha, lotes B1 a B8
Rua Rainha D. Catarina - Lt. 11 - Lj. 5
Rua Raul Carapinha
Rua Rio Cávado
Rua S. Sebastião da Pedreira, nº 158-A
Rua São Pedro de Alcântara 3
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Rua Silva Tavares
Rua Teixeira Pascoais 10, nº 12
Rua Tomás Alcaide, 63 A
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Rua Virgílio Correia
Rua Wanda Ramos Lote 12 - Loja
Travessa da Galé, 36
Travessa de S. Tomé, nº 5
Não, não endoideci. Há simplesmente coisas cujo absurdo só se percebe quando esbarramos nelas. E esta lista de 184 endereços é um desses casos. Nestes 184 prédios novos, velhos, palácios, lojas, andares, casas, pólos, complexos e quintas instalou a autarquia lisboeta centenas de departamentos, divisões, núcleos, unidades, gabinetes, agências, empresas municipais e sociedades. 184 endereços que são certamente mais pois é dificílimo perceber ao certo quantos são e onde funcionam esses serviços municipais. São também mais porque deixei de fora muitos serviços em que a autarquia participa em associação com outras entidades. Excluí também as escolas e os jardins-de-infância tutelados pela autarquia e os cemitérios, embora no caso de um deles, o cemitério de Carnide, tal opção seja muito questionável: como é sabido, o cemitério de Carnide não serve para cemitério pois apesar de ter custado o dobro do previsto a verba não foi suficiente para avaliar a localização e o resultado lá está nos milhares de cadáveres que não se decompõem e mais milhões anunciados para os exumar.
Mas mesmo que eu tivesse feito um levantamento exaustivo na lista faltaria sempre alguma coisa pois sucessivos presidentes da autarquia lisboeta acharam que a solução para os problemas da cidade passava sempre e quase só por acrescentar esta lista. Informava o PÚBLICO recentemente: “António Costa muda-se para o Intendente em Março. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa quer ajudar a acabar com a fama desta zona da capital e prepara novo gabinete para dois anos. A sede do município será só para cerimónias”.
Confesso que no início acreditei que o presidente da autarquia lisboeta se ia instalar no edifício da Junta de Freguesia da zona ou nos prédios que a EPUL ali se propôs construir e que, como é hábito naquela empresa municipal, se arrastam em obras suspensas, milhões de euros de prejuízo e intrincadíssimos processos judiciais. Mas não, não é nada disso. A autarquia lisboeta alugou um espaço no nº 27 do Largo do Intendente para transferir para aí o gabinete do presidente e de vinte funcionários. Entretanto fazem-se as obras necessárias. (Será que alguém acredita que uma zona se revitaliza porque lá se instalam 20 funcionários da autarquia mais o respectivo presidente? Quando muito a polícia pode enxotar para outras zonas alguns elementos que considere mais indesejáveis.) O número 27 do Largo do Intendente vai ser acrescentado em Março a esta lista. E sobretudo ela não parará de aumentar enquanto os presidentes da autarquia não perceberem que não há impostos que consigam sustentar isto nem cidade que resista a esta concepção do poder autárquico.
Helena Matos.
"Público"10-2-11
Via Lisboa SOS
09/06/2010
Câmara de Lisboa entrega mais competências às juntas
In Público (9/6/2010)
Por José António Cerejo
«Para exercerem as suas novas responsabilidades, as 53 freguesias da cidade vão receber este ano mais quatro milhões de euros do orçamento camarário
Aumento de verbas
A manutenção da sinalização horizontal e vertical das ruas, bem como a gestão dos serviços Motocão (limpeza de dejectos caninos) e o Lx Porta-a-Porta são algumas das novas atribuições cuja transferência para as juntas de freguesia foi anteontem aprovada pelo executivo municipal.
A delegação de competências foi aprovada por unanimidade, na generalidade, tendo o PCP optado pela abstenção na cláusula que respeita ao Lx Porta-a-Porta - um serviço gratuito de transportes que funciona nos bairros históricos e se destina sobretudo a idosos. De acordo com o vereador Ruben de Carvalho, a abstenção deveu-se ao entendimento de que a manutenção dos veículos devia continuar a cargo do município.
A vereadora Graça Fonseca explicou que os protocolos que agora vão ser assinados, entre a câmara e as juntas de freguesia que entendam subscrevê-los, contempla as novas atribuições e mantém todas as que tinham sido delegadas pelo anterior executivo nas áreas da manutenção de pavimentos, calçadas e jardins, pequenas reparações nas escolas e limpeza urbana, entre outras.
Os protocolos a celebrar, salientou a autarca, resultam de uma intensa negociação com as juntas de freguesia, que decorreu no fim do ano passado, e integra-se no processo de descentralização administrativa que o executivo pretende levar a cabo, dotando as freguesias de "meios e competências para um exercício mais eficaz de funções urbanas de proximidade". A acompanhar as novas competências a câmara deverá transferir para as freguesias um total de 13 milhões de euros, o que corresponde a um acréscimo de quatro milhões em relação ao ano passado.
As transferências serão trimestrais, sendo essa a periodicidade dos relatórios de execução que as juntas passam a ter de apresentar. "Não obstante as dificuldades da gestão orçamental pós-chumbo do orçamento pela assembleia municipal alargámos as competências e as verbas transferidas", disse Graça Fonseca.
Na reunião do executivo foi também aprovada a proposta de demissão do arquitecto Jorge Contreiras, o único dos oito técnicos dos serviços de Urbanismo que foi afastado da autarquia na sequência dos processos que lhes foram levantados após a sindicância realizada em 2007. Os outros já tinham sido punidos com penas de suspensão até cinco meses, tendo um deles visto o processo arquivado.
Nos termos da proposta aprovada, Jorge Contreiras - que já tinha sido exonerado, a seu pedido, em 2007, no decurso da sindicância - foi responsável pela "elaboração de informações e propostas técnicas orientadas para a aprovação dos projectos de arquitectura" elaborados por empresas de que era proprietário, "nas quais omitiu ou falseou dados de facto", incumprindo, reiteradamente os seus deveres de funcionário. Contreiras tem pendente em tribunal um processo em que é acusado de corrupção, além da prática de outros crimes, pelo Ministério Público.»
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Aumento de competências às Juntas à parte (até prova em contrário, não creio que dê em mais do que do mesmo), este senhor é o responsável pelo imbróglio criado com o antigo Cinema Paris, ou não é?
Por José António Cerejo
«Para exercerem as suas novas responsabilidades, as 53 freguesias da cidade vão receber este ano mais quatro milhões de euros do orçamento camarário
Aumento de verbas
A manutenção da sinalização horizontal e vertical das ruas, bem como a gestão dos serviços Motocão (limpeza de dejectos caninos) e o Lx Porta-a-Porta são algumas das novas atribuições cuja transferência para as juntas de freguesia foi anteontem aprovada pelo executivo municipal.
A delegação de competências foi aprovada por unanimidade, na generalidade, tendo o PCP optado pela abstenção na cláusula que respeita ao Lx Porta-a-Porta - um serviço gratuito de transportes que funciona nos bairros históricos e se destina sobretudo a idosos. De acordo com o vereador Ruben de Carvalho, a abstenção deveu-se ao entendimento de que a manutenção dos veículos devia continuar a cargo do município.
A vereadora Graça Fonseca explicou que os protocolos que agora vão ser assinados, entre a câmara e as juntas de freguesia que entendam subscrevê-los, contempla as novas atribuições e mantém todas as que tinham sido delegadas pelo anterior executivo nas áreas da manutenção de pavimentos, calçadas e jardins, pequenas reparações nas escolas e limpeza urbana, entre outras.
Os protocolos a celebrar, salientou a autarca, resultam de uma intensa negociação com as juntas de freguesia, que decorreu no fim do ano passado, e integra-se no processo de descentralização administrativa que o executivo pretende levar a cabo, dotando as freguesias de "meios e competências para um exercício mais eficaz de funções urbanas de proximidade". A acompanhar as novas competências a câmara deverá transferir para as freguesias um total de 13 milhões de euros, o que corresponde a um acréscimo de quatro milhões em relação ao ano passado.
As transferências serão trimestrais, sendo essa a periodicidade dos relatórios de execução que as juntas passam a ter de apresentar. "Não obstante as dificuldades da gestão orçamental pós-chumbo do orçamento pela assembleia municipal alargámos as competências e as verbas transferidas", disse Graça Fonseca.
Na reunião do executivo foi também aprovada a proposta de demissão do arquitecto Jorge Contreiras, o único dos oito técnicos dos serviços de Urbanismo que foi afastado da autarquia na sequência dos processos que lhes foram levantados após a sindicância realizada em 2007. Os outros já tinham sido punidos com penas de suspensão até cinco meses, tendo um deles visto o processo arquivado.
Nos termos da proposta aprovada, Jorge Contreiras - que já tinha sido exonerado, a seu pedido, em 2007, no decurso da sindicância - foi responsável pela "elaboração de informações e propostas técnicas orientadas para a aprovação dos projectos de arquitectura" elaborados por empresas de que era proprietário, "nas quais omitiu ou falseou dados de facto", incumprindo, reiteradamente os seus deveres de funcionário. Contreiras tem pendente em tribunal um processo em que é acusado de corrupção, além da prática de outros crimes, pelo Ministério Público.»
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Aumento de competências às Juntas à parte (até prova em contrário, não creio que dê em mais do que do mesmo), este senhor é o responsável pelo imbróglio criado com o antigo Cinema Paris, ou não é?
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