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07/06/2016

BARCELONA: "Los barrios más visitados por los cruceristas, como el Gótico, se transforman cada vez más en parques temáticos"
















Barcelona continua a questionar o modelo de Turismo que a tem vindo a destruir:

ccaa.elpais.com

Barcelona es el puerto base del Harmony of the seas, el crucero más grande del mundo y símbolo del debate entre beneficios económicos e impacto medioambiental para la ciudad.


http://ccaa.elpais.com/ccaa/2016/06/05/catalunya/1465138803_922939.html

4 comentários:

Anónimo disse...

Barcelona tem o dobro do turismo de Lisboa. Foi graças aos jogos olímpicos e a muito investimento público e privado que a cidade começou a ser cada vez mais procurada. No entanto Barcelona nunca sofreu um século de rendas congeladas, uma grande diferença! E a burocracia é muito menor, em 3 meses aprovam projectos que em Lisboa levariam 10 anos de debates e polêmicas.

Maria disse...

Ora aqui está gente que sabe qual o tipo de turismo que o País precisa!
Cruzeiros só trazem porcaria...

Anónimo disse...

Experimente dizer aos comerciantes cujo negócio dispara cada vez que pára um navio com 5 mil pessoas em Lisboa se passam sem essa "porcaria" de que fala.

Miguel de Sepúlveda Velloso disse...

Pois é pena que os vários anónimos que aqui defendem o não questonamento deste modelo de turismo, que defendem que assim é que se está bem e que, tal como o presidente Medina, digam que Lisboa deve é ter mais turistas, não consigam ver ou perceber que o que se pretende é mais cuidado na ocupação da cidade pelo turismo.

Por mim, nada contra quem nos visita, nada contra os números do turismo , mas tudo contra a política do facilitismo com que que se enquadra o turismo na cidade. bairros sem habitantes, projectos de hotéis que não enquadram lojas tradicionais que valorizariam pela sua presença qualquer hotel, quantidade e sempre a quantidade como único critério de acção. É a perene miopia portuguesa, que já levou ao charco grande parte do Algarve e que agora pretende fazer o mesmo com Lisboa, uma cidade a vários títulos excepcional e que deveria impôr um cuidado absoluto na sua gestão e no seu ordenamento.


Passear hoje em dia por grande parte do centro histórico de Barcelona, é estar num parque temático, sim. Não casa o antigo como o fingido,.

Tal como fizemos com a EXPO'98 em que se aprendeu com os erros de Sevilha'92, deveríamos aprender com Barcelona. Fomentar o turismo, sim, sem que isso implique um esvaziamento da identidade e da singularidade de Lisboa.


Mas para isso acontecer, muito teria que ser diferente, os autarcas, grande parte dos promotores, os cidadãos.

EM Barcelona, muitos não querem ver a sua cidade como vítima passiva de um turismo desenfreado. E saem às ruas, e exigem e não ficam na capa do anonimato a dizer patacoadas que são falhas de interesse e de realismo.

E já agora, o que é que custava ao todo-poderoso atelier de Carrilho da Graça, integrar no faraónico terminal, a pequena casa onde estavam as obras de VHILS e de Pixel Pancho?