Esteja atento às várias iniciativas em perspectiva:

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30/09/2014

Lisboa grafitada, uma história de amor interminável

Fachada notável de azulejos publicitários industriais vandalizados, roubados e destruídos. Noutras paragens, fachadas destas estariam inventariadas e protegidas. Em Lisboa como há muitas assim. . . quem é que se rala? Rua da Boavista



Bica

Rua de São Paulo

Rua da Boavista

A célebre fachada da casa dos parafusos, Faltam muitos a quem gere e administra a cidade. E a  quem a vandaliza.

Rua da Boavista. O percurso Largo de São Paulo, Avenida D. Carlos I é bem ilustrativo da praga que se abateu sobre a cidade. A libertinagem tem muitas cores e muita criatividade, sobretudo quando se trata de estragar e aviltar o património dos outros.

11 comentários:

Anónimo disse...

Muito giras estas fotos de Detroit...

Vítor disse...

Onde andam a PSP e a PM ???

Manuel Marques disse...

Há quem lhe chame Arte!

AquiMoraGente disse...

A permissividade e tolerância perante os comportamentos abusivos tornaram esta zona num espaço de ninguém, sem Lei.

Quase todos os bares vendem bebidas para o espaço público até às 4h e 6hda manhã e quase todos funcionam sem condições de insonorização, nem de segurança, transformando as ruas num circo alucinante e em locais potencialmente perigosos.

Não obstante todas as reclamações dos residentes a CML continua a promover uma política de horários de funcionamento dos estabelecimentos de venda de bebidas incompatível com uma vivência equilibrada nestas zonas.A maioria dos estabelecimentos encontra-se encerrada durante o dia e só abrem portas ao final da tarde até às 4h da manhã para vendederm copos para a rua.

A massificação do consumo de álcool por multidões em todo o espaço público conduz à perda de identidade individual que leva a que as pessoas tenham comportamentos que, individualmente, não teriam. A desresponsabilização individual, o sentido de grupo leva à exteriorização de atitudes de provocação, insultos, desrespeito, violência e desacatos, conspurcação e vandalismo do espaço público e isso é o que assistimos no quotidiano e está a levar os residentes a saírem.

Anónimo disse...

Só mesmo malta muito tapadinha e simplista para associar o fenómeno dos grafittis e da vida nocturna. Se tirassem a mantinha de cima das pernas e saíssem da biblioteca iriam perceber que quem destrói desta forma as paredes são marginais que nem sequer aqui moram e que procuram de forma pífia afirmar a sua "luta contra a lei e ordem" nas paredes, sejam elas quais forem. E chama-se "arte" a grafitti feito com qualidade e propósito - conhece os gémeos? Conhece o Banksy? Conhece o Vhils? Vá ver no google e perceba as diferenças entre esta trampa e obras de arte.

aquimoragente disse...

Quem destrói o património público e privado são muitos dos milhares de frequentadores que durante a noite, embriagados vandalizam tudo à sua passagem sejam os "marginais", os betinhos da linha, "os artistas" que vemos paasar em gritarias insanas nas nossas ruas de garrafas na mão.Recomendamos as feiras de arte de New York a Beijing, para os artistas de arte urbana divulgarem as suas obras de qualidade, como a Frieze em Nueva York, The Other Art Fair em Londres, a Stroke feira de arte urbana em Munich, a Beijing Art.

Anónimo disse...

O mal dessas garatujas existirem é só culpa dos presidentes de câmara que dizem isso ser arte e não haver coimas pesadas para os delinquentes que fazem esses trabalhos quando são apanhados.

Eu tenho a minha casa cheia dessas "obras de arte" e o melhor que posso fazer é pintar tudo de novo e rezar para que no dia seguinte um fazedor de arte não passe por lá.

Posso ainda dizer que um desses artistas foi apanhado em flagrante, foi levado à esquadra e saiu impunemente porque não tinha dinheiro para limpar o que fez. E mais, na esquadra disseram-me a mim e a outros moradores para não fazermos queixa porque não ia dar em nada, como não deu.
Esses srs. fazem a "arte" e nós pagamos a limpeza da mesma porque os moços não têm dinheiro para a limpar, mas têm para as latas de tinta.
Curioso é ver que essa "arte" não é feita pelos próprios nas suas casas. Porque será?

João

Miguel de Sepúlveda Velloso disse...

reagindo aio anónimo da 1.40 da tarde

Sim conheço todos esses e tb Tamara Alves, Vítor Santos, MaisMenos e muitos outros.

O que prova que não tenho mantinha nas pernas.

O que se passa com estes rabiscos nas paredes é uma vandalização do património púnlcio e privado feita por todo o tipo de turbamultas que invade a noite de Lisboa.

Uma vez que desconhece que assim é, o único a usar mantinha deverá ser o exmo. anónimo. Às vezes a verdade é crua, mas é a verdade.

Anónimo disse...

Então sugere que se comece a interditar a livre circulação de pessoas que invade a nossa cidade, é isso?

Miguel de Sepúlveda Velloso disse...

Reagindo ao anónimo das 10.53

A descoversa tem limites, bem como a cegueira de quem vê. Bom dia

Anónimo disse...

"Eu tenho a minha casa cheia dessas "obras de arte" e o melhor que posso fazer é pintar tudo de novo"

Haja dinheiro!

Eu já mandei pintar a minha(fachada) duas vezes! Desisti de pintar uma terceira.

Até já enviei as facturas ao Gandhi de Lisboa. Pode ser que me reembolse os mais de 500 euros que "foram" em menos de 1 ano!