Esteja atento às várias iniciativas em perspectiva:

Esteja atento às várias iniciativas em perspectiva:

29/09/2014

Largo da Boa Hora: Largo Público ou "Átrio de parque de estacionamento privado"?


Exmo. Senhor Vereador
Arq. Manuel Salgado


Cc. PCML, AML e JF

Somos a protestar pelo facto da construção do parque de estacionamento subterrâneo no edifício a tardoz do edifício da Rua Ivens, ex-propriedade da Companhia Fidelidade, ter "matado" o Largo da Boa-Hora.

Assim, poderá V. Exa. constatar in loco que aquele antigo largo no Chiado ficou reduzido à mera condição de hall de entrada e saída de um parque de estacionamento (privado) em pleno centro da cidade histórica.

E, como se tal não bastasse, que o Largo da Boa-Hora é agora palco de estacionamento selvagem.

Solicitamos, por isso, a V. Exa., que nos esclareça sobre de que modo pretende a CML corrigir esta situação.

Melhores cumprimentos

Fernando Jorge, Bernardo Ferreira de Carvalho, Paulo Ferrero, Inês Beleza Barreiros, Francisco de Sande Lemos, Luís Marques da Silva, Beatriz Empis, Nuno Castro Paiva, Júlio Amorim, Virgílio Marques, Miguel Atanásio Carvalho, João Oliveira Leonardo, José Morais Arnaud, Alexandra Maia Mendonça, Jorge Lopes

1 comentário:

Anónimo disse...

Se fosse só aqui.
Em frente ao meu prédio, um espaço que era para ser uma zona pública de lazer, foi, há mais de 30 anos, convertido abusivamente em parque de estacionamento, por quem não quer andar à procura de lugar ou quer fugir ao parquímetro.
Em virtude disso, o piso está uma lástima. As infiltrações para as caves do prédio são uma constante, provenientes da degradação do alcatrão junto ao prédio. E como se não bastasse, até a conduta do gás que ali passa foi danificada, pelo enorme peso e pressão sobre o solo que os carros provocam.
A CML não quer saber nada disto, nem a junta de freguesia.
Curiosamente, apesar de dizerem que é um espaço público, nenhum varredor limpa a zona, porque diz que para aceder a ela tem de se passar por uma zona que não está em passeio. A própria junta não quer cortar as ervas daninhas que nascem pelos rasgos do alcatrão, e o lixo vai-se acumulando.
É isto o que é Lisboa. A realidade!