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30/09/2013

CABOS & CABOS: Calçada do Combro


18 comentários:

Anónimo disse...

quero acreditar que não vai ficar assim, tanto mais que ainda não está totalmente terminado. o edifício catarina mais acima na calçada pode servir de exemplo sobre como lidar com os cabos.

Filipe Melo Sousa disse...

Deixem lá os fios, que eu cresci num país que costumava ter muitos mais. É o país possível. Com certeza o autor do post não ia gostar se lhe cortassem a luz, telefone e tv só para ter uma fachada imaculada de uma casa inutilizada.

Carlos Medina Ribeiro disse...

Enviei a foto para a PT que, nestes casos, manda sempre alguém ao local.
O problema é que só pode mexer nos seus cabos (PT e MEO). Os dos outros operadores (Vodafone, ZON, etc) têm de ficar como estão...

Carlos Medina Ribeiro disse...

Caro Filipe,

Não é preciso cortar cabo nenhum para fazer um trabalho decente.
Antes de mais, porque é possível fazer bem à primeira.
Depois, porque há soluções para isso, até em fachadas especiais (de cantaria), mesmo com os cabos já (mal) colocados.
Poderei enviar-lhe fotos do que, em Agosto deste ano, foi feito junto à Marquês de Tomar, em Lisboa.

Anónimo disse...

Caro Filipe,
e se mal lhe pergunte, o que temos a ver com o buraco onde viveu ou nasceu? E como pode tal justificar que não se melhore o que está mal.
E já agora alguém, por acaso, sugeriu que se deixasse de fornecer os serviços em virtude do enterramento das cablagens? Então um engenheiro não sabe que é possível enterrar os cabos ou passá-los de uma forma estética? Como se faz no país onde vive? E não me venha com a cassete do "não há dinheiro" porque é uma falácia, que convence quem se deixa convencer por desculpas de mau-pagador.
Mas tem mesmo de intervir aqui, mesmo quando é notório que nada de útil tem para escrever? Está a sentir-se assim tão solitário e com saudades do país que, diz, lhe sugou tudo e não lhe deu nada?

Filipe Melo Sousa disse...

Pois não, não há dinheiro para a solução mais bonita. Por isso é cortar a tv ou deixar na fachada. Agora escolha.

Anónimo disse...

"Pois não, não há dinheiro para a solução mais bonita. Por isso é cortar a tv ou deixar na fachada. Agora escolha."

Lol.
Pois claro, deve custar muito agarrar num escadote, conduzir os fios pelos contornos da pedra e aplicar uma cola fixante, ou então prender os fios com argolas especiais de fixação(cada uma custa 1 Euro e 10 cêntimos) para dar um aspecto mais civilizado.

Também custa muito comprar uma pequena lata de tinta e pintar os cabos de modo a que combinem com a cor da fachada.


Puxar pela cabeça e reclamar custa, não é sr FMS....

Anónimo disse...

Pois não, a PT e a Zon não têm dinheiro! São, de facto, empresas em dificuldades e os investimentos de milhares de milhões de Euros que fazem, e os muitos milhões que gastam em publicidade na realidade é ilusão!
Tenho tanta pena deles como tenho de si que depois do Estado lhe pagar o seu curso quase na totalidade está agora a pagar impostos a outro país... perdão, havia esquecido que você não paga impostos.

Filipe Melo Sousa disse...

Caro anonimo,
se você for movido pelo sentido de justiça, posso facultar-lhe o meu NIB para que me possa compensar por todos os impostos que paguei em Portugal, em montante que largamente excede quaisquer bens e serviços proporcionados pelo estado português.

Anónimo disse...

Com certeza Filipe,
fazemos uma troca de NIB para que você me possa ressarcir do que eu, com a minha idade, já paguei em impostos e, também o que contribuí para o seu curso. Não tenha dúvidas que paguei muito mais do que você.
Como está o seu sentido de justiça hoje?

Filipe Melo Sousa disse...

Não sei de facto que idade tem o sr anónimo, nem sei se o sr anonimo pertence à geração dos doutores do 25 de abril (com passagens administrativas). Também não sei se o sr anonimo viveu com uma renda barata durante 30 anos. Não sei de que serviços e prestações sociais usufruiu. Provavelmente bem para além dos impostos que pagou, pois deixou aos recém-nascidos de hoje uma dívida por pessoa de 50.000€ para pagar.

Não precisa de tanto despeito por eu ter ido pagar impostos para outro sítio. O direito à emigração está consagrado na constituição. Foi talvez o mais útil que agarrei.

Anónimo disse...

Caro Filipe,
o meu curso Dieito foi tirado em 5 anos, pago na totalidade por mim, sem passagens administrativas mas antes com muito suor de quem não podia desperdiçar dinheiro dos pais. Comprei a minha casa e estou a pagá-la, e não tenho créditos ou pendências. Nunca precisei de um hospital e nem sequer tenho médico de família. Chega-lhe para me enviar o que eu paguei e pago, também para si?
O que a Constituição não prevê, com certeza, é a hipocrisia de quem não contribui para o país mas não deixa de ter opinião de, não melhorar, mas perpetuar o extremo egoísmo, a falta de civilidade e a irresponsabilidade pela vida pública, coisas que você, aí, tem e é obrigado a ter. Como tem a coragem de ainda participar aqui quando sabemos tudo isto?

Filipe Melo Sousa disse...

Estranhos valores morais tem o sr. anónimo. Não vejo qualquer mérito em ser generoso com dinheiro público, ou fazer pedinchisse de direitos pagos por todos. Quanto ao egoísmo, ao contrário dos dois anteriores não lesa ninguém. Nao entendo porque o irrita tanto que outros salvaguardem o seu interesse, devendo a si próprios o mérito das suas realizações.

Mais um esclarecimento: como qualquer funcionário público pago impostos ao meu empregador :) Sendo esse um fluxo financeiro que remete ao próprio, pela mesma definição 50% dos portugueses (funcionários públicos e pensionistas) não pagam impostos. O sr anónimo já fez hoje uma descoberta.

Anónimo disse...

Caro Filipe,
nada do que escreveu é consentâneo com o meu post. Não sei o que de estranho têm os meus valores morais quando defendo que é obrigação de todos os intervenientes na coisa pública fazer bem, seja qual for o custo porque a isso estamos todos obrigados.
Quando à pedinchisse com dinheiros públicos volto a não ver qualquer relação com o que eu escrevi.
Quanto ao facto de me ter "explicado" como funciona o ciclo contributivo, há de chegar o momento em que você, com a graça de Deus, será parte dos 50% dos que não pagam impostos em virtude de reforma - devia saber que reformados pagam hoje impostos. Quer abrir mão desse direito? O Estado, que não tem dinheiro para nada, agradece.
E agora só para nós que ninguém nos ouve: eu sei que benesses funcionários comunitários gozam mas prometo que não digo a ninguém, está bem?!;-)

Filipe Melo Sousa disse...

O sr anónimo não está atento ao que eu escrevo. Os reformados e os funcionários públicos pagam imposto a quem lhes paga o vencimento. Tal como no meu caso. Quanto às carreiras europeias, as condições e vagas são públicas. Qualquer um pode concorrer ou informar-se.

Não entendo com tanto cidadão heróico como o sr anónimo cada português nasce com 50.000€ de dívidas para pagar.

Não se queixe a mim, que trabalho e faço os meus descontos. Queixe-se aos muitos utentes e beneficiários que o sr. anónimo alimenta. Ou então emigre.

Anónimo disse...

Caro Filipe,
é exatamente por serem públicas as benesses dos funcionários europeus que me espanta a vitimização que faz aqui como se os demais não soubessem o suficente para não ir em violinos desafinados. Pelos vistos você está longe de ser um desprovido da sociedade e atrevo-me a dizer-lhe que foi um grande beneficiário porque pela sua classe socio-económica usou mais as estradas porque terá um carro que outros não têm, usou mais as universidades porque lá chegou, fez mais lixo porque teve mais poder de compra, usou mais espaço porque teve dinheiro para ter uma casa maior, entre outros fatores importantes.
Acha mesmo que pagou o suficiente por todos estes serviços? os 50.000 Euros de dívida de cada português dizem exatamente o contrário!

Filipe Melo Sousa disse...

Caro anonimo, não faça contas comigo, eu estou fora do baralho. Quem me paga um bom ordenado é a Angela Merkel. Pode ficar com os meus descontos, que já os dei por perdidos.

Embora se houvesse justiça eu devia poder transferir os meus descontos para o meu plano de reformas.

P.S.: nem sequer estou a entrar em conta com o IVA que gasto quando vou de férias a Portugal.

Anónimo disse...

E em relação ao que escrevi? Nem uma palavra objetiva?