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04/02/2015

Uma oportunidade, quiçá, para se corrigir o tiro e deitar-se para o lixo os projectos de ampliação em má hora aprovados pela CML?


In blog.imobiliario (3.2.2015)

«JLL e CBRE anunciam venda de quatro edifícios na Avenida da Liberdade

A JLL e a CBRE foram as consultoras imobiliárias responsáveis pela venda de quatro edifícios contíguos propriedade do Novo Banco, situados na Avenida da Liberdade e na Rua Rosa Araújo, a um investidor institucional estrangeiro.

O conjunto de quatro imóveis, que perfazem meio quarteirão, localizam-se na Avenida da Liberdade 203, Rua Rosa Araújo 23, Rua Rosa Araújo 25-31 e Rua Rosa Araújo 33-35. Três dos edifícios datam do século XIX, sendo o quarto imóvel dos anos oitenta.

Os imóveis ocupam grande parte do remanescente do quarteirão, e têm um projeto licenciado que prevê um total de 10.300 m2, destinados a escritórios, com espaços de retail nos pisos térreos. [...]»

5 comentários:

Anónimo disse...

O mais provável é que aí venha a ampliação da amplição.

Miguel de Sepúlveda Velloso disse...

Não, não será assim, tal como indicado nos execelentes posts mais acima. Irão avançar as demolições e ponto final. A CML ganhará o óscar daquela que em menos tempo, mais descaracterizou a cidade.

Uma pergunta, estão à espera de quê para se demitir?

Xico205 disse...

Estão há espera que votes neles para o governo.

Anónimo disse...

Caro Miguel SV: Quando diz que «Irão avançar as demolições» está a referir-se aos interiores, certo?

Miguel de Sepúlveda Velloso disse...

Reagindo ao anónimo das 8.21h

Sim, sobretudo aos interiores. Mas podemos ainda apostar que as mansardas sofrerão o mesmo destino e que estes se transformarão em mais uns tantos cabeçudos