24/03/2010

CML VAI PAGAR 18.1 MILHÕES PELAS OBRAS PARADAS DO TÚNEL DO MARQUÊS

Câmara Lisboa vai pagar 18,1 milhões ao consórcio das obras no túnel do Marquês
Lisboa, 24 mar (Lusa)
A Câmara de Lisboa vai pagar ao consórcio CME/Tâmega 18,1 milhões de euros por causa do Túnel do Marquês, segundo o acordo alcançado entre as duas partes nas negociações que permitiram à autarquia poupar 6,5 milhões.
De acordo com fonte do município, o acordo entre a Câmara de Lisboa e o consórcio foi assinado terça feira, quase seis anos depois de as obras no Túnel do Marques terem parado por causa de uma providência cautelar interposta por José Sá Fernandes, hoje vereador na autarquia.
SO

Lusa/fim

12 comentários:

Anónimo disse...

Isto é que é poupar, carago!

Entretanto, pagam-se 18.1 milhões de euros...

O dinheirinho não é deles, é nosso: o problema reside aí.

Anónimo disse...

Quem ordenou a suspensão das obras foi o Tribunal e não o Sá Fernandes.
O Zé, como qualquer outro cidadão, nao tem competências para ordenar a suspensão de uma obra pública.
No entanto, caso considere que está a ser cometida uma ilegalidade como a realização de um túnel rodoviário em violação do regime da avaliação de impacte ambiental, tem legitimidade para requerer uma providência cautelar que suspenda a obra.
Providência essa que apenas será decretada pelo Tribunal - e a obra suspensa - caso aquele considere verificados os pressupostos da aparência do bom direito e da produção de danos de difícil reparação.
Foi isso - tudo isso - que aconteceu.
Para a próxima, façam-se as coisas com pés e cabeça, para evitar o pagamento de indemnizações chorudas aos consórcios, que só engordam à conta dos papalvos...
Agora, se querem apontar o dedo, apontem-no ao tribunal.

Lesma Morta disse...

O 2º anónimo sabe o que é uma providência cautelar e quais os seus efeitos?ausita

RF disse...

Estupidez de túnel!
E as árvores todas da Avenida que foram à vida?
Havia de ser no Príncipe Real...
Onde está umo movimento de cidadãos a choramingar as queridas árvores da Avenida António Augusto de Aguiar?
Foram repostas em algum lado?
Bons tempos, bons tempos...

Anónimo disse...

O segundo anónimo pede encarecidamente à muy ilustre e sempre douta lesma morta que lhe ensine o que seja uma providência cautelar.

Anónimo disse...

e onde está o resto da notícia? onde está a parte que fala do "ajuste directo para a empreitada por 18,7 milhões, feito em 2003", "da falta de estudo de impacto ambiental e de tráfego, a falta de consulta pública, a não audição do IPPAR e o arranque das obras sem que o projecto de execução estivesse concluído"?

certamente coisas sem importância...

Luis Serpa disse...

Isto é que é dinheiro bem gasto! Sim senhor. A ver se o Zé vai interpor uma providência cautelar quando estiverem a dar cabo de Alcântara.

RF disse...

Luis Serpa, está a comparar o processo do túnel do Marquês com Alcântara? Mas em Alcântara não estão a ser feitos estudos de impacte ambiental e planos? Vai ser ajuste directo da empreeitada? As obras arrancarão sem os projectos estarem concluidos? Vá, arranje lá outro saco de boxe para libertar as suas energias!

Julio Amorim disse...

Hummm.....rica cidade! Despejar o dinheiro dos contribuintes para a conta bancária de alguns.
E que jeitinho que tinha feito para tapar tantos "buracos"....
I N C O M P E T E N T E S !!!!

Filipe Melo Sousa disse...

Para alimentar a vaidade pessoal do Sá Fernandes, paga o Zé Tuga 18 milhões.
É para isto que pagamos impostos
É para isto que temos o PEC
É para isto que nos pedem sacrifícios

Continuem a votar nos mesmos e depois queixem-se.

hgg disse...

Este túnel é de facto estranho, mais ou menos 1400 metros de túnel. Não teria sido viável fazer dois pequenos túneis a cruzar a Rua Joaquim António Aguiar? - na Rua Castilho e na Rua da Artilharia 1. Parece-me que é uma ideia do reino do senso comum, sempre eram menos 1.2km de túnel e muitas dezenas de milhões de euros a menos...

Lesma Morta disse...

Ao anónimo das 4:43: Saiba que a muy ilustre lesma morta (Jorge Santos Silva) não está aqui para ensinar ninguém. Apenas para dar o que de melhor sabe à cidade, motivo pelo qual todos estamos aqui,espero, ainda que não concordando com a opinião uns dos outros.