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07/02/2013

Para o terminal fluvial do Terreiro do Paço??!!!

In Sol Online (6/2/2013)
Com LUSA

«Loja do Cidadão dos Restauradores muda-se para o Terreiro do Paço

O secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Feliciano Barreiras Duarte, anunciou hoje que a Loja do Cidadão dos Restauradores, em Lisboa, vai mudar, ainda este ano, para o edifício do terminal fluvial do Terreiro do Paço.

O Governo vai encerrar a Loja do Cidadão dos Restauradores e a nova loja "vai ficar num edifício do terminal fluvial de Lisboa, que é uma zona que fica em frente ao atual Ministério das Finanças", de transição de transportes colectivos marítimos e de "grande mobilidade na cidade de Lisboa", disse hoje o governante à agência Lusa, na Guarda, à margem da inauguração do primeiro quiosque do cidadão.

Segundo o secretário de Estado, a nova Loja do Cidadão "é uma loja que vai ser mais moderna" do que a actual dos Restauradores, "vai ter custos muito menores e, ao mesmo tempo, vai ver reforçados os serviços disponíveis aos cidadãos e às empresas".

O Governo anunciara que iria fechar a Loja do Cidadão dos Restauradores no ano passado, justificando a transferência com o facto de ser a loja com "mais queixas dos cidadãos quanto à aferição dos serviços prestados" e com a "renda excessivamente alta: mais de 600 mil euros/ano".

Feliciano Barreiras Duarte disse hoje que aquela Loja do Cidadão "vai mudar para a zona do Terreiro do Paço quando estiverem concluídas as obras e definidos os novos serviços que farão a migração dos Restauradores para o Terreiro do Paço e que irá implicar cerca de 75% de poupança" ao nível dos custos.

Observou que Lisboa também ficará com a Loja do Cidadão das Laranjeiras e com a nova loja de Moscavide, que abriu em 2012, admitindo que "a rede" ficará "devidamente equilibrada" e será mantida "a qualidade dos serviços prestados às pessoas".

Em relação à mudança dos serviços, referiu que acontecerá após a conclusão das obras de adaptação do novo espaço no terminal fluvial do Terreiro do Paço e após a conclusão de negociações para os serviços a instalar.

"Contamos que ainda durante o ano de 2013 isso suceda. É nossa intenção firme", concluiu o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares.»

8 comentários:

Anónimo disse...

No Barreiro ou em Cacilhas é que era.

Paulo Ferrero disse...

Esta soluçao so servira para conspurcar um espaço publico (quer a estaçao fluvial Sul e Sueste, recentemente CLASSIFICADA, como o terreiro defronte, ainda em tosco e para onde a CML tem um projecto bastante bom de arranjo paisagistico). Se for para aproximar a loja do cidadao dos cidadaos da outra margem, entao faça-se uma loja la. Se for para aproveitar um espaço do Estado livre na Baixa, entao que se aproveite um qualquer edificio que o Estado detem na zona, mas sem a capacidade de atrair degradaçao que a estaçao fluvial e a praça defronte tem. Se for por razoes financeiras de como receber rendas de um espaço como a estaçao fluvial, entao que concessionem tudo a privados, comercio de nivel e por ahi fora. Por favor, nao conspurquem mais a Baixa. Ja bastou a lindeza que fizeram aos Restauradores, OK?

Anónimo disse...

Mas que porra....!!
Está tudo doido!!???

Xico205 disse...

Tem toda a lógica. Acho muito bem.

Anónimo disse...

Lógico era pessoas como o aqui de cima não existirem!

Xico205 disse...

Anónimo disse...
Lógico era pessoas como o aqui de cima não existirem!

4:13 PM
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Pois os bota abaixo que criticam todas as boas medidas, tais como a mudança da Loja do Cidadão para um edificio do Estado. Era bom é que não existissem os mamões que querem que tudo fique na mesma e são responsaveis pelo mau estado do país sempre a votarem nos incompetentes do costume, conforme se passa com este do comentário que eu citei. Vão-lhe tirar a vaquinha sagrada e está aflito.

Anónimo disse...

Já percebi que o Sr xico é o típico Zé Saloio, já marcou a data para a abertura da sua feira e roulote de comes e bebes na frente rio?
Quanto ao mamão o sr é que é o motorista de serviço. Eu? Eu não dependo de ninguém!

Xico205 disse...

Designa-se como saloio o habitante natural das zonas rurais do início do século XX em volta de Lisboa, a região saloia. A região saloia compreende vários concelhos, sendo os seus limites discutíveis. Alguns autores definem como região saloia os concelhos de Alenquer, Amadora, Arruda dos Vinhos, Cadaval, Loures, Mafra, Odivelas, Sintra, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras.

"Çalaio" ou "çaloio" era o tributo que se pagava do pão cozido na corte e Patriarcado de Lisboa. Çaloio era também o nome que se dava aos mouros da seita "çalá" e no começo da nacionalidade era o nome que se dava aos descendentes dos provençais colonos oriundos de Salles d'Ande.

No passado os seus habitantes viviam da agricultura, praticada em hortas e pomares, e do comércio de produtos agrícolas em mercados e na cidade de Lisboa. Ainda hoje se situa nesta região o mercado que mais carne de bovino fornece à capital, a Feira da Malveira.

As mulheres ganhavam mais algum dinheiro como lavadeiras das famílias abastadas de Lisboa. Desses tempos em que muitas aldeias se enchiam de peças de roupa secar ao sol ficou o termo Aldeia da Roupa Branca, que se tornou título de um filme dos anos 30 do século XX sobre esta região.

Com produtos agrícolas de excelência (frutas, hortaliças, coelho, aves, ovos, queijo, caça, …), esta zona desenvolveu também uma gastronomia bastante variada e rica, sobressaindo as receitas de coelho, aves e porco. O queijo fresco ainda hoje é muito apreciado em todo o país.

A maneira de trajar também era muito própria, incluindo o colete e o barrete que até há poucos anos ainda era usado por pessoas mais velhas em algumas destas aldeias.

A origem destes habitantes do distrito de Lisboa é discutível, sendo actualmente aceite que tiveram origem nas comunidades mouras que, saindo da cidade de Lisboa para as zonas rurais após a Reconquista Cristã (1147) por D. Afonso Henriques, se dedicaram à agricultura e pequeno comércio.

Actualmente a região saloia está bastante descaracterizada, tendo alguns concelhos deixado a ruralidade do passado tornando-se zonas urbanas, como Amadora, Odivelas e partes significativas de Loures, Sintra, Mafra e Torres Vedras. As tradições e formas de vida tradicionais perderam-se no passado recente e os actuais saloios (principalmente as novas gerações) em nada se distinguem dos lisboetas, nem dos habitantes de Oeiras e Cascais.

Não me parece que eu seja saloio, nada do que aqui está descrito se enquadra em mim!