AVISO

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13/02/2013

PORTAS DE LISBOA: Património em risco!

UM POUCO POR TODA A CIDADE, ESTÃO A SER DESTRUÍDAS, E MUITAS VEZES PURA E SIMPLESMENTE ABATIDAS, AS PORTAS ORIGINAIS DE MUITOS PRÉDIOS. MOTIVO? PARA INSTALAR CAIXAS DE CORREIO. Foto: Campo Pequeno

9 comentários:

Anónimo disse...

É uma questão de segurança para não se ter que abrir a porta a qualquer um que diga "correio" ou "é publicidade".

Anónimo disse...

Nao seria possivel instalar uma caixa de correio no exterior do edificio ? Mantinha-se a porta original e o carteiro nem tinha de entrar no predio.

Paulo Ferrero disse...

Que nojo de coisa. Vomito!

Anónimo disse...

Estas portas de alumínio são a prova de que somos um país de barracas e de abarracamento. Temos a cultura de favela e os políticos são os mais favelados porque nada fazem para obstar este tipo de coisas e outras. E não o fazem porque nem notam que algo está muito errado!

Anónimo disse...

Mentes terrujas!
É a única coisa que me passa pela cabeça quando olho para esta fotografia!

Xico205 disse...

Paulo Ferrero disse...
Que nojo de coisa. Vomito!

11:35 AM
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Quando se instalou o caminho de ferro em Portugal a reação era a mesma. Ou quando as pessoas deixaram de ser enterradas nas igrejas para passarem a sê-lo em cemitérios.

São os chamados Velhos do Restelo.

Julio Amorim disse...

http://cidadanialx.blogspot.se/2010/01/portas-de-lisboapequenas-obras-de-arte.html

Anónimo disse...

Xico disse:
Quando se instalou o caminho de ferro em Portugal a reação era a mesma. Ou quando as pessoas deixaram de ser enterradas nas igrejas para passarem a sê-lo em cemitérios.

São os chamados Velhos do Restelo.
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Sinceramente não sei o que é mais repudiante e parolo, se as portas, se os seus comentários baseados em comparações despropositadas e ineptas...
Viaje Zé!Viaje!

Anónimo disse...

De facto as caixas de correio descaracterizam a fachada do prédio. Mas isso deve-se ao facto serem mal escolhidas em função do local a instalar.
Os novos objectos que respondem a novas necessidades podem e devem respeitar o património.