O imóvel de gaveto sito na Avenida da República, 37, um dos últimos prédios originais do periodo "Lisboa Entre Séculos", está já em trabalhos de demolição. Será que este prédio também faz parte da Carta Municipal do Património anexa ao PDM? Tal como o seu "colega" na Av. da República 46-48 / Av. Elias Garcia com projecto de 1906 assinado pelo Arquitecto Ventura Terra, de nada parece valer tal "reconhecimento municipal". Se é para manter apenas as fachadas, então não é preciso criar uma Carta do Património dentro do PDM.
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02/06/2015
30/08/2010
Flecte, flecte, insiste, insiste?

Tv. Enviado de Inglaterra 2-4
Para este gaveto da Rua de Santa Marta, paredes meias com a Alexandre Herculano, a empresa Bilzé-Propriedade e Imóveis, Lda., apresentou em tempos uma Informação Prévia para projecto de demolição e construção nova, Proc. 705/EDI/2009, que foi liminarmente chumbada. Surpreendentemente, nem um ano volvido, eis que o mesmo promotor apresenta nova informação prévia, refª 884/EDI/2010, para o mesmo local. Será que reformulou o projecto de modo a que seja apenas recuperação do imóvel? Será que é masoquista? Ou será que por via de uma pequena alteração cirúrgica no articulado do pedido, sabe que assim passa?
06/05/2009
Protesto pela demolição iminente do edifício do Campo Grande 176-184

Exmo. Senhor Presidente de Câmara,
Dr. António Costa
Exmo. Senhor Vereador do Urbanismo,
Arq. Manuel Salgado
Vimos pelo presente reclamar junto de V.Exas. por mais uma demolição inexplicável , na circunstância a do edifício sito no Campo Grande, Nº 176 a 184 (fotos em anexo); incluído em estudo encomendado e publicado pela Câmara Municipal de Lisboa em 1991, «Arquitectura do princípio do século XX em Lisboa, 1900-1925" (página 102), que já foi lindíssimo, mas que estranhamente não está referenciado na Carta Municipal do Património anexa ao PDM.
Sabemos que este edifício está abrangido por uma operação de loteamento juntamente com três outros prédios de muito menor valor, entretanto demolidos (lotes 186-208), transformada em Plano de Pormenor e actualmente em apreciação na CML, facto que implica que, quando forem aprovados os Termos de Referência (o que ainda não aconteceu), seja o mesmo sujeito a debate público.
No entanto, enquanto o processo decorre, o proprietário do imóvel, a Tricos - Imobiliária, S.A.. tem vindo a retirar telhas da cobertura para assim acelerar a degradação da estrutura interior, tendo recentemente instalado na sua fachada principal e na do lote vizinho, uma grande tela publicitando uma nova construção a erguer no local.
Pelo exposto, vimos apresentar o nosso protesto a V.Exas. por:
1. O referido edifício não estar incluído na Carta Municipal do Património anexa ao PDM, facto que consideramos indesculpável, sobretudo numa altura em que a própria CML se diz empenhada em garantir a preservação do património edificado em sede de revisão do PDM.
2. A CML ter permitido ao proprietário adulterar severamente o edifício em causa, desvirtuando-o de forma a tornar a sua demolição "irreversível", no que consideramos ser um acto criminoso, a que urge pôr cobro, se de facto se pretende preservar e valorizar o património.
3. Num caso como este, em que está em causa a manutenção de um dos últimos edifícios de valor arquitectónico do eixo Campo Grande-Saldanha, a CML não promova o debate que se exigia fazer, envolvendo a população local.
Pedimos a V.Exas. tomem este nosso protesto em devida conta e ajam em conformidade.
Na expectativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Fernando Jorge, João Chambers, Júlio Amorim e Virgílio Marques
08/01/2009
Nem PUALZE lhe valeu ... (1)

A este também nada valeu o PUALZE, e isso é já uma ladaínha que já cansa, mas o que aqui está em causa é o flagrante desrespeito pelo projecto aprovado pela CML em Agosto passado que era um projecto de ampliação e alteração de interiores com demolição de certos elementos (Proc. 2299/EDI/2005), que nunca a fachada. O que se passa neste momento é a tentativa de demolir tudo.
Por denúncia imediata na CML ficou prometido o embargo e o esclarecimento da coisa, uma vez que nem sequer as especialidades foram aprovadas. Ou seja, total descaramento do promotor ligado, mais uma vez, ao BES.
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PUALZE
29/12/2008
Nem PUALZE lhe valeu ...

Depois de ter tido 2 projectos de construção nova (e subjacente demolição) reprovados (2003 e 2004) eis que à terceira foi de vez, e lá se vai ele, o último prédio resistente do 1º quarteirão do lado direito da Avenida da Liberdade, logo após o Marquês. Emparedado por gigantes da era do 'pugresso', tinha tido uma nesga de esperança quando lhe deram uma demão de cinzento, auspiciando uma recuperação que nunca chegou a vir. Fora tudo para fazer de conta. Em pleno Natal, sob a forma de proposta nº 356/2008, a prenda foi antes esta:
O processo nº 2376/EDI/2006 foi aprovado em reunião de CML do passado dia 22 de Dezembro, com 10 votos a favor de PS, PSD e PCP e 6 votos contra dos vereadores de LCC, CPL e JSF.
Ah, já me esquecia: a proposta contempla a construção de um edifício com quinze pisos (cinco deles em cave) e destina-se a serviços. Foi você que pediu mais pópós no eixo principal de Lisboa? E habitação, cadê ela?
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15/10/2008
Demolição acabadinha de chegar (10)

Proc. 1285/EDI/2008, apresentado pelo Invesfundo Vi (mais um desses Fundos de Investimento Imobiliário Fechado). Data de entrada: 14/10/2008.
O espantoso de tudo isto - mais do que se estar a arrasar com um dos prédios mais bonitos da outrora carismática Avenida António Augusto de Aguiar (estropiada a sul, pela inqualificável 'obra' da responsabilidade de Santana Lopes), já que isso se tornou prática corrente nos últimos anos -, reside no facto de projecto semelhante, de demolição e construção nova (Proc. 1648/EDI/2003) ter sido liminarmente indeferido por Eduarda Napoleão (não dá para crer mas é verdade ...). Na altura do indeferimento, lia-se este argumento lírico, lindo de morrer: «O edifício existente não se encontra listado no Inventário Municipal do Património do RPDML. Consagra no entanto alguma sobriedade quer pela escala de construção quer pelos ritmos da fachada principal que são elementos de identidade de uma determinada etapa temporal.»
01/10/2008
Demolição acabadinha de pedir (1)
Esclarecimento recebido do atelier do promotor a post nosso de 25 de Agosto passado, relativo a pedido de licenciamento de obras de alteração interiores e exteriores:
«Ex.mos Senhores
Venho por este meio efectuar o seguinte esclarecimento, que agradeço que publiquem no vosso blog, com o mesmo destaque que os vossos considerandos:
O edifício sito na Av. D. Carlos I, 88-90-92, vai ser totalmente reabilitado ao nível do interior e exterior, mantendo a tipologia existente.
A cobertura será substituída por nova, com a configuração igual à existente.
A demolição ( parcial ) refere-se somente à substituição da cobertura.
Cumprimentos,
Clara Couceiro
Atelier MIXARQ, arquitectura e design, Lda.»

Avenida Dom Carlos I, Nº 88-92
A primeira vista parece ser um prédio que se devia estimar, quanto mais não seja porque faz a diferença naquela avenida. Assim parece não entender o promotor Atelier Mixarq, Arquitectura e Design, Lda que acaba de solicitar à CML a sua demolição (proc. 947/EDI/2008) - ampliação com demolição de interiores. Tem a CML a última palavra.
Texto editado
«Ex.mos Senhores
Venho por este meio efectuar o seguinte esclarecimento, que agradeço que publiquem no vosso blog, com o mesmo destaque que os vossos considerandos:
O edifício sito na Av. D. Carlos I, 88-90-92, vai ser totalmente reabilitado ao nível do interior e exterior, mantendo a tipologia existente.
A cobertura será substituída por nova, com a configuração igual à existente.
A demolição ( parcial ) refere-se somente à substituição da cobertura.
Cumprimentos,
Clara Couceiro
Atelier MIXARQ, arquitectura e design, Lda.»

A primeira vista parece ser um prédio que se devia estimar, quanto mais não seja porque faz a diferença naquela avenida. Assim parece não entender o promotor Atelier Mixarq, Arquitectura e Design, Lda que acaba de solicitar à CML a sua demolição (proc. 947/EDI/2008) - ampliação com demolição de interiores. Tem a CML a última palavra.
Texto editado
18/09/2008
Demolição acabadinha de chegar (9)

Proc. 1162/EDI/2008, da firma Sousa Santos & Carp, Lda., deu entrada a 17 de Set. 2008, com vista à construção nova, já aprovada (Proc. 1578/EDI/2005)
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16/09/2008
Demolição acabadinha de chegar (8)
27/08/2008
Demolição acabadinha de pedir (6)

Depois de alguns pedidos de demolição e construção nova indeferidos (vá lá!), volta à carga mais um, desta vez de construção nova (Proc. 1025/EDI/2008) para este edifício apalaçado do início da outrora selecta e intocável Avenida António Augusto de Aguiar (Nº 2-6). O promotor é a Sogal, Soc. Gestão e Exploração de Hotéis. Coisa 'linda' em perspectiva, pois. É caso para dizer: o painel publicitário diz tudo.
26/08/2008
Demolição acabadinha de pedir (4)
25/08/2008
Demolição acabadinha de pedir (2)
01/08/2008
Que se passa com o nº 75 da Rua da Conceição?

Decorrem obras no seu interior, não se sabe muito bem a mando de quem e para quê. Os operários dizem que os azulejos do 'hall' de entrada já não estavam lá quando entraram. Dizem que o prédio é propriedade municipal. As portas magníficas do seu interior são para o lixo. Esta obra decorre já da aprovação das medidas preventivas? E da suspensão dos artigos do PDM? Convinha saber e convinha esclarecer que aquele prédio é dos poucos genuínos da Baixa. É preciso atenção a isso!
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