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18/11/2016
03/05/2010
Os gasómetros da Matinha

Chegado por e-mail:
O novo projecto da Matinha na zona Oriental Lisboa, vai desvirtuar os últimos 4 gasómetros da (Europa) são os últimos, que ainda estão como funcionavam e em boas condições.
O novo projecto imobiliário prevê desmantela-los (para limpar e conservar) para depois no seu interior ser construído um hotel.
Ao desmantela-los não se está a realizar nenhum projecto de conservação patrimonial ou respeito por um património industrial tão significativo.
No desmantelar e voltar a coloca-los está-se a alterar profundamente a identidade do local e da sua contextualização.
Está marca da zona Oriental da Cidade merecia melhor sorte do que a Torre Galp, asfixiada por prédios construídos muito perto, e pelo abandono completo.
Dos 4 gasómetros o projecto prevê:
2 gasómetros onde vai ser construído um Hotel
1 gasómetro para parque de estacionamento
Não seria possível deixar o 4 gasómetro conservado como está sem ser intervencionado
Com um esforço de todos podia-se ter uma solução de compromisso, entre o Património Industrial e o projecto urbanístico para este local da cidade
Centro de estudos Operários
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PP Matinha
14/05/2009
Plano de Pormenor da Matinha



In Lx Projectos
« A zona de intervenção do plano, designada por Matinha, localiza-se a sul do Parque das Nações, entre a linha de caminho de ferro (linha do Norte) e o rio Tejo.Ao longo do último século a Matinha serviu de suporte a uma ocupação urbana muito heterogénea com indústria pesada (da qual subsistiram as estruturas de quatro gasómetros), armazéns e habitação. Um dos objectivos fundamentais do Plano de Pormenor da Matinha é garantir a continuidade da cidade com o rio.Os principais eixos viários são a via norte-sul (nova avenida na continuação da Alameda dos Oceanos e que fará a ligação ao empreendimento a sul desenhado por Renzo Piano) e a via nascente/ poente - que cruzará a linha de caminho de ferro e ligará ao prolongamento da Avenida E.U.A. - que
permitirão ligações à cidade.Os elementos principais de valorização ambiental e de caracterização do espaço público são o Parque e o Passeio Ribeirinho. O Parque é o elemento referencial da proposta e terá uma relação com o rio como nenhum outro espaço verde em Lisboa. Permitirá enquadrar, com novas funções, 3 gasómetros existentes e também estabelecer articulações com a área construída, fundindo todos os espaços abertos através de uma estrutura verde hierarquizada. O Passeio Ribeirinho, prolongará para Sul o espaço público do Parque das Nações e poderá integrar os pavilhões da Administração do Porto de Lisboa, reconvertidos para funções de lazer, trazendo animação diurna e nocturna. A proposta integra o desenho de quarteirões e torres residenciais, com comércio e serviços, a definição de zonas de equipamentos colectivos e o lote da futura catedral de Lisboa. A volumetria proposta no plano procura tirar o máximo partido das vistas para o rio, quer a partir dos logradouros, quer a partir de terraços, pátios, varandas e corpos balançados. Arquitectos: RISCO»
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plano de pormenor
18/07/2008
Grandes transformações a Oriente
In Notícias da Manhã (18/7/2008)
«A zona oriental vai manter o uso industrial, mas prescinde das indústrias pesadas a favor das tecnologias de informação e comunicação e das biotecnologias. Este é um dos aspectos fundamentais do Documento Estratégico de Monitorização da Zona Ribeirinha Oriental, aprovado pela Câmara de Lisboa, o qual divide a área de intervenção em cinco zonas: Envolvente à Gare do Oriente (zona 1); Avenida Marechal Gomes da Costa (zona 2); Matinha/Braço de Prata (zona 3); Santa Apolónia/Braço de Prata (zona 4) e Área entre as linhas férreas (zona 5).
Contrariamente ao que estava previsto no Plano de Urbanização da Zona Ribeirinha Oriental, que foi chumbado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo devido ao excessivo peso da componente habitacional (cerca de 80 por cento), esta proposta de estruturação urbana contempla para habitação apenas 30 por cento da superfície, sendo o restante ocupado por actividades económicas.
QUEM FICA COM O QUÊ?
A zona envolvente à Gare do Oriente será destinada aos serviços, hotelaria e novas actividades e será fortemente reduzido o uso habitacional na Avenida Infante Dom Henrique. A excepção vai para as avenidas de Berlim e de Pádua e para a área habitacional a Norte da Gare do Oriente que será requalificada.
A Avenida Marechal Gomes da Costa será destinada às novas indústrias criativas ligadas às tecnologias de informação e comunicação, tirando partido da presença de empresas como a RTP, e futuramente a Tobis, não se admitindo habitação, excepto na zona junto à Rua Vale Formoso de Cima.
A zona oriental servirá igualmente como localização preferencial para novas produtoras de audiovisual em espaços industriais obsoletos.
Outra das potencialidades desta área é a fixação de empresas ligadas à biotecnologia, em articulação com o hospital CUF Descobertas, vocação que poderá ser reforçada pela instalação em Marvila do Parque Hospitalar Oriental.
Na área da Matinha/Braço de Prata, os espaços industriais serão reconvertidos e transformados em habitação.
Prevê-se o reordenamento da frente ribeirinha promovendo novos espaços públicos de recreio e lazer para dar continuidade urbana ao Parque das Nações, em articulação com um corredor verde de ligação entre o estuário e o sistema de vales, designadamente o Vale Fundão Também as zonas industriais obsoletas de Santa Apolónia e Braço de Prata vão ser reconvertidas, dando lugar a novas actividades de comércio, serviços e indústrias criativas.
A Câmara quer ainda promover novas tipologias de habitação nesta zona, através da reabilitação do património arquitectónico existente.
O eixo cultural Santa Apolónia/Largo David Leandro da Silva será recuperado, introduzindo novas valências culturais e turísticas.
A zona entre linhas férreas, uma “área de enquadramento da nova travessia sobre o Tejo”, será valorizada com uma estrutura ecológica articulada com novos equipamentos de recreio e desportivos.
No futuro, prevê-se a reabilitação do núcleo antigo de Marvila e a reestruturação da área habitacional junto ao bairro da Madre de Deus. (...)»
«A zona oriental vai manter o uso industrial, mas prescinde das indústrias pesadas a favor das tecnologias de informação e comunicação e das biotecnologias. Este é um dos aspectos fundamentais do Documento Estratégico de Monitorização da Zona Ribeirinha Oriental, aprovado pela Câmara de Lisboa, o qual divide a área de intervenção em cinco zonas: Envolvente à Gare do Oriente (zona 1); Avenida Marechal Gomes da Costa (zona 2); Matinha/Braço de Prata (zona 3); Santa Apolónia/Braço de Prata (zona 4) e Área entre as linhas férreas (zona 5).
Contrariamente ao que estava previsto no Plano de Urbanização da Zona Ribeirinha Oriental, que foi chumbado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo devido ao excessivo peso da componente habitacional (cerca de 80 por cento), esta proposta de estruturação urbana contempla para habitação apenas 30 por cento da superfície, sendo o restante ocupado por actividades económicas.
QUEM FICA COM O QUÊ?
A zona envolvente à Gare do Oriente será destinada aos serviços, hotelaria e novas actividades e será fortemente reduzido o uso habitacional na Avenida Infante Dom Henrique. A excepção vai para as avenidas de Berlim e de Pádua e para a área habitacional a Norte da Gare do Oriente que será requalificada.
A Avenida Marechal Gomes da Costa será destinada às novas indústrias criativas ligadas às tecnologias de informação e comunicação, tirando partido da presença de empresas como a RTP, e futuramente a Tobis, não se admitindo habitação, excepto na zona junto à Rua Vale Formoso de Cima.
A zona oriental servirá igualmente como localização preferencial para novas produtoras de audiovisual em espaços industriais obsoletos.
Outra das potencialidades desta área é a fixação de empresas ligadas à biotecnologia, em articulação com o hospital CUF Descobertas, vocação que poderá ser reforçada pela instalação em Marvila do Parque Hospitalar Oriental.
Na área da Matinha/Braço de Prata, os espaços industriais serão reconvertidos e transformados em habitação.
Prevê-se o reordenamento da frente ribeirinha promovendo novos espaços públicos de recreio e lazer para dar continuidade urbana ao Parque das Nações, em articulação com um corredor verde de ligação entre o estuário e o sistema de vales, designadamente o Vale Fundão Também as zonas industriais obsoletas de Santa Apolónia e Braço de Prata vão ser reconvertidas, dando lugar a novas actividades de comércio, serviços e indústrias criativas.
A Câmara quer ainda promover novas tipologias de habitação nesta zona, através da reabilitação do património arquitectónico existente.
O eixo cultural Santa Apolónia/Largo David Leandro da Silva será recuperado, introduzindo novas valências culturais e turísticas.
A zona entre linhas férreas, uma “área de enquadramento da nova travessia sobre o Tejo”, será valorizada com uma estrutura ecológica articulada com novos equipamentos de recreio e desportivos.
No futuro, prevê-se a reabilitação do núcleo antigo de Marvila e a reestruturação da área habitacional junto ao bairro da Madre de Deus. (...)»
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Poço do Bispo
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